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domingo, 4 de outubro de 2009

Campeonato Brasileiro > Palmeiras bate o Peixe e dispara

* Vitória na Vila veio de virada: 3 a 1

O clássico na Vila, neste domingo, foi muito equilibrado... mas na hora que o jogo esquentou, o Palmeiras mostrou porque é o líder do Brasileirão. O Santos saiu na frente, mas permitiu a virada e foi derrotado por 3 a 1, em jogo válido pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Palmeiras disparou na primeira posição e agora tem 53 pontos, 5 à frente do São Paulo, více-lider. O Santos, por sua vez, perdeu uma posição e está em 13º lugar, com 36 pontos, bem mais longe da sonhada vaga na Libertadores.

Primeiro tempo sem gols

O primeiro tempo deixou clara a diferença técnica entre as duas equipes. O Santos tentou tomar a iniciativa, mas contava apenas com lampejos - ora de Madson, em jogadas individuais, ora de Neymar, com algum passe tirado da cartola. Ficou evidente a falta que faz Paulo Henrique Ganso, o articulador das jogadas, que está na seleção sub-20.

A única jogada correta organizada pelo ataque do Santos saiu aos oito minutos, quando Germano apareceu de surpresa na área do Palmeiras, aproveitou passe de Neymar e chutou. A bola foi por cima.

A partir dos dez minutos, o Palmeiras começou a controlar a posse de bola e ameaçar o gol de Felipe - primeiro em chutes de fora da área de Diego Souza. Aos 11, ele mandou uma bomba e obrigou Felipe a se esticar para defender.

Aos poucos, o Palmeiras foi achando espaços pelas laterais. Armero e Figueroa chegavam à linha de fundo sem serem incomodados e passaram a cruzar bolas na área. A zaga tinha muito trabalho, mas conseguia cortar. Acuado, o Santos tentava ao menos encaixar algum contra-ataque, mas o meio de campo palmeirense vigiava de perto Madson e Neymar. Kléber Pereira, por sua vez, só teve seu nome citado na divulgação das escalações.

A situação dos donos da casa se complicou quando Fabão e George Lucas deixaram o gramado, machucados. Foram substituídos, respectivamente, por Astorga e Luizinho.

E pouco mais acontece na etapa inicial.

Virada de campeão

Os times voltaram do intervalo dispostos a passar uma borracha no primeiro tempo. O Santos, que terminou a etapa inicial acuado, voltou do intervalo partindo para o ataque por todos os lados. Luizinho, que entrara mal no primeiro tempo, mostrava velocidade pela direita, deixando Armero para trás.

E foi assim que o ala abriu o placar, aos nove minutos. Ele aproveitou bela jogada de Neymar pela esquerda e encheu o pé direito. A bola ainda desviou em Armero antes de estufar a rede de Marcos.

O gol santista acordou o Palmeiras. Com Robert no lugar de Obina, a equipe de Muricy Ramalho ganhou mobilidade e passou a aproveitar melhor espaços deixados pelo adversário. Aos 18, Figueroa cobrou falta da direita e achou Diego Souza na área. O meia ganhou de dois marcadores pelo alto e cabeceou firme, empatando a partida.

O jogo tornou-se franco e emocionante. O Santos não se intimidou com o empate do líder e continuou em cima. Luxemburgo sacou Pará do jogo e mandou o time ao ataque escalando o meia-atacante Felipe Azevedo. Aos 24, ele cruzou da direita, Kléber Pereira deixou passar, e Neymar, livre, tentou colocar no ângulo esquerdo, mas errou o alvo.

O líder deu a resposta e conseguiu a virada. A zaga santista deixou Diego Souza dominar dentro da área. Erro fatal. O meia conseguiu se livrar de dois marcadores e chutou cruzado. Robert esticou a perna e fez 2 a 1.

Com o meio-campo escancarado, já que Pará era quem melhor marcava, os palmeirenses tiveram os espaços que faltaram na primeira etapa. Aos 31, Diego Souza e Cleiton Xavier vieram tabelando desde a intermediária. Cleiton rolou a bola para Robert, que ganhou de Triguinho e jogou por baixo das pernas de Felipe. Antes que a bola cruzasse a linha, Vagner Love apareceu para assumir a autoria do gol.

Aos 41 minutos, Maurício derrubou Neymar na entrada da área. O árbitro assinalou pênalti, mas foi avisado pelo auxiliar que a falta havia sido fora da área. Após reclamações santistas, Madson cobrou a infração na cabeça de Felipe Azevedo, que desviou. Marcos fez grande defesa. Ao final da partida, santistas protestaram com gritos de guerra contra a diretoria. Luxemburgo foi poupado.

Ficha do clássico
SANTOS 1 X 3 PALMEIRAS

Estádio: Vila Belmiro, Santos (SP)
Data/hora: 4/10/2009 - 16h10
Árbitro: Sálvio Spinola Fagundes Filho (Fifa-SP)
Auxiliares: Ednílson Corona (Fifa-SP) e Vicente Romano Neto (SP)
Renda/público: R$ 255.380,00 / 10.402 pagantes
Cartões amarelos: Madson, Kléber Pereira, Neymar (SAN); Figueroa, Maurício, Willians (PAL)
GOLS: Luizinho, 9'/2ºT (1-0); Diego Souza, 18'/2ºT (1-1); Robert, 27'/2ºT (1-2);Vagner Love, 31'/2ºT (1-3)

SANTOS: Felipe; George Lucas(Luizinho, 30'/1ºT), Fabão(Astorga, 14'/1ºT), Eli Sabiá, Triguinho; Pará (Felipe Azevedo, 23'/2ºT), Rodrigo Souto, Germano, Madson, Neymar; Kléber Pereira.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

PALMEIRAS: Marcos; Figueroa, Danilo, Maurício e Armero; Edmílson, Souza, Cleiton Xavier e Diego Souza; Obina(Robert, 14'/2ºT) e Vagner Love(Willians, 44'/2ºT).
Técnico: Muricy Ramalho.

Fontes: Lancenet! e Globo.com



Comentários da Redação
Visão santista > Nem a arbitragem tem medo
por Ricardo Pilat - ricardo.pilat@yahoo.com.br

Aos 41 minutos do segundo tempo, Salvio Spinola marcou pênalti para o Santos. Minutos depois, o auxiliar Vicente Romano apontou que a falta em cima de Neymar havia acontecido fora da área. Spinola voltou atrás e assinalou apenas falta.

Longe de mim querer dizer que a atitude foi errada, já que o bandeirinha foi muito bem e salvou o árbitro de cometer um grave erro. Mas é engraçado isso acontecer, pois ratifica o que vem sendo a Vila Belmiro em 2009. Caldeirão?

Nem a arbitragem tem medo do estádio santista, imagina então os rivais. Já até perdi a conta de quantas viradas o Santos tomou nesse campeonato jogando no glorioso tapete sagrado da Vila.

E a virada de hoje mais uma vez aconteceu por graves erros defensivos, em um momento bom do Santos no jogo, em que quase o time alvinegro ampliou a vantagem sobre o Palmeiras.

Depois de um primeiro tempo equilibrado e sem grandes emoções, o Santos voltou muito bem para a segunda etapa e fez seu gol com Luizinho (por aí, já dava para pensar que algo estava errado). Pouco depois, perdeu ótimas chances de ampliar.

Primeiro erro da defesa e primeiro gol do Palmeiras, minutos depois. Nesse momento, Luxemburgo mexeu errado e o time patinou. Tirou Pará, que vinha bem no jogo, e colocou Felipe Azevedo, que nunca acrescenta nada. Essa era a hora de colocar mais um homem de frente, como o jovem André, que já mostrou qualidade. E se fosse para tirar um volante, Germano deveria ser sacado, pois não estava jogando nada (como sempre).

Mais algumas chances perdidas do Santos e mais uma chance que o ataque palmeirense aproveitou, com Robert. Pelo lado palmeirense, Muricy tinha mexido muito bem, ao colocar Robert no lugar de Obina. Nesse caso, era óbvio que Obina não tinha encontrado seu espaço e que um outro atacante poderia aparecer melhor.

O Santos já estava arrasado. E, pouco depois, veio o golpe de misericórdia, em mais uma jogada bizarra da defesa santista. O torcedor presente na Vila Belmiro parecia não acreditar em mais uma virada que assistia.

Mais uma derrota inocente do Santos 2009, que não consegue segurar resultados importantes jogando em casa. Ninguém mais respeita o "alçapão".

A diferença do clássico foi simples: o time desorganizado (Santos) teve ótimos momentos no jogo e não soube aproveitar. O time preparado para ser campeão (Palmeiras) matou a partida quando achou que era hora.

Conceitos

Felipe - REGULAR: Sem querer culpá-lo pelos gols (mas já culpando), foram bolas que goleiros mais experientes - ou melhores - poderiam pegar.
George Lucas - REGULAR: Participou pouco do jogo e acabou sentindo uma lesão.
(Luizinho) - BOM: Só por ter feito um belo gol, já merece os elogios.
Fabão - REGULAR: Também saiu lesionado. Pergunta: Quem é pior? O Departamento Médico ou o Departamento Físico do Santos?
(Astorga) - BOM: Uma ou outra engrossada. No geral, não comprometeu.
Eli Sabiá - REGULAR: Não fez grandes absurdos, mas estava sempre mal posicionado.
Triguinho - REGULAR: Para cada boa jogada, o lateral fez também uma trapalhada para compensar. A maior de todos veio no terceiro gol palmeirense.
Pará - BOM: Foi o melhor jogador santista em campo. Luxemburgo errou feio ao tirá-lo do jogo.
(Felipe Azevedo) - REGULAR: Não fez nada que mereça destaque, tirando uma cabeçada no final do jogo. É um jogador nulo.
Rodrigo Souto - BOM: Foi intenso na marcação.
Germano - PÉSSIMO: Vontade ele tem. O problema é que ele se acha um craque e acaba complicando todas as saídas de bola com seus passes na fogueira.
Madson - REGULAR: O Santos depende muito do seu jogo e ele acaba sendo muito acionado. Consequentemente, não é todo jogo que ele vai decidir e nem deve ser assim. Foi muito bem marcado.
Neymar - REGULAR: Sua movimentação foi importante para o time, mas ele abusou das jogadas individuais. É apenas triste ver que um menino de 17 anos está sendo cobrado para decidir os jogos.
Kléber Pereira - REGULAR: Mais uma vez estava fora do jogo. Ainda assim, teve algumas chances.
Téc: Vanderlei Luxemburgo - PÉSSIMO: Na única ação importante do treinador no clássico, ele errou. Tirou Pará e colocou Felipe Azevedo. Era hora de colocar mais gente na área, pois o problema não era na armação. Luxa, se você realmente pensa em ficar no Santos em 2010, é hora de planejar a próxima temporada, já sabendo que não irá jogar a Libertadores.


