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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Comentário da Redação > Cidade em Festa

Amaral começou a festa que continua semana que vem (Foto: Agência Lance)
O Rio de Janeiro é um dos lugares mais lindos do mundo. Com toda certeza, é também um dos mais festeiros. E se você gosta de um clima de festa, um Chopp de graça, de convites para um bom churrasco na laje, arrume as malas e vá para a Cidade Maravilhosa. O empate de ontem na outrora cidade da desgraça rubro-negra foi o primeiro ato da festa. O Flamengo já é campeão da Copa do Brasil.

A cidade amanhecerá vermelha e preta, desde o pé do Cristo até a cabeça da Ponte Rio-Niterói. Buzinas irão soar de minuto em minuto até a próxima quarta-feira. O executivo da torre do Rio Sul vai tirar aquela gravata especial a semana toda. O porteiro do prédio daquela menina bonita do Leme também. A torcida do Flamengo é dessas. Tem o cara que só frequenta a Barra da Tijuca e curte pegar ondas na praia do Pepê até o cara que gosta mesmo é de beber nos depósitos da Lapa.

O gol de Marcelo, no jogo de ontem, aos 16 minutos da peleja deu aquele sustinho bom – aquele que faz o Flamengo jogar, lembrar que tem que se esforçar, que a vitória não vai cair do céu.

Funcionou! Amaral estava com a “macaca”. Parecia se inspirar em uma Ponte Preta que, ao mesmo tempo, castigava o SPFC no Morumbi, e resolveu que estava cansado de ser apenas um marcador. Encontrou um buraco na defesa do Atlético e, como se fosse o Urubu-Rei Renato Abreu, desferiu um potente chute no ângulo do goleiro de nome difícil.

O rubro-negro começou a esfregar as mãos, querendo a taça. Nem se importou muito com as chances desperdiçadas. O empate parecia vitória: como eles irão vencer no Rio de Janeiro? Impossível!

Não reclamo do “oba-oba” da Magnética – se não existir, nem parece Flamengo. Só não podemos esquecer que, esse ano, esse mesmo time nos venceu por 4x2 em pleno Mário Filho. Foi um dia péssimo. Além da derrota, ainda encaramos o pedido de demissão daquele lá.

O horizonte era nebuloso, hoje é claro. E nada melhor que terminar o baile com quem começou, não é mesmo?

Conceitos

Felipe – PÉSSIMO: Tô falando mal pra ver se dá certo na semana que vem. Se elogiar, vai frangar. Ah, não teve culpa no gol.
Léo Moura – REGULAR: Marcelo infernizou o tiozão. Ficou sem fôlego cedo, por isso não rendeu o que pode.
Chicão – RUIM: Furou em um lance claro de gol, deu o bote errado no tento do Atlético e ainda saiu machucado. Vai se benzer, filho!
(Samir) – BOM: Como é ótimo ver um zagueiro que sabe que é zagueiro. Seguro.
Wallace – QUEM É DEDÉ?: Jogou demais! Desarmou. Armou. E ainda quis brigar. Baita jogo.
André Santos – NEM VI: Se machucou quando inventou de dar um passe de calcanhar. Nível peladeiro. Te espero na volta.
(João Paulo) – REGULAR: Muito esforçado. Só que isso qualquer um consegue. Até o Wellinton.
Amaral – PIRLO NEGRO: Desarmou como sempre, armou como nunca e ainda fez um golaço. Olhei pra TV e quase chorei. Achei que era o Love. MITO!
Luis Antônio - MINI ELIAS: Parecia o dono da bola. Todo mundo queria passar pra ele a pelota. Foi muito bem. Só faltou cruzar, ao invés de chutar, em um lance do 2º tempo.
Elias – REGULAR: Ontem não foi o pai do Davi. Te espero no Maracanã, “Black Schweinsteiger”. (Créditos ao Dorival da Depressão).
Carlos Eduardo – CARLOS EDUARDO: Virou sinônimo de péssima atuação. Já solicitei ao chefe a inclusão dessa nova categoria: RUIM, PÉSSIMO e CARLOS EDUARDO.
(Diego Silva) – FILHO DE ALGUÉM: Entra todo o jogo e só toca pro lado. Vai sair rico do Flamengo, com tanto bicho fácil.
Paulinho – REGULAR: Discreto ontem. Claro que Carlos Eduardo estraga tudo o que ele faz, mas ficou um pouco escondido, ainda assim.
Hernandowski – FICA NA ÁREA, FILHO: Sai tantas vezes da área que irrita. O Maracanã te espera.
Jayme “Ancelotti” – BOM: Flamengo atuou bem ontem. Inverteu um pouco Elias e L. Antônio, e deu certo. Desistiu da vitória cedo com a entrada de Diego Silva. Tem crédito na casa. Pelo menos até semana que vem.
Torcida – ÓTIMO: Jogou demais ontem, mesmo fora de casa. Apoiou o tempo todo. Quarta feira promete ainda mais.

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* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.

por Rafael Gomes | rafagomesdesouza@gmail.com | @rafaeldudu

Copa no Quintal > Camisa e hino pesam, França goleia e está na Copa

França mostrou força diante da Ucrânia (Foto: Reuters)
Não adiantou secar. É leitor, essa camisa azul e a torcida cantando a plenos pulmões a Marselhesa (hino da França) faz uma diferença na hora da decisão que não é brincadeira. O que era o improvável, virou alegria depois do apito do árbitro e a França está na Copa com uma vitória por 3 a 0 na Ucrânia.

Foi a primeira vez na história das eliminatórias europeias para um Mundial que uma equipe inverteu, na repescagem, uma vantagem de dois gols. O resultado histórico e heroico evitou que a França ficasse fora de uma Copa do Mundo, algo que não acontecia desde 1994.

A torcida comprou a ideia e lotou o Stade de France. No momento da execução da Marselhesa, até as crianças que estavam no campo repetiram o gesto dos jogagores. Com a bola rolando foi um rolo compressor e em três minutos foram três boas chances de inaugurar o marcador.

Sakho abriu o caminho dos azuis aos 20 minutos. A torcida inflamou e a arbitragem roubou a cena. Primeiro, anulou o gol legítimo de Benzema aos 29. Quatro minutos depois e a lei da compensação no lado azul, o próprio atacante do Real Madrid estava na banheira com touca, sabonete e toalha para marcar o segundo gol.

A Ucrânia ficou encolhida o jogo todo. Teve um jogador expulso e o ritmo francês na segunda etapa não era o mesmo. Mesmo assim, achou o gol da classificação aos 27 quando Gusev marcou contra.

Com a chegada da França vem junto todo o pesadelo desde 1986. Naquele Mundial caímos nos pênaltis; aquela fatídica final de 1998 (até agora é um mistério), os donos da casa foram superiores e aplicaram o sonoro 3 a 0 e por fim, em 2006  perdemos por 1 a 0 com show de Zidane. É bom não cruzar o nosso caminho, mas se for para encará-los, que consigamos vencer diante da nossa torcida.

Não adiantou secar e França: “Bienvenue au Brésil” (Bem-vindo ao Brasil).

Noite mágica de CR7 e Portugal virá ao Brasil


Ele é o cara  (Foto: AP)
Marrento, bom de bola e futuro Melhor do Mundo. Cristiano Ronaldo decidiu mais uma vez a favor dos lusos e com uma atuação épica, classificou a sua seleção para à Copa do Mundo ao vencer a Suécia por 3 a 2. Se no primeiro jogo faltou emoção, a partida de volta foi um baita jogo e os dois protagonistas (Ibra x CR7) apareceram.

O hat-trick definitivamente coloca o Gajo como o grande favorito a faturar a Bola de Ouro. Além disso, igualou-se a Pauleta como o maior artilheiro da história da seleção com 47 gols e se antes a seleção havia disputado três Copas e três Euros, na “Era CR7” os Lusos somam mais três participações em Mundiais e participou de três Eurocopas.

Os gols saíram na segunda etapa com duas reviravoltas no placar. Portugal saiu na frente com CR7, mas Ibrahimovic resolveu marcar duas vezes e dar vida aos suecos, que, faltando 15 minutos para acabar precisava de mais um gol, mas o Gajo estava infernal e marcou mais duas vezes. Com gritos de “estou aqui” durante as comemorações, Portugal vem para Copa, para o bem do futebol. Para o mal, por mais que tenha falado demais na véspera, Ibra terá que assistir a Copa pela televisão.

Outros resultados:
Croácia* 2 x 0 Islândia (*Croácia classificada)
Romênia 1 x 1 Grécia* (*Grécia classificada)

Na África, tudo definido

Argélia, Camarões, Costa do Marfim, Gana e Nigéria serão as representantes da África na Copa do Mundo. Por coincidência, essas cinco seleções estiveram no Mundial de 2010.

