Quem olha o resultado do jogo entre Juan Aurich e Santos, pela 3ª rodada da Taça Libertadores, pode achar que o jogo foi fácil e tranquilo para a equipe de Vila Belmiro. E foi mesmo.
Apesar de um início irreconhecível, quando era dominado pelos donos da casa, o Peixe se encontrou na partida e mereceu a vitória por 3 a 1.
Após sair na frente do marcador, os peruanos diminuíram o ritmo e deram espaço aos santistas. E esse, talvez, tenha sido o grande erro. Não se pode dar o mínimo de espaço a jogadores como Neymar e Ganso.
O meia, aliás, vem em grande fase e foi o nome da partida. Além do gol e da assistência para o terceiro gol de Borges, cadenciou o jogo quando necessário e ainda proporcionou a seus companheiros outras oportunidades de gol.
Vale destacar a posse de bola da equipe, que rodava o jogo e esperava o momento certo para finalizar. Parece mesmo que a derrota pífia para o Barcelona, na final do Mundial de Clubes, serviu para alguma coisa.
No mais, a classificação está encaminhada, já que dificilmente o time, diante de sua torcida, perderá pontos para Juan Aurich e The Strongest. A briga agora é com o Internacional para definir a primeira colocação do grupo.
Conceitos
Rafael - BOM: Apesar de não ser muito exigido, transmitiu segurança nas bolas que iam ao gol.
Fucile - BOM: Além do gol, proporcionou bons lances com suas subidas ao ataque.
Edu Dracena - BOM: Firme na marcação, dando poucos espaços ao adversário.
Durval - PÉSSIMO: Falhou feio no gol do Juan Aurich, permitindo que o atacante virasse em cima dele e finalizasse.
Juan - ÓTIMO: Consistente na marcação e no apoio ao ataque.
Arouca - BOM: Deu velocidade ao time quando precisou.
Henrique - REGULAR: Errou passes simples e estava afobado na marcação.
(Adriano) - SEM CONCEITO: Foi pisar no gramado para o arbitro apitar o fim do jogo.
Ibson - PÉSSIMO: Pouco apareceu no jogo.
Ganso - ÓTIMO: De volta à velha forma, foi o diferencial da equipe, com ótimos passes e o gol.
Neymar - BOM: Não foi brilhante, mas ele em uma mau dia ainda consegue ser diferente.
Borges - BOM: Se esforçou e foi recompensado com o gol.
(Alan Kardec) - REGULAR: Não vem entrando bem nos jogos.
Tec. Muricy Ramalho - REGULAR: Poderia ter mexido na equipe, quando ficou com um homem a mais em campo.
Foto: Reuters
Redator: Dhiego Vicario
dhiegovicario@hotmail.com
sexta-feira, 16 de março de 2012
Comentário da Redação > Quase lá
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Futebol de Salto Alto > Um marasmo chamado futebol
Mesmo palmeirense tenho o bom senso de torcer e acreditar nos times brasileiros. Quando soube que escreveria sobre o jogo da Libertadores entre Corinthians e Cruz Azul fiquei esperançosa e acreditei que veria um bom jogo e que o time centenário ganharia.
No começo fiquei encantada com as cores radiantes apresentadas no gramado verde, o Corinthians com a vestimenta toda branca (estavam elegantes, poucos jogadores usaram as chuteiras de cores escalafobéticas), o time mexicano estava todo de azul e os árbitros de vermelho, aliás, coincidência ou não os banners comerciais que rodeiam o campo representavam as mesmas cores - a de um conhecido banco em vermelho, de uma operadora financeira em azul e de uma montadora automotiva em branco.
Os dois técnicos mostraram elegância, o do time mexicano vestia um terno cinza e uma bela camisa azul, o Tite, menos formal, com uma camisa cinza escura e seu cabelo prateado.
Fiquei empolgada, principalmente com as beldades Villa e Gimenez, jogadores do Cruz Azul, achei que o jogo seria bonito tanto quanto os dois, mas não...
Segundo os comentaristas da Rede Globo a partida não estava ruim, falavam sobre a defesa dos times e outros blá blá blás. Eu não vi nada de legal, achei o jogo sem atitude, nenhuma ação que me espantasse ou agradasse, as equipes não arriscavam nada e o primeiro tempo fechou em zero a zero, pra piorar a torcida do México mostrou muita falta de educação quando dificultavam as jogadas da equipe do Corinthians com raios lasers esverdeados, e tenho certeza que não eram palmeirenses, a cor é mais uma coincidência.
Mesmo bocejando dezenas de vezes, mantive esperança para o segundo tempo.