Visão palmeirense
> Com jeito de campeão
por Pedro Silas - pedro_sccp@hotmail.com

Bem ao estilo dos times de Muricy Ramalho, o Palmeiras não foi brilhante, não jogou um futebol de encher os olhos, mas mostrou muita frieza e mais uma vez foi eficiente.

O Verdão mostra cada vez mais jeito de time campeão. Além de estar na ponta da tabela há mais de 10 rodadas e ter mantido a ótima vantagem de 5 pontos para o segundo colocado, o Alviverde tem mostrado equilíbrio e espírito de decisão.

Sem grandes oportunidades de gols e com dois times se estudando se expondo o menos possível, o primeiro tempo foi de dar sono. Até por jogar em casa, o Santos teve a iniciativa, e foi um pouco melhor na primeira meia hora de jogo. Porém, quando o Palmeiras melhorou, mostrou mais qualidade, mas sem criar situações de gol.

No começo do segundo tempo, os donos da casa também tomaram a iniciativa, mas desta vez foram mais incisivos, procuraram mais o gol e conseguiram abrir o placar. O líder não se abateu nem um pouco com o gol sofrido, mostrou frieza e foi para o ataque com cautela, sem descuidar do seu forte sistema defensivo.

Na frente, Diego Souza foi decisivo mais uma vez. Em 10 minutos, o camisa 7 fez de cabeça e deu belo passe para o Robert - que entrou no lugar de Obina no começo do segundo tempo - marcar o gol da virada palmeirense.

O Peixe entrou em desespero com o segundo gol sofrido e o Verdão aproveitou para definir o jogo. Com participação fundamental de Robert novamente, que recebeu de Cleiton Xavier e tocou por baixo das pernas do goleiro Felipe. A bola sobrou livre para Vágner Love fuzilar as redes do rival e manter a vantagem de cinco pontos para o São Paulo.

Conceitos

Marcos - BOM: Não teve muito trabalho, mas quando foi preciso, se mostrou seguro, fazendo duas boas defesas.
Figueroa - BOM: Bem defensivamente, apoiou quando participou do primeiro gol do Palmeiras, dando a assistência para o Diego Souza.
Danilo - BOM: Fez mais uma boa partida e tirou um gol certo de Madson no começo do segundo tempo.
Maurício - BOM: Firme nos desarmes, deu uma vacilada no fim e quase cometeu pênalti, mas não mancha nem um pouco a sua boa atuação.
Armero - REGULAR: Conseguiu tomar canseira do Luizinho e foi pouco ao ataque.
Edmílson - REGULAR: Pela sua experiência, parece ser importante como um líder, um orientador, mas pouco ajuda. Costuma estar sempre atrasado nas jogadas e não tem mostrado tanta qualidade com a bola nos pés.
Souza - BOM: Errou alguns passes, mas mesmo sem ser um primeiro volante, vem sendo o carrapato que o Pierre vinha sendo antes da contusão.
Cleiton Xavier - BOM: Distribuiu bons passes e participou do terceiro gol.
Diego Souza - ÓTIMO: Extremamente decisivo. Havia arriscado dois bons chutes no primeiro tempo e decidiu na segunda etapa. Além de marcar de cabeça, colocou a bola nos pés de Robert, que fez o gol da virada.
Obina - REGULAR: Poderia ter feito um golaço de voleio se o Eli Sabiá não tivesse abafado o chute, mas foi apagado.
(Robert) - ÓTIMO: Assim como o Diego Souza, participou de dois gols. Pelo futebol que já mostrou e pelas suas características de mais movimentação, é o parceiro ideal do Love atualmente.
Vagner Love - BOM: Não esteve em um grande dia, mas lutou bastante e mereceu o gol.
(Willians) - SEM CONCEITO: Entrou quase nos acréscimos.
Téc: Muricy Ramalho - BOM: Já dá para ver perfeitamente seu jeito nesse time do Palmeiras. O sistema defensivo do Verdão cresceu ainda mais após a chegada do Muricy, e na frente, o técnico palmeirense dá toda a liberdade para os jogadores resolverem.

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Campeonato Brasileiro > Adriano resolve e Fla afunda o Flu

* Mengão segue acreditando em vaga no G4; Tricolor vê rebaixamento cada vez mais perto

As 82.566 pessoas que foram ao Maracanã neste domingo, para assistir ao Fla-Flu, acompanharam mais uma grande exibição do atacante Adriano com a camisa rubro-negra. O Imperador fez os gols da vitória por 2 a 0 e chegou a 15 no Campeonato Brasileiro, ficando à frente de todos os concorrentes.

Após a sexta partida seguida sem sofrer gol, o Flamengo chegou a 41 pontos e segue mais vivo do que nunca na luta para chegar ao G-4. Agora são quatro pontos de distância.

Para o Fluminense, a derrota - a 14ª na competição - deixa a possibilidade do rebaixamento ainda mais cristalina. A equipe ocupa a lanterna, com 21 pontos, sete a menos do que o primeiro time fora da zona da degola, o Santo André.

Equipes falham na pontaria

As duas equipes entraram em campo com formações ofensivas, fazendo com que a partida começasse bastante aberta. A primeira boa jogada de ataque foi do Flamengo. Aos quatro minutos, Léo Moura fez bom lançamento para Zé Roberto, que invadiu a área e chutou na saída do goleiro Rafael. O camisa 1 tricolor fez a defesa e impediu o gol. Na cobrança de escanteio, Denis Marques mandou de cabeça, e a bola foi por cima do gol.

Aos nove, Adriano fez lançamento espetacular para Denis Marques, que arrancou sozinho mas se enrolou com a bola e foi desarmado por Diguinho. A resposta do Flu foi à altura: Alan recebeu passe em boas condições para finalizar, mas furou na tentativa de tocar por cima do goleiro Bruno.

O Rubro-Negro tinha mais posse de bola, e o Tricolor se fechava no campo de defesa para sair nos contra-ataques. Em um deles, aos 26 minutos, Adeílson tabelou e, da ponta esquerda, cruzou rasteiro para o meio da área. Alan apareceu como uma bala mas chutou por cima do gol. Grande chance perdida. Aos 30 minutos foi a vez de o Flamengo ameaçar novamente. Zé Roberto roubou a bola e, da ponta direita, cruzou para a área. A zaga tricolor fez o corte. Após cobrança de escanteio, Petkovic mandou para a área, e David subiu mais do que os adversários e desviou de cabeça. A bola, no entanto, foi por cima do gol.

Antes do fim do primeiro tempo, o Flu criou outra boa oportunidade. Aos 35, Adeílson foi lançado na direita e levou até dentro da área. O atacante se livrou com categoria de Léo Moura, mas o goleiro Bruno se antecipou e, com os pés, evitou que o jogador tricolor finalizasse.

Imperador decide

O Flamengo voltou do vestiário com Willians no lugar do vaiado Denis Marques. E a primeira boa chance foi do Rubro-Negro. Petkovic achou Adriano sozinho na entrada da área e, de perna direita, o Imperador finalizou. Rafael voou e fez uma defesa de cinema. O lance incendiou as torcidas no Maracanã. Empurrado pelo seus seguidores, o Fla continuou em cima e foi recompensado. Aos seis minutos, Zé Roberto fez boa jogada e tocou para Adriano, que arrumou a bola para a perna esquerda e, marcado por dois defensores, chutou por baixo do goleiro Rafael: 1 a 0.

E havia mais show do Imperador. Aos 18 minutos, ele recebeu sozinho dentro da área e, com a calma de um verdadeiro artilheiro, chutou de perna direita: 2 a 0. O gol enlouqueceu os rubro-negros, que passaram a ironizar o rival gritando "Segunda Divisão".

Entre um gol e outro, um susto: o atacante Alan levou uma pancada na cabeça, em disputa pelo alto com o zagueiro David, e caiu desmaiado. Deixou o gramado em uma ambulância, foi encaminhado para um hospital para realizar tomografia, e nada foi constatado.

Aos 29, o Flamengo quase conseguiu aumentar. Zé Roberto invadiu a área e chutou com força, mas Rafael defendeu bem. Aos gritos de "olé", o Rubro-Negro ainda fez mais um, mas o árbitro anulou corretamente - pois Williams estava em impedimento no cruzamento de Adriano. Até o fim do jogo, o Fluminense ainda tentou diminuir o prejuízo, mas não conseguiu vencer a defesa do Fla.

Ficha do jogo

FLAMENGO 2 x 0 FLUMINENSE
Bruno, Léo Moura, David, Ronaldo Angelim e Everton; Maldonado, Aírton, Zé Roberto e Petkovic (Toró); Denis Marques (Willians) e Adriano. Rafael, Ruy, Digão (Cássio), Luiz Alberto e Dieguinho; Fabinho (Marquinho), Diguinho, Conca e Fábio Neves; Alan (Roni) e Adeílson.
Técnico: Andrade. Técnico: Cuca.
Gols: Adriano, aos seis e aos 18 minutos minutos do segundo tempo.

Cartões amarelos: David, Willians (Flamengo); Diguinho (Fluminense).

Estádio: Maracanã. Data: 04/05/2008. Árbitro: Marcelo de Lima Henrique. Auxiliares: Ricardo Mauricio Almeida e Marco Aurelio Pessanha. Público: 78.409 pagantes (82.566 presentes). Renda: R$ 1.016.016.

