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quarta-feira, 7 de maio de 2014

Terra do Tio Sam > NFL Draft da Redação

A bola oval só volta a ser lançada em Agosto na NFL, mas o Draft já está aí e o coração dos torcedores está a mil para saber quais revelações e promessas defenderão as cores de seus times. A primeira escolha é do Houston Texans e todos estão de olho para saber qual será o jogador que receberá uma das 32 camisas mais queridas dos Estados Unidos, e por que não do mundo.

E, para te deixar por dentro desse mundo, em parceria com o site de esportes americanos Playoffs.com.br, fizemos uma análise dos Mock Drafts e trazemos as prováveis escolhas da primeira do Draft 2014 da NFL, que acontece nessa quinta-feira (08/05) e tem transmissão ao vivo da ESPN, a partir das 21hs, além do Twitter dos nossos parceiros do The Playoffs. Confira:

1º Escolha – Houston Texans


Dono da pior campanha na temporada regular 2013 da #NFL com 2-14, o Houston Texans tem a primeira escolha do Draft e vê no DE Jadeveon Clowney (foto acima), de South Carolina, a escolha mais provável, mas ainda há quem aposte no recrutamento do QB de Central Florida, Blake Bortles.

2º Escolha – Saint Louis Rams


Escolha vinda do Washington Redskins, os Rams devem aproveitar e reforçar a linha com um Ofensive Tackle. Mas o nome desse jogador ainda não é certo, alguns falam em Greg Robinson, de Auburn, outros apostam em Jake Matthews, de Texas A&M. Mas ainda há quem acredite que Houston mude a escolha, e o DE Jadeveon Clowney, provável primeira escolha dessa edição, cai no colo da franquia de Saint Louis.

3ª Escolha – Jacksonville Jaguars

Após amargar mais uma fraca campanha (4-12), os Jaguars têm a terceira escolha e dois nomes encabeçam a lista de favoritos: Khalil Mack, OLB de Buffalo, e Johnny Manziel, QB de Texas A&M. Milagres podem acontecer, e certamente esse seria um desses, caso o DE Jadeveon Clowney, provável primeira escolha dessa edição, sobrasse para o time de Jacksonville. E pasmén, tem gente que acredita nisso.

4ª Escolha – Cleveland Browns

Dono de uma campanha de 4-12, os Browns parecem querer reforçar o ataque, e o explosivo WR Sammy Watkins, de Clemson, deve formar uma ótima dupla de recebedores com Gordon. O nome do OT Jake Matthews, de Texas A&M, também é ventilado em Cleveland.

5ª Escolha – Oakland Raiders


Indecisão! Essa é a palavra que define o que esperar da escolha dos Raiders. O time da Califórnia vem de mais uma campanha abaixo da crítica (4-12) e parece que dúvida da primeira escolha do Draft 2014 será um reflexo do time na temporada. Os especulados por lá são: Jake Matthews, OT de Texas A&M; Khalil Mack, OLB de Buffalo; Blake Bortles, QB de Central Florida; Greg Robinson, OT de Auburn; Johnny Manziel, QB de Texas A&M; e Sammy Watkins, WE de Clemson.

6ª Escolha – Atlanta Falcons

Após ótimas temporadas, chegando aos playoffs, o Atlata Falcons se desencontrou e amargou um 4-12, sobrando então a 6ª escolha do Draft 2014. E a linha ofensiva foi considerada a vilã pela má campanha, fato que coloca um OT como emergencial nas opções de primeira escolha do time com Taylor Lewan, de Michigan, Greg Robinson, OT de Auburn, ou Jake Matthews, de Texas A&M. Mas o nome de Anthony Barr, OLB da UCLA, também não é descartado.

7ª Escolha – Tampa Bay Buccaneers


Outro time em inferno astral há um bom tempo, a equipe da Flórida mais uma vez sofre com uma campanha com mais derrotas do que vitórias (4-12). Por isso, os Buccaneers vêm no WR Mike Evans, de Texas A&M, o nome certo para auxiliar a retomada das boas séries. Na lista de possíveis escolhas para a primeira seleção ainda estão Blake Bortles, QB de Central Florida, e Taylor Lewan, OT de Michigan.

8ª Escolha – Minnesota Vikings

Defesa ou ataque? Essa dúvida impera no Minnesota Vikings. Alguns apostam na seleção de um QB outros de um OLB ou ILB. Donos de uma campanha de 5-10-1 – SIM, UM EMPATE -, os Vikings têm na lista Black Bortles, de Central Florida, Teddy Bridgewatter, de Louisville, e Johnny Manziel, de Texas A&M, para o ataque; e Khalil Mack, de Buffalo, Anthony Barr, de UCLA, e C.J. Mosley, de Alabama, para a defesa.

9ª Escolha – Buffalo Bills

Com uma campanha de 6-10 na temporada passada, os Bills ficaram com a nona escolha. A lista de possíveis nomes para ser a primeira seleção é longa, mas o favorito é o TE Erick Ebron, de North Carolina. Os outros especulados são: C.J. Mosley, ILB de Alabama;  Anthony Barr, OLB de UCLA;  Khalil Mack, OLB de Buffalo; e Mike Evans, WR de Texas A&M.

10ª Escolha – Detroit Lions

Sim, eles têm Megatron Calvin Johnson. Sim, eles trouxeram Golden Tate. Sim, eles têm uma das três melhores duplas de receivers da NFL. É por isso mesmo, que a escolha do time de Detroit deve investir na secundária. Os principais nomes são: Ha Ha Clinton-Dix, FS de Alabama, e Justin Gilbert, CB de Oklahoma St. Há ainda quem ache que reforçarão o ataque com  Mike Evans, WR de Texas A&M, ou com  Erick Ebron, TE de North Carolina, ou até mesmo a defesa com o DT Aaron Donald, de Pittsburgh.

11ª Escolha – Tennessee Titans

Os Titans devem secar os Lions para não optarem pelo CB Justin Gilbert, de Oklahoma St. O atleta da secundária parece ser a grande aposta do time de Tennesse para acertar a defesa. Caso não consiga, a franquia pode optar por um QB e tem na lista nomes como Derek Carr, de Fresno State, Blake Bortles, de Central Florida, e Teddy Bridgewater, de Louisville. O OLB da UCLA, Anthony Barr, também aparece como uma opção.

12ª Escolha – New York Giants

Eles foram campeões do Super Bowl há duas temporadas e hoje parecem mais perdidos do que cego em tiroteio. Os Giants vêm de uma campanha de 7-9 e têm o ano de 2014 como uma grande incógnita para a maioria dos especialistas. A indecisão de quem escolher no Draft parece ser reflexo disso. Confira a lista: Zack Martin; OT de Notre Dame; Eric Ebron, TE de North Carolina; C.J. Mosley, ILB de Alabama; Taylor Lewan, OT de Michigan; Justin Gilbert, CB de Oklahoma St.; Anthony Barr, OLB de UCLA; e Mike Evans, WR de Texans A&M. O grande detalhe é que exceto Zack Martin, todos os outros nomes são prováveis escolhas de times na frente da franquia de New York na seleção.

13º Escolha – Saint Louis Rams

Os Rams já tiveram a segunda escolha na troca com os Redskins, e agora fará sua escolha pela posição. A grande aposta é em um Free Safety: A torcida é para que Ha Ha Clinton-Dix, de Alabama, não seja escolhido, senão a vez será de Calvin Pryor, de Louisville.

14º Escolha – Chicago Bears

Após uma temporada bastante instável (8-8), os favoritos para reforçarem dos dirigentes para reforçarem os Bears são o NT de Florida St., Timmy Jernigan, e o DT de Pittsburgh, Aaron Donald. Há quem acredite que possa ser reforçada a secundária, com os FS  Ha Ha Clinton-Dix, de Alabama, ou Calvin Pryor, de Louisville, ou até mesmo o CB Justin Gilbert, de Oklahoma St.

15ª Escolha – Pittsburgh Steelers


Com um 8-8 e uma campanha bem longe do comum para o time do grande pote de mostarda, os Steelers, apesar dos problemas ofensivos, parece ter indicado a secundária como grande vilã na temporada. Para isso, a grande busca é por um Cornerback, e o nome mais ventilado por lá é Darqueze Dennard, de Michigan St. Os outros nomes para a posição são Justin Gilbert, de Oklahoma St. e Bradley Roby, de Ohio St.