E, de fato, as equipes voltaram com menos timidez, arriscaram mais e o Corinthians foi o time mais abusado, no bom sentido, com boas e bonitas tentativas a gol. Mas o jogo estava amarrado, não houve gols, nem cartões, nem nada.
Acredito que o próximo jogo, que será no Pacaembu, será melhor, afinal a torcida do Corinthians estimulará o time e poderá mostrar nobreza em relação a raios lasers. Que os fogos de artifícios exlodam no ar!
===========================
* Esqueça esquemas táticos, jogadas ensaiadas e análises de impedimento. A coluna Futebol de Salto Alto é a visão feminina e divertida do esporte que é a paixão nacional
Redatora: Tatiana Andrade
Siga-me: @tatiana.andrad
No começo fiquei encantada com as cores radiantes apresentadas no gramado verde, o Corinthians com a vestimenta toda branca (estavam elegantes, poucos jogadores usaram as chuteiras de cores escalafobéticas), o time mexicano estava todo de azul e os árbitros de vermelho, aliás, coincidência ou não os banners comerciais que rodeiam o campo representavam as mesmas cores - a de um conhecido banco em vermelho, de uma operadora financeira em azul e de uma montadora automotiva em branco.
Os dois técnicos mostraram elegância, o do time mexicano vestia um terno cinza e uma bela camisa azul, o Tite, menos formal, com uma camisa cinza escura e seu cabelo prateado.
Fiquei empolgada, principalmente com as beldades Villa e Gimenez, jogadores do Cruz Azul, achei que o jogo seria bonito tanto quanto os dois, mas não...
Segundo os comentaristas da Rede Globo a partida não estava ruim, falavam sobre a defesa dos times e outros blá blá blás. Eu não vi nada de legal, achei o jogo sem atitude, nenhuma ação que me espantasse ou agradasse, as equipes não arriscavam nada e o primeiro tempo fechou em zero a zero, pra piorar a torcida do México mostrou muita falta de educação quando dificultavam as jogadas da equipe do Corinthians com raios lasers esverdeados, e tenho certeza que não eram palmeirenses, a cor é mais uma coincidência.
Mesmo bocejando dezenas de vezes, mantive esperança para o segundo tempo.
E, de fato, as equipes voltaram com menos timidez, arriscaram mais e o Corinthians foi o time mais abusado, no bom sentido, com boas e bonitas tentativas a gol. Mas o jogo estava amarrado, não houve gols, nem cartões, nem nada.
Acredito que o próximo jogo, que será no Pacaembu, será melhor, afinal a torcida do Corinthians estimulará o time e poderá mostrar nobreza em relação a raios lasers. Que os fogos de artifícios exlodam no ar!
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quinta-feira, 15 de março de 2012
Comentário da Redação > Falta de ambição de Tite quase custou caro...
Diante do líder do grupo, o Corinthians teve sua melhor atuação dos três jogos que disputou até aqui pela Copa Libertadores. Porém, não conseguiu ser efetivo no ataque e ficou apenas no 0 a 0 com o Cruz Azul no Estádio Azul, nesta quarta-feira.Com mais tranquilidade que nas duas partidas anteriores, o Timão não sentiu a pressão da torcida local e conseguiu controlar bem a partida. No entanto, teve dificuldade para criar chances claras. Tanto que a melhor oportunidade foi em um cruzamento do Jorge Henrique, que o zagueiro Domínguez quase marcou contra.
Talvez sentindo a falta de uma jogada individual e incisiva do Emerson, que ficou no banco, a grande arma da equipe alvinegra foi a chegada do Paulinho no ataque. Foi dele, aliás, o chute (por cima) na primeira oportunidade de gol na etapa final, após cruzamento de bicicleta do Liedson.
Mais solto que nos primeiros 45 minutos, o time brasileiro passou a tocar a bola perto da área dos mexicanos e o gol parecia estar cada vez mais perto. Faltava um empurrãozinho do técnico, mas foi justamente esse o problema. Além de claramente satisfeito com o empate, Tite errou nas mexidas! Tirou o Levezinho e colocou o Emerson de centroavante, de costas para o gol.
As substituições eram simples: Alex e Danilo por Douglas e Sheik. Os dois meias titulares não estavam conseguindo municiar o camisa 9 e este não tinha um companheiro se aproximando para fazer tabelas. O problema estaria, em tese, resolvido.
Tite não enxergou deste modo e quase pagou caro por sua falta de ambição. Sua equipe passou a abdicar de atacar e deu a bola para os donos da casa. O resultado: pressão no fim e, aos 44 minutos, Chicão precisou tirar uma bola em cima da linha para garantir o empate.