Fonte: Globo.com


Direto da Redação











Redator: Ricardo Pilat
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Campeonato Brasileiro > Botafogo surpreende o Goiás no Serra Dourada e ganha fôlego

* Com a vitória por 3 a 1, Alvinegro ainda segue na zona de rebaixamento, mas dá fim a um jejum de 11 jogos

Após 11 jogos, o Botafogo fez as pazes com a vitória dentro do Campeonato Brasileiro e bateu o Goiás por 3 a 1 neste domingo, no Serra Dourada, pela 27ª rodada. Com a vantagem numérica desde os 36 do primeiro tempo, o Alvinegro dominou quase que todo o segundo tempo e foi mais competente nas finalizações. A vitória fez com que o time carioca chegasse ao 27 pontos, ainda na zona de rebaixamento (17º posto). Já o Esmeraldino perdeu grande chance de se firmar na luta pelo título e permaneceu com 45.

As duas equipes voltam a campo na próxima quinta-feira. O Alvinegro terá pela frente o Atlético-MG, às 21h, no Engenhão. Já o Goiás terá pela frente a equipe do Cruzeiro, no mesmo horário, no Mineirão.

Com uma formação extremamente ofensiva, o Botafogo saía em velocidade e causava transtornos a retaguarda esmeraldina. Por outro lado, o Goiás mostrava uma boa troca de passes. A situação do time alvinegro ficou melhor depois da expulsão de João Paulo, que cometeu uma falta em André Lima.

A construção da vitória teve início logo aos quatro minutos. O técnico Estevam Soares resolveu apostar em Jobson no lugar de Reinaldo. A mudança daria certo. Logo no primeiro lance, o atacante abriu o marcador. A resposta veio nos pés de Léo Lima, que acertou bola na trave de Jefferson. O lance contagiou a torcida que marcava presença no Serra Dourada.

Enquanto o Esmeraldino ia à frente empurrado pelo entusiasmo da torcida, o Botafogo explorava os contra-golpes. Em um deles, o segundo gol foi marcado. Victor Simões aproveitou lançamento de Jobson e bateu Harlei. Esse lance desestruturaria o Goiás, que seria vazado novamente, agora com André Lima.

A partir daí, domínio completo do Botafogo, que perderia a oportunidade clara de marcar o quatro. Leandro Euzébio fez pênalti em André Lima. Lucio Flavio cobrou e Harlei fez a defesa com os pés. Neste momento, a historia da partida já estava selada e o Botafogo reencontrava a vitória diante de um dos postulantes ao título brasileiro. Antes do apito final, Amaral diminuiu de fora da área.

Empate de seis gols em Porto Alegre

O Grêmio só ficou no empate por 3 a 3 com o Sport, neste domingo, pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro. O show do argentino Maxi Lopez, que fez dois gols e deu o passe para o outro tento, não impediu o tropeço gaúcho. O ponto dentro de casa faz o time de Paulo Autuori ver o sonho da Copa Libertadores ficar ainda mais distante.

Somando esse ponto em casa, o Grêmio chega aos 40, em 7º lugar, a cinco pontos do quarto colocado. Já o Sport, mesmo com o bom resultado, segue em situação complicada e chega aos 24 pontos, na zona de rebaixamento, 19º lugar.

Jonas e Maxi Lopes (duas vezes) marcaram para o tricolor, que ainda perde um pênalti com Tcheco. O Sport anotou com Vandinho, Paulinho e Fininho.

Coxa vence, respira e tira o Inter do G-4

A oito dias do centenário do clube, a torcida do Coritiba teve motivos para festejar neste domingo. Com quatro atacantes em campo nos 20 minutos finais, o Coxa derrotou o Internacional por 2 a 0 neste domingo, no Couto Pereira, e reduziu o risco de rebaixamento. E ao mesmo tempo, diminuiu as chances do Inter ser campeão brasileiro no ano em que completa cem anos.

Com a vitória, o Alviverde paranaense se manteve na 15ª colocação, mas chegou a 33 pontos, cinco a mais que o Náutico, primeiro clube que cairia hoje para a Série B. Já o Colorado perdeu mais uma posição (é o quinto) e estaria fora da Taça Libertadores de 2010 se o Nacional terminasse agora. Pela primeira vez em 27 rodadas (sem contar jogos atrasados), o Inter não figura no G-4.

Após um primeiro tempo sem grandes emoções, com muitos erros de passes e faltas, o técnico Ney Franco resolveu mexer no time na metade da etapa final. O técnico do Coxa colocou Marcos Aurélio no lugar do meia Pedro Ken. O Coxa ficou então com o quarteto ofensivo Marcelinho Paraíba, Rômulo, Thiago Gentil e Marcos Aurélio.

E a ousadia deu resultado quatro minutos depois. Aos 30, Rômulo recebeu pela esquerda e cruzou rasteiro. A bola passou por todos os defensores do Inter e chegou para Marcos Aurélio completar cruzado para a rede. Em desvantagem no marcador, Tite fez um troca-troca de argentinos, colocando D'Alessandro no lugar de Guiñazu.

Mas o Coxa não aliviou a pressão e fechou o placar aos 44 minutos, com Thiago Gentil. Ele avançou pela esquerda e bateu rasteiro, no canto esquerdo de Lauro. As duas equipes voltam a campo na quarta-feira. O Inter recebe o Náutico no Beira-Rio, às 21h50m. Já o Coritiba vai à capital paulista enfrentar o São Paulo no Morumbi (21h).

Cruzeiro vacila e cede empate ao Avaí

Depois de estar vencendo até os 46min do segundo tempo, o Cruzeiro cedeu o empate ao Avaí, por 2 a 2, neste domingo, no estádio da Ressacada em Florianópolis, e desperdiçou a chance de subir quatro posições no Brasileirão. Cristian foi o autor do gol de empate dos donos da casa. Além dele, Léo Gago marcou o outro gol dos catarinenses. Leonardo Silva e Fabrício fizeram para os mineiros.

Com o empate, o Cruzeiro chegou a 36 pontos e subiu duas posições (do 13º para o 11º lugar), mas poderia terminar a 27ª rodada em nono lugar na competição. A 11 rodadas do final, o time mineiro está a nove pontos do G4 (grupo de acesso à Libertadores). Apesar do resultado amargo no final, a equipe celeste manteve invencibilidade de dois meses fora de casa.

O Cruzeiro havia vencido as últimas duas partidas fora de casa, contra o Internacional (3 a 2) e o Grêmio Barueri (1 a 0). Atuando no Mineirão, o time celeste vem de duas derrotas, para São Paulo e Palmeiras. Na próxima quinta-feira, volta a jogar diante da torcida, contra o Goiás.

Com o empate, o Avaí chegou aos 38 pontos e subiu para o nono lugar na tabela. O time catarinense, que vinha de derrota para o Fluminense no Maracanã, volta a jogar fora fora de casa na próxima quinta-feira, diante do líder Palmeiras no Parque Antárctica, em São Paulo.

Fontes: Globo.com e Uol


Redator: Pedro Silas
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F1 > Vettel vence de ponta a ponta no Japão

* Rubinho tira um ponto de vantagem para Button

O alemão Sebastian Vettel conquistou de ponta a ponta na madrugada deste domingo a vitória no GP do Japão de Fórmula 1. Esta é a terceira corrida vencida pelo jovem piloto da Red Bull nesta temporada (a quarta na carreira), mantendo vivas as esperanças de conquistar o Mundial.

O brasileiro Rubens Barrichello, da Brawn, acabou em sétimo, só uma posição à frente de seu companheiro de equipe, o inglês Jenson Button. Com isso, o campeonato fica ainda mais nas mãos de Button e pode acabar dentro de duas semanas, no GP do Brasil, em Interlagos.

O inglês soma 85 pontos no Mundial, contra 71 de Barrichello e 69 de Vettel. Para ser campeão sem depender de qualquer outro resultado, basta a Button terminar em terceiro lugar em São Paulo. Barrichello precisa fazer pelo menos cinco pontos a mais do que o rival, enquanto Vettel precisa de sete pontos a mais do que Button para levar a disputa para a última prova, nos Emirados Árabes Unidos.

Completando o pódio em Suzuka, terminaram o italiano Jarno Trulli, da Toyota, e o inglês Lewis Hamilton, da McLaren. O finlandês Kimi Raikkonen, da Ferrari, foi o quarto.


GP do Japão - Classificação Final
1: Sebastian Vettel (ALE/Red Bull) - 67 voltas em 1h28min20s443
2: Jarno Trulli (ITA/Toyota) - a 4s877
3: Lewis Hamilton (GBR/McLaren) - a 6s472
4: Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari) - a 7s940
5: Nico Rosberg (ALE/Williams) - a 8s793
6: Nick Heidfeld (ALE/BMW) - a 9s509
7: Rubens Barrichello (BRA/Brawn) - a 10s641
8: Jenson Button (GBR/Brawn) - a 11s474
9: Robert Kubica (POL/BMW) - a 11s777
10: Fernando Alonso (ESP/Renault) - a 13s065
11: Heikki Kovalainen (FIN/McLaren) - a 13s735
12: Giancarlo Fisichella (ITA/Ferrari) - a 14s596
13: Adrian Sutil (ALE/Force India) - a 14s959
14: Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India) - a 15s734
15: Kazuki Nakajima (JAP/Williams) - a 17s973
16: Romain Grosjean (FRA/Renault) - a 1 volta
17: Mark Webber (AUS/Red Bull) - a 2 voltas

Não completaram:
Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso) - acidente na 43ª volta
Sébastien Buemi (SUI/Toro Rosso) - abandono na 10ª volta


