Sábado, 11 de Julho de 2009

F1 > Webber faz a primeira pole da carreira

* Australiano da RBR larga na frente na Alemanha

Foram necessários 130 GPs, recorde na Fórmula 1, para que Mark Webber conseguisse uma pole position. Neste sábado, o piloto da RBR pôde comemorar em Nürburgring. Foi o mais veloz na Alemanha. Rubens Barrichello, da Brawn GP, chegou a liderar, mas ficou em segundo, à frente de Jenson Button, seu companheiro de equipe e líder da temporada. Sebastian Vettel, parceiro de Webber, será o quarto.

Ameaçado pela Renault, que deve dispensá-lo depois da prova de domingo, Nelsinho Piquet deu uma resposta na pista. Pela primeira vez no ano, passou à superpole. De quebra, superou seu companheiro da Renault, o espanhol Fernando Alonso, pela primeira vez em 27 corridas. Vai largar da décima posição.

O outro brasileiro, Felipe Massa, da Ferrari, fez o oitavo melhor tempo, logo à frente do companheiro de equipe Kimi Raikkonen e três posições à frente do britânico Lewis Hamilton, que tinha liderado o segundo treino de sexta-feira e o treino livre deste sábado.

GP da Alemanha - Grid de Largada
1º - Mark Webber (AUS) Red Bull-Renault - 1m32s230
2º - Rubens Barrichello (BRA) Brawn-Mercedes - 1m32s357
3º - Jenson Button (ING) Brawn-Mercedes - 1m32s473
4º - Sebastian Vettel (ALE) Red Bull-Renault - 1m32s480
5º - Lewis Hamilton (ING) McLaren-Mercedes - 1m32s616
6º - Heikki Kovalainen (FIN) McLaren-Mercedes - 1m33s859
7º - Adrian Sutil (ALE) Force India-Mercedes - 1m34s316
8º - Felipe Massa (BRA) Ferrari - 1m34s574
9º - Kimi Raikkonen (FIN) Ferrari - 1m34s710
10º - Nelsinho Piquet (BRA) Renault - 1m34s803
11º - Nick Heidfeld (ALE) BMW Sauber - 1m42s310
12º - Fernando Alonso (ESP) Renault - 1m42s318
13º - Kazuki Nakajima (JAP) Williams-Toyota - 1m42s500
14º - Jarno Trulli (ITA) Toyota - 1m42s771
15º - Nico Rosberg (ALE) Williams-Toyota - 1m42s859
16º - Robert Kubica (POL) BMW Sauber - 1m32s190
17º - Sebastien Buemi (SUI) Toro Rosso-Ferrari - 1m32s251
18º - Giancarlo Fisichella (ITA) Force India-Mercedes - 1m32s402
19º - Timo Glock (ALE) Toyota - 1m32s423
20º - Sebastien Bourdais (FRA) Toro Rosso-Ferrari - 1m33s559

Fonte: Globo.com


Direto da Redação











Redator: Ricardo Pilat
ricardo.pilat@yahoo.com.br

Campeonato Brasileiro > Ainda com interino, Palmeiras recebe Náutico buscando encostar no líder

* A quatro pontos do Inter, time esquece assunto treinador e pensa na ponta contra os desesperados pernambucanos

Novamente com Jorginho no banco de reservas, depois da desistência da diretoria em acertar com Muricy Ramalho, o Palmeiras enfrenta o Náutico, às 18h30m deste sábado, no Palestra Itália, sem mudanças de pensamento. Apesar de ainda manter seu técnico interino no comando do time desde que demitiu Vanderlei Luxemburgo, há duas semanas, o objetivo da equipe é o mesmo: ficar mais próximo do Internacional.

Quarto colocado do Campeonato Brasileiro com 16 pontos, o Palmeiras espera vencer o Náutico e ainda torce pelos tropeços de Atlético-MG e Vitória para conseguir alcançar o segundo lugar ao fim da rodada. Ao Náutico, resta a esperança de conseguir bater os donos da casa para se livrar da situação incômoda em que se encontra no Brasileiro. Na 17ª posição com somente oito pontos, o time de Márcio Bittencourt precisa vencer para abandonar a zona de rebaixamento.

- O Márcio está me deixando um pouco mais careca e com cabelos brancos. Somos amigos, jogamos juntos no Paulista, torço por ele, mas não neste jogo. Temos de pensar somente no Náutico e em conseguir uma vitória – salientou Jorginho.

Willians deve voltar ao ataque ao lado de Obina

Para o jogo com os pernambucanos, o Palmeiras terá o retorno de Wendel, que esteve suspenso contra o Avaí, na lateral direita. A diferença para o time que venceu os catarinenses fica no ataque. Como Ortigoza precisa de uma autorização na CBF por ter renovado seu empréstimo no clube, Willians deve voltar a formar a frente alviverde com Obina, sensação do time no momento.

No resto, o time segue no esquema que Vanderlei Luxemburgo vinha utilizando, com somente dois defensores. Sistema que deu resultado nas duas partidas de Jorginho à frente da equipe. Até agora, em seis pontos disputados, ele somou quatro e recolocou o Palmeiras na zona de classificação para a Libertadores (empatou com o Santos e superou o Avaí).

Márcio Bittencourt em busca da vitória

Desde que chegou ao Náutico, o treinador Márcio Bittencourt não conhece outro resultado que não seja derrota. Porém, o comandante não acredita que a culpa seja dele, e sim do fato de o grupo de jogadores do Timbu não ser de Série A do Campeonato Brasileiro.

- Nós temos uma boa equipe com alguns jogadores de qualidade, mas não temos uma equipe de primeira divisão. Precisamos de reforços, seja eu ou outro treinador, o Náutico tem que ter reforços – disse Márcio.

A delegação do Timbu embarcou para São Paulo na manhã desta sexta-feira. Dudu Araxá está confirmado no meio-campo. Douglas Maia aguarda apenas a regularização junto à CBF para poder atuar. No caso de nova derrota, este deverá ser o último jogo de Márcio no comando do Alvinegro. Kuki acredita que a culpa pelos resultados ruins deve ser compartilhada.

- Eu acho que essa é uma responsabilidade que tem que ser dividida porque não é só um jogador que está dentro de campo, nem um só jogador no gol ou criando jogadas a semana toda – disse o atacante.

O jogador do Timbu ainda mostra otimismo.

- No Brasileiro não existe jogo fácil. O negócio é ter concentração, se aplicar e aproveitar a chance pra ganhar do Palmeiras – completou Kuki.

Ficha técnica
Estádio: Palestra Itália, São Paulo (SP)
Data/hora: 11/07/2009 - 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Wagner Tardelli Azevedo (RJ)
Auxiliares: Marcos Antonio Moreira Collodetti (ES) e Claudio José de Oliveira Soares (RJ)

PALMEIRAS: Marcos; Wendel, Mauricio Ramos, Danilo e Armero; Pierre, Souza, Cleiton Xavier e Diego Souza; Willians e Obina. Técnico: Jorginho (interino)

NÁUTICO: Eduardo; Vágner Silva, Gladstone e Galiardo; Juliano, Eré, Nilson, Aílton e Anderson Santana; Carlinhos Bala e Gilmar. Técnico: Márcio Bittencourt

Fontes: Globo.com


Redator: Pedro Silas
pedro_sccp@yahoo.com.br

Sexta-feira, 10 de Julho de 2009

Corinthians > Democracia 10

Cenário perfeito e tempo suficiente

Conquistar o título paulista sem perder nenhum jogo foi um feito histórico, ainda mais sendo o primeiro campeonato que o Corinthians disputou após sua brilhante volta à série A do Brasileirão. Mas nada disso adiantaria se pelo menos uma vaga para a Libertadores no ano que vem não fosse conquistada.

E ela veio da melhor forma possível, derrotando um adversário que estava entalado na garganta dos corintianos e sendo o primeiro time a garantir a vaga na competição continental. Com isso o Corinthians será o time brasileiro com mais tempo pra fazer um planejamento.

O cenário é perfeito e será a maior oportunidade que o Timão terá para vencer a competição que todo corintiano quer. O Mano já mostrou que sabe como ninguém trazer as peças certas para as necessidades do elenco. O tempo, como eu disse, é mais do que suficiente e o clima nunca foi tão bom no Parque São Jorge. E quer coisa mais perfeita do que conquistar o sonhado título bem no ano que o clube completa 100 anos?

O que não pode é querer montar times de estrelas, ou os chamados 'galáticos', e eu tenho certeza que não será assim. Tem que fazer de tudo para manter os 11 titulares atuais e negociar os reservas que são poucos utilizados ou não que não conseguiram render, como o Lulinha, e também os jogadores que recebem um alto salário e não correspondem à altura, como o Souza.

E nesse momento que vive o Corinthians, o grande projeto para 2010 e a presença do Ronaldo com certeza ajudarão a segurar os principais jogadores e a contratar outros jogadores que - como disse o presidente Andrés Sanchez - não queriam ouvir falar do Corinthians antigamente. Enfim, se vai ganhar ou não, eu não sei, até porque muita coisa pode mudar, mas o alvinegro do Parque São Jorge nunca teve um cenário tão perfeito para conquistar a Libertadores.

E o Brasileirão?

Começar a planejar 2010 é fundamental, mas o Campeonato Brasileiro não pode e não deve ficar de lado. Não se disputa o brasileirão apenas para ficar entre os quatro. O título é importantíssimo e a motivação de conquistar a única competição que falta para o Corinthians no ano deve ajudar ainda mais.