Os nigerianos foram os primeiros a carimbar o passaporte para o Brasil ao vencer em casa a Etiópia por 2 a 0. No primeiro confronto, as Super-Águias haviam vencido por 2 a 1.

Com boa vantagem no primeiro duelo, quando venceu por 3 a 1, a Costa do Marfim visitou o Senegal e apenas empatou por 1 a 1, garantindo a segunda vaga do continente.

No domingo foi a vez de Camarões carimbar o seu passaporte. O time de Eto’o havia empatado sem gols contra a Tunísia e precisava ganhar em casa. Não só venceu como goleou e o placar de 4 a 1 garantiu os Leões Indomáveis para sua sétima Copa do Mundo. É a seleção que mais disputou o mundial pelo seu continente.

Na terça foi a vez de Gana e Argélia garantirem os seus lugares para festa. Jogando em Cairo, os Estrelas Negras perderam por 2 a 1, mas garantiu a classificação graças a goleada por 6 a 1 no primeiro duelo. Já os argelinos espantaram a zebra e, em casa, eliminaram Burkina Fasso por 1 a 0. A primeira partida tinha sido 3 a 2 para Burkina Fasso e o gol fora de casa deu direito a disputar a sua quarta Copa.

Repescagem intercontinental


Depois de muita tempestade nas eliminatórias da Concacaf, com direito a troca de treinadores e uma forcinha dos Estados Unidos, a bonança enfim chegou para a seleção do México no caminho até a Copa do Mundo no Brasil. Na madrugada desta quarta-feira, a equipe não teve trabalho contra a Nova Zelândia e confirmou sua vaga no Mundial de 2014, com nova vitória, dessa vez, por 4 a 2.

Os gols foram marcados por Peralta (três vezes) e Peña. Já os neozelandeses diminuíram com James e Rory Fallon.

Em Montevidéu, o Uruguai colocou o regulamento debaixo do braço e não saiu do 0 a 0 contra a fraca Jordânia. No primeiro jogo a Celeste goleou por 5 a 0 e assim, é a última seleção garantida para à Copa do Mundo.

Confira as 32 seleções classificadas para o Mundial:
América do Sul: Brasil (País-sede), Argentina, Chile, Colômbia, Equador e Uruguai*.
Concacaf: Costa Rica, Estados Unidos, Honduras e México.
África: Argélia, Camarões, Costa do Marfim, Gana e Nigéria.
Ásia: Austrália, Coreia do Sul, Irã e Japão.
Europa: Alemanha, Bélgica, Bósnia, Croácia, Espanha, França, Grécia, Holanda, Inglaterra, Itália, Portugal, Rússia e Suíça.

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* Aqui na coluna Copa no Quintal você entra no clima do Mundial do Brasil, com as análises das seleções que nos visitarão em 2014.


por Antonio Lemos | www.paponaarquibancada.blogspot.com.br

Comentário da Redação > Derrota para sair de cabeça fria

Ficou difícil pro São Paulo... (Foto: Terra)
Que chuva, hein, torcedor são-paulino!? Quem esteve ontem no Morumbi, como eu, sofreu com o balde de água jogado por São Pedro no segundo tempo. Choveu também gols da Ponte e falhas absurdas da nossa defesa. Com certeza os 3x1 e a chuva foram o balde de água fria nas pretensões tricolores de encerrar o tenebroso 2013 ainda com um título e com uma vaga na Libertadores.

Mas caro torcedor, sejamos francos, ainda estamos no lucro. Convenhamos que o nosso grande título desse ano foi não cair. Basta olhar 3 meses atrás e ver o desespero que passávamos.

“Ah Victor, mas a Ponte Preta já é um time praticamente rebaixado e nos humilhou em casa. Não podíamos deixar isso acontecer, dava para passar”.

Lógico que éramos favoritos e deixamos a Ponte Preta fazer história no Morumbi, mas, sinceramente, cada um com seus problemas. Nunca passei tanto nervoso num ano só com o São Paulo como este 2013. Meus cabelos brancos aumentaram consideravelmente, minha pressão arterial nunca teve tanta variação e nunca criei tantos palavrões como nesse ano. Coitada da mãe do Douglas... Ou seja, a derrota de ontem está longe de ser a maior vergonha que passamos esse ano.

(Foto: Terra)
Entendam também que a Ponte Preta abriu mão de ficar na serie A do Brasileiro para ir em busca do seu primeiro titulo de expressão. Eu, se fosse presidente da Macaca, faria a mesma coisa. Cair e subir de divisão para Ponte é normal, estão acostumados, agora chance de ganhar um título, ainda mais internacional, não é sempre. Mas para o São Paulo brigar por títulos faz parte da sua rotina e cair seria uma tragédia de proporções inimagináveis. Muricy foi contratado para salvar o São Paulo e salvou. O resto era considerado lucro.

A história do São Paulo mostra que, mesmo com o resultado de ontem, não podemos desistir. Mas que ficou difícil de irmos para final da Sul-Americana, isso ficou! Portanto, acredito que a grande emoção que ainda nos resta para 2013 é saber se o Mito Rogério Ceni irá se aposentar. Caso positivo, ontem pode ter sido o ultimo jogo dele no Morumbi.

Conceitos

Rogério Ceni – REGULAR: Ontem igualou Pelé como o jogador que mais vestiu a camisa de um mesmo clube. Novamente prova ser o Mito que é. A torcida agora aguarda apreensiva sua decisão sobre a aposentadoria.
Paulo Miranda – PÉSSIMO: Passou ridículo ontem. Vou parafrasear o Juvenal Juvêncio Fake para expressar minha opinião sobre o futebol dele: “A única pessoa que perdia na corrida para o Paulo Miranda era a Preta Gil. Mas aí ela entrou no Medida Certa, então nem ela mais”.
Rodrigo Caio – RUIM: Muito desatento o jogo todo. Colaborou para a péssima marcação do lado direito da defesa.
Antonio Carlos – RUIM: Gol contra de centroavante matador.
Reinaldo – RUIM: Como sempre jogando com freio de mão puxado.
Denílson – PÉSSIMO: Voltou a ter aquela marcação frouxa que só ele sabe fazer.
Maicon – RUIM: Dominado pela marcação da Ponte Preta. Ficou perdido em campo. Bem substituído.
(Luis Fabiano) – REGULAR: Em duas chances quase marcou. Mas ontem o quase não era o bastante para nós.
Ganso – REGULAR: Apesar do belo gol, também sumiu após acerto da marcação da Ponte Preta no meio campo.
Evangelista – RUIM: Aposta do Muricy para dar opção nos dois lados do campo para segurar o avanço dos laterais da Ponte. Não fez direito e foi substituído ainda no intervalo.
(Wellington) – PÉSSIMO: Entrou muito mal. Um dos grandes culpados pela derrota. Talvez uma das piores partidas com a camisa do São Paulo. E olha que ele tem várias péssimas partidas.
Ademílson – RUIM: Sumido.
(Welliton) – RUIM: Perdeu um gol debaixo da trave inacreditável.
Aloísio – BOM: O jogador que mais deu trabalho para defesa da Ponte.
Téc. Muricy Ramalho – BOM: Achei interessante a intenção na escalação do Evangelista, porém o jogador não correspondeu. Foi bem também quando quis reforçar o lado direito, que havia sido uma avenida no primeiro tempo. Porém, também não teve a resposta do jogador que entrou em campo. Ou seja, hoje o São Paulo não tem elenco que proporcione ao treinador corrigir ou mudar algo no meio de uma partida. Dessa forma, o São Paulo fica muito refém dos jogadores considerados titulares estarem num bom dia. Ontem não estavam e pagamos um preço alto. Campeonato mata-mata é assim mesmo, um jogo que o time vai mal compromete todo a campanha.

Curta a página do torcedor são-paulino no Facebook: www.facebook.com/saopaulofc.br.
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* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.


por Victor Mesquita
| @victor_mesquita

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Comentário da Redação > O pesadelo rojo está de volta! Robinho chegou pra ficar

Robinho detonou o Chile mais uma vez  (Foto: Mowa Press)
Pedala, Robinho! Foi-se o tempo que o eterno craque do meu Santos ia pra cima dos zagueiros, driblava todo mundo, pedalava e metia gols. Hoje, aos 29 anos, Robson é um outro jogador e não foi tudo o que esperávamos dele. E daí? O Robinho de hoje tem valor também. Não à toa está no Milan há mais de 3 anos, já tendo conquistado títulos lá como titular.