Mundial de Pilotos - Classificação
1 Jenson Button (GBR/Brawn) - 85 pontos
2 Rubens Barrichello (BRA/Brawn) - 71
3 Sebastian Vettel (ALE/Red Bull) - 69
4 Mark Webber (AUS/Red Bull) - 51,5
5 Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari) - 45
6 Lewis Hamilton (GBR/McLaren) - 43
7 Nico Rosberg (ALE/Williams) - 34,5
8 Jarno Trulli (ITA/Toyota) - 30,5
9 Fernando Alonso (ESP/Renault) - 26
10 Timo Glock (ALE/Toyota) - 24
11 Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 22
12 Heikki Kovalainen (FIN/McLaren) - 22
13 Nick Heidfeld (ALE/BMW) - 15
14 Robert Kubica (POL/BMW) - 9
15 Giancarlo Fisichella (ITA/Force India) - 8
16 Adrian Sutil (ALE/Force India) - 5
17 Sebastien Buemi (SUI/Toro Rosso) - 3
18 Sebastien Bourdais (FRA/Toro Rosso) - 2


Mundial de Construtores - Classificação
1 Brawn/Mercedes - 156 pontos
2 Red Bull/Renault - 120,5
3 Ferrari - 67
4 McLaren/Mercedes - 65
5 Toyota - 54,5
6 Williams/Toyota 34,5
7 Renault - 26
8 BMW Sauber - 24
9 Force India/Mercedes - 13
10 Toro Rosso/Ferrari - 5

Fonte: Portal ESPN


Direto da Redação










Redator: Ricardo Pilat
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Campeonato Brasileiro > Todos contra o Palmeiras

* Verdão encara o Santos na Vila para disparar na ponta; Peixe ainda sonha com a Libertadores

Um líder isolado visita um arquirrival que contará com a torcida extra dos demais concorrentes ao título nacional. Este é mais ou menos o cenário que o Palmeiras encontrará neste domingo quando enfrentar o Santos, às 16h (de Brasília), na Vila Belmiro.

Líder do Campeonato Brasileiro, o time de Muricy Ramalho tem 50 pontos, dois a mais que o São Paulo, segundo colocado e que não joga neste fim de semana. Para que a equipe paulistana não se desgarre muito à frente rumo ao título, a torcida dos demais concorrentes será grande.

E o Peixe, 12º colocado com 36 pontos, é quem pode, no momento, fazer com que isso não aconteça. Além da possibilidade de estragar o domingo dos palmeirenses, os santistas ainda vislumbram a possibilidade de se reabilitarem na tabela justamente diante da melhor equipe da competição.

Peixe com problemas

O Santos tem problemas para o clássico. Além do atacante Jean e do meia Robson, lesionados, o técnico Vanderlei Luxemburgo não poderá escalar o lateral-esquerdo Léo, que sofreu uma lesão muscular na coxa esquerda e foi vetado. Triguinho será o titular da ala. Já o volante Emerson sente dores musculares e foi poupado do treinamento desta sexta. Os médicos santistas garantem que o jogador foi apenas poupado. De qualquer forma, Rodrigo Mancha está de sobreaviso.

No ataque, Neymar voltará a ter oportunidade para mostrar serviço como titular. Ele formará dupla com Kléber Pereira.

Palmeiras escalado

O Palmeiras, por sua vez, está definido e com as pendências para o clássico resolvidas. Na vaga do lesionado Maurício Ramos, Muricy optou por colocar o jovem Maurício, atleta revelado nas categorias de base do clube, ao lado de Danilo, para compor a zaga. A lateral direita será ocupada por Figueroa, autor de um dos gols na vitória por 2 a 1 sobre o Atlético-PR.

Na frente, Obina e Vagner Love serão os responsáveis por fazer com que a equipe chegue ao 100º gol no ano, dentro da Vila Belmiro. Se depender de Love, as chances de isso acontecer são grandes. Na sua última partida contra o Santos, em 2004, ele anotou duas vezes na vitória por 4 a 0.

Ficha do jogo
SANTOS X PALMEIRAS
Estádio: Vila Belmiro, Santos (SP)
Data/hora: 4/10/2009 - 16h (de Brasília)
Árbitro: Sálvio Spinola Fagundes Filho (SP)
Auxiliares: Ednilson Corona (SP) e Vicente Romano Neto (ES)

SANTOS: Felipe; George Lucas, Eli Sabiá, Fabão e Triguinho; Rodrigo Mancha (Emerson), Germano, Rodrigo Souto e Madson; Neymar e Kléber Pereira.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

PALMEIRAS: Marcos; Figueroa, Danilo, Maurício e Armero; Edmilson, Souza, Cleiton Xavier e Diego Souza; Obina e Vagner Love.
Técnico: Muricy Ramalho

Fonte: Globo.com


Direto da Redação










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Futebol feminino > Santos estreia com vitória na Libertadores

* Marta e Cristiane marcam diante do White Star: 3 a 1

Deu Santos na estreia da primeira edição feminina da Copa Libertadores. Diante do peruano White Stars, prevaleceu o brilho das estrelas brasileiras Cristiane e Marta, que balançaram a rede e definiram a vitória por 3 a 1, na noite deste sábado, em jogo disputado na Vila Belmiro e válido pelo grupo 1.

O êxito deixa a equipe brasileira com três pontos. A chave terá no domingo o duelo entre Caracas (Venezuela) e Everton (Chile), no Estádio Ulrico Mursa, em Santos. O torneio é composto por dois grupos de cinco clubes cada. Na segunda-feira, dois jogos da segunda chave complementam a rodada.

Embora o nome de origem inglesa da equipe sugerisse a cor branca (white), as visitantes subiram ao gramado da Vila Belmiro com uma camisa de coloração azul e calções brancos. O mistério pelo futebol da equipe estrangeira durou pouco, e as brasileiras impuseram seu jogo desde o início do confronto, garantindo segurança à goleira Andréia, que pouco trabalhou nesta noite.

Com 11 minutos de jogo, o Santos abriu a contagem, para a festa da torcida local. A meia-atacante Marta, principal nome da equipe comandada pelo técnico Kleiton Lima, fez cruzamento pela esquerda e encontrou Cristiane, que chutou para o gol. Bem colocada, a goleira Fiorella fez uma boa defesa, e a bola voltou para a brasileira, que desta vez empurrou para o fundo da rede.

O segundo gol alvinegro aconteceu seis minutos mais tarde, em cruzamento que terminou em cabeceio de Cristiane, mas a arbitragem assinalou impedimento. Aos 34, Cristiane recebeu novo cruzamento, mais uma vez de Marta, e anotou de cabeça o segundo gol legal. Quatro minutos se passaram, e Marta anotou o seu, depois de uma rápida tabela com Érika na grande área.

Nos acréscimos, Nicole entrou sozinha na área, driblou uma defensora e enfim venceu Andréia, descontando para as peruanas.

Fonte: Portal ESPN


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sábado, 3 de outubro de 2009

Campeonato Brasileiro > Atlético-PR bate o Timão no Pacaembu

* Com o resultado, Corinthians não pensa mais em título e Furacão se afasta da zona de rebaixamento

De volta ao Pacaembu após a goleada sofrida há duas semanas diante do Goiás, no mesmo clima festivo que antecedeu a partida e novamente estádio lotado, o Corinthians voltou a ser surpreendido e decepcionar seus torcedores neste sábado. Sem saber o que é vencer há mais de um mês, o time da capital paulista foi batido pelo Atlético-PR por 3 a 1, resultado que afasta de vez as esperanças de novo título na temporada, enquanto deixa o rival cada vez mais distante da zona de rebaixamento.

Com isso, estacionado nos 38 pontos e com a nona colocação provisória, o Corinthians "joga a toalha" no Brasileiro e desiste de vez do sonho de superar os rivais São Paulo e Palmeiras na ponta da tabela, na missão de levantar três troféus no ano. Já o Atlético-PR, que já havia sido um adversário complicado para o Palmeiras na semana passada, quando perdeu por 2 a 1, alcança os 34 pontos na 14ª colocação e abre oito sobre o Náutico, time que abre a zona do rebaixamento.

Sem Chicão e William, o Corinthians entrou em campo com os zagueiros reservas Renato e Paulo André. Os dois primeiros gols do Atlético saíram em falhas pelo lado esquerdo da retaguarda corintiana, nas costas do lateral Marcinho. O último gol, que fechou o placar aos 48min, foi um frango de Felipe.

Ronaldo pela primeira vez foi o capitão, porém passou em branco. O último gol do veterano de 33 anos no estádio municipal aconteceu no dia 16 de julho - depois ele ficou quase dois meses machucado. Já Edno apareceu pouco e foi substituído por Defederico no segundo tempo.

Timão esbarra na marcação do Furacão

O ferrolho montado pelo técnico Antônio Lopes contra o Palmeiras se repetiu diante do Corinthians. Apesar de jogar com quatro homens ofensivos, o Furacão tratou de conter o ímpeto adversário com muita marcação e faltas, principalmente do lateral-esquerdo Márcio Azevedo. Wesley e Wallyson colaram em Alessandro e Marcinho, respectivamente, e acabaram com a saída rápida do Timão pelas laterais. Valencia era a sombra de um apagado Edno, o novo “cérebro” alvinegro, enquanto Manoel e Rhodolfo não desgrudaram de Ronaldo.

Com o campo ofensivo congestionado e o meio campo sem qualquer poder de criação, o Corinthians só conseguiu chegar ao gol de Galatto aos 20 minutos, em um lance de pouco perigo em que o zagueiro Renato desviou para fora na segunda trave.

Ronaldo só apareceu aos 30 minutos, e mesmo assim sem oferecer grande perigo. Edno cruzou na medida da esquerda, o Fenômeno dominou, girou e bateu forte, mas a bola parou em Rhodolfo. Pouco depois, aos 36, Edno cobrou escanteio da esquerda, Dentinho subiu mais do que a zaga na pequena área e cabeceou forte, raspando a trave paranaense.

Paulo Baier e Wallyson garantem vitória paranaense

O Atlético-PR voltou para o segundo tempo dando trabalho a Felipe. Logo no primeiro minuto, após cobrança de falta pela direita, Nei apareceu na área para cabecear e obrigar o goleiro a fazer boa defesa. A resposta, porém, foi imediata. Aos três, Ronaldo brigou com a zaga na entrada da área, Dentinho pegou o rebote e concluiu. Galatto se esticou todo no ângulo esquerdo e mandou a bola a escanteio.