16ª Escolha – Dallas Cowboys

Há 18 anos longe do Superbowl, os Cowboys sofrem grande pressão por boas temporadas. Vindo de um 8-8, o time das mais belas cheerleaders da NFL devem ter como reforço Anthony Barr, OLB da UCLA. Outros nomes são o  DT de Pittsburgh, Aaron Donald, e o  FS de Louisville, Calvin Pryor.

17ª Escolha – Baltimore Ravens

Campeão em 2012, os Ravens sofreram, amargaram um 8-8 e não conseguiram sequer chegar aos playoffs para defender seu título. E parece que mesmo com Ed Dickson, Dennis Pitta e Dallas Clark, a franquia de Baltimore quer mais um TE, por isso o nome da vez é Eric Ebron, de North Carolina. Outros nomes também ventilam por lá como:  Calvin Pryor,  FS de Louisville; Zack Martin, OT de Notre Dame; e Taylor Lewan, OT de Michigan.

18ª Escolha – New York Jets

Eles trouxeram Michael Vick (QB) e Eric Decker (WR), e agora para formar um super-ataque, os Jets buscam mais um Wide Reciver. As apostas foram feitas e os nomes na lista do time de New York são: Marqise Lee, de USC, Brandin Cooks, de Oregon St., e Odell Beckham, de LSU.

19ª Escolha – Miami Doplhins


Eles chegaram com a faca e o queijo na última rodada da temporada regular. Bastava ganhar em casa dos Jets e disputar os playoffs após muito anos. Mas a franquia de Miami não iria além de esperança. Após a decepção, uma coisa por lá é certa: a necessidade de um OT. O nome principal é Zack Martin, de Notre Dame, mas ainda existe a opção de Cyrus Kouandjio, de Alabama.

20ª Escolha – Arizona Cardinals

Eles fizeram 10-6, mas não foram aos playoffs. Com um time bastante equilibrado, os Cardinals pensam em três posições para a primeira escolha: DE com Dee Ford, de Auburn, e Kony Ealy, de Missouri; CB com Darqueze Dennard, Michigan St., e Kyle Fuller, de Virginia Tech; ou QB com Blake Bortles, de Central Florida, e Derek Carr, de Fresno St.

21ª Escolha – Green Bay Packers


O time de Aaron Rodgers e cia caiu logo no Wild Card para o forte San Francisco 49ers. Para reforçar o rosters, os Packers vêem no TE Austin Seferian-Jenkins, de Washiongton,  a escolha mais provável. O nome de C.J. Mosley, ILB de Alabama, também pode aparecer na seleção dos cabeças de queijo.

22ª Escolha – Philadelphia Eagles

Eles dispensaram DeSean Jackson, e agora vão atrás de outro WR. Por isso, os Eagles devem selecionar Kelvin Benjamin, de Florida St. Ainda existem outros dois recebedores na lista da franquia de Philadelphia, são eles: Marqise Lee, de USC, e Odell Beckham, de LSU.

23ª Escolha –Kansas City Chiefs

Refém do jogo corrido de Jamaal Charles, os Chiefs vão em busca de um Wide Receiver para dar mais opções ao QB Alex Smith. O nome que mais aparece no Mock Draft é Brandin Cooks, de Oregon St., mas  Marqise Lee, de USC, e Odell Beckham, de LSU, não são descartados.

24ª Escolha –Cincinnati Bengals

Os Bengals fizeram 11-5 na temporada regular, dominavam jogando em casa, mas logo na semifinal de conferência caiu para o San Diego Charges. A secundária foi a grande vilã da partida, por isso o nome da vez é o CB Bradley Roby, de Ohio St. Caso não seja escolhido antes, Darqueze Dennard, de Michigan St, pode aparecer por Cincinnati.

25º Escolha – San Diego Chargers


O time da bela San Diego, como diz a abertura de Madden, fez uma campanha muito além do esperado no ano passado. Em ano de reforma de elenco, os bolts conseguiram se classificar para os playoffs e ainda por cima eliminou os Bengals lá em Cincinnati. Mas ao longo da temporada regular a secundária do time foi uma grande vilã, e é justamente essa que deve ser a primeira escolha dos californianos com o CB Kyle Fuller, de Virginia Tech. A lista ainda conta com outros cornerbacks, como: Bradley Roby, de Ohio St.,  Darqueze Dennard, de Michigan St, e Jason Verrett, de TCU.

26º Escolha – Cleveland Browns

Após a escolha número 4, os Browns recebem a vez que seria do Indianapolis Colts. Como a primeira escolha deverá ser o WR Sammy Watkins, agora deverá recrutar uma QB. Os nomes mais especulados são: Teddy Bridgewater, de Louisville; Derek Car, de Fresno St; Johnny Manziel, de Texas A&M; e Blake Bortles, de Central Florida.

27ª Escolha – New Orleans Saints


Dono de 11-5 e um ataque arrasador, os Saints caíram para o campeão Seattle Seahawks. Sem conseguir parar as corridas de Lynch, a linha foi considerada o ponto fraco do time. Por isso a seleção de um Defensive End é a maior aposta no Mock Draft com os nomes de Kony Ealy, de Missouri, e Dee Ford, de Auburn.Um NT também não é descartado e Louis Nix, de Notre Dame, por aparecer pela cidade do Mardi Gras.

28ª Escolha – Carolina Panthers


Após temporadas irregulares, os Panthers retornaram forte em 2013 e conseguiram ir aos Playoffs, inclusive sem ter de passar pelo Wild Card, mas não sobreviveu ao confronto contra os 49ers. E pelo que se vê em Carolina é um reforço para a linha ofensiva com um OT ou até mesmo um WR. Os nomes ventilados por lá são: Morgan Moses, OT de Virginia; Cyrus Kouandjio, OT de Alabama; Marqise Lee, WR de USC; Odell Beckham; WR de LSU; e Brandin Cooks, WR de Oregon St.

29ª Escolha – New England Patriots

Após mais uma ótima temporada, chegando às finais de conferência, os Patriots foram irreconheciveis e literalmente jantados pelo Denver Broncos e Payton Manning. Com a defesa dando um espaço nunca antes visto para o melhor QB da história lançar, o time de Tom Brady agora quer um DT, e o grande nome é o atleta de Minnesota Ra'Shede Hageman. A escolha do DE Stephon Tuitt, de Notre Dame, pode surpreender.

30ª Escolha – San Francisco 49ers

Os niners quase chegaram pela segunda vez seguida no Super Bowl. Tinha na defesa, terceira melhor da liga, seu grande alicerce. Mas ao ter a secundária castigada pelos Seahawks, um CB é a escolha mais especulada pelo time da Califórnia. Confira os nomes que pode chegar por lá: Stanley Jean-Baptiste, de Nebraska;  Kyle Fuller, de Virginia Tech; e Jason Verrett, de TCU.

31ª Escolha – Denver Broncos


Uma temporada que pareceu um sonho para o torcedor, onde Payton Manning bateu recordes, e um Super Bowl que beirou o inferno. Esse foi o resumo do torcedor dos Broncos. E, após um passeio de Russel Wilson e cia, o Denver vai reforçar a linha ofensiva. Dois nomes são os favoritos: Joel Bitonio, OT de Nevada, e Xavier Su'a-Filo, OG de UCLA.

32ª Escolha – Seattle Seahawks


Eles deram show durante toda a temporada. Tiveram um ataque dinâmico e uma defesa impenetrável. Atropelaram os Broncos e deixaram Peyton Manning irreconhecível no Super Bowl. E ao que parece, com um time desses, os Seahawks não sabe por onde começar a reforçar o elenco. Por isso, o Mock Draft não traz nenhuma grande unanimidade. Os nomes ventilados por lá são:  Xavier Su'a-Filo, OG de UCLA; Jace Amaro, TE de Texas Tech; Morgan Moses, OT de Virginia; Ra'Shede Hageman, DT de  Minnesota; e Kelvin Benjamin, WR de Florida St.

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por Marco Miranda | marmirand@hotmail.com

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Rádio da Redação > Super Bowl 48: Seattle Seahawks campeão

Festa em Seattle! Após mais de três décadas a cidade volta a celebrar um título nas principais ligas norte-americanas. O primeiro no futebol americano com os Seahawks, que simplesmente destruíram o Denver Broncos na decisão em Nova Jersey: 43 a 8.

A Rádio da Redação está no ar mais uma vez para comentar o que rolou no Super Bowl XLVIII e principalmente pra tirar um sarro do Thiago Passarelli após a derrota do seu Peyton Manning Denver Broncos. Ricardo Pilat, Marco Miranda e Marcelo Fernandes completam o time.

