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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Clinch > Após sete anos, Belfort vinga derrota de forma esmagadora

(Foto:Getty Images)
Nem o maior fã de Vitor Belfort acreditaria que o fenômeno venceria com tamanha facilidade nesse sábado, visto que do outro lado, apesar dos 42 anos de idade, estava uma lenda viva e casca grossa do MMA, Dan Henderson. Fato é que, para o brasileiro, parece que quanto mais velho ele fica, melhor se apresenta no octógono. Com 36 anos, Belfort está, disparado, na melhor fase de sua carreira e está destruindo todos que vem pela frente com facilidade. E olha que seus adversários desse ano, não foram moleza. Henderson que o diga, é ex-campeão do Pride e nunca havia sido nocauteado na vida. Os dois já haviam se enfrentado em 2006 e na ocasião o americano venceu por decisão unânime. Só que na noite deste sábado sofreu o revés e caiu no chão após um minuto e vinte de luta.

Na luta, os dois começaram se estudando, mas aí Vitor acertou um upper em cheio no queixo do adversário. Quando Hendo se recuperava do knockdown, levou um chute em cheio na cabeça que decretou o final da luta.

Para Dan, eu acredito que chegou o fim de linha. Já está velho e vem de sua terceira derrota seguida. Já o Fenômeno, como foi dito aqui, está em uma fase esplêndida, e na certa é o proximo desafiante ao título dos médios. Enfrentará o vencedor do combate entre Chris Weidman e Anderson Silva.

Co-main-event: Uma boa pedida para dormir

A um ano e meio atrás, Cezar Mutante e Daniel Sarafian disputariam a final do primeiro TUF Brasil. Sarafian se contundiu e Mutante acabou sagrando-se campeão em cima de Serginho Moraes. Mas após grande pedida de fãs foi realizado nesse sábado o duelo, e foi uma decepção enorme. Luta de dar sono. Mutante passou o combate inteiro querendo quedar e no fim sua estratégia deu certo. Dominou Daniel no chão e venceu por decisão dividida, mas acabou saindo sob vaia do octógono. Merecido!

A noite no geral foi bem ruim para os brasileiros, e a grande maioria perdeu. Destaque para a derrota de Rony Jason para Jeremy Stephens ainda no primeiro round. O campeão do TUF que vinha bem na categoria, desceu alguns degraus e agora terá que se recuperar.

Confira os resultados do UFC Goiânia

Vitor Belfort venceu Dan Henderson por nocaute a 1m17s do round 1.
Cezar Mutante venceu Daniel Sarafian por decisão dividida (28 a 29, 30 a 27 e 30 a 28).
Rafael Feijão venceu Igor Pokrajac por nocaute técnico (desistência) a 1m18s do round 1.
Brandon Thatch venceu Paulo Thiago por nocaute técnico (desistência) aos 2m10s do round 1.
Ryan LaFlare venceu Santiago Ponzinibbio por decisão unânime (30 a 27, 30 a 27 e 30 a 27).
Jeremy Stephens venceu Rony Jason por nocaute aos 40s do round 1.
Sam Sicilia venceu Godofredo Pepey por nocaute técnico a 1m42s do round 1.
Omari Akhmedov venceu Thiago Bodão por nocaute aos 3m31s do round 1.
Thiago Tavares venceu Justin Salas por finalização (mata-leão) aos 2m38s do round 1.
Adriano Martins venceu Daron Cruickshank por finalização (kimura) aos 2m49s do round 2.
Dustin Ortiz venceu José Maria No Chance por nocaute técnico aos 3m19s do round 3


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* A coluna Clinch traz a análise dos principais eventos de artes marciais do planeta.



por Fernando Borchio | fernando.borchio@hotmail.com

Gringolaço > Van Persie decide e United bate líder Arsenal



(Foto: AP)
O Arsenal foi ao Old Trafford para duas missões contra o Manchester United neste domingo (10): manter a vantagem de cinco pontos em relação ao segundo colocado e quebrar um tabu de seis anos sem vencer os Red Devils em seus domínios. Mas os comandados de Arsène Wenger saíram derrotados por 1 a 0, gol do ex-gunner Robin Van Persie e viu a sua vantagem sobre o Liverpool cair para dois pontos: 25 a 23 a favor dos londrinos.

Com a vitória, o United subiu na classificação e está em quinto lugar com 20 pontos e mostra que depois de um início ruim, os comandados de David Moyes tem time e camisa para beliscar uma vaga na Champions.

Agora torcedor, como ficará a cabeça dos jogadores do Arsenal após esse revés? Será que virou cavalo-paraguaio depois de 11 rodadas? Até o jogo contra os Diabos Vermelhos, a equipe vinha jogando um belo futebol e marcando pelo menos um gol em todas as partidas e toda aquela história de que a equipe nada, nada e morre na praia poderá ser repetida.

No duelo em Old Trafford, os Red Devils começaram melhores e usaram as laterais de campo para realizarem suas principais jogadas. O bom trabalho da defesa londrina ficou comprometida aos 22 minutos, quando Rooney cobrou escanteio pela esquerda e Van Persie chegou de trás, com liberdade, para cabecear forte e encobrir Szczesny: 1 a 0. Foi o sétimo gol do holandês na Premier League.

Os Gunners equilibraram depois do gol sofrido, mas não arriscavam. Longe daquela equipe que jogava um futebol ofensivo e envolvente nas rodadas anteriores.

O panorama persistiu no segundo tempo com o Arsenal em cima, mas só aos 13 minutos veio uma chance de perigo com Özil, que chutou para fora do gol defendido por De Gea. Para um time que quer ser campeão depois de um longo tempo, é preciso jogar muita bola, pois se deixar o “Gigante” acordar, é bem capaz de fazer estragos por onde passar.

Campeonato Italiano > Juventus goleia Napoli e encosta na Roma


Quando o adversário cai na arapuca chamada Arena Juventus, dificilmente sai vivo. Pois é leitor, o Napoli caiu nessa armadilha e saiu derrotado por 3 a 0 com dois golaços dignos de sair do estádio e pagar outro ingresso.

Com a vitória, a Juve chegou aos 31 pontos – um a menos que a Roma, que empatou por 1 a 1 contra o modesto Sassuolo. Já o Napoli, parou em terceiro com 28.

Aos dois minutos da etapa inicial, Llorente abriu o placar após chute de Isla, desvio de Tevez e o oportunismo do espanhol. Na segunda etapa, aos 27, Pirlo cobrou acertou uma cobrança magistral, no ângulo de Reina. Um golaço. Sete minutos depois, Pogba recebeu na entrada da área, ajeitou levantando a bola e chutou de primeira. Outra pintura que fez o estádio ficar de pé.

Campeonato Espanhol > Neymar marca, Messi sai machucado e Barça goleia

(Foto: Agência AFP)

O Barcelona continua impossível no Campeonato Espanhol e goleou por 4 a 1 o Betis, em partida realizada no Camp Nou. Com o resultado, o Barça chega a 37 pontos em 13 partidas na Liga, abrindo três de vantagem para o Atlético de Madri, que não foi além de um empate com o Villarreal.