O lance serviu para a torcida, em grande número no Pacaembu, começar a empurrar o Timão. Entretanto, aos seis o Furacão abriu o placar. Wallyson driblou Marcinho pela direita do ataque, foi à linha de fundo e cruzou para trás. Na entrada da área, Paulo Baier acertou um belo chute no alto do canto direito, impedindo qualquer reação de Felipe.

Com a desvantagem, o Corinthians foi para cima e por muito pouco não empatou aos 12. Ronaldo fez lindo cruzamento para Elias dominar na área, mas bater para fora. Aos 17, depois de escanteio pela direita, Dentinho acertou uma bicicleta na área, a bola desviou na zaga e assustou Galatto.

Do banco de reservas, Mano Menezes ouviu os pedidos da torcida por Defederico e decidiu atendê-los. Mas antes que o argentino fosse a campo, o Atlético-PR marcou o segundo, aos 22. Em rápido contra-ataque, Wallyson aproveitou vacilo de Paulo André, invadiu a área pela direita e bateu cruzado. A bola tocou na trave e entrou.

O placar fez o treinador corintiano arriscar, com as entradas de Souza, Defederico e Jucilei. O último, aliás, devolveu o Timão ao jogo aos 37. Ronaldo cobrou falta, Chico não conseguiu cortar corretamente, e o volante cabeceou no canto oposto de Galatto para diminuir a vantagem paranaense.

Nos minutos finais, o Atlético-PR recuou ainda mais diante da pressão alvinegra. A melhor oportunidade veio aos 45. Ronaldo recebeu passe de Souza e bateu colocado para Galatto espalmar para fora. Na sequência, nova chance. Defederico se livrou de um marcador na direita e bateu de fora da área, mas o goleiro desviou outra vez.

Aos 47, o Furacão fez o terceiro. Da entrada da área, Wesley bateu fraco, e Felipe aceitou: 3 a 1. Estava sacramentada a vitória do Furacão.

Ficha técnica
Data: 3/10/2009 (sábado)
Local: estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO)
Assistentes: Fabrício Vilarinho da Silva e Jusmar Benedito Miranda de Paula (ambos de GO)
Cartões amarelos: Alessandro (C); Márcio Azevedo (A), Manoel (A), Nei (A), Alex Sandro (A)
Gols: Paulo Baier (A), aos 7min, Wallyson (A), aos 23min, Jucilei (C), aos 38min, Wesley (A), aos 48min do segundo tempo
Público/Renda: 29.716/R$ 918.926,00

CORINTHIANS: Felipe; Alessandro, Renato, Paulo André e Marcinho (Souza); Marcelo Mattos (Jucilei), Elias e Edno (Defederico); Jorge Henrique, Ronaldo e Dentinho
Técnico: Mano Menezes

ATTICO-PR: Galatto; Nei, Manoel, Rhodolfo (Chico) e Márcio Azevedo (Alex Sandro); Valencia, Rafael Miranda, Marcinho (Netinho) e Paulo Baier; Wesley e Wallyson.
Técnico: Antônio Lopes

Fontes: Globo.com, Terra e Uol


Redator: Pedro Silas
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Campeonato Brasileiro > Atlético-MG vence o Barueri e entra no G-4

* Com um gol do artilheiro Tardelli, time mineiro faz 2 a 1 e vai ao terceiro lugar

Com presença expressiva da torcida (mais de 44 mil pagantes), empolgada com o momento da equipe, o Atlético-MG passou por sufoco neste sábado e teve um pênalti defendido por Carini, mas venceu o Grêmio Barueri, por 2 a 1, no Mineirão, pela 27ª rodada do Brasileirão. Apesar do susto, o time mineiro comemorou a volta ao G4 (grupo de acesso à Libertadores). A equipe paulista sofreu a terceira derrota seguida na competição.

Com a derrota, o Barueri permaneceu em 11º lugar com 36 pontos. O time paulista sofreu a terceira derrota seguida na competição. Anteriormente, perdeu para Avaí em Florianópolis e Cruzeiro em casa. Na próxima rodada, enfrenta o Santo André na quarta-feira 7 na Arena Barueri.

O primeiro tempo foi marcado pelo equilíbrio. O Atlético abriu o placar aos 15min com Diego Tardelli, que chegou a 14 gols no Brasileiro. Quando parecia que o time da casa cresceria na partida, o Barueri passou a ameaçar. Aos 27min, Basílio entrou livre na área e foi derrubado por Carini. O árbitro marcou pênalti. O goleiro uruguaio defendeu a cobrança do veterano atacante.

Aos 35min, o Atlético sofreu uma baixa importante. Éder Luís recebeu uma entrada forte por trás de Xandão e foi substituído por Rentería. O atacante teve um corte na perna esquerda e precisou levar pontos. O zagueiro do Barueri disse que não teve a intenção de machucar o jogador atleticano.

No segundo tempo, a partida continuou equilibrada. Apesar de jogar diante da torcida, o Atlético encontrou dificuldade para chegar ao gol do adversário. O Barueri não se intimidou e foi para cima dos donos da casa. O jogo ficou dramático até o final.

Aos 34min, o Barueri ficou com um a menos em campo. Xandão fez falta em Tardelli, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. Na cobrança da falta, Correa marcou o segundo gol atleticano e selou a vitória. No final, Flavinho descontou para o time paulista, mas já era tarde.

Ramalhão vence e sai da zona da degola

Com um gol marcado por Nunes aos 40 segundos de jogo, o Santo André derrotou o Vitória por 1 a 0 e deixou a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro da Série A.

Com o resultado, a equipe do ABC Paulista foi a 28 pontos ganhos e não pode ser alcançada nesta rodada por Náutico, que foi derrotado para o São Paulo na quarta-feira e permanece com 26 pontos, Botafogo, que soma 25 mas ficará atrás do Santo André no número de vitórias, além de Sport, com 23, e Fluminense (21).

Já o Vitória, teve a série invicta de cinco partidas interrompida e perdeu a chance de encostar no G-4. O time rubro-negro segue em sétimo lugar, com 39 pontos, mas pode perder duas posições no complemento da rodada, neste domingo.

As duas equipes voltam a campo na quarta-feira. O Santo André vai até a Arena Barueri, onde enfrenta o Barueri, às 19h30. Já o Vitória, recebe o Flamengo, às 21h50, no Barradão.

Fontes: Globo.com e Uol


Redator: Pedro Silas
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Esportes Americanos > Terra do Tio Sam

MLB > Yankees backs

Se no Brasil o "Coringão voltou", o "campeão voltou" e o "freguês voltou", nos Estados Unidos the "Yankees backs"! O maior campeão da história do beisebol, que havia ficado de fora dos últimos playoffs da MLB, em 2009 voltou a dominar completamente a liga.

A temporada regular termina amanhã, mas o time comandado por Joe Girardi já está garantido com a melhor campanha entre todos os 30 times da MLB, com 102 vitórias e apenas 58 derrotas. Desde a parada do All-Star Game, em julho, os Yankees têm um recorde de 51-21. Impressionante.

E os números do arrasador time de New York não param por aí. Da rotação inicial dos Yankees, 7 jogadores somam mais de 20 home runs na temporada, com destaque para Mark Teixeira (foto), com 39, líder na Liga Americana.

Pobre do time que tem pela frente um ataque com Teixeira, A-Rod, Matsui, Cano, Posada, Damon, entre outros. Não é por acaso que New York lidera o ranking de HRs na temporada, com 242, e o de corridas, com 902.

Além disso, o time também reforçou muito sua rotação de arremessadores com a chegada de CC Sabathia (19 vitórias na temporada). Burnett e Pettitte também estão com a bola toda.

Parece que os Yankees são imbatíveis, certo? Bem, isso eu não posso garantir, pois no mata-mata tudo pode acontecer.

O rival do time nova-iorquino nos playoffs sai da Divisão Central da Liga Americana, entre Minnesota Twins e Detroit Tigers, que ainda brigam por um lugar ao Sol. Boston Red Sox e Los Angeles Angels farão o outro duelo dessa Liga.

Já na Liga Nacional, duelos definidos: Los Angeles Dodgers x St. Louis Cardinals; Philadelphia Phillies x Colorado Rockies.

Será que algum deles irá parar o poderoso New York Yankees?

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* A coluna Terra do Tio Sam fala dos esportes que são mania nos Estadcos Unidos: basquete, beisebol, hóquei e futebol americano.

Direto da Redação










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Botafogo > Voz do Povo

Que saudade eu tenho de você!

A fumaça é cada vez maior. O ambiente está poluído e a respiração está acabando. Os corpos estão apodrecendo sem ninguém para ajudar.

As lágrimas surgem e rolam no rosto dos torcedores. As gotas são frias, quentes e com vários sentimentos.

Vem aquele suspiro, um gemido. Tentamos pensar em algo para ajudar, mas não encontramos nada. Não sabemos o que fazer para buscar esse algo querido.

Só sei que eu tenho um grande desejo que é ver o meu Botafogo de volta. Do jeito que está, o clube pode morrer.

Oh, Botafogo, que saudade eu tenho de você!


Leitor: Saulo Mirelli Biral - Responsável pelo blog Fanáticos.
smb2000@ig.com.br

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Campeonato Brasileiro > Há três jogos sem vencer, Timão tenta se manter vivo diante do Atlético-PR

* Corinthians precisa da vitória para seguir com chances de título

O Corinthians faz neste sábado o jogo que poderá determinar seu futuro no Campeonato Brasileiro. Há três rodadas sem vencer, o Timão recebe o Atlético-PR, às 18h30m, no Pacaembu, precisando de um bom resultado para quebrar a série ruim e, principalmente, manter vivo o sonho de conquistar a “Tríplice Coroa”, feito obtido apenas pelo Cruzeiro, em 2003.