Já nos acréscimos, em contra-ataque, Paulinho quase fez o gol da vitória. Não por isso, mas pelo que foi o jogo e por tudo que o Tite poderia ter feito, o Corinthians perdeu dois pontos em vez de conquistar um. Claro que o empate não é ruim em termos de tabela, até por voltar a enfrentar o Cruz Azul na próxima semana, no Pacaembu. Porém, faltou ambição para trazer os três pontos e, o pior, isso quase custou caro!
Conceitos
Julio César - REGULAR: Não chega a ser péssimo porque não tomou gol, mas deu uns rebotes lamentáveis. Inseguro também nas saídas pelo alto.
Edenílson - BOM: Arriscou algumas jogadas individuais e não teve problema na defesa. Tem que seguir como titular!
Chicão - ÓTIMO: Com a tarja de capitão, o zagueiro teve uma atuação segura e transformou-a em ótima ao fazer "o gol" do 0 a 0, salvando em cima da linha no fim.
Leandro Castán - BOM: Também seguro, ainda proporcionou lance de perigo no ataque.
Fábio Santos - REGULAR: Teve lampejos de bons momentos de parceria com o Jorge Henrique.
Ralf - BOM: Rápido e ligado, fez bem sua parte como de costume.
Paulinho - BOM: Procurou organizar o meio de campo e foi a melhor arma ofensiva da equipe. Proporcionou, pelo menos, três lances de perigo.
Danilo - REGULAR: Não repetiu as grandes atuações das últimas partidas, porém teve sua importância no jogo.
(Elton) - SEM CONCEITO: Mal pegou na bola, até porque o time passou a não atacar mais.
Alex - PÉSSIMO: Abaixo do time no quesito concentração... jogo de Libertadores e o meia querendo enfeitar as jogadas. Está precisando de um chá de banco!
Jorge Henrique - REGULAR: Fez direitinho o trabalho pela esquerda, mas nada de muito destaque.
(Ramírez) - SEM CONCEITO: Entrou nos acréscimos, em uma substituição inútil do Tite.
Liedson - REGULAR: A fase está feia no quesito finalização. Empenho, no entanto, não faltou mais uma vez.
(Emerson) - REGULAR: Ficou na posição errada inicialmente, e depois foi prejudicado com a postura da equipe. Assim fica difícil para o Sheik...
Téc: Tite - PÉSSIMO: Se contentou com o empate e foi péssimo nas mexidas, inclusive ao fazer a última apenas nos acréscimos, em um jogo disputado na altitude... não dá para entender! E qual o problema com o Douglas, Tite?
Foto: Reuters
Redator: Pedro Silas
pedro_sccp@yahoo.com.br
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quarta-feira, 14 de março de 2012
Clinch > Chega logo, 16 de junho!
O UFC estava fazendo eventos seguidos, praticamente todo final de semana acontecia um. Mas agora houve uma folga de quase 1 mês e meio. O próximo ocorrerá dia 14 de abril, na Suécia. Isso só faz aumentar a vontade e expectativa para o dia 16 de junho, onde teremos mais um UFC no Brasil.
Ele será composto com as finais do TUF, Wanderlei Silva x Vitor Belfort, provavelmente lutadores queridos como Mauricio Shogun e Rodrigo Minotauro devem voltar ao octógono, mas a principal luta será a revanche entre Anderson Silva e Chael Sonnen.
Essa luta é uma das mais aguardadas da história. Não pela qualidade do oponente do Spider, mas sim por todos os agregados que vêm desse duelo.
Sonnen é um tremendo falastrão, não para de provocar e acredita que vai derrotar Silva com certa facilidade. Apesar de não ser nenhum “monstro” no MMA, o americano foi o adversário que mais dificultou para o brasileiro desde sua chegada ao UFC. Em cinco rounds ele venceu a luta e castigou Anderson, até que nos minutos finais do ultimo round Chael deu um deslize e foi pego num triângulo sensacional, sendo finalizado (foto acima).
Até hoje ele não se conforma daquela derrota e se intitula como verdadeiro campeão dos Médios.
Claro que ele fala muita besteira. Na luta o Spider estava com uma costela quebrada, e Sonnen ainda foi pego no exame antidoping. Mas mesmo assim todos querem ver o que acontecerá nessa revanche. Particularmente, acho que o americano será nocauteado e terá que engolir todas as besteiras que falou durante esse tempo todo.
Confira o teaser dessa luta:
Alguns falam sobre “a luta do século”, mas na minha opinião, só será luta do século o dia que Jon Jones e Spider se enfrentarem, pois por enquanto não há adversários para os dois, que são os mais técnicos em todos os estilos do MMA, e os dois melhores peso por peso do mundo.