Os gols foram marcados por Neymar, Pedro e Fàbregas (duas vezes). Molina descontou nos acréscimos para o time de Sevilha.

Mas a nota baixa da partida ficou por conta de Lionel Messi. O argentino saiu aos 20 minutos da etapa inicial sentindo mais uma vez a lesão na parte posterior da coxa. É a terceira contusão do camisa 10 na temporada.

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* A coluna Gringolaço analisa os principais torneios e aconteci
mentos do futebol europeu.


por Antonio Lemos
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domingo, 10 de novembro de 2013

Comentário da Redação > Só falta um ponto para o título

(Foto: Sérgio Barzaghi/Gazeta Press)
Falta um ponto para sermos campeões da série B mais uma vez, por mais vergonhoso que seja, é um título a ser comemorado. Com uma atuação tranquila contra o Joinville com o Pacaembu longe de ficar lotado. Só 12.741 testemunhas viram os 3 a 0 e caso empate contra o Paysandu, na terça-feira, em Belém, o alviverde conquistará o segundo título da segundona.

Os primeiros minutos foram sofríveis de assistir. Parecia que a “letargia pós-acesso” continuava, pois o time exagerava nos passes errados e nos contra-ataques cedidos ao JEC.

O primeiro gol da partida saiu no primeiro tempo, aos 22 minutos, com uma bola roubada por Márcio Araújo na saída do time catarinense. O volante rolou a bola para Valdivia, que deu um belo passe para Leandro. Livre na área, o atacante teve calma para dominar e finalizar no canto direito do goleiro adversário.

Mesmo com o gol sofrido, os catarinenses não ameaçavam Fernando Prass. Apenas uma vez o goleiro palmeirense foi exigido: bola alçada na área paulista, Wellington Bruno dominou a bola e, na pequena área, finalizou à queima-roupa.

Na segunda etapa, o Palmeiras continuou dominando às ações, mas aos nove minutos ficou com um jogador a menos. Leandro (pra variar) tinha recebido cartão amarelo no primeiro tempo e não iria para Belém, daí, cometeu uma falta besta no meio de campo e recebeu o vermelho. Em semana que tivemos o vídeo tosco do “Rei do Camarote”, o camisa 38 poderia lançar o “Rei das Expulsões” com os 10 mandamentos.
Mas a expulsão do atacante palmeirense não ajudou em nada o poderio ofensivo do JEC. A equipe estava com medo de tomar gols e pouco se arriscou, enquanto o Verdão ditava o ritmo devagar da partida (foi de dar sono). Sem muito esforço veio o segundo gol aos 24 minutos com Juninho, após passe de Valdivia.
Sem emoções até o final veio o terceiro gol aos 43 com Serginho, após jogada de “Ananiesta”, chute prensado de Renatinho e o camisa 20 completou. Pois é torcida alviverde, as “férias” da série A está acabando.

Conceitos
 
Fernando Prass - BOM: Quando foi exigido fez bem o seu papel. Fez linda defesa em chute em chute da pequena área de Wellington Bruno.
Wendel - REGULAR: O “esforçado” Wendel se mostrou com a mesma disposição. Não comprometeu.
André Luiz - BOM: Firme na marcação e na cobertura.
Henrique - BOM: Participação segura na defesa e ainda ousou em sair para o ataque.
Juninho BOM: Cresceu de produção quando trocou de posição com o Marcelo Oliveira. Marcou um belo gol na segunda etapa.
(Serginho) - BOM: Quando entra em campo deixa a sua marca. Fechou o caixão do Joinville.
Márcio Araújo - BOM: Foi o palmeirense que teve mais trabalho na marcação. Em uma de suas roubadas de bola, deu passe para Valdivia no lance do primeiro gol.
Marcelo Oliveira - BOM: Foi o curinga do time. Começou como segundo volante e terminou na lateral-esquerda. Fez bem a cobertura para o Juninho atacar.
Wesley - BOM: Fez o seu papel no meio- campo ajudando o Valdivia na armação das jogadas.
(Renatinhho) - BOM: Entrou bem na partida. Não sentiu o peso da camisa em um jogo definido. Participou do lance do terceiro gol.
Valdivia - ÓTIMO: Maestro do time. Ditou o ritmo do jogo com belos passes e dribles. Deu ótimas assistências para os gols marcados por Leandro e Juninho.
Leandro - RUIM: Bom pela sua movimentação, pelo gol, mas ruim por causa de mais uma expulsão infantil. É o “Rei das Expulsões”.
Vinicius - RUIM: Até um cone da CET é melhor. Correu mais do que jogou.
(Ananias) - BOM: Fez boa partida e com um atacante a menos, deu trabalho aos defensores do Joinville e criou bons lances.
Tec. Gilson Kleina - BOM: Escalou bem o time e armou o esquema que deu liberdade para o Juninho atacar. O único problema é o ataque, já que temos jogadores que são de “2º tempo”, outros que não jogam nada e outros que são expulsos. Só o Kardec salva.


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* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.

por Antonio Lemos | www.paponaarquibancada.blogspot.com.br

sábado, 9 de novembro de 2013

História da Semana > Macacadas

(Foto: Agência Reuters)
Macacos me mordam, quem diria! Depois de 113 anos de vida, a Ponte Preta resolveu provar que sim, que macacos velhos podem sim aprender artes novas.

Metendo a mão na cumbuca e sem pagar mico, a equipe campineira passou brincando pelo temido (sic) Vélez Sarsfield, empatando no Brasil e vencendo com soberania na Argentina.

No sentido oposto à sua campanha no Brasileirão, onde segue levando chumbo e não se vê futuro diferente além da queda e não há mais o que ajeitar. Mas resta uma esperança.

Agora encontraram seu galho para trepar e balançar, e já não mais se importam com o que veem, falam ou ouvem a seu respeito. Não importa mais o descenso e a dispersão, nem se estão pulando em um galho seco.

O que importa agora é olhar para o próprio rabo e encarar a admiração e o respeito que conseguiram por se manter em mais uma competição. Afinal, quem já foi gente (e GRANDE), pode se manter em pé como quiser. Tal como o Rei Macaco, há de se enfrentar um grande Buda agora, mas com uma verdadeira chance de triunfo.

Porque a nossa Macaca, independente do que ocorra, já colocou seu nome na história. E quem discordar, que vá pentear macaco!


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* A coluna Histórias da Semana fala dos momentos do esporte que ficaram marcados, seja por uma semana, seja por um dia, seja para sempre.

por Helder Rivas | @HelderRM

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Comentário da Redação > Sem sustos, São Paulo avança na Sul-americana

(Foto: EFE)
“Aaaaaaacabouuuuuuuuuuuu, é teta!!!!”, “Haja coração amigo”, “O São Paulo é Brasil na Sul-americana”. É, torcedor tricolor, estamos na semi-final da Copa Sul-americana, mas dessa vez não foi depois de um jogo cheio de emoções que faria Galvão Bueno gritar seus jargões mencionados acima. Muito pelo contrário! O empate sem gols contra o Atlético Nacional, em Medelín na Colômbia, foi um jogo morno e muito fraco tecnicamente. Passamos de fase jogando um futebol pro gasto. Mas o que vale é isso mesmo, classificar.