Além do mais, eu acho difícil o time entrar sem motivação nos jogos, principalmente com o Mano de técnico, que não deixará a equipe relaxar. De certa forma, pode ser até bom essa falta de responsabilidade de conseguir o título ou uma vaga a qualquer custo.

Como declarou o Ronaldo, o Corinthians agora deverá jogar de forma mais leve. E do jeito que gosta também. Dando campo e deixando o adversário jogar. E fazendo do jeito que o Parreira disse após o jogo no Pacaembu: "Deu mole, já era". Esse time é eficiente demais, e se deixarem, a triplice coroa pode pintar aí.

Direto da Redação


Redator: Pedro Silas
pedro_sccp@yahoo.com.br

Campeonato Brasileiro > 9ª Rodada

Resultados
4/7 18h30 Santos 1 x 0 Sport
4/7 18h30 Santo André 1 x 1 Barueri
4/7 18h30 Flamengo 2 x 1 Vitória
5/7 16h Atlético-MG 1 x 1 Botafogo
5/7 16h Coritiba 2 x 0 São Paulo
5/7 16h Goiás 1 x 0 Cruzeiro
5/7 16h Grêmio 4 x 1 Atlético-PR
5/7 18h30 Avaí 0 x 3 Palmeiras
5/7 18h30 Náutico 0 x 2 Internacional
8/7 21h50 Corinthians 4 x 2 Fluminense


Classificação
Pos.
PG J V E D GP GC SG
Internacional 20 9 6 2 1 12 6 6
Atlético-MG 18 9 5 3 1 20 12 8
Vitória 16 9 5 1 3 14 10 4
Palmeiras 16 9 4 4 1 15 10 5
Corinthians 14 9 4 2 3 12 9 3
Flamengo 14 9 4 2 3 12 14 -2
Barueri 14 9 3 5 1 18 13 5
Goiás 14 9 3 5 1 18 13 5
Santos 13 9 3 4 2 18 15 3
10º Grêmio 12 9 3 3 3 14 10 4
11º Santo André 11 9 2 5 2 14 15 -1
12º Coritiba 10 9 3 1 5 14 16 -2
13º Cruzeiro 10 9 3 1 5 9 14 -5
14º São Paulo 10 9 2 4 3 9 9 0
15º Fluminense 10 9 2 4 3 8 12 -4
16º Sport 8 9 2 2 5 13 14 -1
17º Náutico 8 9 2 2 5 9 17 -8
18º Atlético-PR 8 9 2 2 5 10 19 -9
19º Botafogo 7 9 1 4 4 10 15 -5
20º Avaí 7 9 1 4 4 9 15 -6

Legendas:
- Zona de classificação para a Libertadores
- Zona de classificação para a Pré-Libertadores
- Zona de classificação para a Sul-americana
- Zona de rebaixamento


Artilharia
7 gols
Felipe (Goiás)

6 gols
Diego Tardelli (Atlético-MG)
Pedrão (Barueri)

5 gols
Éder Luis (Atlético-MG)
Keirrison e Obina (Palmeiras)
Roger (Vitória)

4 gols
Rafael Santos (Atlético-PR)
Marcelinho Paraíba (Coritiba)
Adriano e Emerson (Flamengo)
Fred (Fluminense)
Maxi López (Grêmio)
Kléber Pereira (Santos)
Weldon (Sport)


Próximos jogos
11/7 18h30 Avaí
x
Botafogo
11/7 18h30 Palmeiras
x
Náutico
11/7 18h30 Barueri
x
Coritiba
12/7 16h São Paulo
x
Flamengo
12/7 16h Atlético-PR
x
Internacional
12/7 16h Grêmio
x
Corinthians
12/7 16h Cruzeiro
x
Atlético-MG
12/7 18h30 Vitória
x
Santos
12/7 18h30 Fluminense
x
Santo André
12/7 18h30 Sport
x
Goiás


Direto da Redação











Redator: Ricardo Pilat
ricardo.pilat@yahoo.com.br

Palmeiras > Muricy e Palmeiras: nada de acordo

* Diferença salarial foi o empecilho para o negócio

Após dois dias de negociações com o Palmeiras, o técnico Muricy Ramalho não acertou sua ida para o time do Palestra Itália. O motivo que levou o presidente do Palmeiras, Luis Gonzaga Belluzzo, a desistir da contratação de Muricy tem nome: grana grossa. Duzentos mil reais ao mês na diferença entre o que propunha o Palmeiras e o que desejava Muricy e mais luvas de R$ 1 milhão foram o obstáculo.

O Palmeiras se dispunha a pagar até R$ 400 mil mensais a Muricy e dois ou três nomes da sua comissão técnica. O treinador, através do seu negociador, pedia algo como R$ 600 mil por mês e queria luvas de R$ 1 milhão.

O final da negociação entra as partes foi anunciado "oficialmente" pelo twitter do presidente Beluzzo.

- Torcida palmeirense: Infelizmente não chegamos a um acordo financeiro com o técnico Muricy Ramalho. Vamos atrás de outras opções. Abraços - disse no microblog.

Mesmo sem o acordo, Muricy agradeceu e desejou sorte ao clube do Palestra por meio de seu empresário, Márcio Rivelino.

- Quero agradecer, em meu nome e em nome do Muricy Ramalho, aos diretores do Palmeiras pelo alto nível das negociações, profissionalismo e ética pela conduta das conversas que tivemos nesses dias. Esperamos que a diretoria encontre um ótimo profissional para assumir o comando técnico do clube - falou Rivelino.

Outras opções

Muricy era a única opção palmeirense neste momento. Apesar de garantir que havia um plano B, Beluzzo e a diretoria do Palmeiras não trabalhavam com a hipótese de não haver acordo. Agora, os palmeirenses vão atrás de outras opções para o cargo.

O nome mais forte volta a ser o de Dorival Júnior, do Vasco. No entanto, o negócio será complicado, já que nem o clube carioca e nem o treinador demonstraram interesse em uma liberação.

Nomes como o de Evair e Zinho também foram especulados para comandarem o clube palestrino. Entretanto, apesar da forte ligação com o Palmeiras, ambos não têm muita experiência no cargo, o que complicaria a negociação.

Com isso, começa a ganhar força o nome de Jorginho, que atua como interino e já declarou não ter "bagagem" para assumir o cargo em definitivo, mas que tem a confiança dos jogadores e de membros da diretoria. Beluzzo, no entanto, ainda não quer trabalhar com esta hipótese.

O Palmeiras tambpem não descarta a possibilidade de trazer um treinador estrangeiro. Nomes como o de Marcelo Bielsa e Oscar Ruggeri agradam a cartolada do Verdão.


Direto da Redação











Redator: Ricardo Pilat
ricardo.pilat@yahoo.com.br

Recopa Sul-americana > Inter perde feio da LDU e deixa mais um título escapar

* Time equatoriano vence por 3 a 0 e leva a Recopa

Em pleno ano de centenário, o torcedor colorado precisa conviver com a segunda decepção em uma semana. Depois de perder a Copa do Brasil para o Corinthians, o Inter viu o título da Recopa ficar com a LDU. A derrota de 3 a 0 na noite desta quinta-feira, em Quito, somou-se ao insucesso vermelho já no primeiro jogo, por 1 a 0, no Beira-Rio. Os equatorianos mataram o jogo logo no primeiro tempo, com dois gols em falhas aéreas da defesa gaúcha.

Com o fracasso, resta ao Colorado vencer a Sul-Americana para seguir o embalo de títulos internacionais sequenciais – desde 2006, Libertadores, Mundial, Recopa, Copa Dubai e Sul-Americana. Mas a prioridade é outra. A liderança do Campeonato Brasileiro, competição que o clube não conquista há 30 anos, é o alento para os torcedores.

O Inter volta a campo pelo Nacional no domingo. O adversário é o Atlético-PR, às 16h, na Arena da Baixada, em Curitiba

Bobeadas aéreas

Foi um primeiro tempo esquisito para o Inter. Nos dois momentos em que esteve bem na partida, o time colorado levou os gols e viu as chances de título irem pelo ralo. E foi por pura bobeada. Em duas jogadas aéreas, a zaga vermelha ficou pensando na vida, toda perdida. Resultado: 2 a 0 para a LDU.

A equipe de Tite começou bem. Kleber, com seis minutos, cobrou falta venenosa. O goleiro Dominguez espalmou. Nilmar, pouco depois, apareceu bem para tentar aproveitar jogada de D’Alessandro pela direita. O problema é que o cabeceio foi torto, para fora.

Quando os gaúchos começavam a se animar, veio o primeiro balde de água gelada. Aos nove minutos, em cruzamento da direita, o zagueiro Espinola se desmarcou e mandou o cabeceio. A bola ainda passou por baixo do pé de Danilo Silva antes de entrar. A LDU estava na frente.

O gol deixou o Inter grogue. O time demorou a voltar para o jogo. Não foi mais ameaçado, é verdade, mas também não conseguiu ameaçar. D’Alessandro errou uma jogada depois da outra. Foi desarmado com uma facilidade assustadora. Taison não apareceu em campo.

Mas de repente o Colorado ganhou corpo, cresceu na parada e deu sinais de que empataria. Nilmar quase fez o gol duas vezes. Na primeira, o cabeceio foi para fora, após desvio de Magrão; na segunda, o chute estourou na trave, depois de belo passe de D’Ale.

O gol parecia questão de tempo. E foi, só que para os equatorianos. Em cruzamento da esquerda, Bieler ganhou fácil de Danny no alto. A bola morreu no cantinho de Lauro: 2 a 0.