Além dessa disputa de cinturão, a revanche entre Belfort e o “Cachorro Louco” será com certeza imperdível.
Enfim, nos resta esperar que chegue logo esse dia, e torcer para que o evento ocorra em São Paulo mesmo, possivelmente no Morumbi.
============================
* A coluna Clinch traz a análise dos principais eventos de artes marciais do planeta.
Redator: Fernando Pilat
Siga-me: @fernandopilat
Ele será composto com as finais do TUF, Wanderlei Silva x Vitor Belfort, provavelmente lutadores queridos como Mauricio Shogun e Rodrigo Minotauro devem voltar ao octógono, mas a principal luta será a revanche entre Anderson Silva e Chael Sonnen.
Essa luta é uma das mais aguardadas da história. Não pela qualidade do oponente do Spider, mas sim por todos os agregados que vêm desse duelo.
Sonnen é um tremendo falastrão, não para de provocar e acredita que vai derrotar Silva com certa facilidade. Apesar de não ser nenhum “monstro” no MMA, o americano foi o adversário que mais dificultou para o brasileiro desde sua chegada ao UFC. Em cinco rounds ele venceu a luta e castigou Anderson, até que nos minutos finais do ultimo round Chael deu um deslize e foi pego num triângulo sensacional, sendo finalizado (foto acima).
Até hoje ele não se conforma daquela derrota e se intitula como verdadeiro campeão dos Médios.
Claro que ele fala muita besteira. Na luta o Spider estava com uma costela quebrada, e Sonnen ainda foi pego no exame antidoping. Mas mesmo assim todos querem ver o que acontecerá nessa revanche. Particularmente, acho que o americano será nocauteado e terá que engolir todas as besteiras que falou durante esse tempo todo.
Confira o teaser dessa luta:
Alguns falam sobre “a luta do século”, mas na minha opinião, só será luta do século o dia que Jon Jones e Spider se enfrentarem, pois por enquanto não há adversários para os dois, que são os mais técnicos em todos os estilos do MMA, e os dois melhores peso por peso do mundo.
Além dessa disputa de cinturão, a revanche entre Belfort e o “Cachorro Louco” será com certeza imperdível.
Enfim, nos resta esperar que chegue logo esse dia, e torcer para que o evento ocorra em São Paulo mesmo, possivelmente no Morumbi.
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* A coluna Clinch traz a análise dos principais eventos de artes marciais do planeta.
Redator: Fernando Pilat
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terça-feira, 13 de março de 2012
Tri do Morumbi > Leão x Lucas
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São Paulo,
Tri do Morumbi
É inegável que Lucas tem um enorme talento e um tremendo potencial para se tornar um craque. Hoje, infelizmente, ele não é.
Se compararmos com seu amigo Neymar, vemos o longo caminho que o garoto tem de percorrer.
Acredito que na fase atual da carreira do Lucas o que ele mais precisa é de uma orientação, uma troca de experiência, um exemplo a seguir e tudo isso hoje ele não encontra no São Paulo.
Leão conduziu mal as cobranças em cima do garoto, trazendo a tona para o público. Isso foi uma clara demonstração de desviar o foco dos reais problemas do São Paulo e jogar o assunto para torcida.
Hoje o elenco do São Paulo é jovem, com poucos craques. As pessoas que poderiam também exercer essa função de “mestre” não têm tido uma sequência na equipe por conta das contusões, casos do Rogério Ceni e do Luís Fabiano.
Então tudo está perdido? Lucas deve sair do São Paulo? É claro que não!
O jovem meia gosta do clube, o que deve ser feito é blindar ele das cobranças excessivas, ter uma melhor orientação no seu dia a dia e tentar entregar um time mais competitivo para ele poder desencantar.
Pois não adianta nada ele marcar três 3 gols por jogo se a defesa toma outros 4.
Copa do Brasil
Já é triste ter que assistir a Copa do Brasil e, para piorar, o Tricolor tem aquela apresentação sofrível de acompanhar como foi diante do Independente-PA. Foi revoltante a desorganização do time.
Jogadores perdidos no campo, um espaço enorme entre os setores (defesa, meio e ataque), ou seja, no coletivo, terrível, e o individual apareceu uma vez só na jogada do gol do Cícero.
Iremos passar de fase e ainda é bem provável que o São Paulo chegue até as semifinais, graças ao baixo nível técnico da competição.
Independente disso, alguém me diz um argumento que justifique eu acreditar que o Leão vem fazendo um bom trabalho?