Um novo tropeço praticamente acaba com as chances de título do Alvinegro. Nos últimos três jogos, ele obteve apenas dois pontos, frutos dos empates com Coritiba (1 a 1) e São Paulo (1 a 1), além da derrota em casa para o Goiás (4 a 1). A equipe está na nona colocação, com 38 pontos, 12 a menos que o líder Palmeiras, restando 12 rodadas para o encerramento.

- Eu acho que o campeonato está aberto para muita gente. Para alguns, com um grau maior de dificuldade, como é o nosso caso. Temos uma distância maior para descontar. Isso exige um aproveitamento de quase 100% para voltarmos à briga. Não podemos deixar para fazer na última hora, precisa ser imediatamente. As próximas rodadas serão decisivas para definirmos nossa situação - disse o técnico Mano Menezes.

O Atlético-PR também precisa reagir. O Furacão enfrenta pela segunda vez consecutiva um grande clube de São Paulo. Na rodada passada, foi derrotado por 2 a 1 pelo Palmeiras, no Palestra Itália. Apesar de quase parar o primeiro colocado, o time segue em situação desconfortável na tabela: está em 14° lugar, com 31 pontos, apenas seis acima da zona do rebaixamento.

- Temos que ter tranquilidade e jogar do mesmo jeito que enfrentamos o Palmeiras. Fizemos um bom jogo e foi uma infelicidade a derrota, merecíamos pelo menos um ponto. Agora temos que buscá-lo contra o Corinthians - disse o lateral-direito Nei.

Edno estreia no lugar do argentino Defederico

O técnico Mano Menezes fará três mudanças no Corinthians. O zagueiro William recebeu o terceiro cartão amarelo no clássico e terá de cumprir suspensão. Como Chicão ainda não está recuperado de uma lesão muscular na coxa esquerda e Diego sentiu dores no joelho esquerdo, o treinador foi obrigado a escalar o garoto Renato, de apenas 19 anos, ao lado de Paulo André.

O meio campo também sofreu alterações. O volante Elias retorna na vaga de Jucilei depois de cumprir suspensão. Já o meia Edno fará a estreia dele em substituição ao argentino Defederico, ainda em processo de fortalecimento muscular. Assim, a equipe volta a atuar no esquema 4-3-3, famoso nas conquistas dos títulos do Paulistão e da Copa do Brasil.

No ataque, Mano confirmou a presença de Ronaldo. O jogador viajou à Espanha no domingo para resolver problemas particulares e retornou apenas na quarta-feira à noite. Mesmo assim, participou dos treinamentos de quinta e sexta-feira e está escalado com Jorge Henrique e Dentinho.

Lopes testa dois esquemas: 4-4-2 deve ser o escolhido

Preocupado com a qualidade do adversário, o técnico atleticano Antônio Lopes testou a equipe nos esquemas 3-5-2 e 4-4-2, no intuito de surpreender os corintianos. Se optar pelo 3-5-2, com três zagueiros, Nei deve ser deslocado da lateral direita para a zaga. Nesta situação, Wesley deixa o ataque e joga como ala direito. A segunda opção testada por Lopes - e que deve ser a escolhida para a partida -, deixaria o time com apenas dois zagueiros (4-4-2). Nesta situação, Nei ficaria mantido na lateral com Wesley no ataque.

As novidades são os retornos do zagueiro Rhodolfo (recuperado de um estiramento muscular na coxa direita), do lateral-esquerdo Márcio Azevedo e do atacante Wallyson (que cumpriram suspensão). Já Alex Mineiro continuará desfalcando o ataque do Furacão. O experiente jogador está recuperado de lesão na coxa direita, mas ainda não se encontra em condições ideais. Ele ficará em Curitiba para fazer um trabalho de recuperação física.

Os recém-contratados Rodrigo Tiuí, Everton e Brasão estão à disposição de Lopes, mas não serão relacionados para o jogo diante do Corinthians. O técnico atleticano acredita que eles ainda precisam aprimorar a parte técnica e física antes de serem aproveitados.

Ficha técnica
Estádio: Pacaembu, São Paulo (SP)
Data/hora: 03/10/2009 - 18h30 (de Brasília)
Árbitro: André Luiz de Freitas (GO)
Auxiliares: Fabrício Vilarinho da Silva (GO) e Jesmar Benedito Miranda (GO)

CORINTHIANS: Felipe; Alessandro, Renato, Paulo André e Marcinho; Marcelo Mattos, Elias e Edno; Jorge Henrique, Dentinho e Ronaldo.
Técnico: Mano Menezes

ATTICO-PR: Galatto; Nei, Manoel, Rhodolfo e Márcio Azevedo; Rafael Miranda, Valencia, Paulo Baier e Marcinho; Wesley e Wallyson.
Técnico: Antônio Lopes

Fontes: Globo.com e Lancenet


Redator: Pedro Silas
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F1 > Vettel larga na pole em Suzuka

* Barrichelo e Button são punidos e largam fora da zona de pontuação

Neste sábado, em um treino cheio de batidas e punições, o alemão Sebatian Vettel, da RBR, conquistou a pole position do GP do Japão, anotando 1m32s160, apenas 60 centésimos à frente do 2º colocado, o italiano Jarno Trulli, da Toyota. Lewis Hamilton, da McLaren, ficou com a terceira posição no grid de largada em Suzuka.

Rubens Barrichello, da Brawn GP, ficou com a quinta posição no treino, logo atrás de Adrian Sutil, da Force India, o quarto. O brasileiro superou Jenson Button, seu companheiro de equipe e líder do campeonato, por duas posições no grid de largada. O inglês, que tem 15 pontos de vantagem sobre o rival, sai na sétima colocação. Nick Heidfeld, da BMW Sauber, conseguiu o sexto tempo.

No entanto, Barrichello e Button foram punidos após marcarem seus tempos no fim da segunda parte do treino (Q2) sob bandeira amarela. Os pilotos da Brawn GP escaparam do acidente de Sebastien Buemi, da STR, no minuto final do trecho em questão, mas não diminuiram a velocidade no setor da pista onde o suíço acertou o guard rail. O brasileiro sai em nono e o inglês, em 11º. Além deles, o próprio Buemi, Adrian Sutil e Fernando Alonso também perderam cinco postos na largada.

A divulgação oficial do grid de largada só será feita às 22h (de Brasília) deste sábado. Como é praxe, a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) só libera a lista quatro horas antes da largada dos GPs. A série de punições continua a causar polêmica em Suzuka.

Kimi Raikkonen, da Ferrari, apostou em um carro mais pesado e sai na quinta posição do grid, logo à frente de Nico Rosberg, da Williams. Sebastien Buemi, da STR, bateu na curva Spoon no fim do Q2 e não entrou na pista na parte final do treino. Ele vai largar em 14º após receber uma punição. Heikki Kovalainen, da McLaren, sofreu um acidente no início da superpole, vai trocar o câmbio e não conseguiu marcar tempo. Ele vai largar em 13º após todas as punições.

GP do Japão - Grid de largada

1 - Sebastian Vettel (ALE/Red Bull) - 1min32s160
2 - Jarno Trulli (ITA/Toyota) - 1min32s220
3 - Lewis Hamilton (ING/McLaren) - 1min32s395
4 - Nick Heidfeld (ALE/BMW) - 1min32s945
5 - Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari) - 1min32s980
6 - Nico Rosberg (ALE/Williams) - 1min31s482
7 - Robert Kubica (POL/BMW) - 1min32s341
8 - Adrian Sutil (ALE/Force India) - 1min32s466 *
9 - Rubens Barrichello (BRA/Brawn) - 1min32s660*
10 - Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso) - sem tempo
11 - Jenson Button (ING/Brawn) - 1min32s962*
12 - Giancarlo Fisichella (ITA/Ferrari) - 1min31s704
13 - Heikki Kovalainen (FIN/McLaren) - sem tempo **
14 - Sébastien Buemi (SUI/Toro Rosso) - sem tempo***
15 - Kazuki Nakajima (JAP/Williams) - 1min31s718
16 - Romain Grosjean (FRA/Renault) - 1min32s073
17 - Fernando Alonso (ESP/Renault) - 1min31s638*
18 - Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India) - 1min32s087 **
19 - Timo Glock (ALE/Toyota) - sem tempo****
20 - Mark Webber (AUS/Red Bull) - sem tempo

* Punidos com a perda de cinco posições por não terem reduzido velocidade durante bandeira amarela no Q2
** Punidos com a perda de cinco posições por terem trocado o câmbio
*** Punido por ter voltado aos boxes com o carro avariado
**** Optou por largar dos boxes

Fontes: Terra e Globo.com



Direto da Redação













Redator: Ricardo Pilat
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sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Rio 2016 > Cidade maravilhosa

* Rio de Janeiro vence concorrentes e será sede das Olimpíadas de 2016; especialistas comentam e destacam investimentos em infraestrutura e esportes

Sexta-feira, 2 de outubro, foi especial para o esporte brasileiro. O Rio de Janeiro venceu a disputa com Chicago, Tóquio e Madrid e conquistou o direito de sediar os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016. Pela primeira vez na história, uma cidade sul-americana foi a escolhida pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).

Na praia de Copacabana e em todo o Brasil, a festa tomou conta das ruas. A emoção também foi grande na delegação brasileira presente em Copenhague, na Dinamarca. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, o prefeito da cidade-sede, Eduardo Paes, Pelé e outros esportistas não conseguiram conter as lágrimas.

- Se eu morresse agora, já teria valido a pena viver. Conquistamos a cidadania absoluta. Parabéns à alma e paixão do povo brasileiro. Não estarei mais na Presidência, mas estarei como cidadão brasileiro, colocando minha alma e meu coração - afirmou Lula.

Passada a euforia, começa agora a preparação para que o Rio de Janeiro e o Brasil possam recepcionar o mundo em mais uma edição dos Jogos Olímpicos. A candidatura brasileira foi a que apresentou o custo mais alto entre as cidades finalista. O projeto olímpico do Rio está orçado em cerca de R$ 25 bilhões. Nesse aspecto, o País não deve ter problemas, é o que garante o coordenador dos cursos de Gestão Financeira e Ciências Contábeis da Veris Faculdades, Fabrício Pessato.