Segundo tempo melancólico

O Inter conseguiu ser ainda mais apático no segundo tempo. As entradas de Andrezinho já no intervalo e de Alecsandro no início do período não amenizaram o péssimo rendimento do Inter, afetado por jogadores como Danilo Silva, Danny, Kleber, Magrão e D’Alessandro, todos muito mal em campo. Nem Guiñazu jogou bem.

Para piorar, a LDU ainda fez o terceiro gol, com chute cruzado de Vera aos oito minutos. Foi a pá de cal no pouco que restava de esperança para os gaúchos.

O Inter, do jeito que deu, tentou pelo menos descontar. O jogo virou uma chatice sem tamanho. Chutes pouco perigosos de Nilmar e Andrezinho foram a sobra de um time que jogou muito pouco e mereceu perder.

Ficha do jogo

LDU 3 x 0 INTERNACIONAL
Dominguez (Cevallos), Campos, Espinola e Araujo; Reasco, De la Cruz, Urritia, Vera (William Araujo) e Ambrossi; Bieler e Lara (Graf). Lauro, Danilo Silva, Índio, Danny e Kleber; Glaydson (Andrezinho), Magrão, Guiñazu e D'Alessandro (Bolaños); Taison (Alecsandro) e Nilmar.
Técnico: Jorge Fossati. Técnico: Tite.
Gols: Espinola, aos nove, e Bieler, aos 39 minutos do primeiro tempo; Vera, aos oito minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Espinola, Araujo (LDU)
Estádio: Casa Blanca. Data: 09/07/2009. Árbitro: Carlos Chandía (Chile). Auxiliares: Dibert Pedrosa Moisés e Jorge Luís Campos Roxo.

Fonte: Globo.com


Comentário da Redação
O time não encaixou

Pois é, o decantado Internacional, tido como o melhor time, melhor elenco e melhor estrutura do Brasil, fracassa mais uma vez em uma decisão. Cá entre nós, a Recopa não vale nada, é um torneio sem apelo nenhum. Mas para quem perde, ainda mais na situação em que está o Colorado, a coisa fica ruim.

Realmente o Inter tem um ótimo time, com jogadores excelentes. Mas essa equipe não encaixou, não encontrou seu jeito de jogar. E Tite tem sua parcela de culpa, pois ele tem uma time cheio de bons jogadores do meio para frente e insiste em fechar a defesa, colocando três volantes ou um zagueiro na lateral direita... é evidente como o Andrézinho muda o time quando entra no jogo.

Ficou claro que vencer o Campeonato Gaúcho voando, como fez o Inter, não serve de parâmetro para nada. Nem para derrotar um adversário medíocre como é a LDU.

A tendência é que alguns jogadores importantes saiam o que deve enfraquecer ainda mais o time. Mas o momento é mesmo de renovação, novos ares... apesar da liderança no Campeonato Brasileiro, a fase não é boa e o torcedor esperava mais no ano do Centenário.

E Tite balança forte no Beira-Rio. O furacão Muricy já periga passar por Porto Alegre!


Direto da Redação











Redator: Ricardo Pilat
ricardo.pilat@yahoo.com.br

Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

Santos > De Camarote Térreo

Finalmente, uma atitude

Há muito tempo, torcedor santista, eu não tinha motivos para elogiar a diretoria do Santos por alguma atitude tomada. E essa atitude foi fundamental para o bom andamento do Peixe em 2009. Falo da "demissão" ou "liberação", chame como quiser, do zagueiro Fabiano Eller, após um ataque de estrelismo do rapaz, que garantiu não jogar mais pelo Peixe já que "não é jogador para ficar na reserva".

Incrível como as pessoas esquecem rapidamente das coisas. Para quem não se lembra, Eller foi uma das âncoras do rebaixamento do Palmeiras, em 2002, e já jogou em quase todos os clubes do Rio, sempre fracassando. Foi no Internacional, em 2006, seu grande momento como profissional, conquistando tudo que era possível e adquirindo um status de estrela muito maior do que ele realmente é.

Chegou ao Santos dessa forma e em pouco tempo percebeu que era o rei da defesa. Não pela sua qualidade, que nunca foi comprovada na Baixada, mas pelo fraco nível técnico de seus companheiros de zaga. Agora, no entanto, a coisa mudou.

Tanto que, uma dupla de zaga que seria muito discutível, Fabão e Domingos, mostrou ser muito mais eficaz do que Eller e qualquer outro. Ou seja, Eller não é mais indispensável.

A gota d'água veio na última semana, quando o zagueiro resolver "tirar o dele da reta" e declarou que jogadores jovens como Neymar e Paulo Henrique devem ser tão ou mais cobrados que os experientes como ele. Totalmente desnecessário esse tipo de comentário.

Ele já não vinha jogando nada e não era mais confiável, e digo isso no sentido de grupo. Aliás, para quem não se lembra, ele foi um dos que ajudaram a derrubar Marcio Fernandes do cargo de técnico do Peixe, após uma derrota vexatória diante do Marília. Era uma laranja podre que poderia danificar tantas outras laranjas saudáveis na certa do Santos.

Fabiano Eller, boa sorte para você e para seu próximo time. O Santos ficará bem sem você.

Apesar de tudo...

Bem, agora Eller não joga mais no Santos e isso parece definitivo. Só que ele tem contrato até o final do ano e se quiser jogar em outro clube o Peixe não pode abrir mão de receber o que parecer justo pelo que investiu no zagueiro. Não adianta trocá-lo por qualquer jogador como andam especulando. Para que o negócio seja bem feito, é preciso cuidado como esse desfecho.

O próximo

Agora que a primeira atitude foi tomada é bom abrir o olho com outros que estão lá só para atrapalhar o elenco. Na minha lista, o próximo é senhor Fábio Costa, rei em arrumar confusões desnecessárias e que não pega nada há muito tempo. Pior que isso, sente-se dono do clube.

Bom, desse eu falo mais em outra oportunidade...


Direto da Redação












Colunista: Ricardo Pilat
ricardo.pilat@yahoo.com.br

Recopa Sul-americana > Inter tenta o Bi no Equador

* Colorado precisa tirar a desvantagem na altitude

Em busca do bicampeonato da Recopa, título que conquistou em 2007, o Internacional enfrenta a Liga Deportiva Universitária, a LDU, na noite desta quinta-feira, em Quito. Na verdade, serão dois adversários: o atual campeão da Libertadores e a altitude de 2.850m da capital do Equador.

A altitude é o menor dos problemas. Segundo o médico colorado Luiz Crescente, que acompanha a delegação, a perda de capacidade orgânica dos atletas será de apenas 10%.

Difícil, mesmo, será derrotar a LDU. No jogo de ida, no Beira-Rio, duas semanas atrás, o Inter perdeu por 1 a 0. Se devolver o placar, a decisão será nos pênaltis. Para ficar com o troféu nos 90 minutos, vitória colorada por qualquer outra diferença de gols será suficiente. Já para a LDU um empate basta.

O técnico Tite lamenta que o primeiro duelo da Recopa tenha coincidido com a decisão da Copa do Brasil. Segundo ele, as duas competições, mais o Brasileiro, impediram que a equipe se concentrasse convenientemente para o primeiro confronto.

- A perda da Copa do Brasil já foi superada. Estamos inteiros psicologicamente, e queremos merecer esse título produzindo uma grande atuação - diz Tite.

O otimismo tem sua razão de ser. Se não contará com Bolívar, suspenso, e Sandro, lesionado, o Inter tem a vantagem de poder escalar Nilmar e o lateral-esquerdo Kleber, que serviam à Seleção na época do primeiro jogo. Principalmente o decisivo Nilmar. Com seu veloz atacante no time, Tite acredita que a chance de gols em contragolpes será maior.

- Até porque a LDU avança em massa quando atua em seu estádio. Isso a torna mais perigosa, mas os espaços para contra-ataques do adversário são maiores - ensina o atacante Bolaños, que foi campeão da Libertadores com a equipe equatoriana, passou pelo Santos e hoje é reserva no Inter. Autor de três gols na vitória sobre o Coritiba, dez dias atrás, o também veloz Bolaños será uma das armas do Inter para o segundo tempo.

Resta esperar que D’Alessandro e Taison superem a má fase justamente nessa partida. O meia argentino atuou mal nos três jogos disputados depois de uma parada de três semanas. Já Taison tem pecado pelo individualismo e está sem marcar há um mês e meio - seu último gol foi o do 1 a 0 sobre o Goiás.

A LDU não irá administrar a vantagem, garante seu técnico, o uruguaio Jorge Fossatti. Pelo contrário, ele optou por uma formação mais ofensiva: em vez do retrancadíssimo 3-6-1 utilizado no Beira-Rio, um 3-5-2. O meia De la Cruz cederá lugar ao atacante Graf. Dessa forma, o argentino Bieler, autor do gol do primeiro jogo, terá um parceiro permanente no ataque. Outra mudança será a substituição do zagueiro Calle por Espínola.

A equipe equatoriana dá grande importância à decisão. Até utilizou os reservas na rodada do campeonato nacional no fim de semana. E a torcida se prepara para transformar La Casa Blanca num caldeirão.


FICHA TÉCNICA
LDU X INTERNACIONAL

Estádio: La Casa Blanca (Quito, EQU)
Data-hora: 9/07/2009 – 21,50h (de Brasília)
Árbitro: Carlos Chandía (CHI)
Auxiliares: Cristian Julio e Lorenzo Acuña (CHI)

LDU: Dominguez; Campos, Espínola e Araújo; Reasco, Vera, Lara, Urrutia e Ambrossi; Graf e Bieler. Técnico: Jorge Fossatti.