No jogo da semana passada o Atlético Nacional me deu a impressão que nos daria muito trabalho no jogo da volta, pois no Morumbi souberam marcar bem e aproveitar nossas falhas. Mas quando o jogo começou ontem logo notei que o time colombiano não sabia o que fazer com a bola. Muricy, inteligentemente, esperou o Atlético no início do jogo que nada fez.

Com esse cenário eu tenho certeza que todo são-paulino pensou: “Putz, está fácil de matar esse jogo. Agora é só começar partir para cima”. Pois é, eu também pensei isso, mas inacreditavelmente o São Paulo não conseguia trocar três passes certos.

No fim do primeiro tempo estava claro o que o Muricy tinha que fazer. Era voltar com o Ademilson no lugar do estático Luís Fabiano e avançar o Maicon no lugar do Jadson. Pois bem, nosso treinador/ídolo fez isso durante o início da segunda etapa e sabe o que aconteceu? Nada! Isso mesmo, caro leitor, o jogo não mudou nada. Seguiu o São Paulo sem acertar 3 passes e o Atlético Nacional sem saber o que fazer com a bola.

Conforme o tempo foi passando o time de Medelin finalmente decidiu fazer o óbvio nesta situação: cruzar a bola na área para tentar um gol a base do “Bumba meu Boi”, que não tem a ver com o Boi Bandido.
A partir desse momento surgiram “Os Meninos”, como disse o Aloisio no fim da partida (Link entrevista: http://globoesporte.globo.com/futebol/times/sao-paulo/noticia/2013/11/aloisio-da-voadora-no-banco-e-dedica-vaga-aos-meninos-da-defesa.html). O trio de zaga formado dessa vez por Paulo Miranda, Rodrigo Caio e Antonio Carlos ganharam quase todos pelo alto. Devemos muito a eles e ao Rogério Ceni por não termos tido sufoco nesta classificação.

Agora estamos na semifinal à espera de Libertad (PAR) ou Itaguí (COL). Quem diria hein torcedor tricolor? Estamos a 4 jogos de um título esse ano e livre do rebaixamento! Podemos nos dar ao luxo de poupar jogadores no Brasileiro. Depois do ano que tivemos temos toda a razão em aproveitar esse momento.

Conceitos

Rogério Ceni – BOM: Comemore a classificação, torcedor, pois temos mais uma chance de vê-lo jogar no Morumbi!
Paulo Miranda – BOM: Fez boa partida hoje dando muita segurança nas bolas aéreas.
Rodrigo Caio – BOM: Espirrou o taco no início do jogo mas depois foi soberano na defesa.
Antônio Carlos – BOM: Liderou nossa defesa!
Reinaldo – REGULAR: Teve muita dificuldade para marcar o ala direito do time colombiano. A maioria dos cruzamentos vinha do seu lado.
Denílson – REGULAR: Mérito na marcação e nos passes errados.
Maicon – BOM: O único que acertou passes nesse jogo.
Douglas – REGULAR: Fechou razoavelmente bem seu lado, mas não foi efetivo nos contra ataques.
Jadson – RUIM: Mais uma chance para mostrar serviço desperdiçada.
(Wellington) – REGULAR: Idem ao seu amigo Denílson.
Aloísio – RUIM: Não consegui prender a bola no ataque. Podemos até dizer que foi em função da bola não chegar, mas aquelas que chegaram não obteve sucesso.
(Welliton) – SEM CONCEITO: Não encostou na bola.
Luis Fabiano – RUIM: Já no ritmo do ShowBall.
(Ademílson) – RUIM: Entrou com a cabeça sei lá aonde? Não entendi nenhuma jogada dele nesse jogo. Antidopping no menino!
Téc. Muricy Ramalho – BOM: Mandou a campo o que tinha de melhor e usou a estratégia correta para mata-mata.


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por Victor Mesquita
| @victor_mesquita

Comentário da Redação > O pai do Davi

Davi é um menino de 1 ano e 11 meses. Crianças nessa idade são cheias de vida, correm pra todos os lados, na maioria das vezes correm mais do que as próprias pernas e caem. Davi é um menino com um poder que nem imagina que tem. A incrível capacidade de fazer milhões de pessoas felizes, apenas com sua saúde. O pequeno esteve com pneumonia estes últimos tempos. Precisou ser internado e ficar longe de casa e dos pais. Seu pai desabou e perdeu muito rendimento no trabalho.

O mesmo Davi se recuperou e voltou a correr por aí. Está feliz de novo, assim como seu pai, que até resolveu dar uma festa ontem. Chamou mais de 60 mil pessoas que cantaram em uma só voz o quanto amavam estar ali.

Um rapaz, com apelido de filha de rainha dos baixinhos resolveu fazer o papel de vilão. Balançou o barbante do dono da casa logo cedo, fazendo a massa se assustar. Os convidados, então, resolveram que queriam participar do cortejo. Começaram a gritar, cantar, dançar nas arquibancadas. Agradeceram pela saúde do pequeno Davi e a mensagem chegou ao super pai. Ele recebeu uma bola na entrada da área e resolveu arriscar. A bola bateu em um adversário e voltou pra ele. Ligeiro que só, viu seu bom amigo, carinhosamente chamado de Brocador, pelos íntimos, e tocou a pelota, para que ele pudesse encobrir o goleiro adversário com um leve toque. GOL. Festa generalizada no Maracanã, bairro da Zona Norte do Rio.

Mas o “pai do Davi” queria mais. Queria que durante a festa, o pequeno recebesse um presente. Afastado da área, de costas pra gol, lhe entregaram uma bola. Com um rápido toque, ficou de lado para a meta. Encheu o pé, como se estivesse afastando todo o mal do seu filho, que teve o nome entoado pela nação. GOLAÇO. As arquibancadas, que já comemoravam, explodiram. E a festa foi noite a dentro.

O pai continuou comandando o espetáculo, desfilando pelo gramado sagrado. No fim da comemoração, tinha gente pedindo para ligarem pro “Seu Felipão”, afinal, o pai do Davi não pode perder mais nenhuma festa no Maraca.

Conceitos

Paulo Victor – BOM: Sem culpa no gol. Foi seguro durante todo o jogo.
Léo Moura – BOM: Deu um chapéu safado no meio campo e foi muito bem na defesa.
Chicão – BOM: É o xerife da defesa. Parece ter recuperado a confiança.
Wallace – BOM: Sonho dele é ser meia de ligação. Lembra Angelim, o Maldini do Sertão, tamanha volúpia ofensiva. Bem na zaga.
André Santos – BOM: Arroz com feijão. Simples.
Amaral – PITBULL: Eu sinceramente teria medo de enfrentá-lo. Tá comendo a bola e algumas pernas adversárias.
L. Antônio – BOM: É o ajudante do Elias. Cai muito bem pelo lado direito para dar uma moral pro Léo Moura.
Elias – PAI DO DAVI: Ele voltou, senhoras e senhores. MITO.
Carlos Eduardo – PECADOR: Preguiça é pecado, filho. Tem pouca vontade de correr. Parece não querer suar. Atrapalhou o time diversas vezes.
(Diego Silva) – BOM: Larga a camisa das pessoas, rapaz. Apareceu bem, vindo de trás.
Paulinho – BOM: Perdeu um gol a la Dimba. Vamos deixar o Deivid fora dessa, por favor. É a opção de velocidade do time.
(Gonzáles) – SEM CONCEITO: “Como foi lá no Chile, cara? Fazia tempo que não nos víamos...”
Brocadorovic – GÊNIO: Fez um golaço, driblou, deixou o Paulinho na cara do gol. Ainda teve um gol muito mal anulado. Parecia o pai do Davi. Jogou demais.
Téc. Jayme Mourinho – BOM: Soube tranquilizar o time após o gol do Goiás. Só continua com a péssima mania de não fazer as três substituições.