- O Brasil tem condições para bancar os gastos. Um evento desse porte requer o envolvimento de instâncias de governo (União, Estado e Município) e iniciativa privada. Lembrando que os retornos costumam ser bastante compensatórios para a sociedade como um todo. Estamos em um grande momento econômico e político - avalia Pessato.

O professor acredita que investimentos em infraestrutura serão importantes para que o Brasil tenha um legado positivo após os Jogos. Ele também destaca os setores que estarão em alta nesse período.

- Os empregos devem proliferar antes e durante as Olimpíadas. A rede hoteleira, serviços alimentícios e outros serviços ligados à chamada indústria do turismo devem ter forte crescimento.

A ex-atleta da seleção brasileira de basquete Vânia Hernandes participou das Olimpíadas de 1992, em Barcelona, ao lado de outras estrelas como Magic Paula e Hortência, e vibrou com a escolha do COI.

- É um evento muito grande, onde estará a elite do esporte mundial. Será uma responsabilidade muito grande, mas tenho certeza de que o Brasil dará conta - comenta.

E para que o Brasil esteja bem representado nas competições, é preciso que haja investimento, também, nos esportes olimpícos. Vânia acredita que nossos atletas têm condições de fazer bonito em 2016.

- Muitos esportes vêm crescendo e conquistando grandes resultados. Temos muitas promessas de bons atletas e será a chance para que elas apareçam em diversas modalidades", completa Vânia.


Comentário da Redação
Festa só até domingo

O presidente Lula afirmou que já neste sábado começa a preparação para que o Rio de Janeiro receba os Jogos Olímpicos de 2016. Nem peço tanto. Que a festa dure até domingo, mas que segunda já estejam todos empenhados em tirar o excelente projeto brasileiro do papel.

Fui muito contra o Rio de Janeiro nessa disputa contra Chicago, Madrid e Tóquio. Não acho que o Brasil tenha condição de fazer Jogos Olimpícos de forma decente, com investimentos de verba pública apenas em infraestrutura e esporte amador, nem que essas coisas sejam feitas com a clareza que o povo merece. Vide as recentes experiências no Pan 2007.

Também não acho que essa seja uma oportunidade para que as coisas melhorem em todos os setores do Rio de Janeiro e do Brasil. Aliás, dessa forma, parece até que um transporte público de boa qualidade, segurança, saúde e bem-estar social estão condicionados a eventos como Olimpíadas ou Copa do Mundo. Não, deveriam ser prioridade sempre.

Enfim, agora que a escolha foi tomada, não adianta torcer contra. Pelo contrário, temos que torcer muito para que tudo dê certo. Confesso que fiquei muito ansioso no aguardo da decisão, coisa de brasileiro, que é tomado muitas vezes pela emoção em detrimento da razão. E confesso que gostei de ouvir o nome do Rio de Janeiro como a escolhida.

Como jornalista, espero poder participar de perto dessa festa. Como jornalista, pretendo também ficar de olho para fiscalizar e deixar o povo bem informado até 2016, afinal, tirando uns ou outros, ninguém é palhaço.

O Rio de Janeiro e o Brasil merecem os Jogos. Não sei se estamos prontos, mas espero que sim.


Direto da Redação











Redator: Ricardo Pilat
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Copa Sul-Americana > Flu supera violência do Alianza Atlético, goleia e avança

* Tricolor sai perdendo, mas vira para 4 a 1. Universidad do Chile será o adversário dos cariocas na próxima fase

O Fluminense levou susto no início da partida, mas teve calma para superar a violência do Alianza Atlético e goleou os peruanos por 4 a 1, na noite desta quinta-feira, no Maracanã, pelas oitavas-de-final da Copa Sul-Americana. Os gols foram marcados por Adeílson (2), Darío Conca e Alan, enquanto Valverde, de pênalti, inaugurou o placar para os visitantes. Na próxima fase da competição, o Tricolor vai enfrentar o Universidad do Chile, que eliminou o Internacional.

O jogo foi marcado pelo "jogo sujo" do Alianza Atlético, que cometeu inúmeras faltas. Foram seis cartões amarelos e três vermelhos para o time peruano, enquanto o zagueiro Luiz Alberto também foi expulso pelo lado do Fluminense. Em um desses lances violentos, Márquez tirou o atacante Kieza do clássico deste domingo, contra o Flamengo.

O Flu começou melhor e quase abriu o placar, em falta cobrada por Conca, que Luiz Alberto desviou rente rente à trave. O que os Tricolores não esperavam é um lance infantil de Fabinho. Aos 16 minutos, o volante colocou a mão na bola dentro da área, e presenteou o rival com um pênalti. Valverde cobrou e abriu o placar.

Além de não conseguir jogar, o time ainda sofreu com a violência do adversário. Aos 26, Márquez tirou Kieza da partida, após uma entrada dura no tornozelo direito do jogador tricolor. E quando tudo parecia complicado na etapa inicial, Darío Conca, de falta, aos 39 minutos, deixou tudo igual. Antes do intervalo, Luiz Alberto fez falta em Valverde, que revidou e ambos foram expulsos.

Ao contrário do primeiro tempo, o Fluminense voltou para o segundo menos ansioso. Com isso, aos 13, conseguiu a virada com Alan. Dois minutos depois, a situação ficou facilitada com a expulsão de Mori, após falta dura em Darío Conca. Aos 19, foi a vez de Farfán, que "carimbou" Marquinho, levar o cartão vermelho.

Com dez em campo, contra oito do Alianza Atlético, o Fluminense virou "dono da partida". Estava fácil entrar na defesa peruana. Aos 23 minutos, após tabelar com Darío Conca, Adeílson marcou o terceiro. Aos 33, o mesmo Adeílson anotou o quarto e deu números finais ao confronto.

Goiás vence, mas não leva

Não deu para o Goiás, que mesmo vencendo em casa acabou eliminado das oitavas de final da Copa Sul-Americana nesta quinta-feira. Sob chuva e diante de uma torcida esperançosa no estádio Serra Dourada, a equipe esmeraldina superou o Cerro Porteño por 3 a 1 e falhou na tentativa de reverter a vantagem dos paraguaios.

Como venceu a partida de ida por 2 a 0, o Cerro avança às quartas de final da competição por ter marcado um gol fora de casa. Agora, os paraguaios fazem novo duelo com um clube brasileiro: o Botafogo, que na quarta eliminou o Elemec, do Equador. As datas das partidas ainda serão definidas pela Conmebol.

Já o Goiás se concentra exclusivamente na disputa do Campeonato Brasileiro. Terceiro colocado com 45 pontos, os comandados de Hélio dos Anjos voltam a campo neste domingo, às 16 horas, para medir forças justamente contra o Botafogo, no Serra Dourada. Os esmeraldinos jogam pela vice-liderança, enquanto os cariocas batalham para escapar do rebaixamento.

Fontes: Globo.com e Uol


Redator: Pedro Silas
pedro_sccp@yahoo.com.br

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Campeonato Brasileiro > Na raça!

* São Paulo bate o Náutico e segue na cola do Palmeiras

Com um gol salvador de Hugo e dois a menos em campo, o São Paulo conseguiu uma vitória heroica sobre o Náutico por 2 a 1 na noite desta quarta-feira, nos Aflitos, pelo Brasileiro. O camisa 18 marcou aos 43 minutos do segundo tempo, aproveitando uma pressão do visitante nos instantes finais. O dono da casa, que precisava muito da vitória, agora corre o risco de terminar a rodada na zona de rebaixamento, e também terminou a partida com dois a menos em campo.

Com o resultado, o Timbu se manteve na 16ª colocação, com 26 pontos, mas pode ser ultrapassado por Santo André e Botafogo. O Tricolor está com 48 pontos, na segunda posição e a dois pontos do líder Palmeiras. A pressão vai toda para os adversários na briga pela taça.

Bosco ganha primeira, mas Bruno Mineiro se redime

Enquanto Ricardo Gomes apostava no esquema com três zagueiros e Marlos no ataque com Borges, para ter mais velocidade, Geninho optou pelo experiente Carlinhos Bala e por Bruno Mineiro, que estava no América-MG e fechou com o Timbu neste último mês. A regra do anfitrião era usar o meio e as laterais para colocar bolas para a dupla na frente.

Bosco, que participou de uma falha de comunicação com André Dias que resultou no gol de Ronaldo, no clássico contra o Corinthians, teve novamente a responsabilidade de substituir Rogério Ceni. E logo no início se destacou. Aos quatro minutos, Junior Cesar derrubou Patrick na área e o pênalti foi marcado. Aos seis, Bruno Mineiro bateu mal e permitiu que Bosco fizesse a defesa. E o lateral são-paulino tomou o cartão amarelo.

Apesar da chance desperdiçada, o Náutico tinha mais posse de bola e levava mais perigo ao gol tricolor. De tanto tentar, conseguiu marcar o gol aos 12 minutos. E o autor não poderia ser outro: Bruno Mineiro, que se redimiu do pênalti desperdiçado. Na pequena área, ele tentou e Bosco espalmou. Mas aproveitou o rebote e empurrou a bola, que estava em cima da linha, para dentro do gol são-paulino: 1 a 0 para o Timbu.

O São Paulo não se encontrava em campo. Tinha dificuldades em criar as jogadas para a dupla de frente e até em marcar o adversário, que seguia chegando com mais perigo. Com uma exibição ruim do visitante, poucos lances se salvaram, como o de Jorge Wagner aos 28. Ele deu um chapéu no marcador e chutou de primeira, assustando o goleiro Gledson. Aos 31, foi a vez de Carlinhos Bala tentar de longe. Bosco espalmou, e Renato Silva, de peito, recuou para o goleiro.

Aos 33, o São Paulo voltou a ter problemas por reclamação. Após ser derrubado, Junior Cesar gesticulou por não ver a falta ser marcada, e acabou tomando o segundo amarelo, que gerou a expulsão automática. Antes mesmo da partida, o técnico Ricardo Gomes já havia mostrado insatisfação com os cartões desnecessários. Por causa deles, Washington e Dagoberto não puderam enfrentar o Timbu.