E de volta à Seleção, em uma grande sacada de Felipão, me parece que carimbou definitivamente sua vaga na Copa 2014. Em dois jogos amistosos fez mais que vários outras que foram convocados seguidamente nos últimos dois anos. Ontem veio a cartada final do NEGO ROB. Mais um show diante do Chile, seu maior algoz, saindo do banco no segundo tempo.

Robinho foi o personagem central de um jogo em que o Brasil controlou por 90 minutos, mostrando autoridade diante de La Roja, que me decepcionou um pouco. Um time que vinha de ótimos resultados recentes e que tem bons jogadores mesmo, jogou dando muitos espaços na defesa e sucumbindo facilmente a marcação da pressão brasileira. Defeito que já vi em outros trabalhos de Jorge Sampaoli, que no caso de ontem tem a boa desculpa de estar sem Isla e Vidal no time, que fazem falta.

O gol saiu facilmente, após erro na saída de bola chilena e bom trabalho de Oscar e Hulk, que fez 1 a 0. Só que depois disso o time se acomodou um pouco e diminuiu o ritmo. Passou a administrar a vantagem já que o rival não oferecia perigo.

E seguia assim pelo segundo tempo, até que num lance despretensioso, Vargas meteu um belo gol. Não era um empate justo, mas serviu para o Brasil acordar e mostrar que podia fazer mais. Um pouco antes do gol, a estrela da partida entrara em campo.

Robinho deu outro ritmo ao jogo entrando no lugar do Jô. Aliás, a presença do atacante atleticano no time só me dá mais certeza que esse time joga melhor sem centroavante. O único que pode ser titular nessa estrutura (porque compensa com gols) é Fred. E olhe lá.

E Robinho teve companhia de outra boa escolha de Felipão para fazer o jogo melhorar: Willian. Com esses dois + Neymar, o Brasil jogou tudo que pode nos 15 minutos finais de partida e poderia ter goleado o Chile. Fez um gol só e justo dele. Robinho, pela nona vez ferindo a rede chilena com a camisa brasileira e superando a marca de Pelé. E ele quase fez um golaço no final do jogo, com direito a chapéu e tudo.

Com Robson, a Seleção ganha uma ótima opção de grupo, seja pro banco ou pro time titular (por que não?). Um cara experiente, que sempre foi bem com a camisa amarela. Com ele, Felipão pode de vez desistir de outros caras que já jogaram mais que ele, mas que no momento não encaixam com a filosofia do BIGODE, casos de Kaká e Ronaldinho Gaúcho.

Após a boa vitória de ontem, o Brasil praticamente fechou o grupo. A principal dúvida deve ser quem sairia pra volta de Fred. Willian? Jô? Robinho, creio eu, está fora dessa roleta russa. A vaga dele está garantida.

Conceitos

Julio César - REGULAR: A bola que foi pro gol entrou. Não que fosse totalmente defensável, mas talvez, se estivesse jogando mais vezes no seu clube, teria ritmo pra tentar ir na bola. PRECISA arrumar um clube pra jogar.
Maicon - BOM: Caiu bem na seleção, como era de se esperar. Mais uma boa aposta do Bigode.
Thiago Silva - REGULAR: Tá meio fora de forma.
(Dante) - SEM CONCEITO: Jogou pouco.
David Luiz - BOM: Correu o campo todo, incansavelmente.
Maxwell - REGULAR: Não fez grande coisa, mas cumpriu a função. Dificilmente sai do grupo.
Luiz Gustavo - ÓTIMO: Um dos melhores em campo. Esse caiu como uma luva no time, com marcação forte e muita qualidade na saída.
Paulinho - REGULAR: Já fez partidas melhores na Seleção.
(Hernanes) - SEM CONCEITO: Jogou pouco. Senti falta de mais chances pra ele nesses últimos amistosos.
Oscar - BOM: Participou bem enquanto esteve em campo, especialmente na marcação da saída de bola. Assim participou do primeiro gol.
(Willian) - BOM: Tem um estilo parecido com o Oscar, mas tem um pouco mais de vocação para ser meia, criador de jogadas. É uma ótima opção para o grupo.
Hulk - BOM: Mais uma boa atuação coroada com gol. E dificilmente sairá do time titular até a estreia da Copa.
(Ramires) - BOM: Entrou nem na partida também. Importante na saída dos contra-ataques.
Neymar - REGULAR: Ficou devendo um pouco, apesar de algumas belas jogadas isoladas.
(Lucas Leiva) - SEM CONCEITO: Nem tocou na bola.
- RUIM: Destoou demais do time. Sei não, mas acho que a vaga dele corre risco.
(Robinho) - ÓTIMO: A estrela do jogo, mais uma vez castigando o Chile. E mais um dado interessante é ver o quanto o grupo gosta dele, especialmente Neymar. Até as dancinhas, que ficaram famosas no Santos 2010, voltaram. Podem reservar a camisa 7 pra ele.
Téc. Felipão - BOM: Fez boas escolhas durante a partida, quando o Brasil estava acomodado. E se falarmos do trabalho dele até aqui, o conceito sobre pra ótimo. Fez um time desacreditado voltar a ser temido e virar favorito ao título mundial em pouco mais de seis meses.

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* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.

por Ricardo Pilat
| pilatportasio@gmail.com | @ricardopilat

Terra do Tio Sam > Semana 11 da NFL: a queda do último invicto

Enfim caiu o ultimo invicto da NFL. No Sunday Night Football, o Kansas City Chiefs foi até o Colorado e perdeu para o Denver Broncos de Peyton Manning e seu comparsas por 27 a 17.

Com uma lesão no tornozelo, Manning teve uma ótima proteção na linha ofensiva. A defesa dos Chiefs chegou para a partida como líder em sacks, com 36, mas, neste domingo, não conseguiu chegar perto do quarterback de 37 anos, que acabou completando 24 passes em 40 tentativas.

Os Broncos ficaram sempre a frente do placar graças aos passes rápidos de Manning. Já os Chiefsimplantava o estilo pragmático que garantiu a invencibilidade do time até então: passes curtos do limitado Alex Smith e boas corridas do RB Jamaal Charles. Ao termino da primeira etapa, o time da casa vencia por 17 a 10.

Nos períodos seguintes, Denver continuava implantando o seu ritmo de jogo enquanto a defesa dos Chiefs não viam a cor da bola oval. Os anfitriões ainda chegaram a anotar mais um TD e posteriormente, para garantir o resultado, um FG. Já os visitantes anotaram mais sete pontos conexão de Smith com o TE Anthony Fasano.

As duas equipes chegaram a 9-1 na temporada. Melhor para Denver, que lidera por ter o melhor ataque da liga. Por sinal, as duas próximas rodadas para os Broncos serão duros por conta das partidas serem fora de casa: primeiro, o S.N.F. contra os Patriots, de Tom Brady, e na semana seguinte, o jogo da volta contra os Chiefs, em Kansas.

Como ficará a cabeça do time após a perda da invencibilidade? E será que acabou o encanto de Kansas City a ponto de ser mais um cavalo paraguaio? Pelo menos descobrimos dois pontos fracos da equipe dos Chiefs: o time não sabe jogar quando está atrás do placar, a ponto de Alex Smith jogar da mesma forma burocrática como se estivesse ganhando; e sua defesa não funciona, por mais que seja a melhor em sacks. O time não é tudo isso.

Giants vencem a quarta seguida e Panthers batem Patriots em lance polêmico

Aos poucos o New York Giants sai dos aparelhos e volta a respirar normalmente. Em um jogo onde teve os turnovers de Eli Manning e uma “Rodgersdependência” pelo lado de Green Bay, os campeões de 2012 venceram por 27 a 13 e chegaram a sua quarta vitória seguida (4-6).

No lado dos Packers, esta foi a terceira derrota seguida da franquia, que está na terceira posição na divisão Norte da NFC com 5-5. A briga está boa com Detroit Lions e Chicago Bears com 6-4 para cada um. Ainda há uma luz no final do túnel, mas para isso, é preciso voltar a vencer.

Já na Carolina do Sul, os Panthers venceram o New EnglandPatriots por 24 a 20, em uma partida que teve de tudo: dois quaterbacks jogando muito, emoção até o último segundo e polêmica.

Os Patriots venciam por 20 a 17 a dois minutos do fim, mas Cam Newton tirou o coelho da cartola e faltando 59 segundos, encontrou Ted Ginn Jr na endzone, e virou o placar. Então, Tom Brady tinha a bola nas mãos e poderia repetir o milagre da partida contra os Saints, porém, na linha de 18 jardas sofreu uma interceptação com o relógio zerado. E ai vem a polêmica.

Quando o safety Robert Lester parou o passe de Brady, contudo, a bandeira amarela foi jogada na endzone, indicando falta - uma interferência do linebacker Luke Kuechly no tightend Rob Gronkowski. No entanto, após a rediscussão da jogada, os árbitros reviram a chamada e deram o jogo por encerrado, para a revolta dos Patriots.

