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segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Coluna> Quatro Linhas

A falsa Seleção Brasileira


Caros leitores do Redação do Esporte, hoje usarei o espaço da “Quatro Linhas” para falar sobre Seleção Brasileira.


Como torcedores sempre esperamos algo a mais do estrelado brasileiro, e claro, os jogadores que vestem a famosa amarelinha devem sim, sentir o peso da história que possui a maior seleção do mundo.


Hoje, vemos em campo uma falsa seleção brasileira, diferente das outras onde o que importava era o nome na frente da camisa, não o que ficava atrás, acima do número. Nomes já consagrados, que nem de longe reeditam o futebol que desenvolvem em seus clubes. Um time sem padrão de jogo, perdido em campo.


Isso não se restringe apenas dentro das quatro linhas que cercam o gramado, afinal, atitude reflete a liderança, e o que vemos é um técnico inexperiente, deslocado e o pior de tudo, arrogante.


Mas também não é apenas culpa do técnico, afinal, qualquer pessoa que fosse convidada a assumir o comando da seleção canarinho, aceitaria sem pestanejar. Sendo assim, podemos também dividir a culpa para a entidade que comanda o futebol nacional.


Outros coisa nessa falsa Seleção, podemos dizer que foi a falsa conquista da Copa América, onde o time de Dunga fez uma pífia primeira fase, avançou para a final na sorte, e na falha da arbitragem, e conquistou uma vitória enganosa contra a Argentina. De fato, contra o hermanos foi uma grande partida da Seleção, porém, do que adianta jogar apenas contra nossos maiores rivais? Queremos o Brasil jogando sempre em alto nível, conquistando vitórias sem muitas dificuldades, e dando aquele espetáculo que a torcida sempre espera.


Outra falsa vitória foi a goleada para cima do Equador, no Maracanã. Em uma partida que até os 20min do segundo tempo, se encontrava apenas 1 a 0, o Brasil estava jogando uma péssima partida, sob vaias da torcida. Após três chutes de fora da área de Kaká, e uma jogada mágica de Robinho, formou-se a goleada.


Muitos falam que Seleção é momento, e alguns jogadores como Gilberto Silva, Mineiro, Gilberto, entre outros, vivem fracos momentos em suas equipes. O que falar de Diego? Que desequilibra em seu clube, é convocado apenas para assistir de camarote. Ou o que falar de Alex? Há muitos anos o principal jogador do Fenerbahçe, e sequer ganha uma chance.


Precisamos de mudanças, de pessoas que saibam a importância que as cinco estrelas ostentadas no peito representam, algo muito além de cinco Copas do Mundo, mas sim cinco maravilhosos anos para o povo brasileiro.









Redator: Marco Miranda
marco_mirand@yahoo.com.br

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