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* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.

por Rafael Gomes | rafagomesdesouza@gmail.com | @rafaeldudu

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Terra do Tio Sam > Semana 9 da NFL: recorde de Foles e mais um milagre de Andrew Luck

Nick Foles (foto, camisa branca) foi draftado em 2012 pelo Philadelphia Eagles para ser a sombra de Michael Vick, que não sai do departamento médico. Com o camisa 9 como titular, a franquia deixou de ser saco de pancadas na temporada passada (4-12) para brigar rodada a rodada com o Dallas Cowboys pelo título da NFC Leste.

Na semana 9, Foles teve uma atuação histórica ao conduzir a sua equipe à vitória por 49 a 20 diante do Oakland Raiders. Ele deu incríveis sete passes para TDs no duelo, e não foi interceptado nenhuma vez. Além disso, teve 22 dos seus 28 passes completos, alcançando 406 jardas, igualando os feitos de Sid Luckman (1943), Adrian Burk (1954), George Blanda (1961), Y.A. Tittle (1962), Joe Kapp (1969) e Peyton Manning (2013).

Durante o jogo, os Eagles mostraram superioridade desde o início, apesar de um primeiro período equilibrado. Depois disso, Foles começou a dar seu show particular, e o time confirmou a vitória sem grandes sustos. Te cuida Michael Vick, que o “moleque” tá jogando muito.

Luck comanda a virada dos Colts contra os Texans

O Sunday Night Football reservou um baita duelo pela divisão sul da AFC. O Indianapolis Colts foi até Houston e conseguiu uma virada espetacular contra os Texans, que vem mal das pernas com apenas duas vitórias em oito partidas. A vitória por 27 a 24 deixou os Colts na liderança da divisão com seis vitórias e duas derrotas.

O grande nome da vitória dos Colts, mais uma vez, foi Andrew Luck. Em seu segundo ano na NFL, o quarterback comandou pela décima vez uma virada no último quarto. O sucessor de Peyton Manning tem tudo para se tornar um dos maiores quarterbacks na história da liga.

Pelo lado dos Texans, o quarterback Case Keenum deu seus primeiros passos na liga e deu três passes para TD e até o final do primeiro tempo era o cara da partida indo para o vestiário com 18 pontos de vantagem.
Na segunda etapa só deu Indianapolis. O principal alvo de Luck foi o widereceiver T.Y. Hilton, que anotou três TDs, a melhor marca de sua carreira. No fim, Randy Bullock, kicker do time da casa, até teve chance de empatar o jogo, mas falhou em fieldgoal de 55 jardas.

Bears vencem clássico contra os Packers

O duelo de maior rivalidade da NFL ganhou mais um capítulo na noite desta segunda-feira (04) e depois de seis anos, o Chicago Bears voltou a vencer o Green BayPackers dentro do Lambeau Field por 27 a 20.
Problemaço para os “cabeças de queijo”, já que seu quarterback Aaron Rodgers saiu lesionado logo na primeira campanha do time. Especula-se que o camisa 12 tenha quebrado a clavícula esquerda, contusão que pode colocar um fim a temporada dele.

O veterano Seneca Wallace (estava mais para soneca) entrou no lugar de Rodgers e não teve uma noite feliz. Sem ritmo de jogo, o QB reserva não deu passe para TD e foi interceptado uma vez.

Outro fato curioso na partida foi que Chicago também estava sem o seu QB titular, Jay Cutler, que se recupera de uma lesão na coxa. Josh McCown teve mais sorte que Wallace e deu dois passes para TDs e conduziu os Bears a mais uma vitória, que embola de vez o lado norte da NFC.

Resultados da 9ª semana
Miami Dolphins 22 x 20 Cincinnati Bengals
Carolina Panthers 34 x 10 Atlanta Falcons
Dallas Cowboys 27 x 23 Minnesota Vikings
N.Y.Jets 26 x 20 New Orleans Saints
St. Louis Rams 21 x 28 Tennessee Titans
Buffalo Bills 13 x 23 Kansas City Chiefs
Washington Redskins 30 x 24 San Diego Chargers
Oakland Raiders 20 x 49 Philadelphia Eagles
Seattle Seahawks 27 x 24 Tampa Bay Buccaneers
Cleveland Browns 24 x 18 Baltimore Ravens
New England Patriots 55 x 31 Pittsburgh Steelers
Houston Texans 24 x 27 Indianapolis Colts
Green Bay Packers 20 x 27 Chicago Bears

Semana 10

Washington Redskins  x Minnesota Vikings
Seattle Seahawks x Atlanta Falcons
Cincinnati Bengals x Baltimore Ravens
Detroit Lions x Chicago Bears
Philadelphia Eagles x Green Bay Packers
St. Louis Rams x Indianapolis Colts
Oakland Raiders x New York Giants
Buffalo Bills x Pittsburgh Steelers
Jacksonville Jaguars x Tennessee Titans
Carolina Panthers x San Francisco 49ers
Houston Texans x Arizona Cardinals
Denver Broncos x San Diego Chargers
Dallas Cowboys x New Orleans Saints
Miami Dolphins x Tampa Bay Buccaneers

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* A coluna Terra do Tio Sam fala dos esportes que são paixão nos Estados Unidos: basquete, beisebol, futebol americano e hóquei.


por Antonio Lemos | www.paponaarquibancada.blogspot.com.br

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Gringolaço > Que fase, Milan!

Uma das principais e bem sucedidas equipes do futebol italiano e mundial. Dono de um dos maiores times que dominou o final da década de 1980 e início dos 90 com Gullit, Van Basten e Rijkaard. O vencedor dos mais importantes títulos do país, continente e do Mundo está em crise. Sim, leitor, o Milan vem fazendo uma temporada bem abaixo daquela equipe que assustava no passado e amarga a 11ª posição do Calcio com 12 pontos.

Desde a saída de Ibrahimovic e Thiago Silva – espinhas dorsais em seus respectivos setores – a equipe começa a temporada ruim e na base da superação e tradição se recupera e chega na zona de classificação nas competições continentais.

Mas este ano, torcedor rossonero, o cenário deve ser mais dramático, pois times que decepcionaram na temporada passada vem fazendo um bom campeonato, como é o caso da Roma - líder invicta, sua rival Internazionale, atual 4ª colocada e a Fiorentina, quinta colocada. Além disso, Napoli e Juventus estão na cola dos giallorrossis em busca do título e continuam melhores do que antes.