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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Terra do Tio Sam > Habemus Troféu Vince Lombardi: Seahawks fazem história, atropelam Broncos e faturam Super Bowl

Wilson festeja o primeiro título da carreira na NFL (Foto: Getty Images)
Era um duelo entre o melhor ataque x melhor defesa. Experiência x juventude. O que se esperava do Super Bowl XLVIII era um duelo equilibrado com diferença mínima de pontos, mas não foi bem assim.

Aconteceu um verdadeiro atropelamento. Não esperava um jogo tão fácil assim, mas diante disso tudo, o Seattle Seahawks escreveu seu nome na galeria dos campeões da NFL, já que na primeira aparição, em 2006, tinha perdido para os Steelers, mas oito anos depois, veio a redenção e com estilo.

A vitória por 43 a 8 foi tranquila, com autoridade e o melhor ataque da liga simplesmente não existiu. Peyton Manning e seus comparsas pareciam que estavam em seu primeiro Super Bowl e logo no primeiro snap da partida o time provocou um safety a favor de Seattle, e foi aí que a partida foi para o vinagre.

Após algumas campanhas, as defesas conseguiram anular os ataques, pior para os Broncos que permitiram aos Seahawks a anotarem mais dois field goals.

Peyton Manning estava no MetLife Stadium (casa dos Giants), mas parecia que estava com o espírito do irmão Eli e sofreu duas interceptações que resultaram em dois TDs, com isso, os primeiros 30 minutos de jogo terminaram em 22 a 0 para Seattle.

(Foto: Getty Images)
Até aí tudo, você deve perguntar: “tem jogo ainda?”. Pois é, não foi bem assim. Percy Harvin fez um touchdown de 89 jardas e ampliou a vantagem dos Seahawks para 29 a 0. Pintou o campeão! Era questão de fazer contagem regressiva.

Nessa brincadeira toda, Seattle anotou mais dois TDs e, enfim, Denver anotou o TD de honra, saindo do vergonhoso zero. Vale ressaltar uma coisa: muitos falavam da defesa de Seattle que seria o ponto forte, mas deixaram de lado o ataque. Russell Wilson com o seu jogo “moderno” e sua frieza na hora do passe, a volta de Percy Harvin e as corridas Marshawn Lynch acabaram com a secundária de Denver.

Nas cinco edições em que o melhor ataque enfrentou a melhor defesa, os defensores conquistaram larga vantagem: quatro vitórias contra apenas uma derrota. Ataque ganha jogo e o Seattle Seahawks provou que defesa ganha campeonato. Parabéns e título mais do que justo.

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por Antonio Lemos | www.paponaarquibancada.blogspot.com.br

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Rádio da Redação > Super Bowl 48: Denver Broncos x Seattle Seahawks

A grande decisão da NFL! Um dos maiores eventos esportivos do planeta. O Super Bowl! Denver Broncos e Seattle Seahwawks se enfrentam em Nova York/Nova Jersey no domingo, dia 2, na edição 48 do SB.

Quem leva essa? Peyton Menning ou Russel Wilson? Reunimos Ricardo Pilat, Marco Miranda, Thiago Passarelli e o convidado Marcelinho para comentar o que você pode esperar do Super Bowl.

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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Terra do Tio Sam > Em jogo épico, Seahawks vencem e encaram Broncos no Super Bowl

Para quem pensou que o duelo entre as melhores defesas da liga seria ‘xoxa’, se enganou. Foi uma final de tirar o fôlego e o Seattle Seahawks aproveitou o fator casa para vencer o embalado San Francisco 49ers por 23 a 17. O time de Russell Wilson e cia enfrentará daqui duas semanas o Denver Broncos, valendo o título do Super Bowl, em Nova York.

Será a segunda aparição dos Seahawks ao SB, a primeira tinha sido em 2006 quando perdeu para o Pittsburgh Steelers. E quase a equipe não carimbou o passaporte para a grande decisão. Foi preciso a pressão da torcida, o despertar de Marshawn Lynch no momento decisivo, os lançamentos magistrais de Russell Wilson e o erro de Colin Kaepernick nos últimos segundos da partida.

Logo na primeira campanha, Wilson sofreu um fumble bem perto da endzone. A recuperação de bola dos Niners terminou com um field goal. O jogo corrido de ambas as equipes não entrava e o primeiro período terminou com uma vantagem de 3 a 0 para os visitantes.

Quem parecia que estava em casa era Colin Kaepernick. O camisa 7 dos 49ers começou o segundo quarto com tudo e em cinco minutos correu mais de 100 jardas. Sim, um quarterback com espírito de um running back. Se fossemos fazer uma analogia com o nosso futebol, seria como se um zagueiro curtisse momentos de atacante e sairia correndo que nem um louco para fazer o gol. Pois é, em uma dessas corridas, Kaepernick conseguiu 53 jardas e uma posição boa para o touchdown. Depois de três tentativas e uma ousadia em tentar uma quarta descida, o RB Anthony Dixon ampliou a vantagem dos Niners. Naquele momento, parecia que Seattle estava sentindo o peso da final.

Wilson sofria muito com a pressão exercida pelos defensores adversários e levou quatro sacks no primeiro tempo. Mesmo pressionado, ele escapou da pressão em algumas oportunidades e produziu boas jogadas. Em uma delas, teve momento de “Faroeste Caboclo”: parou, pensou e fez um lançamento fantástico perto da linha de 20 jardas, o suficiente para o seu kicker chutar com sucesso um field goal de 34 jardas, última pontuação antes do intervalo.

Um jogador que estava sumido nos primeiros 30 minutos resolveu aparecer. Marshawn Lynch acordou e com uma corrida de 40 jardas, empatou a decisão. Mas San Francisco jogou um balde de água gelada e Kaep encontrou Anquan Boldin livre na endzone para ficar novamente a frente do placar.

Os Seahawks anotaram um FG e os 15 minutos finais seriam de arrepiar. Em desvantagem, o time da casa arriscou uma quarta para 7 jardas e deu certo. Russell Wilson conectou um passe de 35 jardas com Jermaine Kearse, que deu a primeira liderança do dia para os Seahawks: 20 a 17.

No lado visitante, Kaepernick sofreu duas interceptações seguidas.  A primeira roubada de bola não gerou pontos, pois Lynch retribuiu o presente e sofreu um fumble na linha de uma jarda do campo de ataque. A segunda Seattle transformou em pontos, um field goal de 47 jardas convertido a pouco mais de três minutos no relógio.

Era hora de Colin Kaepernick tirar o último coelho da cartola faltando três minutos para o final e com três pedidos de tempo. O camisa 7 conseguiu levar o time até a endzone e eis a ideia de gastar o relógio. Só que a estratégia não deu certo e com dois tempos a solicitar, Kaep resolveu arriscar e na tentativa de passe para Michael Crabtree, a bola foi desviada e parou nas mãos do OLB Malcolm Smith. Bastou aos Seahawks ajoelhar três vezes na bola e comemorar o título da conferência nacional. Goodbye Super Bowl 49ers.

A final entre uma equipe cuja defesa é a melhor da liga contra o melhor ataque promete fazer do Super Bowl mais gelado da história o mais quente de todos os tempos.


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Terra do Tio Sam > Final da AFC: New England Patriots 16 x 26 Denver Broncos

Visão de um Bronco > Super Bowl, here we go!
por Thiago Passarelli | @Thigas03

Que bela apresentação do Denver Broncos em Mile High! Deu gosto de ver como conseguimos passar por cima dos Patriots ignorando a força e tradição do adversário!

Foi bom ver a defesa de Denver trabalhando bem, chegando ao 4º período tendo cedido apenas 3 pontos! O jogo corrido de New England não funcionou, e os passes longos de Brady foram muito bem marcados.

Nossa linha ofensiva protegeu muito bem o quarterback, os running backs foram muito bem no jogo (principalmente o bom rookie Montee Ball) e todos os recebedores apareceram muito bem quando foram acionados, especialmente Demarius Thomas!

Ah, e o tal de Peyton Manning...como é bom ser contemporâneo dele e poder vê-lo jogar! Mais uma aula de leitura de defesa, passes precisos e jogadas bem distribuídas! Sabe marchar o campo como ninguém!!

Que venha NovaYork , que venha o Super Bowl... Que venha o Seattle! Esse time merece levar o título, Peyton Manning merece ser campeão!! E se fizer outra partida sólida como a deste domingo, assim o será!! GO BRONCOS!!