INTERNACIONAL: Lauro; Danilo, Indio, Danny Morais e Kleber; Glaydson, Magrão, Guiñazú e D’Alessandro; Taison e Nilmar.Técnico: Tite.

Fonte: Lancenet!


Direto da Redação











Redator: Ricardo Pilat
ricardo.pilat@yahoo.com.br

Copa Libertadores > Cruzeiro e Fábio seguram o Estudiantes na Argentina

* Raposa empata em 0 a 0 e joga por uma vitória simples em BH para conquistar o Tri

Os primeiros 90 minutos da final da Taça Libertadores da América terminaram sem gols no lotado estádio Ciudad de La Plata, na Argentina. Melhor para o Cruzeiro, do goleiro Fábio, que segurou a pressão do Estudiantes e só precisa de uma vitória simples em Minas Gerais para vencer o terceiro título da competição continental em sua história.

O segundo jogo da final está marcado para a próxima quarta-feira (15), às 21h50m (horário de Brasília), no Mineirão, em Belo Horizonte. Como o gol fora de casa não conta para a decisão do título, um novo empate leva a partida para a prorrogação e, se o placar permanecer igual, para a disputa de pênaltis. Quem vencer, levanta o troféu.

Fábio fecha o gol

Muita fumaça e uma chuva de papel picado marcaram a festa na entrada do Estudiantes em campo e, como era de se esperar, o time argentino começou o jogo pressionando e adiantando a sua marcação para o campo do Cruzeiro. Sabendo do pavio curto de Kléber, Schiavi tratou de irritar o atacante celeste logo aos três minutos com uma falta no meio-de-campo e uma joelhada na sequência, que não foi observada pelo árbitro uruguaio Jorge Larrionda. Um início de confusão que se dissipou juntamente com a fumaça que impedia a visão do campo nos primeiros minutos.

A primeira finalização cruzeirense saiu apenas aos seis minutos em chute de Ramires, que bateu na zaga e se perdeu pela linha de fundo. Na cobrança de escanteio venenosa, Wagner deu um susto no goleiro Andújar. Um erro pode ser fatal numa decisão, e Henrique escapou de boa aos sete minutos. Na entrada da área, a bola quicou na frente do volante, que ficou esperando que ela descesse e a viu sendo roubada por Pérez, que também falhou no passe decisivo, desperdiçando um presente.

O primeiro lance de real perigo foi do Estudiantes, aos 11 minutos, em falta na entrada da área, que Verón bateu com categoria e viu Fábio voar para impedir o gol argentino. A estrela do goleiro brasileiro voltou a brilhar aos 16 em chute cara a cara de Pérez, que o camisa 1 celeste espalmou para escanteio. Antes que o escanteio fosse cobrado, uma cena inusitada: um cano de água estourou atrás de meta cruzeirense, mas o problema foi logo solucionado pela administração do estádio.

Schiavi, enfim, aos 25, recebeu o cartão amarelo ao atingir duramente Ramires. Wagner cobrou a falta na área, a zaga aliviou, e o meia voltou a cruzar para a cabeçada de Wellington Paulista, que saiu à direita. Na disputa, Germán Ré levou a pior e teve que enfaixar a cabeça para continuar na partida.

Verón continuava incomodando e, aos 35, mais um de seus chutes bateu na zaga e saiu em escanteio. Pouco depois, Fábio afastou um cruzamento que vinha na direção de Schiavi, se chocou com o zagueiro rival, que ficou se contorcendo em dores na área celeste pedindo pênalti, que foi justamente ignorado pelo árbitro. Aos 38, foi a vez de Marquinhos Paraná salvar a Raposa em cruzamento de Germán Ré que tinha endereço certo: a cabeça de Fernandez na pequena área.

Kléber, figura apagada na etapa inicial e que sofreu faltas sucessivas da defesa argentina, perdeu a paciência com mais um tostão que recebeu dos adversários. O atacante foi reclamar com o árbitro e a única coisa que conseguiu foi um cartão amarelo para ele próprio. Era o que os argentinos queriam ao provocá-lo. O Estudiantes ainda teve duas chances antes do fim da primeira etapa com Fernández, aos 42, em chute que foi cortado por Leonardo Silva, e com Verón, aos 44, em bomba certeira que Fábio agarrou firme sem dar rebote.

Kléber vacila

A pressão do Estudiantes se intensificou ainda mais no início do segundo tempo com duas defesas salvadoras de Fábio em sequência. Primeiro, o goleiro espalmou um chute à queima-roupa de Boselli para a linha de fundo, e, na cobrança de escanteio, Desábato cabeceou firme e o cruzeirense fez um milagre em La Plata.

O Cruzeiro tentou se soltar após os sustos em sequência e Kléber arriscou o seu primeiro chute aos quatro minutos, sem muita direção. Aos seis, os cruzeirenses se revoltaram e pediram pênalti, pois após cruzamento de Wagner, Wellington Paulista se chocou com a zaga e ficou reclamando.

O clima foi ficando cada vez mais quente com Verón também sangrando após disputa com Ramires, que deixou o cotovelo, aos 13 minutos. 'La Brujita' teve que deixar o campo por alguns segundos para levar pontos e voltar ao campo logo depois. Três minutos após o primeiro embate foi a vez de Schiavi dar um "soquinho" em Wellington Paulista, que desabou no chão, tentando forçar a expulsão do adversário, que já tinha cartão amarelo. O árbitro não advertiu ninguém.

Comandado por Pérez, o Estudiantes se lançou à frente, mas a ansiedade fez com que os argentinos perdessem bolas fáceis e abrissem chance para o Cruzeiro aparecer com perigo na frente. Aos 28, Ramires cruzou na direção de Leonardo Silva, que apareceu livre na área, mas cabeceou para fora.

Com o Estudiantes perdido em campo, a Raposa começou a aparecer bem nos contra-ataques. Aos 35 minutos, Kléber perdeu a chance do jogo. Wagner cruzou, Andújar espalmou nos pés do Gladiador, que, com o goleiro adversário caído, mandou para fora. Aos 38, a conclusão de Wellington Paulista, após cabeçada de Jonathan, passou perto, mas também não exigiu trabalho do arqueiro rival. Aos 44, a última boa chance do jogo foi dos argentinos com Salgueiro, que chutou forte, assustando o goleiro Fábio, mas a bola saiu.

Ficha do jogo
ESTUDIANTES 0 x 0 CRUZEIRO
Andújar; Cellay, Desábato, Schiavi e Germán Ré; Braña, Verón, Enzo Pérez e Benítez (Nuñez); Gastón Fernández (Salgueiro) e Boselli Fábio; Jonathan, Anderson, Leonardo Silva e Gerson Magrão (Fabinho); Henrique, Marquinhos Paraná, Ramires e Wagner; Kléber e Wellington Paulista
Técnico: Alejandro Sabella Técnico: Adilson Batista
Cartões amarelos: Benítez, Schiavi e Desábato (Estudiantes), Kléber, Ramires e Wagner (Cruzeiro)
Estádio: Ciudad de La Plata (Argentina). Data: 8/7/2009. Árbitro: Jorge Larrionda (URU). Auxiliares: Pablo Fandiño (URU) e Mauricio Espinosa (URU).

Fonte: Globo.com


Comentário da Redação
Nada está ganho

O jogo não foi bom. Porém o resultado de 0 a 0 foi ótimo para o Cruzeiro. Principalmente porque na decisão da Libertadores não existe aquela história de gol fora. Ou seja, será campeão aquele que vencer a partida, seja no tempo normal, na prorrogação, ou nos pênaltis. E ninguém mostrou mais competência para vencer um jogo neste torneio do que o time de Minas Gerais.

Mas é bom lembrar que nada está acabado. Talvez se o Kléber não tivesse titubeado na hora de estufar aquela bola para as redes, com o gol vazio, eu estivesse com outro discurso aqui. Isso porque uma coisa ficou clara na minha percepção: o Estudiantes tem muita dificuldade para tomar conta das ações em um jogo de alto nível. Ou seja, o time argentino joga muito melhor quando não tem a responsabilidade de atacar, o que deve acontecer na próxima quarta-feira, no Mineirão.

Entretanto, também ficou muito clara a diferença técnica entre as equipes. O Cruzeiro é muito, mas muito mais time. E é nisso que Adilson Batista deve focar durante os próximos sete dias. Ele precisa bater nessa tecla, insistir na qualidade de seus jogadores, pois é aí que está a chave para a vitória. Nada melhor do que depender do seu próprio futebol.

O Cruzeiro soube muito bem neutralizar as poucas peças diferenciadas do time argentino. E quando isso não foi possível, lá estava Fabio para fechar a meta com tijolos. No segundo tempo, a Raposa ainda teve chances de ouro para matar a disputa, mas o trio Wagner, Wellington e Kléber não esteve bem. O empate sem gols, contudo, ficou de bom tamanho.

Pelo que vi, aposto no terceiro título do Cruzeiro na Libertadores na próxima semana. Apenas um palpite de quem já é gato escaldado nesse tipo de situação e que sabe bem que no futebol nada está ganho enquanto a bola está rolando.