Santos
O que dizer do confronto que vai colocar Neymar, o cara que não é parado nem por uma bala, contra a dupla Debi e Loyde, Pires e Paulo Miranda?
As velas já estão acesas, como contra o Palmeiras. Deu quase certo daquela vez, quem sabe acontece um milagre...
=========================
* A coluna Tri do Morumbi analisa as novidades do único clube brasileiro tricampeão do mundo.
Redator: Victor Mesquita
Siga-me: @victor_mesquita
Se compararmos com seu amigo Neymar, vemos o longo caminho que o garoto tem de percorrer.
Acredito que na fase atual da carreira do Lucas o que ele mais precisa é de uma orientação, uma troca de experiência, um exemplo a seguir e tudo isso hoje ele não encontra no São Paulo.
Leão conduziu mal as cobranças em cima do garoto, trazendo a tona para o público. Isso foi uma clara demonstração de desviar o foco dos reais problemas do São Paulo e jogar o assunto para torcida.
Hoje o elenco do São Paulo é jovem, com poucos craques. As pessoas que poderiam também exercer essa função de “mestre” não têm tido uma sequência na equipe por conta das contusões, casos do Rogério Ceni e do Luís Fabiano.
Então tudo está perdido? Lucas deve sair do São Paulo? É claro que não!
O jovem meia gosta do clube, o que deve ser feito é blindar ele das cobranças excessivas, ter uma melhor orientação no seu dia a dia e tentar entregar um time mais competitivo para ele poder desencantar.
Pois não adianta nada ele marcar três 3 gols por jogo se a defesa toma outros 4.
Copa do Brasil
Já é triste ter que assistir a Copa do Brasil e, para piorar, o Tricolor tem aquela apresentação sofrível de acompanhar como foi diante do Independente-PA. Foi revoltante a desorganização do time.
Jogadores perdidos no campo, um espaço enorme entre os setores (defesa, meio e ataque), ou seja, no coletivo, terrível, e o individual apareceu uma vez só na jogada do gol do Cícero.
Iremos passar de fase e ainda é bem provável que o São Paulo chegue até as semifinais, graças ao baixo nível técnico da competição.
Independente disso, alguém me diz um argumento que justifique eu acreditar que o Leão vem fazendo um bom trabalho?
Santos
O que dizer do confronto que vai colocar Neymar, o cara que não é parado nem por uma bala, contra a dupla Debi e Loyde, Pires e Paulo Miranda?
As velas já estão acesas, como contra o Palmeiras. Deu quase certo daquela vez, quem sabe acontece um milagre...
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Carta da Redação > Saída de Teixeira era a mais difícil das batalhas
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Editorial,
Seleção Brasileira
Amantes do futebol brasileiro, é momento de comemorar. Depois de 23 anos no poder, Ricardo Teixeira (foto) não é mais o dono da bola no nosso país. Nesta segunda-feira, o dirigente utilizou uma carta lida pelo agora presidente interino da CBF, José Maria Marin, para comunicar a licença do cargo que exercia há quase um quarto de década.
A especulação que dava conta do fim da era Teixeira já vinha há quase um mês, porém, o manda-chuva do nosso futebol não quis dar crédito imediato aos jornalistas que noticiaram essa possibilidade pouco antes do carnaval. Atitudes como essa e a própria omissão do ex-presidente no momento do afastamento, sem ao menos ter coragem de ler o próprio discurso, só demonstram a figura que comandava a CBF: um ser humano frio, que dificilmente demonstrava sentimentos e que não gosta de aparecer nem de ser notícia.
Ele alegou motivos de saúde para sua saída, mas ao que tudo indica, Ricardo Teixeira quer mesmo ficar longe da mídia e das diversas denúncias que o sercam. Duvido até que ele continue mandando na Confederação Brasileira de Futebol a distância. Mais importante que o poder, neste caso, Teixeira quer a paz para administrar a fortuna adquirida ao longe de cansativos 23 anos.
E se o ex-presidente tem algum mérito nesse período, certamente não é na questão técnica do futebol brasileiro ou mesmo da seleção brasileira. É um total equívoco dizer que Ricardo Teixeira ganhou 2 mundiais com o Brasil e mais uma centena de títulos expressivos. Os jogadores ganharam, e apenas eles. Ou alguém aí sabe dizer algo que o "dono da bola" tenha feito efetivamente para que a Seleção fosse mais forte?
Falando dos nosso clubes, se aconteceu alguma evolução, ela se deu apenas após 14 anos de mandato, quando passamos a seguir a fórmula de pontos corridos e finalmente o Campeonato Brasileiro teve uma fórmula que garantisse atividade a todos os clubes por um ano inteiro, na Série A e B pelo menos. Evoluímos também nas tabelas, divulgadas com antecedência, porém, o calendário segue uma bagunça, quase sempre confrontando grandes jogos no Brasil com datas Fifa e torneios continentais.