Na última rodada do Calcio, a equipe perdeu em casa para a boa equipe da Fiorentina por 2 a 0, gols marcados por Vargas e Borja Valero. Em 11 jogos, foram apenas três vitórias, três empates e cinco derrotas. Pelo jeito, nem Kaká, que chegou como “Salvador da Pátria” e muito menos Balotelli conseguirão dar um jeito a este time limitado.

A atenção do Milan agora se volta para a Liga dos Campeões. Na próxima quarta, quando visita o Barcelona. Que fase Milan!

Campeonato Inglês > Arsenal vence primeira “decisão” e continua na liderança


Na ‘primeira decisão’ da temporada do Campeonato Inglês, o Arsenal venceu o Liverpool por 2 a 0, no Emirates Stadium e se mantém na liderança da competição com 25 pontos. Os gols foram marcados por Cazorla e Ramsey.

Os Gunners têm cinco pontos de vantagem em relação aos vice-líderes Chelsea, Liverpool e Tottenham – todos com 20.

O Arsenal terá pela frente uma semana complicada: na quarta-feira irá até a Alemanha enfrentar o Borussia Dortmund pela Champions League e na próxima rodada da Premier League, irá até o Old Trafford encarar o inconstante Manchester United.

Desde 2006, os Gunners não batem os Red Devils em Manchester.

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* A coluna Gringolaço analisa os principais torneios e aconteci
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por Antonio Lemos
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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Comentário da Redação > Do outro lado estava o campeão brasileiro, mas...

(Foto: Gazeta Press)
Enfrentar o líder do campeonato seria difícil em qualquer lugar. Ainda mais quando o adversário é tão líder que deve conquistar o título na próxima rodada, quando restarão cinco rodadas para o fim do campeonato. O Cruzeiro já é o campeão brasileiro de 2013, um dos títulos mais justos da história dessa "era dos pontos corridos".

Ok, mas não é por isso que o Santos precisava se entregar tão facilmente, né? Não sei se eu que me iludo demais e acho que o time tem mais capacidade do que realmente tem, mas especificamente no jogo deste domingo na Vila dava pra ter feito mais e evitado a derrota por 1 a 0, que praticamente sepulta qualquer chance de Libertadores e mantém o time de olho na degola.

O primeiro tempo, por exemplo, foi equilibrado na questão de posse de bola e até em jogadas criadas, com a diferença que o Santos não chuta pro gol. Cria chances, mas não chuta. Um mais medroso que o outro nesse time! O Cruzeiro já não tem esse medo e perdeu umas duas chances claras. No geral, o Peixe mostrou muita vontade e isso seria fundamental pra tentar alguma coisa diante da Raposa.

Mas aí veio o segundo tempo, aquele momento complicado em que nosso bravo técnico tem a chance de mexer na equipe de alguma forma e afundar de vez tudo. Claudinei tirou Willian José, que não jogava bem, mas é o centroavante e gosta de chutar pro gol (mesmo que mal) e me coloca o Victor Andrade pra marcar lateral adversário, algo confirmado pelo atacante na entrevista antes de entrar em campo.

Muita gente chama nosso técnico de CLAUDICY, mas esse negócio aí de se preocupar em marcar lateral tá mais pra CLAUDITITE.

Enfim, disse tudo isso porque a estratégia do estagiário logicamente não deu certo e apenas chamou mais o Cruzeiro, enquanto o Santos não ficava com a bola e só tentava (apenas tentava) marcar. Numa dessas, Everton Ribeiro mostrou que é o craque do campeonato e fez um golaço. E o futuro tricampeão poderia ter feito mais dois pelo menos.

Enquanto isso, do outro lado, nada! Alguns jogadores tentaram chutar de longe apenas, mas praticamente o goleiro cruzeirense não trabalhou. No final do jogo, mais uma do nosso treinador. Aos 40 do segundo tempo, tira um volante e põe outro. PQP!!!

Ficou no 1 a 0 mesmo. Depois fiquei matutando comigo mesmo e pensando se estava sendo muito exigente com um elenco bem medíocre como o Santos e se o técnico poderia mesmo fazer coisa melhor. Pode até ser, mas eu não consigo me conformar com isso. Ver meu time jogando pra se defender em casa, acertando um chute ao gol apenas em todo o jogo e passar o campeonato no meio da tabela.

Aliás, falando em elenco medíocre, o que dizer dos elencos de Atlético-PR, Goiás, Botafogo, Vitória e tantos outros que estão bem melhor que o Santos na tabela? Na boa, dava pra fazer muito mais!

Conceitos

Aranha - REGULAR: Não teve culpa no gol, mas também não brilhou.
Cicinho - BOM: Melhor do Santos em campo. Participou das melhores jogadas da equipe.
Edu Dracena - RUIM: O de sempre.
Gustavo Henrique - RUIM: Tá cada dia mais virando zagueiro de chutão. Ele não era assim.
Mena - RUIM: No ataque é aquela tristeza de sempre, mas ontem foi mal também na defesa. Levou um baile do Éverton Ribeiro no lance do gol.
Arouca - RUIM: Mais uma atuação deprimente.
Alison - REGULAR: Muita correria e vontade, com uma pitada de afobação.
(Alan Santos) - SEM CONCEITO: Entrou no final do jogo para... para... é, não sei. Explica aí, Claudinei!
Cícero - REGULAR: Pelo menos tentou alguma coisa.
Montillo - RUIM: Bola queimou no pé do nosso único jogador capaz de algo diferente.
Everton Costa - RUIM: Há alguns anos atrás, o Coritiba tinha dois Évertons. O Ribeiro foi pro Cruzeiro, o Costa pro Santos. Quem será que levou a melhor, hein?
(Geuvânio) - REGULAR: Começou mal demais, mas foi melhorando no decorrer da partida. Deu o único bom chute do Santos no jogo.
Willian José - RUIM: Apareceu muito pouco, mas não deveria ter sido substituído no intervalo.
(Victor Andrade) - RUIM: Entrou com muita marra e pouco vontade. Vou amenizar a nota porque jogou em posição errada.
Téc. Claudinei Oliveira - PÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉSSIMO: Olha, eu juro que tento defender o cara e ver as virtudes do trabalho dele. Mas não dá. É fraco demais. Que vá treinar o Araçatuba ou a Matonense logo e deixe o meu Santos em paz.


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por Ricardo Pilat
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domingo, 3 de novembro de 2013

Comentário da Redação > Festa no Morumbi! São Paulo 2x1 na Portuguesa

Boi Bandido decidindo de novo (Foto: Gazeta Press)
Que fase!!! É, torcedor tricolor, a fase está boa mesmo. É a fase do time, do Aloísio, do Muricy, da torcida, ou seja, de todo mundo. Vencemos mais uma no campeonato Brasileiro, novamente num jogo cheio de emoções. O 2x1 contra o bom time da Portuguesa, em pleno Morumbi lotado, deixou o São Paulo a uma vitória de oficializar a sua permanência na seria A, segundo o IVIMEF (Instituto Victor Mesquita de Estatística no Futebol).

Agora, uma pausa no texto para o Momento Verdade do Redação do Esporte: como sabemos, existe um senso comum de dizer que a torcida do São Paulo não é uma torcida acostumada a apoiar o time, que não tem a mesma presença nos estádios como a torcida do Corinthians, por exemplo. Quem acompanha meus textos aqui no blog sabe que, ao contrario do que a mídia esta acostumada a dizer indo nesta inércia do senso comum, eu sempre enfatizo que a verdade é exatamente o oposto disso.