O Náutico seguiu com o comando da partida até o fim do primeiro tempo, e o São Paulo procurou se organizar em campo. Sem Junior Cesar, Jorge Wagner caiu para a lateral esquerda. Mas o visitante não conseguiu mostrar um lance que desse a esperança ao torcedor pelo empate.

Mais expulsões e virada heroica do Tricolor

Mesmo com um a menos, Gomes não mexeu na formação da equipe. Geninho apostou no argentino Mariano Torres, emprestado pelo Corinthians. Logo aos dois minutos, Marlos arriscou o chute pela esquerda. A torcida tricolor presente nos Aflitos se animou, imaginando que o segundo tempo seria melhor para o time paulista.

A esperança até tinha fundamento, já que o São Paulo aparecia mais para o jogo, e em alguns momentos a bola chegava ao ataque tricolor. Mas o Náutico continuava apostando na velocidade e no fato de ter um a mais em campo, e chegava com perigo ao gol de Bosco. O goleiro fez algumas defesas importantes e foi ajudado com a falta de pontaria do Timbu em outras ocasiões.

Gomes resolveu arriscar e mudar o jeito de jogar. Renato Silva saiu para a entrada de Hugo. E assim que a mudança foi feita, coincidentemente, o Tricolor conseguiu uma falta frontal. A chance de empatar aparecia na bola parada. Hernanes bateu forte, a bola desviou na barreira e foi para a rede do anfitrião: 1 a 1.

Geninho também resolveu arriscar. Também tirou um zagueiro e colocou um homem de frente: Elton. E o São Paulo começava a incomodar Gledson. Borges chegou em cima e até derrubou o goleiro. A expectativa era de um jogo ainda mais aberto. Aos 22, Bruno Mineiro mergulhou na área para tentar pegar o cruzamento de Patrick, mas a bola passou por cima do gol de Bosco.

Se no primeiro tempo as reclamações para a arbitragem eram dos são-paulinos, na segunda etapa foi a vez de o Timbu criticar. Geninho esbravejou tanto com o auxiliar por um impedimento não marcado que acabou expulso pelo árbitro.

O São Paulo voltou a ter problemas com cartões no mesmo jogo. Após receber um amarelo no primeiro tempo por reclamar da expulsão de Junior Cesar, Richarlyson cometeu uma falta aos 28 minutos e tomou o segundo, seguido do vermelho. Gomes havia acabado de colocar o jovem Oscar na equipe e precisou agir rápido, chamando Rodrigo para recompor a zaga. Borges foi o sacrificado.

Aos 31, Carlinhos Bala bateu de primeira pela esquerda e a bola raspou a trave de Bosco. A resposta tricolor veio com Hugo, que chutou forte, mas viu Gledson fazer a importante defesa e evitar o segundo gol paulista. Aos 34, mais um susto para Bosco, que precisou se esticar todo para defender uma pancada de Michel. Com tudo aberto, as duas equipes tinham boas oportunidades.

Cláudio Luiz cometeu falta dura e como já tinha amarelo foi expulso. Justamente no momento em que o São Paulo pressionava mais. Ailton caiu na área pedindo pênalti que não existiu. E no troco, Hugo teve a chance de marcar, mas chutou sem muita precisão. Um minuto depois, o jogador fez o que a torcida tricolor mais esperava: o gol salvador. Encheu o pé após o toque de Oscar, sem chances para Gledson: 2 a 1. O visitante segurou o resultado e saiu aos gritos de "o campeão voltou".

Ficha do jogo
NÁUTICO 1 x 2 SÃO PAULO
Gledson, Vagner Silva (Elton), Cláudio Luiz e Márcio; Patrick (Tuta), Derley, Aílton, Irênio (Mariano Torres) e Michel; Carlinhos Bala e Bruno Mineiro. Bosco, Renato Silva (Hugo), André Dias e Miranda; Jean, Richarlyson, Hernanes, Jorge Wagner e Junior Cesar; Marlos (Oscar) e Borges (Rodrigo).
Técnico: Geninho. Técnico: Ricardo Gomes.
Gols: Bruno Mineiro, aos 12 minutos do primeiro tempo; Hernanes, aos 14 minutos, e Hugo, aos 43 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Vágner Silva, Derley, Cláudio Luiz, Bruno Mineiro, Carlinhos Bala (Náutico); Junior Cesar, Richarlyson, Renato Silva, Hugo, Miranda, Jorge Wagner (São Paulo). Cartão vermelho: Junior Cesar, Richarlyson, Cláudio Luiz e Michel.
Estádio: Aflitos, no Recife (PE). Data: 30/09/2009. Árbitro: Francisco Carlos Nascimento (AL). Auxiliares: Hilton Moutinho Rodrigues (RJ) e Otavio Correia de Araújo Neto (AL).

Fonte: Globo.com


Direto da Redação












Redator: Ricardo Pilat
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Copa Sul-Americana > Botafogo é derrota pelo Emelec, mas avança

* Alvinegro sofre virada em Guaiaquil, mas garante vaga nas quartas de final graças ao resultado conquistado em casa

Pelo menos momentaneamente, o Botafogo afastou a crise fora das quatro linhas. Em uma partida com dois tempos distintos, o Alvinegro perdeu de virada para o Emelec-EQU por 2 a 1 nesta quarta-feira, no estádio George Capwell, em Guayaquil, mas se classificou para às quartas-de-final da Copa Sul-Americana porque tinha vencido o jogo de ida (2 a 0). Carlos Quiñonez e José Quiñonez marcaram para os equatorianos. André Lima fez para o clube de General Severiano.

Na próxima fase, o time carioca pegará o vencedor do confronto entre Goiás e Cerro Porteño-PAR nas quartas-de-final. No primeiro confronto, os paraguaios venceram por 2 a 0 e a partida decisiva será realizada nesta quinta-feira, às 19h15, em Goiânia.

O Botafogo sabia da boa vantagem que fez no primeiro jogo, no entanto, com apenas cinco minutos de partida, o Alvinegro tratou de deixar a classificação mais próxima. Em seu primeiro ataque, o time carioca marcou, através de André Lima. O atacante aproveitou-se do cruzamento de Lucio Flavio pelo lado direito e a saída errada do goleiro Elizaga para cabecear para a rede.

O gol deixou o Botafogo ainda mais tranquilo em campo e conseguiu controlar o primeiro tempo sem problemas. Mas no começo do segundo tempo, aos sete, Carlos Quiñonez empatou o confronto após uma bela troca de passes na entrada da área brasileira. Mendoza serviu o lateral-direito que tocou na saída de Jefferson. Cinco minutos depois, após cobrança de escanteio, Quiñonez cabeceou sozinho para colocar o Emelec em vantagem.

Para sorte da torcida alvinegra, a reação do Emelec parou no segundo gol. Aos poucos, o ímpeto inicial foi ficando pelo caminho e o Botafogo soube administrar a vantagem conseguida no jogo de ida. O goleiro Jefferson, que precisou buscar duas bolas em sua meta logo no começo do segundo tempo, acabou tendo pouco trabalho.

Universidad do Chile elimina o Inter

O sonho de conquistar o bicampeonato da Copa Sul-Americana nem passou do primeiro passo para o Internacional. Nesta quarta-feira, a equipe perdeu para o Universidad do Chile, em Santiago, por 1 a 0, e foi eliminado nas oitavas-de-final. O atual dono do título da competição se despede com uma mísera campanha de um empate em casa e um revés fora.

O confronto começou em alta velocidade, com as equipes buscando desde cedo o primeiro gol. Os donos da casa conseguiam avançar e eram melhores na articulação. No entanto, o placar demorou para ser aberto. Foi somente aos 37min, quando Montillo cobrou falta e Oliveria, livre de marcação, cabeceou com estilo e acertou o canto direito, fora do alcance de Lauro.

Mesmo com a entrada de Kléber, Taison e Guiñazu, o Inter não conseguia melhorar a atuação e a etapa comlementar seguia equilibrada, o que favorecia o Universidad, que administrava a vantagem, e parecia mais perto de marcar nos contra-ataques. Com a vaga nas mãos, o time chileno recuou, permitiu que os brasileiros trocassem passes, mas não tinha espaço para um ataque mais consistente.

A pressão colorado foi grande nos minutos finais, os escanteios se acumularam, mas o gol que levaria a decisão para os pênaltis não aconteceu e o Universidad comemorou a classificação. Nas quartas-de-final, o clube chileno enfrentará o vencedor de Fluminense e Alianza (PER).

Vitória empata em casa e é eliminado

Mesmo pressionando durante todo o jogo, o Vitória só conseguiu empatar por 1 a 1 na noite desta quarta-feira, no Barradão, e acabou sendo eliminado da Copa Sul-Americana pelo River Plate-URU, já que no jogo de ida, em Montevidéu, foi goleado por 4 a 1. Com esse resultado, a equipe uruguaia irá enfrentar nas quartas-de-final o San Lorenzo, que eliminou o Cienciano.

Precisando vencer no mínimo por 3 a 0, o Vitória foi para cima dos uruguaios. O time baiano criou algumas oportunidades, mas não chegou a dar grande trabalho para o goleiro Luciano dos Santos. Na melhor chance, o meia Willian fez boa jogada e tocou para Roger que, da marca do pênalti, voltou a desperdiçou a chance de marcar.

Para o segundo tempo o Vitória voltou com a mesma postura ofensiva. Apesar da maior posse de bola, o time baiano não criava grandes oportunidades. O gol do rubro-negro acabou saindo, mas foi tarde. Aos 41min, Elkeson arriscou de fora da área e acertou o canto esquerdo do goleiro Dos Santos para abrir o placar.

E quando os pouco mais de 14 mil rubro-negros que foram ao Barradão aplaudiam o time, veio a ducha de água fria aos 48min: Córdoba aproveitou a bola espirrada depois da dividida entre Ferres e Fábio e Ferreira para tocar na saída de Gléguer e empatar a partida.

Fontes: Globo.com e Uol


Redator: Pedro Silas
pedro_sccp@yahoo.com.br