Conceitos - CRUZEIRO

Fábio - ÓTIMO: Atuação fantástica. Defesas importantes nas horas certas. Destaque para um chute sensacional de Verón defendido de forma mais espetacular ainda pelo arqueiro mineiro.
Jonathan - BOM: Acostumado a subir bem para o ataque, o lateral entendeu a importância de ajudar a marcação e pouco foi à frente.
Anderson - PÉSSIMO: Jogou completamente fora de sintonia com o time.
Leonardo Silva - BOM: Enquanto Anderson levava um pequeno baile de tango, Leonardo Silva segurava as pontas na defesa. Não perdeu uma pelo alto.
Gerson Magrão - REGULAR: Foi muito mal no primeiro tempo. Sentiu muito o jogo. Mas, na etapa complementar, seguiu a fórmula do Jonathan e melhorou na partida. Só subiu na boa e participou de jogadas importantes.
(Fabinho) - SEM CONCEITO: Nem tocou na bola.
Henrique - ÓTIMO: Sou fã desse jogador. Mais uma vez cadenciou bem o jogo, não deu espaços para Verón e cia. e ainda chegou com perigo no ataque.
Marquinhos Paraná - BOM: Muito bem na marcação. Foi discreto e tocou poucas vezes na bola, mas é o jogador que todo time precisa.
Ramires - BOM: Trabalhou bem pelos lados do campo e incomodou muito a defesa argentina.
Wagner - PÉSSIMO: Muito afobado. Teve inúmeras oportunidades para definir o jogo ou servir um companheiro bem posicionado, mas sempre escolheu a opção errada.
Kléber - REGULAR: Só não dou um conceito pior porque deu muito trabalho aos argentinos com seu estilo de jogo corpo-a-corpo, que irrita qualquer adversário. Mas hoje, definitivamente, não era o dia do "Gladiador". Perdeu a chance da partida com o gol vazio.
Wellington Paulista - PÉSSIMO: Caiu na lábia dos argentinos e ficou procurando encrenca o jogo inteiro. Por sorte, o árbitro Larrionda não estava muito a fim de distribuir cartões. Com a bola nos pés, um horror.
Téc: Adilson Batista - BOM: Armou muito bem o time e quase saiu de La Plata com um resultado positivo. Agora ele precisa apostar na qualidade do Cruzeiro para conquistar seu primeiro título de Libertadores como treinador.

Conceitos - ESTUDIANTES

No Estudiantes, destaco a ótima atuação de Enzo Perez, um dos poucos argentinos que tentou fugir da mesmice do técnico Sabella. Verón também teve bons lampejos, mas é nítido que é muito para ele ser o responsável por todas as jogadas do time. E não adianta nada criar jogadas quando se tem um ataque tão inofensivo como este formado por Boselli e "la gata" Fernandéz. No Brasil, o Estudiantes precisa apostar tudo em sua defesa, muito sólida e experiente e torcer para encaixar bem os contra-ataques que devem surgir.

Direto da Redação













Redator: Ricardo Pilat
ricardo.pilat@yahoo.com.br

Campeonato Brasileiro > Ronaldo ‘brinca’, faz três gols e comanda vitória do Timão sobre o Fluminense

* Show do craque teve ainda participação na jogada do outro gol. Resultado coloca paulistas em quinto e mantém cariocas perto da degola

Ronaldo avisou que gostaria de anotar um gol no Campeonato Brasileiro... Ronaldo falou também que iria se divertir na competição... Mas Ronaldo não fez um gol, fez três. E mais: “brincou” ao participar da jogada de outro. Foi assim, sob a batuta do Fenômeno, que o Corinthians reencontrou a Fiel após a conquista da Copa do Brasil e venceu o Fluminense por 4 a 2 na noite desta quarta-feira, no estádio do Pacaembu – Conca e Diego, contra, diminuíram o placar para os tricolores.

A vitória desta noite colocou o Corinthians em boa situação na tabela do Nacional. Com 14 pontos, a equipe paulista já aparece na quinta colocação, dois pontos atrás do quarto colocado, o arquirrival Palmeiras, e a seis do líder Internacional, derrotado pelo Timão na final da Copa do Brasil. O Fluminense, por sua vez, está lá embaixo, em 15º, apenas duas posições acima da zona de rebaixamento.

Se para a equipe paulista, campeã estadual e da Copa do Brasil, a possibilidade de uma Tríplice Coroa começa a clarear, para o time carioca a situação é mais nebulosa. Sem ter conquistado nada até agora na temporada, o Flu começa a se preocupar com a briga contra a Série B. São apenas dois pontos de diferença para o Náutico, primeiro a figurar na região perigosa da tabela, e três para o lanterna Avaí.

No próximo fim de semana, pela décima rodada do Campeonato Brasileiro, o Corinthians volta a Porto Alegre, palco da conquista do tri da Copa do Brasil. Só que dessa vez para encarar o Grêmio, domingo, às 16h, no estádio Olímpico. Já o Fluminense joga às 18h30m, contra o Santo André, no Rio de Janeiro.

Ronaldo é gol

Antes de as equipes entrarem em campo, a diretoria do Corinthians mandou o volante Edu a campo para acenar à torcida. O jogador foi contratado no começo desta semana e assinou acordo até o final de 2011. Depois disso, já com os elencos em campo, a taça da Copa do Brasil foi mostrada à Fiel. Após a execução do hino nacional, mais festividade: os jogadores do Fluminense entregaram as faixas de campeão aos rivais alvinegros.

O início da partida foi o sinal para o disparo de uma bateria de fogos do lado de fora do estádio do Pacaembu. Ela durou quatro minutos. E assim que ela acabou, o Fluminense encontrou sua primeira chance. Sem ligar para o clima de festa dos alvinegros, Conca rolou para Fred na direita da grande área. O atacante girou e chutou cruzado. Só que a bola passou à esquerda do goleiro Felipe, sem assustar.

Com menos posse de bola, o Timão conseguiu responder aos nove minutos. Dentinho tabelou com Douglas e tentou achar Ronaldo em cruzamento da esquerda, mas a zaga tricolor afastou. No lance seguinte, André Santos fez boa jogada com Douglas e serviu Jorge Henrique, que bateu prensado com um marcador. Mas Fred estava dando trabalho. Aos 11, ele fez boa jogada individual e chutou rasteiro para fora.

O atacante do Fluminense ainda tentou outra vez aos 16, ao chutar de fora da área para tranquila defesa de Felipe. A partir daí, só deu Corinthians (à exceção de um gol anulado de Fred por impedimento). E com eficiência. Após alguns lances de perigo com Cristian e Dentinho, brilhou a estrela de Ronaldo. Aos 24 minutos, o camisa 9 recebeu ótimo passe de Douglas e tocou na saída do goleiro Ricardo Berna.

Foi o primeiro gol do Fenômeno no Campeonato Brasileiro. Mas não seria a única participação dele na noite. Aos 29, foi o craque que iniciou a jogada do segundo. Ele achou Cristian na área, e o volante rolou para Dentinho completar. E teve mais na etapa inicial: aos 35, o atacante novamente recebeu de Douglas, avançou, deixou Edcarlos no chão, Cássio sem reação e chutou no contrapé de Ricardo Berna: 3 a 0.

O Fluminense ainda tentou diminuir aos 44 minutos, em cobrança de falta de Conca. O argentino tentou encobrir Felipe, mas o goleiro corintiano, atento, espalmou.

Pressão do Flu

As duas equipes voltaram para a segunda etapa sem alterações. Mas o Corinthians levou um susto logo no primeiro minuto, e quase precisou mudar. O goleiro Felipe caiu no gramado com dores no estômago. Mas, atendido pelos médicos, ele continuou. A preocupação foi maior porque no treinamento da última terça-feira o camisa 1 já tinha sido poupado por conta de uma indisposição estomacal.

O Fluminense não ficou atrás na preocupação. Aos sete minutos, o árbitro Heber Roberto Lopes paralisou a partida por conta de um sangramento na cabeça de Diguinho. O meia tricolor, porém, também foi atendido e retornou para o jogo. Com a bola rolando, embora o time das Laranjeiras tentasse uma aproximação ao ataque, parava na forte marcação do Corinthians na saída de bola.

E quem quase voltou a brilhar aos 12 minutos foi Ronaldo. A defesa do Fluminense saiu jogando errado, e Elias aproveitou. O volante, então, tocou para o atacante na esquerda, mas ele chutou cruzado para fora. O lance poderia ter esquentado a partida, mas não foi assim. Com a vantagem de três gols, os donos da casa tiraram o pé do acelerador, mas também não deram espaço para as investidas dos visitantes.

O técnico do Flu, Carlos Alberto Parreira, então, resolveu mudar em dose tripla. Aos 23 minutos, o comandante tricolor colocou Carlos Eduardo na vaga de Leandro Amaral, Marquinho no lugar de Fabinho e Alan entrou para a saída de Diguinho. Mas quem marcou o primeiro do time tricolor foi mesmo alguém que já estava em campo: o argentino Conca. Aos 27 minutos, ele se livrou de dois marcadores e chutou.

A reação carioca seria ainda mais insinuante. Com o Timão parado em campo, o Fluminense foi para cima, criou boas chances e chegou aos segundo gol aos 32 minutos. Alan recebeu bom passe na grande área, driblou com categoria o goleiro Felipe e tentou rolar para Fred. Mas antes de a bola chegar no atacante, o zagueiro Diego, do Corinthians, marcou contra: 3 a 2.

O gol deu moral ao Tricolor, que foi para cima do Timão. Mas, aos 36 minutos, Fred foi expulso por reclamação e a reação do Flu foi freada. E se de um lado o atacante perdeu a cabeça, do outro acertou o pé. Aos 40 minutos, Ronaldo aproveitou rebote de Ricardo Berna e marcou pela terceira vez o jogo. Em seguida, saiu para a entrada de Henrique e foi aplaudido de pé.