RÁDIO DA REDAÇÃO: Ouça aqui e saiba mais sobre as finais de conferência da NFL

Visão de um Patriota > Goodbye, Super Bowl

por Antonio Lemos | www.paponaarquibancada.blogspot.com.br

Foi um time irreconhecível em campo. Sabia que jogando em Denver e contra um puta time como o Broncos, o buraco seria mais embaixo e a derrota por 26 a 16 provou que o melhor time da conferência não poderia ficar de fora do Super Bowl.

O ataque não existiu. O jogo terrestre liderado por LaGarrette Blount, chave da vitória contra os Colts, desapareceu e Tom Brady também tomou um chá de sumiço e dá para ver pelas ruas de Boston um cartaz de “Procura-se um QB”.

Além disso, a franquia sofreu durante o ano inteiro a falta de opções, quando Wes Welker foi parar no rival Broncos, Aaron Hernandez foi parar no xilindró e com Rob Gronkowski, que vem tendo momentos de Valdivia e não sai do DM. Aí, torcedor dos Patriots, fica difícil depender dos milagres de Brady.

Outro fator que gera dor de cabeça todo santo ano é a defesa. Aqib Talib, o “melhorzinho” do setor, saiu machucado e aí, a cozinha ficou toda desarrumada e Peyton Manning deitou e rolou em cima com seu cardápio variado de recebedores e jogadas.

Classificou para o Super Bowl o melhor time e tem tudo para vencer mesmo o forte Seattle Seahawks. Agora, para o ano que vem, precisa mudar muito o time dos Patriots. Gronk “Valdivia”: saía do DM e volte a jogar! Diretoria: contrate o advogado do Fluminense e tire o Hernandez da cadeia, só assim teremos opções ofensivas. E por favor: contrate um WR bom e jogadores top para o setor defensivo, porque senão a tendência será de sofrimento e mais uma temporada de “Bradydependência”.

Goodbye, Super Bowl, e até a próxima temporada.

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sábado, 18 de janeiro de 2014

Rádio da Redação > NFL: Finais de Conferência

Denver Broncos ou New England Patriots? Seattle Seahawks ou San Francisco 49ers? Nossos especialistas se reuniram para analisar as finais de conferência da NFL que acontece neste domingo (19/01).

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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Terra do Tio Sam > Broncos confirmam favoritismo e vencem os Chargers

Os deuses foram bonzinhos com os fãs da bola oval e teremos uma final de AFC digna de um Super Bowl. Jogando em Denver, os Broncos venceram de forma dramática o San Diego Chargers por 24 a 17 e terá pela frente o New England Patriots. Será o 15º jogo entre Tom Brady vs Peyton Manning.

No jogo de domingo, Manning não foi espetacular, mas conduziu muito bem as campanhas dos Broncos, terminando o jogo com 230 jardas, dois touchdowns e uma interceptação. Do lado dos Chargers, poucas jogadas corridas, que totalizaram 65 jardas em 18 tentativas. Philip Rivers terminou a partida com 217 jardas e dois touchdowns, ambos lançados para Keenan Allen.

A partida não foi das melhores como se esperava e só engrenou no último período, quando os dois times resolveram mostrar tudo que sabem em campo. Nos três primeiros períodos, os Broncos dominaram as ações e anotaram 17 pontos (dois touchdowns e um FG).

Em desvantagem, os Chargers acordaram e chegaram ao primeiro touchdown na partida em uma conexão de 16 jardas de Rivers para Allen. Na campanha seguinte, os Broncos voltaram a diferença para 17 pontos em um touchdown terrestre de Knowshon Moreno.

Com pouco tempo e três posses de bola para chegar a igualdade, Rivers foi rápido em achar Keenan Allen na endzone mais uma vez. Na tentativa do onside kick após o TD, o time de San Diego recuperou a posse de bola e anotou um FG de 30 jardas com Nick Novak, deixando o jogo em um touchdown.

Mas Manning apareceu e depois do two minute warning, o QB conectou Julius Thomas duas vezes, garantiu duas primeiras descidas e matou o jogo, garantindo a vitória para os Broncos.
Agora o buraco é mais embaixo com Tom Brady e cia.

49ers vencem fora de casa e chegam pela terceira vez seguida a final da AFC


Mesmo aos trancos e barrancos, o San Francisco 49ers chegou aos playoffs com status de favorito ao Super Bowl. Prova disso, foi à dramática vitória contra os Packers no Wild Card. O duelo contra o Carolina Panthers era a sua firmação de que tem time para brigar pelo sexto título da Liga e para Jim Harbaugh – treinador dos 49ers -, seria sua terceira final seguida de conferência.

A vitória contra Cam Newton e cia foi mais tranquila do que era previsto. Se Colin Kaepernick e seus comparsas queriam implantar um ritmo acelerado ao jogo, a defesa dos Panthers só queria uma coisa: brigar e desestabilizar o adversário. Mesmo assim o time visitante foi melhor no primeiro quarto, teve mais posse de bola e soube encontrar espaços na ótima defesa dos Panthers. Os Niners tiveram duas boas campanhas, mas não transformaram a superioridade em touchdowns. O kicker Phil Dawson converteu dois field goals, colocando San Francisco na frente.

No segundo período, parecia que o time da casa havia colocado o parafuso no lugar e anotou 10 pontos. Primeiro, Newton achou Steve Smith livre na endzone para anotar o TD; depois o FG de Graham Gano. Mas no apagar das luzes do primeiro tempo, a dupla Kaepernick e Vernon Davis entraram em ação e com um lançamento de 1 jarda, Davis anotou o TD, que precisou de revisão de arbitragem para se confirmar: 13 a 10 para os visitantes.

Nos períodos finais, os mesmos problemas no início de jogo voltaram para os Panthers e o time perdia o controle a cada lance dos 49ers. Cam Newton, que por ser um quarterback, líder da equipe, não transmitia um otimismo de que o time tinha condições para reverter o resultado.

Aproveitando o destempero do adversário, San Francisco só administrou o relógio, anotou mais 10 pontos com um TD de Anquan Boldin e um FG: 23 a 10 e semana que vem a final é contra os Seahawks e a sua barulhenta torcida.

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por Antonio Lemos | www.paponaarquibancada.blogspot.com.br

domingo, 12 de janeiro de 2014

Terra do Tio Sam > Pelo chão, Patriots destroem Colts e chegam a terceira final seguida da AFC

Não teve milagre com viradas espetaculares e sim um show de LeGarrette Blount. O running back dos Patriots foi impiedoso e anotou quatro touchdowns na vitória por 43 a 22 em cima do Indianapolis Colts.

Se antigamente, Tom Brady tinha um arsenal de wide receivers e tight ends a sua disposição, nesta temporada, o jogo corrido vem sendo o grande trunfo para equipe. Os seis touchdowns foram feitos por baixo e conforme havia dito no post anterior, ali era o mapa da mina, onde a defesa dos Colts é uma peneira quando o assunto é o jogo terrestre.

Também havia dito que, para Indianapolis jogar de igual para igual teria que entrar ligado como se fosse uma disputa de Super Bowl. Pois bem, pelo jeito Andrew Luck não ouviu a dica. Logo no segundo passe do jogo, ele foi interceptado pelo CB Alfonzo Dennard, que retornou até a linha de duas jardas. No lance seguinte, LeGarrette Blount não perdoou, correu e anotou os primeiros pontos da partida, fazendo 7 a 0 Pats.

Os Colts não tiveram sucesso na sua campanha e logo na sequência, o ataque dos Patriots anotaram mais um TD de Blount e 14 a 0 na conta. Era hora de Luck entrar em campo para dar alguma esperança aos torcedores de Indianapolis. Em sete jogadas, o QB comandou uma campanha de 80 jardas até a end zone. No último dos snaps, achou LaVon Brazill que anotou o TD para os Colts.

Os Patriots deitavam e rolavam na fraca defesa terrestre dos Colts e no segundo período, Blount anotou seu terceiro touchdown da noite. Indianapolis não conseguiu transformar sua campanha em TD e saiu de campo com um fielg goal na bagagem.

Um lance inusitado aconteceu no punt de New England. Na hora de devolver a bola, o time da casa errou feio no snap e mandou a bola para perto da end zone. O punter Ryan Allen tentou salvar, mas acabou cometendo um fumble e sofrendo um safety que diminuía a vantagem para 9 pontos e dava a bola nas mãos de Indianapolis. Era hora de colocar pimenta no jogo, mas a linha ofensiva não aproveitou.