Resultados da Semana 11:

Tennessee Titans 27 x 30 Indianapolis Colts
Denver Broncos 27 x 17 Kansas City Chiefs
Miami Dolphins 20 x 16 San Diego Chargers
New York Giants 27 x 13 Green Bay Packers
Seattle Seahawks 41 x 20 Minnesota Vikings
New Orleans Saints 23 x 20 San Francisco 49ers
Cincinnati Bengals 41 x 20 Cleveland Browns
Houston Texans 23 x 28 Oakland Raiders
Jacksonville Jaguars 14 x 27 Arizona Cardinals
Philadelphia Eagles 24 x 16 Washington Redskins
Pittsburgh Steelers 37 x 27 Detroit Lions
Tampa Bay Buccaneers 41 x 28 Atlanta Falcons
Chicago Bears 23 x 20 Baltimore Ravens
Buffalo Bills 37 x 14 New York Jets
Carolina Panthers x New England Patriots

Semana 12:
New Orleans Saints x Atlanta Falcons
New York Jets x Baltimore Ravens
Pittsburgh Steelers x Cleveland Browns
Tampa Bay Buccaneers x Detroit Lions
Minnesota Vikings x Green Bay Packers
Jacksonville Jaguars x Houston Texans
San Diego Chargers x Kansas City Chiefs
Carolina Panthers x Miami Dolphins
Chicago Bears x St. Louis Rams
Indianapolis Colts x Arizona Cardinals
Tennessee Titans x Oakland Raiders
Dallas Cowboys x New York Giants
Denver Broncos x New England Patriots
San Francisco 49ers x Washington Redskins

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* A coluna Terra do Tio Sam fala dos esportes que são paixão nos Estados Unidos: basquete, beisebol, futebol americano e hóquei.


por Antonio Lemos | www.paponaarquibancada.blogspot.com.br

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Clinch > Assalto em Las Vegas

Pode parecer nome de filme, mas não é. Sábado tivemos um "assalto em Las Vegas", algo ridículo de se ver. Nunca fiquei tão revoltado na minha vida com um resultado de MMA.

Georges St. Pierre e Johny Hendricks proporcionaram um show aos amantes de artes marciais, mas o fim da história foi trágico. Hendricks ganhou a luta, mas incrivelmente não ficou com o cinturão. Tudo isso porque dois juízes assistiram a outra luta, ou então dormiram durante o combate. Não sou o único a achar que o americano venceu. A grande maioria também viu a vitória de "Bigg Rigg" que foi claramente mais dominante em três rounds dos cinco da luta. Além do mais, Johny foi tecnicamente perfeito, anulando o jogo de GSP, que conseguiu quedar apenas uma vez o desafiante, que por seu lado quedou o campeão diversas vezes.

Hendricks esteve perto do nocaute no segundo round, mas foi atrapalhado pela queda de seu protetor bucal, quando acertava diversas esquerdas em St.Pierre. O americano também venceu o terceiro round que estava muito equilibrado até o minuto final, quando o canadense foi esmagado nas grades do octógono e em seguida derrubado. O quarto round também foi de Hendricks que continuou acertando boas esquerdas no campeão, além do mais, se demonstrava extremamente tranquilo. GSP venceu o primeiro e quinto round, mas em nenhum foi tão dominante como Johny foi nos que ele venceu.

Só nos resta saber, que tipo de luta os árbitros viram, ou se estavam com sono. Fato é que esse resultado do main-event de sábado serviu para denegrir mais ainda a imagem do MMA, que com toda razão, de uns tempos pra cá, anda com a fama de "esporte comprado". Como se não bastasse a vitória de Jon Jones em setembro, em uma luta que ele NÃO venceu Gustafsson, GSP fica com o título por conta da incompetência dos árbitros. Ou vai ver, talvez tenham saído do MGM com os bolsos cheios. Qualquer hipótese é válida, mas a vitória de St. Pierre é inaceitável.

Ao fim do luta, o canadense todo desconfigurado, anunciou seu afastamento do MMA. Ele não afirmou estar se aposentando, mas disse que precisa resolver problemas pessoais. Vamos ver os próximos capítulos, mas a verdade, é que com justiça, Johny Hendricks merece a revanche.

Co-main-event: Vitória do melhor



Rashad Evand e Chael Sonnen protagonizaram um confronto muito interessante na noite de sábado. Isso, porque Sugar é um dos poucos amigos que Chael possui no UFC, mas isso ficou a parte do octógono. Dentro das grades, Rashad mostrou toda a sua superioridade e venceu Sonnen de forma incontestável.

O ex-campeão fez o que quis. Derrubou o falastrão, montou e no fim, não deixou a oportunidade passar. Surrou Chael e venceu por nocaute, dando grandes passos na categoria dos meio-pesados. Com a segunda vitória seguida, Evans passa novamente a figurar no quadro de pessíveis desfiantes de Jones futuramente. Seria muito interessante uma revanche entre os dois.

O único brasileiro da noite foi Thales Leites que venceu de forma soberana o americano Ed Herman por decisão unânime.


Confira os resultados oficiais do UFC 167

CARD PRINCIPAL
Georges St-Pierre venceu Johny Hendricks por decisão dividida.
Rashad Evans venceu Chael Sonnen por nocaute técnico aos 4m05s do primeiro round.
Robbie Lawler venceu Rory MacDonald por decisão dividida.
Tyron Woodley venceu Josh Koscheck por nocaute aos 4m38s do primeiro round.
Ali Bagautinov venceu Tim Elliott por decisão unânime.

CARD PRELIMINAR
Donald Cerrone venceu Evan Dunham por finalização (triângulo) aos 3m49s do segundo round.
Thales Leites venceu Ed Herman por decisão unânime.
Rick Story venceu Brian Ebersole por decisão unânime.
Erik Perez venceu Edwin Figueroa por decisão unânime.
Jason High venceu Anthony Lapsley por decisão unânime.
Sergio Pettis venceu Will Campuzano por decisão unânime.
Gian Villante venceu Cody Donovan por nocaute técnico a 1m22s do segundo round.

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* A coluna Clinch traz a análise dos principais eventos de artes marciais do planeta.



por Fernando Borchio | fernando.borchio@hotmail.com

domingo, 17 de novembro de 2013

Comentário da Redação > Eu tô voltando pra casa: Palmeiras vence Boa e é campeão da Série B

Palmeiras, bicampeão da Série B (Foto: Terra)
“Prá você ver / Que eu tô voltando pra casa / Me vê! / Que eu tô voltando pra casa / Outra vez...”. O verso da música “Casa”, de Lulu Santos, resume muito bem o que foi 2013 para o torcedor palmeirense.

Foram 363 dias de muita agonia, incertezas e alvo de piadinhas dos rivais. A queda para Série B, uma nova diretoria e a reestruturação administrativa com pessoas com a filosofia de pés no chão, fizeram com que mais de 16 milhões de palmeirenses comecem a ter uma esperança no fim do túnel após a volta para o lugar que nunca devia ter saído.

Pode até ser vergonhoso comemorar o título pela segunda vez, mas, na carência de conquistas, poderia ser até um título do campeonato de “par ou ímpar”, que comemoraríamos da mesma forma, e como disse no comentário do jogo em que o Verdão subiu, espero que nunca mais volte para esse purgatório chamado segunda divisão. Não estou a fim de contar para os meus filhos e netos, que um dia eu vi o meu time cair pela terceira, quarta ou quinta vez para segundona.

O acesso era obrigação. O título, também, mas o entusiasmo da torcida... Foram apenas 17 mil testemunhas que viram o Palmeiras fazer 3 a 0 no Boa Esporte. Longe daquele público de mais de 30 mil, que assistiram ao time subir contra o São Caetano.

Com a bola rolando, Alan Kardec acertou uma bola no travessão logo aos três minutos. Os mineiros responderam com Marcelinho Paraíba após cabeçada e defesa de Fernando Prass, e Fernando Karanga, que cabeceou sozinho para fora.

Mesmo precisando de um ponto para ser campeão, o Palmeiras errava passes fáceis e dava campo para o Boa contra-atacar. Além disso, o time mineiro marcava forte (e em alguns momentos com força exagerada), dificultando a vida do setor ofensivo do time paulista.

Aos 28 minutos, Serginho deu um passe errado para direita, Crystian vacilou e o “esforçado” Wendel acreditou no lance, rolou para o “Özil” Menezes, que da meia-lua, bateu rasteiro para abrir o caminho para o título paulista.