Ficha técnica
CORINTHIANS 4 x 2 FLUMINENSE
Felipe; Alessandro (Diogo), Chicão, Diego e André Santos; Cristian, Elias e Douglas (Boquita); Jorge Henrique, Dentinho e Ronaldo (Henrique). Ricardo Berna; Mariano, Cássio, Edcarlos e João Paulo; Wellington Monteiro, Fabinho (Marquinho), Diguinho (Alan) e Conca; Leandro Amaral (Carlos Eduardo) e Fred.
Técnico: Mano Menezes. Técnico: C.A.Parreira.
Gols: Ronaldo, aos 24 e aos 35, e Dentinho, aos 29 minutos do primeiro tempo; Conca, aos 27, Diego, contra, aos 32, e Ronaldo aos 40 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: André Santos, Jorge Henrique (C); João Paulo, Cássio (F). Cartão vermelho: Fred (C).
Público: 27.329 pagantes. Renda: R$ 951.184,00
Estádio: Pacaembu, em São Paulo (SP). Data: 08/07/2009. Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa/PR). Auxiliares: José Carlos Dias Passos (PR) e Gilson Bento Coutinho (PR).

Fonte: Globo.com


Comentário da Redação
Que show do fenômeno!

Noite fantástica no Pacaembu, no primeiro jogo após a conquista da Copa do Brasil e a vaga garantida para a Libertadores de 2010. Comandado por Ronaldo e apoiado pela linda festa da torcida, o Corinthians deu um show no primeiro tempo. Aproveitou as subidas do Fluminense para praticar sua especialidade: desarmar com precisão e sair com rapidez para o ataque.

E lá na frente o time mostrou a eficiência de sempre, ainda mais com o Ronaldo para lá de inspirado. Quem também teve papel fundamental e fez o jogo fluir muito mais pelo lado alvinegro foi o Douglas. Com muita criatividade, raciocínio rápido e movimentação, ele fez o que se espera de um camisa 10, e dos três gols do Ronaldo, dois tiveram a assistência do Douglas.

O jogo parecia definido e eu só não falaria que a tendência era ter goleada pelo que vem mostrando o Corinthians, que sempre faz o necessário e não costuma golear, mesmo com os adversários mais fracos. E assim como em alguns jogos da Copa do Brasil o Timão tomou sufoco na segunda etapa e quase sofreu o empate.

Méritos também para o Tricolor, que já não tinha feito um primeiro tempo ruim, pelo contrário, foi o Alvi-negro e o Ronaldo que deram um espetaculo nos primeiros 45 minutos. Quando o Fred foi expulso por xingar o árbitro, pra mim exageradamente, o Flu teve sua reação esfriada, enquanto o Corinthians se acertou, e mais uma vez ele apareceu e marcou seu terceiro gol.

Para o time do Mano Menezes, vitória bem animadora pelo primeiro tempo, mas ainda é preocupante pela queda de rendimento no segundo tempo que já tem se repetido. Nenhum time consegue sustentar o mesmo ritmo o tempo todo, mas tomar o empate após abrir 2 a 0 como foi na Copa do Brasil, ou ficar perto de tomar empate depois de fazer 3 gols não é normal.

Já o time do Carlos Alberto Parreira, que tem vários defeitos, pode ressaltar muito mais a qualidade do adversário e a genialidade do Ronaldo do que suas próprias falhas no jogo desta quarta.

Conceitos

Felipe - REGULAR: Não teve grande trabalho e não teve a menor culpa nos gols sofridos.
Alessandro - BOM: Sempre muito correto, sem deixar espaços para o adversário, fez mais uma boa partida.
(Diogo) - REGULAR: Pouco apareceu e deixou espaços pelo seu lado.
Chicão - BOM: Também por méritos do adversário, o zagueiro corintiano teve muito trabalho, mas foi bem.
Diego - REGULAR: O gol contra foi uma infecilidade somente. Se posicionou mal em alguns momentos, mas compensou na seriedade e raça.
André Santos - BOM: Cada vez melhor na marcação, chegou no meio-campo por diversas vezes, fazendo uma bela dupla com o Douglas pelo lado esquerdo.
Cristian - BOM: Faltou todos estarem com o espírito do Cristian no momento em que o jogo já estava 3 a 0. Não tinha nada ganho para o volante, que chegava com muita vontade em cada dividida.
Elias - ÓTIMO: Correu o tempo todo, marcou muito e ajudou o Douglas na armação da equipe..
Douglas - ÓTIMO: Uma de suas melhores partidas pelo Corinthians. Se o time com ele discreto é bom, no primeiro tempo tivemos uma amostra de como é com ele inspirado e 'acordado'.
(Boquita) - SEM CONCEITO: Jogou pouco.
Jorge Henrique - REGULAR: Não estava em um bom dia. Mas nem precisa falar que raça não faltou, né?
Dentinho - BOM: Marcou o seu e começou a jogada do quarto gol, fazendo o Ricardo Berna espalmar seu chute.
Ronaldo - ÓTIMO: Em noite de fenômeno. Dois bonitos gols, um golaço e uma participação fundamental no outro gol. Quer mais?
(Henrique) - SEM CONCEITO: Entrou nos minutos finais só para o dono do jogo, Ronaldo, sair aplaudido.
Téc: Mano Menezes - REGULAR: Fez o time estar ligado após conquistar o título da Copa do Brasil, mas errou muito ao tirar o Douglas e colocar o Boquita logo após o primeiro gol do Flu.

Direto da Redação


Redator: Pedro Silas
pedro_sccp@yahoo.com.br

Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

Copa Libertadores > Estudiantes e Cruzeiro jogam a primeira final

* Duelo marca mais um capítulo da rivalidade Brasil x Argentina

Estudiantes e Cruzeiro foram adversários na primeira fase e agora voltam a se enfrentar na grande decisão da Copa Libertadores, nesta quarta-feira, às 21h50 (de Brasília), no Estádio Ciudad de La Plata.

Pelo Grupo 5, vitória argentina em La Plata por 4 a 0. Em Belo Horizonte, a Raposa levou a melhor e venceu por 3 a 0. O equilíbrio é grande, tanto que na fase de mata-mata da competição ambos estão invictos e passaram com propriedade pelos seus adversários.

Brasileiros e argentinos se encontram pela 12º vez em uma decisão de Libertadores, com ampla vantagem dos hermanos. Nas 11 oportunidades anteriores, somente em 3 o time do Brasil em questão levou o caneco.

O Cruzeiro chega à quarta decisão de Libertadores, tendo conquistado o título duas vezes (76 e 97) e perdindo o troféu em 77, para o Boca Juniors. Já o Estudiantes encara sua quinta final da Copa, com três títulos e um vice até então.

LEIA TAMBÉM > En la Cancha - Somente pelota

Problemas no Cruzeiro

O Cruzeiro, como aconteceu em todo o primeiro semestre, apresenta-se recheado de desfalques. No setor defensivo, por exemplo, apenas dois zagueiros estão aptos para entrar em campo: Leonardo Silva e Anderson.

Apesar disso, a confiança de todo o grupo é muito grande. Como garante o atacante Kléber, ponto de referência do setor ofensivo celeste.

- Desde que cheguei ao Cruzeiro sempre disso que o objetivo principal era ganhar a Libertadores. Agora estamos muito pertos disso e temos de jogar com muita raça. O grupo todo está bem focado em levantar a taça - garante o Gladiador.

A boa notícia é a volta do volante Henrique, que se recuperou de uma dor muscular na panturrilha direita. Henrique ficou de fora do empate diante do Grêmio, na última quinta-feira, no Olímpico.

Verón volta

Já o Estudiantes quer confirmar os 100% de aproveitamento, e sem sofrer gols, em casa na competição para garantir um bom resultado e ficar em vantagem para o confronto de volta, no Mineirão.

O otimismo pela recuperação do meia Verón, do Estudiantes, é cada vez maior dentro do clube argentino. Fontes disseram que o treinador Alejandro Sabella confia na volta do jogador.

Verón sofreu uma lesão na perna direita durante o primeiro tempo do jogo de ida das semifinais da Libertadores contra o Nacional, do Uruguai, e ficou fora do confronto seguinte.

FICHA TÉCNICA:
ESTUDIANTES X CRUZEIRO

Estádio: Ciudad de La Plata, La Plata (ARG)
Data/hora: 8/7/2009, às 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Jorge Larrionda (Fifa/URU)
Auxiliares: Pablo Fandiño (URU) e Mauricio Espinosa (URU)

CRUZEIRO: 1-Fábio, 2-Jonathan, 22-Leonardo Silva, 3-Anderson e 20-Gérson Magrão; 7-Marquinhos Paraná, 15-Henrique, 8-Ramires e 10-Wagner; 9-Wellington Paulista e 25-Kléber. Técnico: Adilson Batista

ESTUDIANTES: 1-Andújar, 16-Re, 14-Schiavi, 2-Desábato e 3-Cellay; 8-Pérez, 22-Braña, 11-Verón e 23-Benítez; 10-Gastón Fernández e 17-Boselli. Técnico: Alejandro Sabella

Fonte: Lancenet!


Direto da Redação











Redator: Ricardo Pilat
ricardo.pilat@yahoo.com.br

Campeonato Brasileiro > Após ressaca do título, Timão 'estreia' no Brasileiro contra o Fluminense

* Alvinegro se concentra na busca pela "Tríplice Coroa" diante do Tricolor, em má fase e já derrotado por ele na Copa do Brasil

Depois da conquista da Copa do Brasil e de garantir uma vaga na Taça Libertadores de 2010, o Corinthians inicia agora a luta para fechar um ano perfeito com a conquista do título do Campeonato Brasileiro e da "Tríplice Coroa".