Este ano, os dois principais responsáveis por evitar a queda do São Paulo foram Muricy Ramalho e a torcida do São Paulo, que ao invés de abandonar ou prejudicar o time como a torcida do Palmeiras ano passado, por exemplo, abraçou o time sabendo que sua participação seria decisiva. Lógico que a promoção que a diretoria promoveu nos valores dos ingressos influenciou, mas a meu ver isso tem mais a ver com uma adequação a realidade do torcedor brasileiro do que o principal diferencial para trazer a torcida ao estádio.

O que eu quero dizer com isso tudo é que colocar mais de 50 mil torcedores num sábado às 19h30 sendo um jogo de meio de tabela é para poucos. Ou seja, são-paulino, tenha orgulho de sua torcida e não caia nesse senso comum idiota. Aqui no blog Redacão do Esporte você sempre saberá a verdade, pois não temos rabo preso com ninguém.

Voltando a partida, vimos um jogo onde as duas equipes apostaram nas bolas paradas, principalmente no primeiro tempo. Isso se deve a boa organização tática das duas equipes e o bom porte físico da equipe do Canindé. Tanto foi verdade que os dois gols do primeiro tempo vieram de bola parada. Primeiro o gol de cabeça de Rodrigo Caio, após perfeito cruzamento de Douglas (acredite se quiser) e o empate da Lusa proveniente do famoso “Bumba meu boi” dentro da área após cobrança de falta na lateral do campo.

No segundo tempo o que se viu foi uma Portuguesa atrás da linha da bola apostando num contra ataque ou falha do São Paulo. Já o São Paulo teve a competência de pressionar o adversário todo o segundo tempo e a paciência de esperar, sem afobação, o gol da vitória que veio após uma falha do goleiro Lauro. Ademilson foi esperto em esperar a falha do goleiro, ele evitou que a bola saísse pela lateral e rolou para o Boi Bandido apenas empurrar para rede. Voadoras no Morumbi!

É quase difícil de acreditar, torcedor tricolor, mas estamos numa situação em que podermos priorizar a Sul-Americana que nos dá uma grande possibilidade de ainda terminarmos o ano com um titulo e com a volta para Libertadores. Daria para acreditar se eu te disse isso a 3 meses atrás?

É, meu caro, realmente futebol é quarta e domingo!

Conceitos

Rogério Ceni – BOM: Será que foi seu ultimo jogo no Morumbi pelo Brasileirão?
Paulo Miranda – REGULAR: Quando forma a zaga com R. Caio e A.Carlos automaticamente se torna o pior da defesa. Mas não comprometeu.
Rodrigo Caio – BOM: Parabéns pelo o gol após a falha na quarta-feira.
Antonio Carlos – BOM: Não foi artilheiro hoje mas deu tranquilidade a zaga tricolor.
Reinaldo – REGULAR: Bem defensivamente e razoável no ataque.
Denílson – REGULAR: Não comprometeu desta vez.
Maicon – BOM: Vem mantendo uma regularidade interessante. É o motor do time. Agora inicio a campanha “Ei Maicon, passa no RH... e renova o contrato!”.
Douglas – REGULAR: Defensivamente continua sendo aquela avenida que já conhecemos, mas temos que dar os méritos a sua melhora nos avanços pela direita. Além disso, depois que o Jadson virou reserva dessa equipe, ele assumiu as cobranças de bola parada e já deu uma assistência na quarta e uma neste sábado no gol do Rodrigo Caio.
(Welliton) – REGULAR: Entrou pouco antes de sair o gol. Depois teve uma chance e desperdiçou.
Ganso – BOM: Time com ele joga de um jeito, sem ele é praticamente outro time. Isso demonstra claramente que ele assumiu o papel de “O Cara” do time. Chupa Pilat!
Ademilson – BOM: Jogador que se mexe muito no ataque e dá muitas opções aos meias, evitando que o time fique embolado, como foi quando jogou Aloisio e Luis Fabiano. Hoje teve muitos méritos no gol da vitoria.
Aloísio – BOM: Que fase!!! Pode dar voadora em quem quiser!
(Evangelista) – SEM CONCEITO: Entrou para aplaudirmos o Aloísio.
Téc. Muricy Ramalho – BOM: Colocou praticamente a mesma equipe do ultimo jogo, com exceção do Fabuloso. Isso demonstra que finalmente temos 11 titulares. Só discordo da titularidade do Denílson, do resto estou de pleno acordo. 


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por Victor Mesquita
| @victor_mesquita

Comentário da Redação > Letargia pós-acesso

(Foto: Agência Estado)
Jogo morto em homenagem ao Dia de Finados. Assim dá para traduzir o que foi a partida entre Palmeiras x Paraná em que o empate foi o resultado mais justo pela pouca bola que ambos jogaram.

Parece que o Palmeiras entrou em campo com uma espécie de letargia após o acesso da semana passada. Clima de festa e um futuro incerto para o ano do centenário e isso, torcedor palmeirense, é algo para se preocupar.

É claro que as condições do gramado do estádio Durival de Britto não eram das melhores, a bola não rolava e sim, quicava, por isso, a equipe preferia não se arriscar deixando o Paraná – na briga pelo G4 - tomasse a iniciativa da partida, com Lúcio Flávio (sim, aquele) após passe de Morales e a defesa de Fernando Prass.

Sim, Prass foi mais uma vez o melhor em campo, assim como na semana passada contra o São Caetano, no meio de tanta gente que não estava nem aí se o time já tinha subido ou não. Parece que foram no primeiro boteco das esquinas de Curitiba, trucidou aquela “feijuca” e partiu para o estádio.

Os paranistas só tiveram aquela bola do “Highlander” Lúcio Flávio para abrir o placar. No lado alviverde, só aos 36 minutos que o time chegou a assustar o goleiro Luís Carlos, quando Leandro recebeu na área e acertou a trave. E foi só por parte palestrina no primeiro tempo, pois aos 44, Edson Sitta passou pelo bloqueio palmeirense e disparou da meia-lua, mas seu chute foi à esquerda da meta adversária.

O segundo tempo foi daqueles de dar sono: correria, mil e um passes errados pelas duas equipes, raras chances de gols e muitas faltas marcadas pelo árbitro do filme ‘Boleiros’ Francisco Carlos do Nascimento.

O “oxo” era justo, parecia que estava assistindo o jogo do rival da marginal s/nº, mas aos 38 minutos, Edson Sitta mandou uma bomba de muito longe e viu a bola bater no travessão e dentro do gol de Fernando Prass.

Na base do abafa veio o empate. Aos 43, Henrique deu um corta-luz e Leandro apareceu em velocidade para deixar tudo igual. Sim, agora o resultado estava justo pela partida que foi, menos para o Paraná, que ficou distante do G4.

Torcedor palmeirense: é fato que o time já subiu para o lugar de onde jamais tivesse saído, mas poderia ter uma apresentação melhor. O ano do centenário bate na nossa porta e com essa vontade e a indefinição no futuro de alguns atletas e do treinador, a coisa começa a ficar nebulosa para nossos lados. É algo para nos preocupar.