Ah, mas Ricardo Teixeira tem sim dois grandes méritos. Pelo menos pessoais. O primeiro é sua capacidade de gestão financeira e administrativa, que transformou a CBF, uma entidade quase falida em 1989, em uma das mais ricas federações do mundo. Graças a sua incrível habilidade em negociar contratos com o único produto que RT confia, a seleção brasileira. O outro dos triunfos do ex-presidente é a forma como ele gerenciou as federação estaduais e os próprios clubes, para que todos fossem suas vaquinhas de presépio. Poucos ameaçaram bater de frente com o magnânimo. Nenhum obteve sucesso e os corajosos quase sempre voltavam para o rebanho com o rabo entre as pernas.
Enfim, colocadas todas essas constatações, nós, que lutamos tanto por esse momento, temos de comemorar. A saída de Ricardo Teixeira do poder não me parecia algo tão próximo, ainda mais em vésperas de Copa do Mundo. Aconteceu pois ele enfraqueceu como dirigente. Vencemos a mais dura das batalhas em prol do futebol brasileiro.
Mas a guerra continua. Não dá para confiar em José Maria Marín (foto), o "rouba-medalhas", muito menos em qualquer presidente de federação estadual. Estes, aliás, parecem estar longe de harmonia após a surpreendente mudança de rumo da CBF. O mais triste é que a luta que está por vir não é pelo bem do futebol, mas apenas por uma simples disputa pelo poder.
De qualquer maneira, abre-se um espaço para que alguém tente uma verdadeira mudança. Para que os clubes possam se mobilizar e tomar o poder. Criar a tão esperada liga, que tiraria a importância da CBF na organização do nosso calendário, e finalmente poderia oferecer o melhor para os jogadores, as únicas estrelas do espetáculo. Por que não?
Posso estar sendo otimista demais, mas sempre acreditei na seguinte frase: é a utopia que nos faz chegar nos lugares mais distantes, mesmo que não alcancemos o objetivo inicial.
=======================
* A Carta da Redação é a coluna que reflete o posicionamento editorial do blog Redação do Esporte® em relação aos mais variados temas da atualidade no esporte.
Redator: Ricardo Pilat
pilatportasio@gmail.com.br
Siga-me: @ricardopilat
A especulação que dava conta do fim da era Teixeira já vinha há quase um mês, porém, o manda-chuva do nosso futebol não quis dar crédito imediato aos jornalistas que noticiaram essa possibilidade pouco antes do carnaval. Atitudes como essa e a própria omissão do ex-presidente no momento do afastamento, sem ao menos ter coragem de ler o próprio discurso, só demonstram a figura que comandava a CBF: um ser humano frio, que dificilmente demonstrava sentimentos e que não gosta de aparecer nem de ser notícia.
Ele alegou motivos de saúde para sua saída, mas ao que tudo indica, Ricardo Teixeira quer mesmo ficar longe da mídia e das diversas denúncias que o sercam. Duvido até que ele continue mandando na Confederação Brasileira de Futebol a distância. Mais importante que o poder, neste caso, Teixeira quer a paz para administrar a fortuna adquirida ao longe de cansativos 23 anos.
E se o ex-presidente tem algum mérito nesse período, certamente não é na questão técnica do futebol brasileiro ou mesmo da seleção brasileira. É um total equívoco dizer que Ricardo Teixeira ganhou 2 mundiais com o Brasil e mais uma centena de títulos expressivos. Os jogadores ganharam, e apenas eles. Ou alguém aí sabe dizer algo que o "dono da bola" tenha feito efetivamente para que a Seleção fosse mais forte?
Falando dos nosso clubes, se aconteceu alguma evolução, ela se deu apenas após 14 anos de mandato, quando passamos a seguir a fórmula de pontos corridos e finalmente o Campeonato Brasileiro teve uma fórmula que garantisse atividade a todos os clubes por um ano inteiro, na Série A e B pelo menos. Evoluímos também nas tabelas, divulgadas com antecedência, porém, o calendário segue uma bagunça, quase sempre confrontando grandes jogos no Brasil com datas Fifa e torneios continentais.