O panorama seguiu nos dois últimos períodos com New England castigando por baixo e Indianapolis completamente perdido. Os visitantes anotaram um TD e um FG e no final das contas, a diferença era de uma posse de bola: 29 a 22.

Mas nos 15 minutos finais, só deu Patriots. Primeiro, Blount arrancou do campo de defesa para correr 73 jardas e anotar outro TD. Na sequência, Luck foi interceptado e Stevan Ridley fechou a conta e passou a régua na classificação dos Patriots: 43 a 22.

É a terceira final seguida de New England da AFC. Agora, Tom Brady e seus comparsas irão esperar o vencedor de Denver Broncos e San Diego Chargers. Independente de quem vier, será uma grande final.

Com seu 12º jogador, Seahawks vencem Saints e estão a um passo do Super Bowl

O que parecia uma vitória tranquila quase se transformou em pesadelo para o torcedor do Seattle Seahawks, pois não faltou emoção no final. A equipe vencia por 16 a 0 e viu o New Orleans Saints crescer de produção e quase buscou o empate. No final das contas, o time da casa venceu por 23 a 15.

Destaque do duelo ficou por conta do running back Marshawn Lynch, que correu para 140 jardas e anotou dois touchdowns.

Drew Brees tentou tirar uns coelhos da cartola e colocar New Orleans no jogo com dois touchdowns.  Sem tempos para pedir, a equipe precisava de um onside kick para continuar vivos. E conseguiram! No final, com o relógio apontando 24 segundos, os Saints precisavam avançar 59 jardas, marcar um TD e converter a tentativa de 2 pontos para empatar e forçar uma prorrogação. Mas o sonho do Super Bowl caiu por terra quando em uma jogada no estilo rugby nos segundos finais, o WR Marques Colston simplesmente se esqueceu que já haviam feito um passe para frente e fez o segundo, o que é ilegal.

O adversário de Seattle sairá no duelo entre Carolina Panthers e San Francisco 49ers. Independente do adversário, o caldeirão do CenturyLink Field estará pronto para seu 12º jogador fazer mais uma vítima.

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por Antonio Lemos | www.paponaarquibancada.blogspot.com.br

sábado, 11 de janeiro de 2014

Terra do Tio Sam > Semifinais de arrepiar na NFL

Enquanto a bola não rola para os modorrentos campeonatos estaduais, a NFL continua empolgante e neste final de semana teremos as semifinais de conferência. Se a rodada for emocionante assim como foram os jogos de Wild Card, os fãs da bola oval terão apenas que agradecer. 

Seattle Seahawks x New Orleans Saints | NFC | Sábado, 19h30 (horário de Brasília)


A rodada terá seu início com o Seattle Seahawks e New Orleans Saints. O time de Drew Brees e cia terá dois adversários: o próprio Seahawks – dono da melhor campanha da AFC e com direito de jogar todas as partidas em casa – e a barulhenta torcida que toma as dependências do CenturyLink Field. Na semana 13, os Saints foram ao alçapão de Seattle e saíram com uma derrota acachapante de 37 a 7. Foi a pior atuação desde a chegada de Sean Peyton em 2006.

O retrospecto do mando de campo é todo favorável aos Seahawks, o time venceu 16 dos 17 últimos jogos atuando em seus domínios na temporada regular. O último revés na pós-temporada em casa foi uma derrota por 27 a 20 para o St. Louis Rams no em 2005. 

O mapa da mina para Seattle é a dupla Russell Wilson e Marshawn Lynch. Os dois são responsáveis pela franquia ser o oitavo melhor ataque da liga com  26 passes para touchdowns do QB e 1,257 jardas terrestres conquistadas pelo seu RB. Além disso, quanto menos vezes Brees entrar em campo, melhor para os Seahawks.

Para os Saints, a chave está na sua defesa e com um jogo inspirado de Brees. New Orleans venceu o primeiro jogo da história da franquia nos playoffs jogando fora do Superdome há uma semana, onde a defesa parou as investidas de LeSean McCoy – um dos principais jogadores dos Eagles. Será um bom teste já que Wilson tem um cardápio variado quando está com a bola.

Carolina Panthers x San Francisco 49ers | NFC | Domingo, 16h (horário de Brasília)


Vou deixar o jogo mais importante da rodada por último e já vou para o domingo. Para muitos, o San Francisco 49ers é o melhor time da temporada 2013 da NFL. Com um jogo ofensivo bastante balanceado entre passe e corrida, uma defesa tão forte e equilibrada quanto o ataque, o time tem todas as armas necessárias para alcançar a glória na liga. Colin Kaepernick, em seu terceiro ano na liga, e segundo como titular, pode estar levando o Niners à sua segunda final de conferência consecutiva. E seu arsenal está melhor que o de 2012 com Anquan Boldin, Michael Crabtree, Vernon Davis e Frank Gore. 

Mas o Carolina Panthers provou que não é bobo, e é um time forte o suficiente para encarar de frente qualquer time na liga. Cam Newton mostrou toda a sua evolução no seu terceiro ano de NFL e já é considerado um dos melhores QBs da liga. Contando com as recepções de Greg Olsen e Steve Smith, o jogo aéreo mostrou a força necessária para auxiliar as corridas do próprio Newton e de seus running backs, DeAngelo Williams e Mike Tolbert. Aí está o mapa da mina para o triunfo dos Panthers.

Já os Niners, a chave está na dupla Kaepernick e Gore. Os dois conseguem  imprimir seu ritmo habitual de corridas, enganando o time adversário. Se implantarem, irá forçar a linha defensiva dos Panthers a abandonar a cobertura e partir para a pressão em cima de Kaepernick.

Denver Broncos x San Diego Chargers | AFC | Domingo, 19h30 (horário de Brasília)

E temos clássicos pela AFC? Temos sim, senhor! Irei falar de Denver Broncos e San Diego Chargers. É hora de Denver mostrar por que é a melhor equipe da Conferência Americana. No último duelo, realizado na casa dos Broncos, Philip Rivers e seus comparsas atropelaram, causando a única derrota da franquia em casa na temporada.

Denver tem um arsenal à disposição, com o melhor ataque em pontos da história da NFL e a melhor temporada de um quarterback em todos os tempos. Peyton Manning quebrou o recorde de jardas e passes para touchdown em 2013 (55 ao todo). Porém, a sua secundária é o maior problema e nisso, San Diego deverá aproveitar para conseguir a classificação.

San Diego dependeu de resultados para chegar aos playoffs, mas conseguiu a vaga, mesmo ficando em terceiro na AFC Oeste — mesma divisão vencida pelos Broncos. A defesa não chega a ser suprema, mas é melhor do que o adversário.

New England Patriots x Indianapolis Colts | AFC | Sábado, 23h (horário de Brasília)


Agora sim, vamos ao JOGÃO da rodada. Atualmente é a maior rivalidade da NFL desde os tempos de Tom Brady x Peyton Manning.

O mapa da mina para a classificação dos Pats é o seu jogo corrido e as “mágicas” de Tom Brady. Explorar a sétima pior defesa no jogo terrestre será essencial para os Patriots, principalmente por conta dos RBs Stevan Ridley e LeGarrette Blount, que juntos, passaram das 700 jardas na temporada.

Outro fato curioso é uma escrita: nos três encontros entre eles, o time mandante que venceu o duelo, conquistou o Super Bowl.  No caso foram duas vitórias para New England contra uma de Indianapolis.

Para os Colts, entrar ligado pensando que é o Super Bowl é a chave para vitória. Não vai ser todo dia que Andrew Luck irá tirar coelhos da cartola e salvar a pele da equipe. Sua defesa é boa, mas na partida contra os Chiefs foi um queijo suíço, principalmente nos primeiros 30 minutos.

Então, prepare sua pipoca, a ‘breja’ mais gelada e energético (para os fracos), pois este final de semana promete. Todos os jogos ao vivo na ESPN.

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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Terra do Tio Sam > Hello, Post Season!

O primeiro jogo deste domingo marcou o reencontrou de Rivers e os Chargers com os Playoffs na NFL. A última vez que o time de San Diego esteve lá foi há 4 anos atrás! Já o time de Cincinatti frequentemente chega, mas não passa da primeira rodada desde 1990. E não foi diferente! Andy Dalton mostrou que tem tudo a ver com os Bengals: ambos não são muito fãs de Playoffs! O quarterback até conseguiu quebrar um tabu e anotar seu primeiro TD em jogos de Playoff, mas não foi suficiente para avançar na NFL.