No primeiro desafio após a ressaca pela festa, o Timão tem pela frente um ameaçado e vingativo Fluminense, nesta quarta-feira, às 21h50m, no Pacaembu, no complemento da nona rodada. Antes de a bola rolar, no entanto, os corintianos ainda terão um último momento para celebrar: os jogadores receberão dos atletas tricolores as faixas pela conquista do título nacional.

Corinthians tenta manter-se motivado

Apesar de ter jogado algumas vezes com os reservas, o Corinthians conseguiu atingir a meta do técnico não perder muitos pontos no Brasileiro enquanto disputava a reta final da Copa do Brasil. O Alvinegro está em décimo, com 11 pontos, mas poderá subir para quinto se vencer os cariocas, ficando apenas seis abaixo do líder Internacional.

- Temos um jogo muito importante contra o Fluminense, porque uma vitória pode nos colocar na quinta colocação, mais próximo dos líderes. Nós sabemos do esforço que fizemos durante a Copa do Brasil para permanecermos nessa condição – falou Mano Menezes.

O maior obstáculo do comandante, porém, é manter os jogadores motivados. O grande objetivo de 2009, a vaga na Libertadores para o ano do centenário, foi atingido. O que vier, agora, passa a ser um complemento de uma temporada gloriosa. Nos primeiros meses, o Timão já conquistou de forma invicta o Campeonato Paulista.

- Tínhamos o Paulista para disputar e ele foi importante. Depois, tínhamos a Copa do Brasil e conseguimos paralelamente uma vaga na Libertadores. E, agora, temos o Brasileiro. Não temos razão nenhuma para abrir mão desse campeonato, mesmo que ao mesmo tempo tenhamos de pensar no planejamento para 2010 – opinou o técnico.

Flu espera vitória para se afastar da zona de rebaixamento

O Fluminense tenta fugir da crise e se afastar das últimas colocações do Brasileirão. A equipe comandada por Carlos Alberto Parreira não vence há três rodadas e caiu para a 15ª colocação, com dez pontos. O Náutico, primeiro na zona da degola, tem apenas dois a menos.

Não é a primeira vez que Fluminense e Corinthians se cruzam neste ano. Em dois jogos pela Copa do Brasil, melhor para o Timão que venceu a primeira partida por 1 a 0, em São Paulo, e empatou o segundo duelo por 2 a 2, no Rio de Janeiro. Porém, para Parreira, os anfitriões não podem ser considerados favoritos nesta quarta-feira por se tratar de um confronto em circunstâncias diferentes.

- O sentimento da Copa do Brasil era outro. A gente precisava matar o adversário para avançar na competição. Lembro que tínhamos que inverter o resultado no Maracanã em dez ou 15 minutos. Agora, não tem mais essa urgência.

Ficha técnica
Estádio: Pacaembu, São Paulo (SP)
Data/hora: 08/07/2009 - 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (PR- Fifa)
Auxiliares: Gilson Bento Coutinho (PR) e José Carlos Dias Passos (PR)

CORINTHIANS: Felipe; Alessandro, Diego, Chicão e André Santos; Cristian, Elias, Douglas e Jorge Henrique; Dentinho e Ronaldo. Técnico: Mano Menezes

FLUMINENSE: Ricardo Berna; Mariano, Edcarlos, Cássio e João Paulo; Wellington Monteiro, Fabinho, Diguinho e Conca; Leandro Amaral e Fred. Técnico: Carlos Alberto Parreira.

Fontes: Globo.com e Lancenet


Redator: Pedro Silas
pedro_sccp@yahoo.com.br

Futebol Europeu > Mercado de Transferências

Felipe Melo acerta com a Juventus

Mesmo com a Fiorentina conseguindo a classificação para a Liga dos Campeões, o volante da seleção brasileira Felipe Melo irá mudar de time na próxima temporada. Também garantido na competição mais importante da Europa, a Juventus irá contar com o futebol do brasileiro.

O valor da negociação gira em torno de 25 milhões de euros (cerca de R$ 68,79 milhões), sendo 20 milhões de euros (R$ 55,03 milhões) pagos para o time de Florença. A segunda parte do pagamento será a transferência o meia Marco Marchionni. A oficialização do negócio deve sair na quarta-feira.

Felipe Melo será o terceiro brasileiro no tradicional clube italiano na próxima temporada. Além dele, o meia Diego e o atacante Amauri fazem parte do elenco alvinegro. Outro brasileiro que pode pintar na Juve é o lateral-esquerdo André Santos, do Corinthians.

O Arsenal, da Inglaterra, era outro clube interessado na contratação do jogador brasileiro.

Inter de Milão anuncia chegada do 'foquinha' Kerlon

Famoso quando defendia o Cruzeiro e as seleções de base do Brasil por ter criado o 'drible da foca', jogada na qual levantava a bola e corria com ela sobre a cabeça, provocando a ira dos marcadores, o atacante Kerlon é o mais novo reforço da Internazionale de Milão.

Depois de disputar somente quatro partidas pelo Chievo, clube que defende desde setembro de 2008, o jogador será observado de perto pelo técnico José Mourinho durante a pré-temporada da atual tetracampeã italiana, mas um empréstimo para que ganhe maior experiência no país não está descartado.

Os valores pagos pela Internazionale ao Chievo para contratar o 'foquinha', campeão sul-americano com a seleção brasileira sub-17 e principal nome do time no torneio disputado em 2005, na Venezuela, não foram revelados pela direção do clube italiano.

Milan contrata zagueiro americano Onyewu

O zagueiro americano Oguchi Onyewu, que atuava no Standard Liège desde 2007, é o novo jogador do Milan, com o qual assinou contrato até 30 de junho de 2012. Em seu comunicado, o Milan indica que Onyewu tem também passaporte belga, por isso não ocupa vaga de jogador "não comunitário".

Onyewu ganhou dois Campeonatos Belgas com o Standard Liège e, segundo o Milan, destacou-se na recente Copa das Confederações com a seleção dos Estados Unidos.

Direto da Redação


Redator: Pedro Silas
pedro_sccp@yahoo.com.br

Terça-feira, 7 de Julho de 2009

Futebol Carioca > Ruy é apresentado no Fluminense

* Jogador versátil, defensor não escolhe posição preferida para atuar no Fluminense: ‘Quem vai dizer o melhor para mim é o Parreira’

Com a descontração de sempre, Ruy foi apresentado após o treino desta terça-feira no Fluminense. Menos de 24h depois de rescindir contrato com o Grêmio, o lateral-direito de ofício assinou contrato de um ano e meio com outro tricolor. Há dez dias parado, ele não viajará com a delegação para São Paulo, onde o time enfrenta o Corinthians, nesta quarta-feira, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro. Porém, o jogador, de 31 anos, deve estrear diante do Santo André, no próximo domingo.

Inicialmente, o jogador chegou para a lateral direita, sua posição de origem, mas logo na primeira entrevista deixou no ar a possibilidade de atuar em outras áreas do campo. "Venho sendo um jogador versátil e espero fazer isso também no Fluminense. Quero fazer o melhor aqui e ajudar o Parreira", salientou Ruy.

Ruy chegou ao Fluminense após sair do Grêmio em função de uma discussão com o treinador Paulo Autuori. Evitando claramente tocar no assunto e demonstrando desconforto com a situação, o lateral-direito tratou logo de colocar um ponto final nesta história.

"Existiu um desentendimento por uma questão de mentalidade, mas não houve qualquer tipo de agressão. Só que agora é esquecer isso tudo e só pensar no Fluminense e respirar 24 horas", encerrou Ruy.

Carlos Alberto Parreira elogiou a contratação do lateral-direito e acredita no sucesso do jogador nas Laranjeiras. "Ele é um atleta experiente e sempre apresentando um grande futebol por onde passou. Chega para somar e espero que nos ajude muito", destacou.

Denis Marques chega ao Mengão

O Flamengo tem cara nova na área. Foi apresentado no início da tarde desta terça-feira, na Gávea, o atacante Denis Marques, ex-Atlético Paranaense e que estava no futebol japonês. Aos 28 anos, o reforço chega para brigar por uma vaga de titular com Emerson para poder formar dupla com Adriano. Com as características trancinhas, visual que remete a Oséas, que também defendeu o Furacão com bom destaque, o atleta disse estar realizando um sonho de infância.

Denis Marques chega por empréstimo até dezembro de 2010. Apesar de animafo, o novo reforço só poderá vestir a camisa de maneira oficial a partir do dia 3 de agosto, data da abertura da janela de transferências internacionais. O atacante estava no Omiya Ardija e explicou qual motivo o levou a retornar ao Brasil.

"Foi uma escolha minha mesmo. Me lesionei no final da temporada passada e depois chegou um técnico que me deu poucas oportunidades. Mesmo com outras propostas, e principalmente por ser flamenguista, resolvi aceitar jogar aqui. A primeira impressão do clube e dos companheiros foi a melhor possível. Muitos no Brasil certamente sonham em jogar pelo Flamengo", disse.

Botafogo anuncia André Lima e Jônatas

Na vice-lanterna do Campeonato Brasileiro, com apenas sete pontos em nove partidas, o Botafogo anunciou na noite desta terça-feira a contratação de dois reforços para a luta para se livrar da zona de rebaixamento: André Lima, ex-São Paulo, e Jônatas, ex-Flamengo. A dupla chega por empréstimo até o fim de 2009 e será apresentada oficialmente ao torcedor na próxima quinta-feira.

Revelado pelo Flamengo, Jônatas encerrou sua segunda passagem pela Gávea no último mês. Capitão do título da Copa do Brasil, em 2006, sob o comando de Ney Franco, ele tem os direitos federativos vinculados ao Espanyol, de Barcelona, e teve poucas oportunidades no Rubro-Negro, colecionando, inclusive, desentendimento com treinadores como Caio Júnior e Cuca.