Na segunda etapa, Wendel deu lugar a Charles e Serginho recompôs o lado direito da defesa. No lado do Boa, Marcelinho Paraíba não era mais o mesmo do primeiro tempo e mal a bola chegava nele. Aos 11 minutos, Felipe Menezes começou a jogada pelo meio, Charles tocou para “Leandrowski”, que driblou o goleiro Douglas e marcou o segundo gol da tarde.

Com o Boa Esporte entregue ao clima morno da partida, o Palmeiras passeou em campo. Trocou passes, tentou jogadas de efeito, ameaçou pelas pontas e chegou ao terceiro gol com um belo passe de Eguren para Juninho, que avançou pela esquerda e bateu forte para selar o título anunciado há muitas rodadas.

Os torcedores de verdade do Palmeiras começaram a ecoar gritos de campeão, os marginais das organizadas ficaram caladinhos. Ainda faltam duas rodadas, uma pena que nenhuma seja aqui em Sampa. Sábado que vem o jogo será em Campo Grande contra o Ceará (vai entender?) e na última rodada em Chapecó contra a Chapecoense.

No fim das contas, não sentiremos saudades do purgatório. Vamos responder aos antis e explicar que foi um período sabático para colocar as coisas no lugar e voltarmos mais fortes para o centenário. Para isso, vou bater na mesma tecla: é preciso planejamento para não fazer feio em 2014. Estamos atrasados quanto a isso e acima de tudo, é preciso resolver a pendência de renovar com Kleina ou ir atrás de um técnico de “grife”.

Conceitos

Fernando Prass
- BOM: Seguro no gol. No lance mais complicado  da partida, evitou o gol de Marcelinho Paraíba, em bola que já ia ultrapassando a linha.
Wendel - BOM: “Esforçado” como sempre, atuou bem pelo lado direito e deu passe para o gol de Felipe Menezes.
(Charles) - BOM: Entrou para fechar o espaço no meio-campo e deu belo passe para o gol de Leandro.
André Luiz - REGULAR: Se complicou na bola aérea, mas não comprometeu.
Marcelo Oliveira - REGULAR: Improvisado na zaga não comprometeu, mas o seu terror é a bola aérea.
Juninho - BOM: Discreto na primeira etapa, mas no segundo tempo foi muito bem chegando com liberdade ao ataque. Sacramentou a goleada com um belo gol.
(Rondinelly) – SEM CONCEITO: Quis participar da festa, mas nem suou a camisa.
Eguren - BOM: Tem espaço no meu time titular fácil. Bom marcador na primeira etapa e se soltou no segundo tempo com direito a assistência.
Márcio Araújo - BOM: Além de marcar bem, foi à frente e iniciou boas jogadas.
Felipe Menezes - ÓTIMO: Deixou as pantufas, o gorro , o pijama e o despertador no vestiário. Fez uma grande partida e acabou com a sua seca de gols com a camisa do Palmeiras.
(Fernandinho) - REGULAR: Entrou para participar da festa. E só.
Serginho - REGULAR: Deu velocidade pelos lados, mas abusou dos passes errados.
Alan Kardec - REGULAR: Apareceu pouco. Cobrou uma falta no travessão e depois disso fez o pivô para quem vinha de trás.
Leandro - ÓTIMO: Não foi expulso (MILAGRE!). Se movimentou bastante, aterrorizou a defesa adversária e marcou um golaço.
Tec. Gilson Kleina - BOM: Escalou o que tinha. Soube corrigir o problema no meio-campo, por onde o Boa sempre atacava.

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* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.

por Antonio Lemos | www.paponaarquibancada.blogspot.com.br

Copa no Quintal > “Aqui mando eu”: CR7 decide e Portugal vence Suécia

Os deuses do futebol foram maldosos com nós, mortais amantes do futebol, pois colocaram frente a frente Cristiano Ronaldo x Ibrahimovic. O duelo entre Portugal x Suécia foi o mais aguardado da repescagem europeia e quem levou a melhor no primeiro jogo foi CR7, que marcou o gol da vitória dos lusos por 1 a 0.

Portugal começou em cima e com uma marcação adiantada, sufocou a defesa sueca. Aos quatro minutos veio a grande chance: Raul Meireles recebeu na intermediária e acionou de primeira para João Moutinho, que driblou o arqueiro e tocou na rede do lado de fora.

A Suécia respondeu em seguida com Elmander e começou a equilibrar as ações a ponto de adiantar a marcação. Só restava uma alternativa para Portugal: fazer ligação direta da defesa para o ataque. Larsson aos 19 e Kallstron aos 21, criaram as principais chances dos visitantes na primeira etapa e foi só.

Na segunda etapa, Portugal começou mais aceso enquanto a Suécia cometeu um grande erro: renunciar a partida. A equipe ficou toda atrás, bem diferente dos 45 minutos iniciais.

O jogo partia para o zero a zero e as estrelas do espetáculo estavam apagadas até os 36 minutos. Então, Miguel Veloso cruzou pela esquerda e Cristiano Ronaldo aproveitou o espaço pelo meio e completou de cabeça para abrir o placar. Na comemoração o famoso gesto de que aqui quem manda é ele.

Três minutos depois, o CR7 quase marcou o segundo, acertando o travessão, mas foi tudo, pessoal, e terça-feira (19) o jogo será na Suécia.

França perde e se complica
Campeã Mundial de 1998, vice em 2006 e campeã continental em 2000. País que teve gênios como Platini e Zidane, pode ficar de fora da Copa do Mundo 2014, no Brasil. A França foi até Kiev, perdeu para a Ucrânia por 2 a 0 e se complicou em busca de uma das vagas.

Os gols foram marcados no segundo tempo por Zozulya, aos 15 minutos e Yarmolenko, aos 37. O confronto de volta está marcado para dia 19 de novembro, próxima terça-feira, em Paris. Para avançar, a França precisará vencer por mais de dois gols diferença - isso se não sofrer nenhum gol. Caso consiga o placar de 2 a 0, a partida irá para a prorrogação.

Não é de hoje que a seleção francesa está nessa draga. Desde a Euro de 2008 o time não faz boas apresentações e acumula vexames atrás de vexames. Não sou vingativo, mas é até um “bem feito!” para eles, pois há quatro anos, Henry deu uma “mãozinha” contra a Irlanda e meses depois o selecionado deu vexame na África do Sul.

O problema francês – e talvez da maioria das seleções europeias – é que o time não se renova e tem um campeonato nacional que é a “Segunda Divisão da Europa”. A grande exceção é a Alemanha que revela a cada ano ótimos jogadores e por mais que não ganhe um título de expressão desde a Euro de 1996, a seleção sempre está entre as melhores e tem a forte Bundesliga, que chama a atenção pelo seu equilíbrio.

Outros resultados da Repescagem Europeia

Islândia 0 x 0 Croácia
Grécia 3 x 1 Romênia

Com os dois pés no Brasil

Se na Europa o clima é de indefinição, a repescagem intercontinental está 99,999...% definido e só um desastre tirará a vaga de Uruguai e México.

A situação da Celeste é até confortável, já que venceu a Jordânia fora de casa por 5 a 0. Os mexicanos também estão tranquilos por conta da goleada em casa diante da Nova Zelândia por 5 a 1, mas a seleção local está em crise com muitas trocas de técnicos durante as Eliminatórias e a quase eliminação. Tem que agradecer todos os dias aos EUA pela ida à repescagem.

Os jogos de volta serão na próxima quarta-feira, dia 20.

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* Aqui na coluna Copa no Quintal você entra no clima do Mundial do Brasil,
com as análises das seleções que nos visitarão em 2014.

por Antonio Lemos | www.paponaarquibancada.blogspot.com.br

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Clinch > Vinte anos de UFC e um card fraco

O UFC chega a vinte anos de existência e o maior evento de MMA prometeu aos fãs um belo card pra comemorar esta data tão importante. Mas a promessa não foi cumprida. Isso porque se pararmos pra pensar, os maiores lutadores do evento lutaram recentemente, ou já estão com lutas marcadas. Nesse caso, o card ficou fraco, mas ainda assim contamos com algumas estrelas nele, principalmente nos eventos principais.

No main event, teremos o maior vendedor de PPV da história da organização, e um dos melhores da história do MMA. Georges St. Pierre defenderá pela nona vez seguida o seu título meio-médio. Dessa vez, o adversário será bem complicado, e que mais do que ninguém merecia a chance de disputa de título. Assim como Matt Serra fez um dia, Johny Hendricks tentará surpreender o mundo e acabar com a boa sequencia do canadense. Mas será difícil. GSP é muito mais lutador que o americano, e pode-se dizer que é o lutador mais completo do Ultimate. Se Hendricks quiser algo, terá que ser em pé. O desafiante tem fama de ter mãos pesadas e já nocauteou grandes nomes como Jon Fitch e Martin Kampmann, por isso, pode sim trazer algum perigo a GSP, mas não acredito que vença. Os rumos da luta já possuem alguns caminhos. Acredito que St. Pierre fará o que faz com todos os adversários. Ele irá controlar o octógono em pé e na hora certa irá tentar quedar o americano. Por isso, acredito na vitória do canadense por decisão unânime, mas surpresas podem acontecer.