O jogo começou morno, com as defesas indo muito bem. Os Chargers conseguiram sair na frente no placar, com um touchdown anotado por Woodhead no final do 1º quarto. No 2º quarto, Andy Dalton anotou seu primeiro TD em um jogo de Playoff, conseguindo um bom passe mesmo pressionado. Ao final do 2º quarto, Andy Dalton ainda levou o time da casa a um field goal, e os Bengals foram para o intervalo vencendo por 10x7.

Na volta do intervalo, a postura das equipes foi totalmente diferente. E para os Chargers deu certo. Philip Rivers resolveu soltar o braço! Após passar as duas primeiras etapas do jogo tentando muitas jogadas terrestres, o QB começou a usar jogadas aéreas, e conseguiu ótimos resultados. Logo no começo, conseguiu um TD e virou o jogo. Junto à essa mudança de estratégia dos Chargers vieram os erros de Andy Dalton. O tabu começou a pesar, e ele cedeu em sequência um fumble e uma interceptação. Nas duas vezes, Rivers levou os Chargers a field goals, chegando a 20x10 no placar.

Quando os Bengals começaram sua última tentativa de reação, iniciaram uma boa campanha e estavam chegando perto da End Zone. Aí, mais uma vez, Andy Dalton entrou em cena: amarelou, lançou uma interceptação e jogou qualquer esperança que restava por água abaixo! Philip Rivers ainda conseguiu mais um TD, os Chargers venceram por 27x10 e avançaram na Post Season.

Vamos ver agora como se saem frente aos Broncos, de Peyton Manning!

Jogo quente, a -20ºC!


Os 49ers foram até Green Bay para enfrentar os Packers. E que dia frio! A sensação térmica era abaixo de -20ºC! Mas, ao contrário do clima, o jogo foi quente.

No primeiro quarto, a defesa do time de São Francisco foi muito bem, não cedendo nenhum down! O ataque, porém, chegou à red zone em duas oportunidades, mas não teve sucesso ao tentar entrar na end zone, conseguindo apenas 2 FGs e levando o 49ers a 6x0.

Logo no início do 2º quarto, Kaepernick lançou uma interceptação. Aaron Rodgers aproveitou, fez boa campanha e marchou para a end zone em belo TD de Jordi Nelson. Na campanha seguinte, os 49ers chegaram a um TD em uma belíssima corrida de Frank Gore. Ainda houve tempo para os Packers conseguirem um field goal, e as equipes foram pro intervalo com o placar marcando 13x10 para os visitantes.

Depois do intervalo, se o 3º quarto passou em branco (sem nenhuma jogada de pontuação), o 4º quarto começou agitado! Aaron Rodgers demonstrou muita agilidade e frieza (!) quebrando tackles de maneira surpreendente e conseguindo um ótimo passe em uma 4ª descida! Na sequência da campanha, os Packers chegaram ao TD e viraram o placar, 17x13. Já na jogada seguinte, Kaepernick fez ótima campanha, com bons passes, e retomou a liderança, 20x17. Na sequência, os Packers não conseguiram invadir a End Zone e os cabeças de queijo se contentaram com um Field Goal que empatou o jogo em 20x20.

Mas aí foi a vez dos 49ers ficarem com a bola. Kaepernick foi muito bem, conseguiu importantes corridas, gastou o relógio e, faltando 2s, os 49ers sacramentaram o resultado com um field goal: 49ers 23x20 Packers. O time de São Francisco vence o frio e o Packers e avança na NFL!

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por Thiago Passarelli | @Thigas03

domingo, 5 de janeiro de 2014

Terra do Tio Sam > Luck leva Colts a uma virada histórica

Dia 03 de janeiro de 1993, rodada de Wild Card da AFC, o Buffalo Bills protagonizou a maior virada da história da NFL ao bater o Houston Oilers (hoje, Tennessee Titans). A equipe perdia por 35 a 3 até o último período, quando o quarterback reserva Franck Reich conduziu o Bills à virada para 38 a 35. Os Oilers até empataram com um field goal levando o jogo para a prorrogação, mas o dia era dos Bills que conseguiram vencer por 41 a 38.

Depois do triunfo, os Bills ainda eliminariam o Pittsburgh Steelers e o Miami Dolphins, conquistando a AFC, mas no Super Bowl, a equipe parou diante do Dallas Cowboys, ficando com o vice-campeonato.

Sábado, 04 de janeiro de 2014, 21 anos e um dia depois, um jovem quarterback chamado Andrew Luck escreveu seu nome na história da NFL ao levar o Indianapolis Colts à segunda maior virada em playoffs. A equipe perdia até o início do terceiro período por 28 pontos e foi aí que Luck entrou em ação. Foi um touchdown atrás do outro e no fim, 45 a 44 para o Colts.

Para quem não acompanha ou não tem ideia como é o futebol americano, esta partida foi prato cheio para aprender a dinâmica de um esporte que vem ganhando a admiração do público brasileiro.

Não vou dizer que o Kansas City Chiefs foi um cavalo-paraguaio. Tenho que dar os parabéns, já que na temporada passada foi a pior equipe da Liga com 2-14 (mesma campanha dos Colts em 2011-12) e com toda reformulação, conseguiu assustar as principais equipes. Além disso, o time teve um azar danado no início do jogo quando seu principal jogador, o running back Jamaal Charles sofreu concussão e não voltou, e mais três atletas da linha ofensiva que tiveram o mesmo destino do RB: Donnie Avery, Brandon Flowers e Knile Davis.

Alex Smith fez uma partidaça tendo momentos de Colin Kaepernick (atual QB dos 49ers) ao correr com a bola em alguns snaps e conseguindo algumas descidas. O camisa 11 deu quatro passes para touchdown, lançou 378 jardas e não sofreu interceptação.

Mas a noite no Lucas Oil Stadium era de Andrew Luck e T.Y.Hilton. A dupla funcionou muito bem e produziu 224 jardas e dois touchdowns para os Colts. A sorte estava do lado do camisa 12 quando Donald Brown sofreu fumble, Luck e invadiu a endzone na marra, enterrando a bola com força deixando a diferença em três pontos (41 a 38).

E foi aí que o jogo pegou fogo de vez. Com 44 a 38, restavam menos de cinco minutos para o final quando Luck deu um passe milimétrico de 64 jardas para T.Y. Hilton correr livre e selar a vitória do time da casa.

Agora Indianapolis aguarda o vencedor do jogo entre Cincinnati Bengals e San Diego Chargers. Se der Bengals, Luck e cia irão até Denver encarar os Broncos. Agora, caso vença os Chargers, os Colts enfrentarão o New England Patriots, também fora de casa. No mais, independente do adversário, os Colts já fizeram a sua parte e não terão a mesma sorte de ontem.

Com field goal nos segundos finais, Saints eliminam Eagles

Se o jogo entre Colts x Chiefs foi emocionante, não posso deixar de falar do duelo entre Philadelphia Eagles e New Orleans Saints pela NFC. O time de Drew Brees e cia sofreu para vencer fora de casa por 26 a 24, com direito a um fielg goal nos segundos finais.

Para quem pensou que o mapa da mina seria o jogo aéreo, se enganou. As duas equipes apostaram no jogo corrido e nas suas defesas. Resultado: o primeiro tempo terminou 7 a 6 para os Eagles.

Os Saints voltaram para os períodos finais correndo com a bola e chegaram a ampliar a vantagem para 20 a 7. Os Eagles acordaram e chegaram a diminuir a diferença para três pontos (20 a 17), mas um FG deixou o time visitante em vantagem de seis pontos.

Nick Foles encontrou o TE calouro Zach Ertz dentro da endzone adversária para virar o jogo para 24 a 23, mas faltando quatro minutos e gastando o relógio, os Saints voltaram à frente do placar com um FG convertido por Jimmy Graham que carimbou a classificação dos visitantes, que terão pela frente no próximo sábado (11) o Seattle Seahawks. Na temporada regular, os Seahawks atropelaram e venceram por 34 a 7.

Nos playoffs, tudo pode acontecer.

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sábado, 4 de janeiro de 2014

Terra do Tio Sam > Wild Card da NFL começa neste final de semana

Após três meses de disputas, doze equipes começarão neste final de semana a sua caminhada rumo ao Super Bowl XLVIII, que será realizado em Nova York no dia 2 de fevereiro. Seattle Seahawks, Carolina Panthers, Denver Broncos e New England Patriots verão pela TV seus futuros adversários para às semifinais das suas respectivas divisões.