Conceitos

Fernando Prass - BOM: Mais uma vez saiu de campo como melhor da partida. Não teve culpa no gol paranista.
Luis Felipe - REGULAR:Sua cabeça está em Portugal. Só pode. Apoiou pouco e saiu machucado.
(Ananias) - REGULAR: Entrou no segundo tempo e fez a sua função no lado esquerdo.
André Luiz - BOM: Não comprometeu. Ficou atento no setor defensivo.
Henrique - BOM: Outro que não comprometeu. Apareceu bastante no ataque e participou no lance do gol de empate.
Marcelo Oliveira - REGULAR: Partida burocrática pelo lado esquerdo. Defendeu muito e atacou pouco.
(Juninho) - SEM CONCEITO: Não suou a camisa.
Márcio Araújo - REGULAR: Fez o seu de sempre.
Eguren - REGULAR: Entrou bem na partida dando proteção à defesa e subindo ao ataque.
Wesley - PÉSSIMO / SONOLENTO: Conceito novo esse... partida horrorosa do camisa 11.
(Leo Gago) - REGULAR: Mais um volante em campo. Fez o básico.
Valdivia - RUIM: Outro que estava abaixo da média. Falou muito na semana e em campo não correspondeu.
Leandro - BOM: Foi o melhor do setor ofensivo. Chutou bola na trave e marcou o gol de empate de acordo com as suas características que é a velocidade.
Alan Kardec - REGULAR: Partida apagada do centroavante do Verdão.
Tec. Gilson Kleina - REGULAR: Não escalou o time direito e demorou demais para mexer. Assim sua permanência em 2014 fica complicada.

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* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.

por Antonio Lemos | www.paponaarquibancada.blogspot.com.br

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

História da Semana > Sobre honra e (in)gratidão


Imagine que você está lá na sua empresa durante anos e anos sempre no mesmo cargo. Não recebia aumentos, promoções, nada. Estava completamente estagnado e sem perspectiva. Um belo dia, num surto de loucura, aquele famoso momento “Foda-se essa merda!” que costuma durar não mais do que 20 segundos na sua cabeça, você sai da empresa sem deixar nenhuma saudade e parte em busca de um novo desafio até encontrá-lo. Quando o faz, não apenas aproveita encontrando a solução, como se vê valorizado. Abandonou a posição de “funcionário fantasma” e lhe foi creditado o devido valor, com melhorias constantes e ininterruptas!

Eis que após certo tempo, seu antigo patrão o convida para fazer um novo serviço. Por ter um sentimento de afeição e gratidão, você aceita. Nada oficial, um simples freelance para demonstrar que não há rusgas com o passado e com a possibilidade de até voltar ao lugar com uma nova função, mais reconhecida e digna que a anterior. Mas assim que o serviço acaba, tudo volta ao normal e você recebe poucos créditos pelo que fez, sendo declinado de um importante projeto.

Para sua surpresa, voltando ao atual lar, há uma proposta grudada na porta de casa que diz: “Precisamos de você!” do seu atual contratante, aquele que lhe deu tudo na vida profissional e pessoal recente. Na dita proposta, você seria o incumbido de manter o projeto futuro, com a chance de até estragar os planos do seu empregador passado, quase como uma vingança.

Ao saber disso, seu ex-chefe se prontifica a chamá-lo novamente para “brigar pela oportunidade” de estar presente no projeto, enquanto o atual garante que você será o responsável pelo mesmo, o gerente, “O Cara”. Consegue se ver nessa situação? Pode afirmar com certeza qual seria sua reação e resposta? Bom, vimos alguém nisso durante toda a semana com o já famoso “Caso Diego Costa”.

Atletas naturalizados jogando em outras seleções existem no mundo aos montes desde os primórdios do futebol. De Mazzola na Itália nos anos 60, passando por Luis Oliveira na Bélgica, Paulo Rink, Kevin Kurany e Cacau na Alemanha, Marcos Senna na Espanha, Deco, Liédson e Pepe em Portugal, Thiago Motta e Amaury na Itália, etc. Isso falando apenas de brasileiros, porque a nível mundial veríamos diversos africanos por França e Portugal, argentinos em Itália e Paraguai, e por aí vai.

E o que todos esses têm em comum? Todos possuem casos diferentes de Diego Costa. Diego não estava encostado na prateleira, sabendo que jamais teria chance na seleção brasileira. Ele teve sim a sua, não correspondeu bem o suficiente nos amistosos e foi deixado de fora da Copa das Confederações. Seja pelo pouco tempo para mostrar serviços ou por sua própria “demonstração”, ele foi preterido por Felipão e recebeu uma nova chance, dessa vez pela Espanha, país onde se profissionalizou e se tornou famoso.

Felipão, nosso famoso casca grossa, se enfureceu. Chamou-o de persona non grata e a CBF chegou a ameaçar de lhe tirar a nacionalidade brasileira como retaliação. Uma reação infantil, já declinada pelo governo, mas que mostra o tamanho do descontentamento para com o jogador. Mas será que foi tão difícil entender e aceitar o ocorrido?

Talvez os únicos que pudessem entender completamente Diego fossem duas grandes lendas do futebol: o húngaro Ferenc Puskas e o argentino Alfredo Di Stéfano. Ambos jogaram juntos pela seleção espanhola nos anos 60. Naquela época não havia regras firmes como as de hoje sobre naturalizações, tanto que Di Stéfano além de Argentina e Espanha, defendeu a Colômbia em alguns amistosos antes de ir a Europa. De qualquer maneira, cada um por seu próprio motivo (Puskas se exilou durante a Revolução Húngara de 56 e Di Stefano almejando por fim disputar uma Copa do Mundo), tiveram uma atitude semelhante a do brasileiro e preferiram, como gratidão, defender as cores da pátria que os acolheram e onde foram reis.

Pois que assim seja. Ninguém pode se lamentar do ocorrido. Em tempos de futebol moderno e movido apenas por ganância, por jogar por “quem paga minhas contas mais do que pela honra”, Diego acabou mostrando uma curiosa somatória. Mesmo já tendo vestido a camisa da seleção canarinho, a ingratidão para com sua terra natal, que no final das contas, lhe deu a primeira chance de mostrar serviço por uma seleção, foi bem mostrada sem pudor nenhum. Por outro lado, a garantia de que não teria de brigar por uma vaga na reserva no país que o adotou, pesou. Respeito e gratidão por quem, em suas palavras, lhe deu tudo.

No final das contas a decisão foi justa, e volta a pergunta: respondendo friamente, é difícil de entender o ocorrido? E no embalo, você faria MESMO algo diferente dele?
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* A coluna Histórias da Semana fala dos momentos do esporte que ficaram marcados, seja por uma semana, seja por um dia, seja para sempre.

por Helder Rivas | lendasdabola.blogspot.com.br | @LendasDaBola

Mondo Verde > Preocupação: 2014 será o "centenada"?