Já o co-main event terá um confronto muito curioso. Rashad Evans enfrentará o falastrão Chael Sonnen e os dois miram o topo da categoria dos meio-pesados, já que ambos vem de vitória sobre grandes lutadores. Rashad venceu em junho a lenda Dan Henderson, já Chael, venceu em agosto o ex-lutador em atividade Maurício Shogun. O combate de amanhã deve ser no chão, já que ambos são bons de Wrestling, mas vejo em Rashad, um lutador mais completo. Sugar sabe lutar bem em pé também, e tem mãos pesadas, ao contrário de Sonnen. Por isso acredito na vitória de Evans. Ou por decisão ou por nocaute.

O único brasileiro do evento será o carioca Thales Leites, que enfrentará o americano Ed Herman pela categoria dos médios. Leites é o favorito, e mais completo. Sabe lutar tanto em pé, quanto no chão, por isso é difícil cravar os rumos da luta. Acho que o brasileiro verá o que é o melhor na ocasião para aplicar o jogo certo. Eu acredito que o chão seja o melhor caminho.

Como o evento comemora vinte anos de história, o Redação do Esporte preparou para você duas listas com "top 20" da história da organização. Primeiramente, os vinte maiores lutadores da história do Ultimate.

Anderson Silva - o maior lutador da história
1º Anderson Silva
2º Georges St. Pierre
3º Chuck Liddell
4º Jon Jones
5º Randy Couture
6º BJ Penn
7º Royce Gracie
8º Tito Ortiz
9º Vitor Belfort
10º Matt Hughes
11º Dan Severn
12º Tim Silvya
13º Ken Shamrock
14º Frank Mir
15º Rich Franklin
16º Matt Serra
17º Marco Ruas
18º Mark Coleman
19º Pat Miletich
20º Don Frye

Além do mais, preparamos também, um "top 20", com os vinte grandes momentos (lutas e eventos) da história do UFC.

2º - Bonnar x Griffin (final do 1º TUF)
1º Anderson Silva x Chris Weidman (UFC 162).
2º Stephan Bonnar x Forrest Griffin (final do primeiro TUF).
3º UFC 129 (Evento com o maior púbico da história do Ultimate).
4º Anderson Silva x Chael Sonnen 2 (UFC 148).
5º Anderson Silva x Vitor Belfort (UFC 126).
6º Chuck Liddell x Randy Couture 3 (UFC 57).
7º Georges St. Pierre x Matt Serra (UFC 69).
8º Anderson Silva x Forrest Griffin (UFC 101).
9º Anderson Silva x Chael Sonnen (UFC 117).
10º Chuck Liddell x Wanderlei Silva (UFC 79).
11º Vitor Belfort x Randy Couture 3 (UFC 49).
12º BJ Penn x Joe Stivenson (UFC 80).
13º Randy Couture x Tito Ortiz (UFC 44).
14º Chuck Liddell x Tito Ortiz 2 (UFC 66).
15º Rashad Evans x Lyoto Machida (UFC 98).
16º Randy Couture x Rodrigo Minotauro (UFC 102).
17º Royce Gracie x Matt Hughes (UFC 62).
18º Tito Ortiz x Ken Shamrock 3 (UFC Fight Night 6.5).
19º Cain Velasquez x Júnior Cigano 3 (UFC 166).
20º UFC 100 (Evento com a maior venda de PPV da história.

E você, concorda com as nossas listas? Deixe nos comentários o que você mudaria!

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* A coluna Clinch traz a análise dos principais eventos de artes marciais do planeta.



por Fernando Borchio | fernando.borchio@hotmail.com

Comentário da Redação > Promoção: pague R$ 2 e leve 3 - Santos empurra Bahia para o Z4

Filho de peixe, peixinho é!
Foi com uma ação promocional, e com jogo movido da Vila para o Pacaembu, que o Santos atraiu mais de 15.000 pessoas ao estádio para assistir um jogo com pouca relevância no campeonato. Com tudo, a torcida pôde comemorar. Meu pai e eu, com apenas R$ 2,00 pagamos nossa entrada no Tobogã (Foto ao lado). Quer coisa melhor do que ter a companhia do seu velho assistindo seu time no estádio? E pagando R$ 2, ganhamos 3 gols de presente. Que beleza!

Agora sobre o jogo. Foi fraco tecnicamente, com lampejos dos grandes jogadores do Santos. Sem muito esforço, o peixe fez 3 gols e empurrou o Bahia ao Z4. Tão vexatório quanto alguns torcedores baianos fantasiados de Super Homem e Papai Noel na arquibancada, foi o futebol apresentado pelo time de azul e rosa (?).

Foto (Daniel Teixeira/Agência Estado)
Destaques do jogo foram os de sempre: Cícero (2) e Montillo (1). A dupla de meias do Santos deitou e rolou, e fizeram belíssimos gols. Mas além deles, me surpreendi com o Caveirinha. É isso mesmo, Caveirinha, vulgo Geuvânio (espero ter escrito certo). O garoto entrou bem, aproveitou a oportunidade, tem personalidade e demonstra certa qualidade. Estava encostado no Santos, o que me causa estranheza, visto que Neilton, Victor Andrade, Everton Bosta, Willian José, entre outros, tiveram tantas chances de jogar. A verdade é que tem coisas no futebol que ficam nos bastidores e nós nunca entenderemos.

O Santos conseguiu livrar-se de vez de qualquer chance de rebaixamento, chegou aos 48 pontos e se firma na 9ª colocação. Uma sequência de 5 vitórias nas últimas rodadas poderia levar o time ao G4, ou G5 dependendo da Copa do Brasil e Sul-americana. Mas, durante todo o campeonato, o time mostrou que não tem condições de se firmar e vislumbrar algo maior.


Conceitos

Aranha - BOM: Um dos maiores goleiros do campeonato, e não é só pela barriga. Pegando até pensamento.
Bruno Peres - BOM: Voltou a apresentar bom futebol. Bom para o Santos que tem duas opções nas laterais.
Edu Dracena - REGULAR: Estava um pouco desatento, mas não comprometeu (agradeça ao Gustavo).
Gustavo Henrique - BOM: Fez bem a sua e ainda corrigiu as pataquadas do Vovô Dracena.
Emerson Palmieri - BOM: Gosto do seu futebol, e ontem mais uma vez foi bem.
Arouca - REGULAR: Infelizmente seu futebol hoje não passa de regular.
(Renato Abreu) - SEM CONCEITO: Velho ruim. Mas jogou pouco.
Alison - BOM: Firme na marcação, como sempre.
(Alan Santos) - BOM: Mostrou técnica e bom poder de marcação.
Cícero - BOLA DE OURO: FIFA, cadê o Cícero na lista de 23 melhores do ano? Sacanagem. Mas o futebol do craque do Santos durante o ano deixa meus amigos Victor e Thiago com cãibra na boca. Eles que amam o Ganso, mas foi a melhor troca da história para o Santos. Sai Enceradeira Ganso, entra MesCícero.
Montillo - BOM: O argentino foi decisivo, com gol e assistência.
(Marcos Assunção) - SEM CONCEITO: Jogou pouco (no ano).
Geuvânio - BOM: Ganhou a titularidade na bola. Muito insinuante, bons passes e chutes.

Thiago Ribeiro - REGULAR: Tem feito muito pouco no Santos. Esperamos mais no ano que vem.
Téc. Claudinei Oliveira - REGULAR: Ele já fala em tom de despedida. Obrigado pelo trabalho REGULAR que fez durante sua passagem.

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* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.

por Fernando Pilat | @fernandopilat

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Comentário da Redação > Ei! Ei! “Feliz” 2014

(Foto: Gazeta Press)
Ontem em Curitiba o Corinthians cumpriu o seu papel em 2013, bem aquém das expectativas, mas cumpriu. E agora já pode pensar no que fazer para o ano que vem.  A partida no Couto Pereira teve dois tempo distintos, na primeira etapa o Timão tentou criar algumas jogadas e ameaçou a gol do Vanderlei com alguns chutes. Já na segunda etapa, o Corinthians voltou ao “padrão” do futebol apresentado principalmente neste segundo semestre. Um time preguiçoso, cansado e teve a sorte do único chute em direção ao gol ter entrado.