Indianapolis Colts e Kansas City Chiefs abrirão a fase em partida válida pela AFC. Os Colts venceram a sua conferência com 9-7. Contam com um Andrew Luck inspirado, cuidando bem da bola e sabendo se virar mesmo sem Reggie Wayne, fora por lesão. A defesa conta com Robert Mathis, líder da NFL em sacks e fumbles forçados. Além do mais, Luck busca a sua primeira vitória em playoffs, já que na temporada passada caiu justamente na primeira rodada contra os Ravens.

Já os Chiefs vêm sendo a grande surpresa, após apenas duas vitórias na última temporada, renascendo sob a batuta de Andy Reid e Alex Smith. As oscilações nas últimas rodadas e o jogo pragmático de seu QB, deixou uma dúvida no ar quanto ao desempenho do time. A equipe também com um running back extremamente talentoso Jamaal Charles,  que bateu recordes durante o ano.

Sem dúvida será o confronto de um time com ataque conservador e defesa agressiva, contra um ataque agressivo e uma defesa em evolução, com leve favoritismo dos Colts.

Pela NFC, um duelo que promete fortes emoções será entre Philadelphia Eagles e New Orleans Saints. A grande aposta para os Eagles será a boa fase de Nick Foles. O camisa 9 entrou depois da lesão de Michael Vick e se tornou um grande nome da franquia. Na temporada regular deu 27 passes para touchdown e sofreu apenas duas interceptações, números que deixam qualquer quarterback renomado no chinelo. Outros dois jogadores merecem destaque: o wide receiver DeSean Jackson e o running back LeSean McCoy.

Já os Saints mudaram da água para o vinho. Se no ano passado o ataque era a única unidade eficiente da equipe, esse ano a defesa mudou muito. Em 2012, a defesa teve a pior marca da história da NFL cedendo jardas. Neste ano, fica entre os dez primeiros contra o passe e contra a corrida. Porém, oscilou muito e acabou tropeçando contra equipes menores, como foi o caso do St. Louis Rams.  Se não fosse a instabilidade do time, conquistaria a divisão facilmente.

Não será jogo fácil para os Saints, mas é o favorito do confronto mesmo atuando fora de casa.

No domingo, o duelo de “azarões” promete agitar Cincinnati. Os Bengals enfrentarão o San Diego Chargers e para Andy Dalton – quarterback dos Bengals – esse jogo vale a sua primeira vitória em playoffs, já que nas duas últimas temporadas, sua equipe caiu na primeira rodada. Outro fator que ajuda o favoritismo para Cincinnati é que a franquia venceu todas as partidas como mandante na atual temporada.

Mas o grande jogo do domingo e talvez da fase será entre Green Bay Packers e San Francisco 49ers, no Lambeau Field. Em campo teremos nove títulos de Superbowl (5 do 49ers e 4 do Packers). Além disso, nos últimos confrontos válidos pelos playoffs, Green Bay levou a melhor em 4 dos 6 duelos.

Aos trancos e barrancos, os Packers conseguiram eliminar seu rival Bears e chegar aos playoffs graças ao grande jogo de Aaron Rodgers. Já os 49ers tropeçaram no decorrer da temporada e deixaramo Seattle Seahawks conquistar a divisão com o pé nas costas.

Duelo de difícil prognóstico, com um leve favoritismo para os Packers. Serei ousado em arriscar que o vencedor desse duelo irá chegar ao Super Bowl.

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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Terra do Tio Sam > Semana 17 da NFL: a volta de Aaron Rodgers e jogo épico em Chicago

O clássico de maior rivalidade do futebol americano decidiu a vida de duas equipes na briga por uma vaga na pós-temporada da NFL. O Soldier Field, em Chicago, foi palco de mais um capítulo entre Chicago Bears x Green Bay Packers, a partida de número 188 da história. Ao todo, Chicago leva vantagem com 93 vitórias contra 6 empates e 89 triunfos dos Packers.

A partida marcou a volta de Aaron Rodgers depois de sete jogos. O camisa 12 havia se lesionado justamente contra os Bears e corria risco de voltar apenas na próxima temporada. Quem também voltou no time amarelo/verde foi o wide receiver Randall Cobb, depois de ter fraturado a fíbula no início da temporada.

Foi um dos melhores jogos da atual temporada com emoção até o último snap. Faltando menos de 40s, Aaron Rodgers tirou um coelho da cartola numa quarta conversão e com um passe magistral para Randall Cobb, os cabeças de queijo viraram o placar para 33 a 28. A vitória deu o título da divisão para Green Bay e eliminou o rival.

O Chicago Bears, no desespero, ainda tentou uma última jogada. Mas o lançamento de Cutler para a end zone foi interceptado.

A partida ainda teve um dos touchdowns mais bizarros da história da NFL a favor dos Packers. O lance aconteceu no segundo período quando o Rodgers sofreu um fumble, mas os jogadores pensaram que a jogada havia sido um passe incompleto. Todo mundo parou em campo, mas o camisa 12 percebeu que os árbitros não haviam parado a jogada e gritou para o receiver Jarrett Boykin pegar a bola e correr para a end zone e anotar o TD.

Agora, os Packers terão pela frente o San Francisco 49ers, no Lambeau Field. Nas duas últimas temporadas, os 49ers levaram a melhor jogando no Candlestick Park chegando às finais da NFC, será que este ano a história irá se repetir?

Pela AFC, quase um milagre

Acompanhei em casa o duelo entre Cincinnati Bengals x Baltimore Ravens, mas de olho nos demais duelos que envolviam a última vaga para os playoffs da AFC e em especial uma partida: Cleveland Browns x Pittsburgh Steelers. Tudo por que, o time de Big Ben e cia precisava realizar um verdadeiro milagre: vencer seu compromisso e torcer para Miami Dolphins, Baltimore Ravens e San Diego Chargers perderem.

Pois bem, o improvável aconteceu. Favoritos à vaga restante nos playoffs da AFC, Baltimore Ravens e Miami Dolphins perderam seus respectivos jogos, ambos estão eliminados dos playoffs. O atual campeão do Super Bowl foi derrotado fora de casa por 34 a 17 pelo Cincinnati Bengals, já os Dolphins "amarelaram" em casa e perderam por 20 a 7 para o New York Jets.

Os Steelers fizeram o seu dever e venceram por 20 a 7 os Browns e só faltava um jogo para que o milagre fosse realizado: Kansas City Chiefs x San Diego Chargers.

Poupando os principais jogadores, os Chiefs venciam até o terceiro período por 24 a 14 e tudo parecia que haveria realmente um milagre a favor de Pittsburgh. Parecia. Os Chargers buscaram e levaram o jogo para prorrogação: 24 a 24. No tempo extra, o Field Goal de 36 jardas convertido por Nick Novak decretou o triunfo e a classificação incrível dos Chargers e fim da linha para os Steelers.

Já no último Sunday Night Football
...

Outro duelo de vida ou morte ficou por conta de Dallas Cowboys x Philadelphia Eagles. Jogando em casa, os Cowboys morreram na praia mais uma vez ao serem derrotados por 24 a 22. É o quarto ano seguido que Dallas não avança para a pós-temporada.

Sem Tony Romo, machucado, a função de comandar o ataque dos Cowboys coube a Kyle Orton. O reserva até foi bem, completando 30 de seus 46 passes - sendo dois para touchdown – 358 jardas aéreas. Mas com duas interceptações, uma na campanha que poderia ser da vitória.

Já pelos Eagles, o QB Nick Foles fez mais um bom jogo, também com dois passes para touchdown, 263 jardas aéreas e nenhuma interceptação. No Wild Card, os Eagles jogarão em casa contra o New Orleans Saints. Será que Nick Foles e cia irão surpreender?

Playoffs – Wild Card

Sábado (04/01)
19h30min – Indianapolis Colts x Kansas City Chiefs
23h – Philadelphia Eagles x New Orleans Saints

Domingo (05/01)
16h – Cincinnati Bengals x San Diego Chargers
19h30min – Green Bay Packers x San Francisco 49ers

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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Terra do Tio Sam > Semana 15 da NFL: Tony Romo e a “maldição” de dezembro

Mês de dezembro é o período de festas, mas não para Tony Romo. O período é amaldiçoado para o camisa 9 dos Cowboys, que, desde 2010 não sabe o que é chegar aos playoffs da NFL.

A zica é tão grande que desde 2006 – ano de estreia como titular – Romo jogou 27 partidas em dezembro, sendo 16 derrotas, três idas à pós-temporada e quatro eliminações, sendo três seguidas.