Ah, mas Ricardo Teixeira tem sim dois grandes méritos. Pelo menos pessoais. O primeiro é sua capacidade de gestão financeira e administrativa, que transformou a CBF, uma entidade quase falida em 1989, em uma das mais ricas federações do mundo. Graças a sua incrível habilidade em negociar contratos com o único produto que RT confia, a seleção brasileira. O outro dos triunfos do ex-presidente é a forma como ele gerenciou as federação estaduais e os próprios clubes, para que todos fossem suas vaquinhas de presépio. Poucos ameaçaram bater de frente com o magnânimo. Nenhum obteve sucesso e os corajosos quase sempre voltavam para o rebanho com o rabo entre as pernas.
Enfim, colocadas todas essas constatações, nós, que lutamos tanto por esse momento, temos de comemorar. A saída de Ricardo Teixeira do poder não me parecia algo tão próximo, ainda mais em vésperas de Copa do Mundo. Aconteceu pois ele enfraqueceu como dirigente. Vencemos a mais dura das batalhas em prol do futebol brasileiro.
Mas a guerra continua. Não dá para confiar em José Maria Marín (foto), o "rouba-medalhas", muito menos em qualquer presidente de federação estadual. Estes, aliás, parecem estar longe de harmonia após a surpreendente mudança de rumo da CBF. O mais triste é que a luta que está por vir não é pelo bem do futebol, mas apenas por uma simples disputa pelo poder.
De qualquer maneira, abre-se um espaço para que alguém tente uma verdadeira mudança. Para que os clubes possam se mobilizar e tomar o poder. Criar a tão esperada liga, que tiraria a importância da CBF na organização do nosso calendário, e finalmente poderia oferecer o melhor para os jogadores, as únicas estrelas do espetáculo. Por que não?
Posso estar sendo otimista demais, mas sempre acreditei na seguinte frase: é a utopia que nos faz chegar nos lugares mais distantes, mesmo que não alcancemos o objetivo inicial.
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* A Carta da Redação é a coluna que reflete o posicionamento editorial do blog Redação do Esporte® em relação aos mais variados temas da atualidade no esporte.
Redator: Ricardo Pilat
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domingo, 11 de março de 2012
Comentário da Redação > Elano comanda a decepção Santista em Mogi
Um Campeonato que traz emoção apenas nos clássicos. Tanto que até este sábado nenhum dos quatro grandes havia perdido para times do interior. Mas o futebol apresentado pelo Santos em Mogi retrata a qualidade do Paulistão. Apesar de jogar com os reservas, o mínimo que se esperava era um time com vontade e determinação para mostrar trabalho ao chefe Muricy Ramalho.
O que realmente vimos foi um time sonolento comandado pelo desanimado Elano, que há muito tempo não demonstra futebol e nem vontade necessários para jogar com a camisa do Santos.
No início, o Santos animou a torcida marcando aos três minutos com Dimba. Mas logo aos seis minutos o Mogi empatou com Val. Depois o que se viu foi um baile do Mogi, com velocidade, jogadas individuais e várias intervenções do goleiro Aranha.
No segundo tempo o Santos conseguiu voltar ainda pior, e em falha do zagueiro Vinicius Simon tomou a virada, gol de Felipe. Ainda deu tempo para o terceiro com Val, novamente. O Santos chegou pela segunda vez em lance de ataque com Dimba, aos 44 do segundo tempo, mas o atacante perdeu gol feito, após bola na trave de Bruno Rodrigo.
O único destaque santista foi a volta do volante Adriano que mostrou estar em forma e fez ótimo desarmes. Já Elano, que errou diversos passes e não acrescentou nada no time, parece jogador em fim de carreira, lembrando que tem apenas 30 anos. Triste para a torcida santista que incentiva o jogador e o tem como ídolo ainda.
Conclusões do jogo: O Mogi tem um time arrumado e com alguns destaques individuais; os jogadores reservas do Santos são fracos e se Muricy precisar contar com o elenco para substituir peças do time titular, que está voando, terá sérios problemas; o Campeonato Paulista, com essa fórmula, está cada dia mais difícil de animar os torcedores, mas ainda teremos que aguentar mais seis rodadas modorrentas.
Conceitos
Aranha - BOM: Fez boas defesas evitando um vexame maior.
Maranhão - PÉSSIMO: Segue mostrando que não pode ser profissional.
Vinicius Simon - PÉSSIMO: Desatento, entregou o segundo gol e não conseguiu transmitir segurança.
Bruno Rodrigo - REGULAR: Falhou em alguns lances, mas não foi decisivo para a derrota.
Paulo Henrique - REGULAR: É o conceito dele como jogador, pelas partidas que disputou. Não ajuda e nem atrapalha.
Anderson Carvalho - REGULAR: Pouco apareceu no jogo.
(Tiago Alves) - BOM: Em poucos minutos fez mais que muitos jogadores do time. Mostrou sua velocidade e incomodou a defesa adversária.