Sei que o texto sobre o jogo foi bem curto, mas foi feito justamente para “celebrar” o tamanho do futebol que a equipe tem apresentado nos últimos três meses. O que dá pra levar de bom da partida de Curitiba é que Walter a cada dia que passa vem se mostrando mais seguro e faz a torcida não sentir falta do Cássio.

Quem também merece destaque é o Guilherme(o melhor em campo) e que nas últimas partidas vem crescendo de produção, justamente quando o Tite deu mais liberdade para ele chegar ao ataque. Pena que o nosso futuro ex-técnico só foi perceber isso faltando 5 rodadas para acabar o campeonato.

Bem, agora acabou o ano e a diretoria já pode começar a pensar com calma na profunda reformulação que terá que fazer para o ano que vem, por que Libertadores só em sonho mesmo. Ei! Ei! “Feliz” 2014 com, provavelmente, Mano Menezes à frente do elenco.

Conceitos

Walter – Ótimo: Quando preciso dele no primeiro tempo, apareceu com segurança.
Edenílson – Péssimo: Errou muitos passes e estava perdido na marcação. Mais atrapalhou do que ajudou.
Gil – Regular: Foi bem, como em todos os jogo que participou.
Paulo André (Zica do Bom Senso) – Regular: Fez o famoso feijão com arroz e não comprometeu.
Alessandro – Ruim: Sofreu um pouco na marcação e errou muitos passes na saída de bola. Quase um Edenílson “branco”.
Ralf – Regular: Fez a sua na marcação, mas não errou muitos passes também.
Guilherme – Ótimo:O melhor em campo. Marcou e distribuiu bem o jogo, além de fazer o gol que encerrou o ano.
Danilo – Ruim: Mais uma atuação abaixo da crítica. Infelizmente “falta perna” para ele.
Rei do Camarote (Romarinho)– Ruim: A única coisa que acertou foi o passe para o gol do Guilherme, no mais só tropeçou na bola.
Rodriguinho – Bom: Entrou quase no fim da partida. No pouco tempo em campo mostrou que pode ser melhor aproveitado.
Paris 6 (Sheik) – Ruim: Sobrou vontade e faltou técnica. Erro tudo o que tentou.
Ibson – Ibson: Fez o que eu espero dele. Nada.
Pato – Ruim: Retomou o “padrão pato” de atuação. Chutes de moça, pouca participação e perdeu quase todas as disputas de bola.
(Diego Macedo) – Sem Conceito: Foi o reserva que mais entrou mais cedo. Mas não o vi em campo.
Tite – Regular: Vem fazendo a mesma coisa dos últimos semestre. Escalando mal e mexendo pior ainda.

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por Rodrigo Svrcek | @svrcek_rodrigo  

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Comentário da Redação > Desfalques fazem falta e título palmeirense é adiado

(Foto: Cesar Greco/Foto Arenas)
Desfalcado e desconfigurado, o Palmeiras entrou em campo diante do Paysandu nesta terça, podendo garantir o bicampeonato da segunda divisão. Mas o conquista não veio. O time viajou cheio de desfalques e além do mais, Gilson Kleina resolveu fazer alguns testes, como foi no caso do goleiro Fábio. Fato é, que sou o maior pé frio deste blog. O último jogo que havia comentando foi entre o Verdão e o Icasa, onde curiosamente a equipe perdeu. Desde então, só vitórias e empates. Após um tempinho estou de volta e comentando mais um jogo que o time jogou mal e consequentemente foi derrotado.

Pra começar falando sobre o jogo, tenho que falar sobre o melhor jogador do papão, a torcida, que lotou o Mangueirão e não se calou nenhum momento. Tecnicamente, a partida começou bem fraquinha. As duas equipes sofreram com a falta de qualidade, principalmente o Palmeiras, que esteve acostumado com as maestrias de Valdívia no últimos jogos e nesta noite não teve um jogador que colocasse a bola no chão e criasse. Já acostumado com essa falta de qualidade, o Paysandu foi pra cima na base do embalo, e até criou algumas chances, mas parou no goleiro palmeirense, que diga-se de passagem, se mostrou muito calmo em campo. É uma bela aposta, visto que na ausência de Prass, Bruno não passava tanta confiança. Mesmo mal, o Verdão tentou chegar ao ataque com a força de sua camisa, mas não conseguiu.

Passado o intervalo, os jogadores deixaram toda a vontade no vestiário, e o que mais prevaleceu em campo foi a preguiça e o cansaço de ambos os lados. Mas como tinha uma necessidade maior do resultado, o Paysandu se lançou mais ao ataque e o Palmeiras fez o que é sua especialidade, se acovardar. Assim, só podia dar merda e de tanto tentar o Papão abriu o placar.

Com o prejuízo no placar, o Verdão tentou se lançar ao ataque, mas diversos fatores atrapalharam, entre eles, a falta de Valdívia como já foi citado, e a sonolência de Felipe Menezes que cada dia que passa, parece um senhor de idade em campo. Com duas bolas na trave, o empate ficou apenas no quase e o título foi adiado para sábado, onde com toda certeza virá diante do Boa Esporte no Pacaembu.

Mas essa viagem a Belém de tudo não foi tão ruim assim. Um sinal verde apareceu, e Paulo Nobre finalmente deixou de lado preguiça e resolveu pensar em um técnico para o ano que vem. Vendo que o mercado de treinadores está em fraco, voltou a conversar com Kleina sobre renovação. Com chances maiores de ficar no centenário, Gilson resolveu responder e provocar seus críticos em campo, colocando Caio Mancha e Felipe Menezes pra jogar. De uma forma modesta, ele mandou um "chupa" para todos.

Conceitos

Fábio - BOM: Boas defesas e segurança.
André Luiz - REGULAR: Nada de especial em campo.
(Serginho) - REGULAR: Entrou para dar mais ofensividade a equipe. Conseguiu, mas pouco fez.
Henrique - RUIM: Fez muitas faltas e estava claramente nervosinho, tanto que foi expulso no fim.
Marcelo Oliveira - REGULAR: Algumas escapadas boas pela esquerda, mas só. Defensivamente, nada de especial.
Juninho - BOM: Por incrível que pareça foi o melhor palmeirense em campo. Teve mais liberdade de ir ao ataque e chegou muito bem algumas vezes.
Wendel - REGULAR: Algumas faltas e alguns passes errados, mas marcou direitinho.
Eguren - RUIM: Muito mal em campo, errou diversos passes e saídas de bola.
Márcio Araújo - REGULAR: Tentou chegar bem ao ataque algumas vezes, mas sem sucesso.
Felipe Menezes - PÉSSIMO: Zzzzzzzzzz.....
Ananias - REGULAR: Foi um ponto de escape do time, mas errou bastante.
(Caio Mancha) - SEM CONCEITO: Entrou no fim.
Alan Kardec - REGULAR: Recebeu poucas bolas e ainda chutou uma na trave.
Gilson Kleina - RUIM: Fez uns testes nada a ver e uma substituições piores ainda.

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* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.

por Fernando Borchio | fernando.borchio@hotmail.com

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Terra do Tio Sam > Semana 10 da NFL: a zebra está solta

Foto (Foto: Reuters)
Zebra por definição é um mamífero da mesma família dos cavalos, os equídeos, nativos da África central e do sul. A pelagem deste animal consiste num conjunto de listras contrastantes de cor, alternadamente, pretas e brancas. No esporte, é uma gíria usada para designar um resultado inesperado, como, por exemplo, a vitória de uma equipe fraca sobre outra considerada superior.

Pois é torcedor, na Semana 10 da NFL, a zebra passeou e causou estragos por onde passou. No Lucas OilStadium, nem o mais pessimista torcedor do St. Louis Rams acreditaria que a sua equipe venceria o Indianápolis Colts e ainda, de lavada. Com uma atuação impecável do novato Tavon Austin e sua forte defesa a ponto de anular Andrew Luck, a franquia de Missouri fez 38 a 8 com autoridade, mas não a ponto de sair da lanterna da sua divisão.

Outro resultado surpreendente da rodada foi mais uma derrota do Green BayPackers dentro de casa. O revés desta vez foi contra o ascendente Philadelphia Eagles por 27 a 13.

Mais uma vez o destaque foi a boa atuação do quarterback Nick Foles. O camisa 9acertou 12 dos 18 passes, com 228 jardas e três passes para touchdown. Ao todo são 16 passes seguidos sem sofrer interceptação e está a quatro para igualar o recorde de Peyton Manning, do Denver Broncos (20). A derrota dos Packers prova que a dependência de Aaron Rodgers é visível e o camisa 12 só voltará nas rodadas finais. Até lá torcedor dos “cabeças de queijo”, haja coração.