No duelo contra os Packers no domingo presenciamos essa maldição. A franquia do Texas foi para o vestiário com 23 pontos de vantagem, daí se não tem Aaron Rodgers caça com Matt Flyyn e o QB reserva dos cabeças de queijo resolveu a parada e conseguiu uma virada fantástica dentro da casa dos Cowboys: 37 a 36. E para piorar, Romo foi interceptado duas vezes justamente na hora que o time precisava dele.

Com este resultado, os Packers seguem esperançosos por uma vaga nos playoffs. Os cabeças de queijo têm 7 vitórias e 6 derrotas, apenas um jogo atrás do líder da NFC Norte, o Chicago Bears.

Já o Dallas Cowboys perdeu a chance de reassumir a liderança da NFC Leste e ficou com 7 vitórias e 7 derrotas, atrás do Philadelphia Eagles (8-6). Cowboys e Eagles se enfrentam na rodada final da temporada regular brigando por vaga no Wild Card.

Está na hora de quebrar essa maldição Tony Romo!

Chiefs vencem e garantem vaga nos playoffs

O Kansas City Chiefs garantiu o seu lugarzinho nos playoffs ao vencer o Oakland Raiders por 56 a 31. Com 11-3, a equipe está empatada com o Denver Broncos e para conseguir o título da divisão, precisa secar Peyton Manning e sua trupe.

O grande destaque da partida foi o running back Jamaal Charles. Apesar de ter conseguido apenas 20 jardas corridas e um touchdown, ele teve 195 jardas aéreas e quatro TD's por recepção. O QB Alex Smith também foi cirúrgico com 17 dos 20 passes certos, 5 touchdowns e 287 jardas.

Brady é interceptado no fim, Pats perdem e Dolphins sonham com playoffs

Em uma partida com final emocionante, o Miami Dolphins fez a festa da sua torcida no Sun Life Stadium e voltou a sentir o gosto da vitória diante do seu maior rival. A vitória por 24 a 20 interrompeu uma série de sete derrotas seguidas diante dos rivais de New England.

O triunfo também adia o título de divisão dos Patriots, que agora tem 10 vitórias e 4 derrotas na temporada. Os Dolphins (8-6) seguem vivos na briga por uma vaga nos playoffs, mas é quase impossível evitar que os Patriots cheguem em primeiro na AFC Leste pela décima vez nos últimos 11 anos.

Emoção mesmo ficou no último período do jogo. New England vencia por 20 a 17 quando o quarterback dos Dolphins Ryan Tannehill conduziu uma campanha que resultou em touchdown com um passe para Marcus Thigpen, deixando o placar 24 a 20 a favor do time da Flórida, com 1min20s restando para o apito final.

Tom Brady então tomou o campo e levou seu time até a beira da endzone adversária, mas numa 4ª para 5 jardas a dois segundos do fim acabou interceptado e deu a vitória aos Dolphins.

Resultados da rodada:
Denver Broncos 20 x 27 San Diego Chargers
Cleveland Browns 31 x 38 Chicago Bears
Indianapolis Colts 25 x 3 Houston Texans
Jacksonville Jaguars 20 x 27 Buffalo Bills
Carolina Panthers 30 x 20 New York Jets
St.Louis Rams 27 x 16 New Orleans Saints
Tennessee Titans 34 x 37 Arizona Cardinals
Oakland Raiders 31 x 56 Kansas City Chiefs
Miami Dolphins 24 x 20 New England Patriots
Dallas Cowboys 36 x 37 Green Bay Packers
Atlanta Falcons 27 x 26 Washington Redskins
N.Y.Giants 0 x 23 Seattle Seahawks
Minnesota Vikings 48 x 30 Philadelphia Eagles
Pittsburgh Steelers 30 x 20 Cincinnati Bengals
Carolina Panthers 30 x 20 N.Y.Jets
Detroit Lions 16 x 18 Baltimore Ravens

Situação das equipe NFC                         
Classificado:
Seattle Seahawks (12-2)                                

Quase lá:                               
New Orleans Saints (10-4)                            
Carolina Panthers (10-4)              
San Francisco 49ers (10-4)                            

Briga pelo Wild Card:                                  
Arizona Cardinals (9-5)
Green Bay Packers (7-6)
Dallas Cowboys (7-7)                                     
Detroit Lions (7-7)                                          

Situação das equipe AFC      
Classificados:                         
Denver Broncos (11-3)
Kansas City Chiefs (11-3)
Indianapolis Colts (9-5)

Quase lá:
New England Patriots (10-4)
Cincinnati Bengals (9-5)

Briga pelo Wild Card:
Miami Dolphins (8-6)
Baltimore Ravens (8-6)

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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Terra do Tio Sam > Semana 14 da NFL: Snow Bowl

Snow Bowl, Alaska Bowl, Sibéria Bowl, Groelândia Bowl... nomes não faltaram para traduzir o que foi a semana 14 da NFL. Foram cinco duelos debaixo de nevasca. Com a temperatura abaixo de zero e o campo impraticável, o mapa da mina das equipes era o jogo corrido em vez dos lançamentos e chutes.

Na Philadelphia, os Eagles precisaram do jogo corrido de LeSean McCoy para vencer o Detroit Lions por 34 a 20. Os mandantes entraram no último período perdendo por oito pontos e conseguiram quatro touchdowns para conseguir a virada.

O jogo corrido foi uma das chaves para o triunfo do time da Filadélfia. Foram 46 corridas para 299 jardas e quatro touchdowns. Com isso, o Eagles conseguiu ofuscar o desempenho apenas irregular de Nick Foles. O quarterback amargou sua primeira interceptação na temporada. Foram apenas 11 passes para 179 jardas e um touchdown.

Quem também sofreu com as condições do tempo foi a dupla de estrelas do Lions. Matthew Stafford não conseguiu produzir muito no ataque do time de Detroit. Foram só dez passes certos para 148 jardas e nenhum touchdown. Com isso, Calvin Johnson apareceu pouco: três recepções e 49 jardas.

Outros jogos que ficaram sob nevasca: Minnesota Vikings x Baltimore Ravens;  Washington Redskins x Kansas City Chiefs; Pittsburgh Steelers x Miami Dolphins; e Green Bay Packers  x  Atlanta Falcons.

O jogo mais frio da história do futebol americano profissional aconteceu em 31 de dezembro de 1967 entre Green Bay Packers e Dallas Cowboys, disputado no Lambeau Field. Os termômetros marcaram -27 graus Celsius e sensação térmica foi de -44.

Na época, os Packers venceram por 21 a 17 e avançou para o Super Bowl II, garantindo o título em cima do Oakland Raiders.

Um detalhe: o Super Bowl XLVIII será disputado em 02 de fevereiro, no MetLife Stadium, em Nova York – pleno inverno e com estádio descoberto. Alguém dúvida que o jogo será disputado sob nevasca?

O Field Goal mais longo na história da NFL

Se de um lado dos EUA era só nevasca, no Colorado o clima era mais ameno e o Denver Broncos fez mais uma vítima, assim, garantindo a vaga para os playoffs.

A vitória por 51 a 28 em cima do Tennessee Titans ficou marcado na história. Isso porque no fim do primeiro tempo, Matt Prater acertou um field goal de 64 jardas, estabelecendo um novo recorde na NFL. A marca mais longa de um field goal antes era de 63 jardas, feita quatro vezes na Liga, a última em 2012 por David Akers.

Resultados da 14ª semana:

Houston Texans 20 x 27 Jacksonville Jaguars
Arizona Cardinals 30 x 10 St. Louis Rams
San Diego Chargers 37 x 14 New York Giants
Cincinnati Bengals 42 x 28 Indianapolis Colts
Green Bay Packers 22 x 21 Atlanta Falcons
New York Jets 37 x 27 Oakland Raiders
Pittsburgh Steelers 28 x 34 Miami Dolphins
New England Patriots 27 x 26 Cleveland Browns
Denver Broncos 51 x 28 Tennessee Titans
Tampa Bay Buccaneers 27 x 6 Buffalo Bills
Baltimore Ravens 29 x 26 Minnesota Vikings
New Orleans Saints 31 x 13 Carolina Panthers
San Francisco 49ers 19 x 16 Seattle Seahawks
Philadelphia Eagles 34 x 20 Detroit Lions
Washington Redskins 10 x 45 Kansas City Chiefs
Chicago Bears 45 x 28 Dallas Cowboys

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* A coluna Terra do Tio Sam fala dos esportes que são paixão nos Estados Unidos: basquete, beisebol, futebol americano e hóquei.

por Antonio Lemos | www.paponaarquibancada.blogspot.com.br