O acesso palmeirense para a série A já foi garantido no último sábado, mas admito que estou muito preocupado. 2014 será o ano mais importante do Palmeiras onde o clube comemora o seu centenário, mas minhas expectativas são pequenas. Uma série de coisas estão envolvidas nesse centenário palmeirense, e a principal delas é definir de uma vez por todas quem será o comandante da equipe.

Gilson Kleina (foto) tem seus prós e contras. Ele cumpriu a grande meta imposta por Paulo Nobre, que era devolver o Palmeiras ao lugar no qual nunca deveria ter saído, mas também colecionou grandes fracassos, como a humilhação sofrida diante do Mirassol e as melancólicas eliminações da Libertadores e da Copa do Brasil. Isso tudo deve ser colocado na balança para que se veja o que pesa mais. Acho que está meio claro que Kleina não é unanimidade para Nobre, Brunoro e diretores, mas o que tem que ser analisado é um mercado como todo.

Eu não acredito na permanência do treinador. A pergunta que fica é: quem comandaria o Verdão no ano de seu centenário? Temos bons treinadores no mercado, mas são comandantes com altos salários. Já foi comprovado no próprio Palmeiras que não adianta ter um bom treinador mas ter um plantel fraco. A minha aposta seria em Dorival Junior, que acabou de cair no Vasco. Sua pedida salarial não é tão alta em relação a outros treinadores que estão no mercado no momento, como Mano Menezes e Abel Braga. Além de tudo, é um cara bom de elenco e sabe bem levar um projeto adiante. Se fosse pra apostar, apostaria nele como treinador palmeirense.

Muito se falou em Vanderlei Luxemburgo. Já adianto e peço aqui encarecidamente, que tanto Paulo Nobre quanto Brunoro não cometam a burrice de contratar ele, que já está ultrapassado e ganha um salário astronômico. Seria totalmente contra os princípios dessa diretoria.

Outro ponto muito importante a se falar no centenário palmeirense é sobre o Allianz Parque, também conhecido com Arena Palestra. As reformas do estádio estão entrando em reta final, e eu poderia estar feliz com isso, mas a preocupação é grande. Palmeiras e WTorre (empresa financiadora) estão em conflito e com razão. Isso tudo está acontecendo devido à incompetência de diretorias palestrinas anteriores, que não foi nem capaz de firmar um contrato com cláusulas claras. As entrelinhas estão sendo interpretadas de formas diferentes, e claro, cada um defende o seu interesse. A construtora quer ficar com a maior parte da renda dos eventos que irão acontecer na Arena, enquanto o Palmeiras não aceita ser passado pra trás.

A verdade é que nunca fui a favor da construção desse estádio, visto que traz mais dor de cabeça do que qualquer outra coisa. Fato é que ele será inaugurado em abril do ano que vem, e finalmente o Palmeiras voltará a ter sua casa. Isso é muito importante.

Pra terminar, quero falar sobre elenco. Não boto fé na contratação de grandes jogadores, e acredito que o time do ano que vem será basicamente o mesmo desse ano, só que com alguns reforços. Muito tem se falado em Alex nos últimos dias. Sou contra a contratação dele. É craque, e ninguém pode negar, mas já está velho e contunde muito, além de receber um salário extremamente alto. Convenhamos que ganhando muito e jogando pouco, já temos o Valdívia. Alex seria mais problema do que solução.

Sendo assim, e acreditando na manutenção deste mesmo elenco, não acredito em títulos na próxima temporada. O time ficando na primeira divisão já está de bom tamanho. Infelizmente essa é a realidade palmeirense.


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 * A coluna Mondo Verde comenta as últimas notícias e acontecimentos da Sociedade Esportiva Palmeiras. O Palestra!

por Fernando Borchio | fernando.borchio@hotmail.com

Paddock da Redação > Solta a voz Galvão: Éééééé Tetraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!

É, Sebastian Vettel, você já pode comemorar o tetracampeonato e a sua entrada para a história da Fórmula 1. A vitória – a sexta seguida – no GP da Índia garantiu não só o título antecipado da temporada como também transformou o alemão da Red Bull no tetracampeão mais novo da história. A festa ficou para o “GP-balada” de Abu Dhabi neste fim de semana.

Depois de largar na pole e fazer sua primeira parada ainda na segunda volta, Vettel fez o que podemos chamar de uma corrida perfeita do ponto de vista estratégico. Após a segunda parada (por volta da 30ª volta) ele reassumiu a liderança da prova e foi até o final de forma tranquila. Há de se destacar também a bela prova de Felipe Massa, que mesmo não chegando no pódio fez uma corrida consistente e lembrou os bons tempos que o brasileiro viveu em 2008, talvez o melhor ano de sua carreira.

Completaram o pódio Nico Rosberg que vem fazendo uma boa temporada da Mercedes e Romain Grosjean, que vem fazendo uma ótima parte final de temporada e pode, quem sabe, ser o piloto número 1 da Lotus na próxima temporada.

E agora, José?

Bem, a temporada de 2013 – a mais chata da história – conhece o seu campeão, então o que podemos esperar das três provas restantes? Podemos esperar uma vitória de Webber para que ele termine a carreira por cima e, o mais importante, saber a definição dos pilotos para a próxima temporada.

Por enquanto, sabemos que a Ferrari terá em 2014 a dupla explosiva Alonso-Raikkonen, que a Mercedes deve permanecer com Hamilton e Rosberg e que a Red Bull terá Vettel e Ricciardo em seus cockpits.

Ainda resta saber quais serão dos pilotos da McLaren (devem ser os mesmos), Williams, Lotus, Force Índia e Sauber, isso para ficar nas mais representativas. Segundo o noticiário, é possível imaginar que o “barbeiro venezuelano” Pastor Maldonado vai ocupar o carro mais cobiçado para a próxima temporada, a Lotus. E que Hulkenberg deve mesmo ficar entre Sauber e Force Índia, com mais possibilidades da primeira.

Fred Flintstone

Na verdade eu ia abrir essa parte falando “E agora, Massa?”, mas como tudo indica que ele vai para a Williams ano que vem, batizá-lo de Fred não faz mal nenhum. Já que ele deverá guiar uma carroça digna da pré-história. Basta lembrar que tirando os pilotos iniciantes, ninguém tem tido saco para ficar na equipe de Frank Williams. Até o barbeiro do Maldonado não aguenta mais ficar na equipe e já está tratando de levar o seu cofre para uma equipe mais competitiva.

Com tudo decidido, agora é hora de curtir as notícias de bastidores e esperar por uma temporada melhor em 2014.
 
Classificação do Mundial de Pilotos de F1 2013

1 Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault)    322 (campeão)
2 Fernando Alonso (ESP/Ferrari)    207
3 Kimi Raikkonen (FIN/Lotus-Renault)    183
4 Lewis Hamilton (ING/Mercedes)    169
5 Mark Webber (AUS/RBR-Renault)    148
6 Nico Rosberg (ALE/Mercedes)    144
7 Romain Grosjean (FRA/Lotus-Renault)    102
8 Felipe Massa (BRA/Ferrari)    102
9 Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes)      60
10 Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes)      40

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* A coluna Paddock da Redação traz bastidores e análises da Fórmula 1, a principal categoria de automobilismo do mundo.


por Rodrigo Svrcek
| @svrcek_rodrigo