Já André Lima volta ao Glorioso dois anos após se destacar no Brasileirão de 2007 e ser negociado com o Hertha Berlim, da Alemanha. O atacante defendeu o São Paulo na última temporada, mas também foi muito pouco utilizado. Alvinegro confesso, ele tem contrato com o clube alemão até o fim de 2011.

Fontes: Globo.com e Uol



Redator: Pedro Silas
pedro_sccp@yahoo.com.br

Futebol Europeu > Mercado de Transferências

Chelsea anuncia contratação de Zhirkov

O Chelsea anunciou a contratação do russo Yuri Zhirkov, que estava no CSKA. O jogador está em Londres nesta segunda, e passará por uma série de exames médicos antes de assinar contrato. Valores e duração do acordo ainda não foram divulgados.

Zhirkov chega ao Chelsea para reforçar o lado esquerdo da equipe - ele costuma atuar como ala e lateral. No mês passado, quando começaram as especulações sobre a saída do meio-campista, o técnico brasileiro Zico, do CSKA, pediu à direção do clube que fizesse o possível para não negociar o jogador. Ele chegou a dizer que Zhirkov era tão importante para a equipe quanto Kaká para o Milan ou Messi para o Barcelona.

Lúcio perto do Manchester City

O Manchester City, que já tem Robinho e Elano, está prestes a contratar um terceiro jogador da seleção brasileira. Segundo o jornal francês L'Equipe, a equipe inglesa está negociando com o Bayern de Munique a contratação do zagueiro Lúcio, capitão do time de Dunga.

Lúcio foi colocado em disponibilidade pelo Bayern após o novo técnico do time, Louis Van Gaal, ter declarado que precisava rejuvenescer o elenco.

Ainda de acordo com o L'Equipe, o City estaria vencendo a concorrência da Inter de Milão. O técnico da equipe italiana, José Mourinho, teria recomendado a contratação de Lúcio após ver fracassada a negociação com Ricardo Carvalho, do Chelsea.

Manchester United quer Huntelaar

Alex Ferguson, técnico do Manchester United, prepara uma oferta de R$ 64 milhões (£20 milhões) pelo atacante holandês Klaas Jan Huntelaar, do Real Madrid. O clube inglês já estava interessado no jogador quando ele saiu do Ajax para o time espanhol, em janeiro deste ano.

Huntelaar, de 25 anos, não teve o impacto esperado em sua chegada ao Real Madrid. Após marcar 113 gols em 136 jogos na Holanda, o atacante sequer jogou pelo clube espanhol na Liga dos Campeões. Agora, após a chegada de Cristiano Ronaldo, Kaká e Karim Benzema, ele está no fim da fila na briga por uma vaga.

Real teria oferecido Robben e Sneijder em troca de Ribéry

O Real Madrid ofereceu ao Bayern de Munique os holandeses Arjen Robben e Wesley Sneijder em troca do francês Franck Ribéry, mais uma quantia em dinheiro, informa neste domingo o jornal britânico "Daily Star".

Os dois jogadores estão avaliados em € 47 milhões (R$ 128 milhões) e o Real está disposto a colocar mais € 17,6 milhões (R$ 48 milhões) sobre a mesa, diz o jornal.

Wolfsburg acerta a contratação do meia Ziani

Depois de surpreender os gigantes alemães e conquistar o campeonato nacional, o Wolfsburg começa a pensar em reforços para a próxima temporada. Para tentar o bi e voos mais altos, como por exemplo, na Liga dos Campeões, a equipe acertou a contratação do meia argelino Ziani, ex-Olympique de Marselha, por sete milhões de euros, aproximadamente R$ 19 milhões.

Direto da Redação


Redator: Pedro Silas
pedro_sccp@yahoo.com.br

Futebol Sul-Americano > En la Cancha

Somente pelota

La pelota nem deu o ar da graça em la cancha e a polêmica já tomou conta da grande decisão da Libertadores entre Estudiantes e Cruzeiro. Dedico este primeiro trecho da minha coluna apenas ao futebol, deixando de lado o extra-campo. Afinal, vai ser um baita jogo de bola!

O Cruzeiro me empolga muito. Desde o ano passado, falo em todos os meus comentários que o time celeste é o que mais me agrada no Brasil. Em 2009, além do amadurecimento do treinador Adilson Batista, destaco a chegada do "gladiador" Kléber, que deu outra cara ao time mineiro, que antes me parecia frágil, sem poder de decisão, completamente diferente da imagem que tenho hoy. Lembrando que a estreia de Kléber no Cruzeiro foi justamento diante do Estudiantes, marcando dois gols e sendo expulso na vitória por 3 a 0 no Mineirão.

O Estudiantes, dirigido por Alejandro Sabella, está longe de ter a qualidade individual que tem o rival brasileño. Sin embargo, não se pode duvidar da equipe de "la brujita" Verón, um dos melhores meias que já vi jogar. Veron se recuperou da lesão muscular e será o grande nome do Estudiantes, tricampeão da Libertadores, em busca do tetra a partir desta quarta-feira.

Além disso, os argentinos tem figuras tarimbadas do futebol sul-americano, como Rolando Schiavi e Leandro Desabato, uma imponente dupla de defesa, e outras peças jovens, mas com alguma experiência em grandes clubes, como Gaston "la gata" Fernández, ex-River, e Mauro Boselli, que surgiu no Boca, jogadores que foram o dueto ofensivo do time de La Plata.

Vale lembrar que o Cruzeiro tem um elenco recheado de jovens valores formados na base da Toca, como Henrique, Jonathan e o craque Ramires. E a Raposa tem o melhor esquema tático do futebol brasileiro, na minha opinião, muito próximo do que fazem os times argentinos com as famosas linhas de quatro: Marquinhos Paraná, Henrique, Ramires e Wagner formam o meio-campo em que somente o último citado não participa da marcação. Os outros três formam uma trinca de volantes quando o time não tem a bola e também participam da organização do jogo, sempre saindo pelas laterais.

Enfim, vejo o Cruzeiro com muito mais time para vencer esta pelea e conquistar pela terceira vez la copa. Mas isso não significa favoritismo, pois na Libertadores é impossível dizer algo assim na véspera de uma decisão tão importante. Somente dentro de campo teremos certeza de quem merece esse título.

influenza

Bem, vamos para fuera de la cancha. Essa história de Gripe Suína (Influenza A - H1N1) realmente está preocupando o mundo inteiro e na Argentina a coisa parece estar no ápice. Manda o bom senso que o jogo desta quarta fosse adiado, hipótese já descartada, mostrando que a Conmebol não tem critério algum, vide a decisão tomada diante do mesmo cenário, mas em jogos envolvendo os mexicanos Chivas e San Luis, obrigados a abandonar o torneio.

Agora, com muito medo, os cruzeirenses irão desbravar a Argentina para jogar a sorte de um projeto inteiro, em um jogo decisivo diante do Estudiantes. E nunca é bom ter outras preocupações em um momento desses. Apesar de achar que está sendo criado um monstro maior do que realmente a doença é, vou rezar para que nada ruim aconteça... E é somente isso que podemos fazer.

Argentina leva vantagem

Brasileiros e argentinos se encontram pela 12º vez em uma decisão de Libertadores, com ampla vantagem dos hermanos. Nas 11 oportunidades anteriores, somente em 3 o time do Brasil em questão levou o caneco. Entre estes, está o Cruzeiro de 76, que derrotou o River na final. Mas a mesma Raposa entra na lista negra do Boca Juniors, que em 77 derrotou o time o mineiro, abrindo caminho para outras três conquistas sobre clubes da nossa pátria.

Confira a lista de decisões entre brasileiros e argentinos:
1963 - Santos x Boca Juniors: 3 x 2 e 2 a 1 - Santos campeão
1968 - Estudiantes x Palmeiras: 2 x 1, 1 x 3 e 2 x 0 - Estudiantes campeão
1974 - Independiente x São Paulo: 2 x 0 e 1 x 0 - Independiente campeão
1976 - Cruzeiro x River Plate: 4 x 1, 1 x 2, 3 x 2 - Cruzeiro campeão
1977 - Boca Juniors x Cruzeiro: 1 x 0, 0 x 1 e 0 x 0 (5 x 4 nos pênaltis) - Boca campeão
1984 - Independiente x Grêmio: 1 x 0 e 0 x 0 - Independiente campeão
1992 - São Paulo x Newell's Old Boys: 0 x 1, 1 x 0 (3 x 2 nos pênaltis) - São Paulo campeão
1994 - Vélez Sarsfield x São Paulo: 1 x 0, 0 x 1 (5 x 3 nos pênaltis) - Vélez campeão
2000 - Boca Juniors x Palmeiras: 2 x 2, 0 x 0 (4 x 2 nos pênaltis) - Boca campeão
2003 - Boca Juniors x Santos: 2 x 0 e 3 x 1 - Boca campeão
2007 - Boca Juniors x Grêmio: 3 x 0 e 2 x 0 - Boca campeão

Em títulos da Libertadores, os argentinos também levam a melhor: 21, contra 13 do Brasil.


Diccionario - Dicionário (Español - Português)
Cancha - Estádio
Pelota - Bola
Hoy - Hoje
Sin embargo - No entanto
Brasileño - Brasileiro
La brujita - A Bruxinha (Apelido de Verón)
Pelea - Luta
Influenza - Influência

Direto da Redação












Periodista: Ricardo Pilat
ricardo.pilat@yahoo.com.br