Adriano - BOM: Voltou com muita disposição e fez boa partida. Mostra que será importante no elenco santista.
(Alan Santos) - SEM CONCEITO: Sem conceito. Jogou pouco tempo.
Felipe Anderson - REGULAR: Seria péssimo se não tivesse dado a assistência para o gol de Dimba. Jogador que tem qualidade mas falta personalidade.
(Breitner) - REGULAR: Não tem condição de jogar com a camisa do Santos.
Elano - PÉSSIMO: Mas uma partida vexatória do ídolo santista, que acumula péssimas atuações nos últimos tempos. Tem que repensar sua carreira.
Alan Kardec- REGULAR: A bola não chegou no ataque, então não se pode cobrar muito do atacante.
Dimba - REGULAR: Fez um gol logo no começo e perdeu outro feito no final. Conceito fica nesse meio termo também.
Muricy Ramalho - REGULAR: Fez o certo ao escalar os reservas pensando na partida importantíssima do meio de semana pela Libertadores. Mas com esse elenco não se pode fazer milagre.
Foto: Agência estado
Redator: Fernando Pilat
Siga-me: @fernandopilat
O que realmente vimos foi um time sonolento comandado pelo desanimado Elano, que há muito tempo não demonstra futebol e nem vontade necessários para jogar com a camisa do Santos.
No início, o Santos animou a torcida marcando aos três minutos com Dimba. Mas logo aos seis minutos o Mogi empatou com Val. Depois o que se viu foi um baile do Mogi, com velocidade, jogadas individuais e várias intervenções do goleiro Aranha.
No segundo tempo o Santos conseguiu voltar ainda pior, e em falha do zagueiro Vinicius Simon tomou a virada, gol de Felipe. Ainda deu tempo para o terceiro com Val, novamente. O Santos chegou pela segunda vez em lance de ataque com Dimba, aos 44 do segundo tempo, mas o atacante perdeu gol feito, após bola na trave de Bruno Rodrigo.
O único destaque santista foi a volta do volante Adriano que mostrou estar em forma e fez ótimo desarmes. Já Elano, que errou diversos passes e não acrescentou nada no time, parece jogador em fim de carreira, lembrando que tem apenas 30 anos. Triste para a torcida santista que incentiva o jogador e o tem como ídolo ainda.
Conclusões do jogo: O Mogi tem um time arrumado e com alguns destaques individuais; os jogadores reservas do Santos são fracos e se Muricy precisar contar com o elenco para substituir peças do time titular, que está voando, terá sérios problemas; o Campeonato Paulista, com essa fórmula, está cada dia mais difícil de animar os torcedores, mas ainda teremos que aguentar mais seis rodadas modorrentas.
Conceitos
Aranha - BOM: Fez boas defesas evitando um vexame maior.
Maranhão - PÉSSIMO: Segue mostrando que não pode ser profissional.
Vinicius Simon - PÉSSIMO: Desatento, entregou o segundo gol e não conseguiu transmitir segurança.
Bruno Rodrigo - REGULAR: Falhou em alguns lances, mas não foi decisivo para a derrota.
Paulo Henrique - REGULAR: É o conceito dele como jogador, pelas partidas que disputou. Não ajuda e nem atrapalha.
Anderson Carvalho - REGULAR: Pouco apareceu no jogo.
(Tiago Alves) - BOM: Em poucos minutos fez mais que muitos jogadores do time. Mostrou sua velocidade e incomodou a defesa adversária.
Adriano - BOM: Voltou com muita disposição e fez boa partida. Mostra que será importante no elenco santista.
(Alan Santos) - SEM CONCEITO: Sem conceito. Jogou pouco tempo.
Felipe Anderson - REGULAR: Seria péssimo se não tivesse dado a assistência para o gol de Dimba. Jogador que tem qualidade mas falta personalidade.
(Breitner) - REGULAR: Não tem condição de jogar com a camisa do Santos.
Elano - PÉSSIMO: Mas uma partida vexatória do ídolo santista, que acumula péssimas atuações nos últimos tempos. Tem que repensar sua carreira.
Alan Kardec- REGULAR: A bola não chegou no ataque, então não se pode cobrar muito do atacante.
Dimba - REGULAR: Fez um gol logo no começo e perdeu outro feito no final. Conceito fica nesse meio termo também.
Muricy Ramalho - REGULAR: Fez o certo ao escalar os reservas pensando na partida importantíssima do meio de semana pela Libertadores. Mas com esse elenco não se pode fazer milagre.
Foto: Agência estado
Redator: Fernando Pilat
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