Aleluia, enfim venceram!
A Semana 10 também teve as primeiras vitórias das duas piores equipes da atual temporada. O torcedor do Jacksonville Jaguars pôde comemorar seu primeiro triunfo contra o Tennessee Titans por 29 a 27 neste domingo. O curioso é que a última vitória dos Jaguars foi justamente contra o próprio Titans há um ano.  Odestaque ficou para o runningback Maurice Jones-Drew que anotou mais um touchdown e para a defesa, que forçou quatro turnovers que garantiram 17 pontos para a equipe.

Já no Monday Night Football, o Tampa BayBuccaneers enfim venceu uma na temporada. O triunfo veio contra o Miami Dolphins por 22 a 19 com boa atuação de seu QB Mike Glennon e de sua defesa que conseguiu anular Ryan Tanehill nos minutos finais com dois sacks.

Para encerrar...
Não poderia deixar em branco as quebras de recorde desta semana. Primeiro, sempre ele, Peyton Manning e o seu Denver Broncos quebraram mais uma marca: a equipe chegou a 371 pontos nos nove jogos que fizeram na temporada após vitória sobre o San Diego Chargers por 28 a 20. O recorde pertencia ao Los Angeles Rams, em 1950, com 358 pontos. Além disso, Manning completou o 80º jogo na carreira com pelo menos 300 jardas. Neste jogo foram 330.

Já o New Orleans Saints conseguiu a façanha de completar 40 primeiras descidas em 43 jogadas tentadas durante a vitória contra o Dallas Cowboys por 49 a 17. Um recorde na NFL. Além disso, o time de Drew Brees e ciaalcançou a marca de 625 jardas, a melhor da história da franquia - superando as 617 da vitória sobre o Carolina Panthers, em 2011.

Resultados da 10ª semana

Tennessee Titans 27 x 29 Jacksonville Jaguars
Pittsburgh Steelers 23 x 10 Buffalo Bills
New York Giants 24 x 20 Oakland Raiders
Indianapolis Colts 8 x 38 St. Louis Rams
Atlanta Falcons 10 x 33 Seattle Seahawks
Baltimore Ravens 20 x 17 Cincinnati Bengals
Green Bay Packers 13 x 27 Philadelphia Eagles
Chicago Bears 19 x 21 Detroit Lions
San Francisco 49ers 9 x 10 Carolina Panthers
Arizona Cardinals 27 x 24 Houston Texans
Minnesota Vikings 34 x 27 Washington Redskins
New Orleans Saints 49 x 17 Dallas Cowboys
Tampa Bay Buccaneers 22 x 19 Miami Dolphins
San Diego Chargers 20 x 28 Denver Broncos

Semana 11
Indianapolis Colts x Tennessee Titans
New York Jets x Buffalo Bills
Baltimore Ravens xChicago Bears
Cleveland Browns x Cincinnati Bengals
Oakland Raiders x Houston Texans
Arizona Cardinals x Jacksonville Jaguars
San Diego Chargers x Miami Dolphins
Washington Redskins x Philadelphia Eagles
Detroit Lions x Pittsburgh Steelers
Atlanta Falcons x Tampa Bay Buccaneers
Kansas City Chiefs x Denver Broncos
San Francisco 49ers x New Orleans Saints
Minnesota Vikings xSeattle Seahawks
Green Bay Packers x New York Giants
New England Patriots x Carolina Panthers

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* A coluna Terra do Tio Sam fala dos esportes que são paixão nos Estados Unidos: basquete, beisebol, futebol americano e hóquei.


por Antonio Lemos | www.paponaarquibancada.blogspot.com.br

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Comentário da Redação > Depois de mais de 10 jogos o São Paulo perdeu

Foto (Foto: Rubens Chiri/saopaulofc.net)
É amigos, uma hora ela ia chegar... Quem? A derrota! Foi um sacode daqueles, é verdade. Mas a derrota por 3 a 0 para o Atlético PR em Atlético não é para ser encarada como vergonhosa. Os “culpados” desse resultado foram dois: o bom time paranaense e a sequência de jogos decisivos que o São Paulo enfrentou nos últimos dois meses.

Muricy Ramalho e Rogério Ceni vinham profetizando que uma hora o time ia sentir esse desgaste e perder uma partida. Ambos diziam também que torciam que essa derrota viesse numa hora que prejudicasse menos o São Paulo. Eu encaro dessa forma, perdemos num momento não nos prejudicou tanto. Estamos garantidos na séria A do Brasileirão e na semifinal da Sul-Americana. Ou seja, a vida segue sem sustos, o que já é muito bom se comparar com o ano que tivemos.

Aproveito então esse espaço para mostrar a verdade sobre essa questão do desgaste físico e como isso tem influenciado os resultados desse ano. O Atlético Paranaense é, sim, um bom time, bem organizado pelo competente Wagner Mancini (obs: mais um talento vindo do Paulista de Jundiaí), mas está longe de ser o Barcelona brasileiro. A verdade é que não é surpresa que o time paranense esteja voando em campo, seja finalista da Copa do Brasil e vice do Brasileiro. Poucos se lembram, mas o Atlético se negou a participar do campeonato estadual ao mandar seu time sub-20 no lugar. Foi duramente criticado por todos e punido pela federação do seu estado, ao se negar participar do Paranaense, pôde fazer uma pré-temporada aos moldes dos times europeus. Não duvide que esse é o principal fator para o bom desempenho do time esse ano. Isso tudo sem contar que eles vieram da série B.

Outros exemplos são os times mineiros. Lá em Minas Gerais a federação não usa drogas pesadas e com isso tem um pouco mais de bom senso para organização de seu torneio. Na série A de lá existem apenas 12 times, ou seja, muito menos rodadas para descobrir o campeão. Assim, os dois grandes do estado tem um tempo maior para sua pré-temporada. E isso também trouxe resultado para os dois times. O Galo põde conquistar o maior título da sua história e a Raposa voltou a ganhar um Brasileiro depois de 10 anos.

Agora vamos fazer um comparativo com os times do eixo Rio-São Paulo, que são obrigados a disputar estaduais ridículos com mais de 20 rodadas apenas para preencher a programação da Globo. No Rio temos dois times que ainda tem grandes chances de serem rebaixados (Vasco e Fluminense), outro que só conseguiu no ultimo mês sair dessa zona (Flamengo) e outro que mais uma vez foi cavalo paraguaio (Botafogo). Já em São Paulo temos o Palmeiras, que disputou pela segunda vez uma séria B, o Santos que em nenhum momento teve chances de disputar um titulo, além da dupla São Paulo e Corinthians que disputou para ver quem era menos pior. Lembrando que os dois últimos são, teoricamente, os times com maior investimento no futebol brasileiro.

Ok, Victor, entendi seu ponto. Onde você quer chegar com isso?
Onde eu quero chegar? Já sentencio que, ou os times aprendam com seus erros e parem de disputar esses estaduais sem sentido ou teremos um 2014 com os times do eixo Rio-São Paulo brigando novamente para não cair.


Conceitos
 
Rogério Ceni – Bom: Não teve culpa nos gols e ainda evitou o pior.
Paulo Miranda – Regular: Muito mal como lateral. Melhorou quando foi deslocado para zaga.
Rodrigo Caio – Regular: Teve muitas dificuldades nesse jogo.
Antonio Carlos – Regular: Idem ao seu companheiro.
Reinaldo – Ruim: O bom atacante Marcelo fez a festa no seu lado.
Denilson – Ruim: Não teve fôlego para fazer a cobertura da zaga.
(Osvaldo) – Ruim: Entrou depois do intervalo, ou seja, mais uma chance de provar que ainda tem valor no elenco. Conseguiu? Não! Assim nem o futebol Polonês vai querer comprar seu passe...
Maicon – Ruim: Talvez o péssimo estado do gramado tenha atrapalhado seu jogo. Mas o gramado é ruim para os dois times, tinha que se adaptar.
Ganso – Ruim: Talvez tenha tido o mesmo problema que o Maicon, mas não é desculpa. Errou no lance do primeiro gol, que foi fatal para o resto do jogo.
Douglas – Bom: Temos que reconhecer que foi um dos melhores em campo. Mas só numa derrota para ele se sobressair? É estranho né?!
Ademilson – Regular: Tentou, mas o jogo não o ajudou.
Aloísio – Ruim: Não conseguiu segurar a bola na frente.
(Welliton) – Regular: Entrou com mais disposição que o titular Aloisio, mas não significa muita coisa.
Muricy Ramalho – Regular: Sentiu que o time dessa vez não ia ter forças para reagir depois de um primeiro tempo ruim, dessa forma não forçou o elenco.

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* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.


por Victor Mesquita
| @victor_mesquita