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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Comentário da Redação > Ainda longe do ideal, Santos vence mais uma

O Santos encarou o Ituano nesta quarta-feira, pelo Paulistão e, apesar de vencer por apenas 1 a 0, não dá pra dizer que encontrou enormes diante do pobre adversário de Itu, que em 4 jogos segue sem marcar gols no campeonato. Que fase!

Porém, o que se viu foi um Santos muito confuso. O time não é mais tão dependente de Neymar, tanto que o craque jogou bem abaixo da média em Itu. Porém, não existe ainda um padrão de jogo e muitos setores mostram carências.

No meio, estou sentindo o Montillo meio fora do time. Não sabe se busca o jogo atrás ou se aparece com opção na entrada da área. No ataque, André está fora de forma e numa baita má fase, a bola só procura a canela do camisa 9. Porém, Miralles, que ontem também começou jogando, não foi lá essas coisas. Temo que ele seja mais um daqueles jogadores de segundo tempo.

Outros setor complicado é a defesa. Começando pela lateral. Bruno Peres e Guilherme Santos são semelhantes... marcam razoavelmente e atacam com perigo, mas ontem foram mal mais demais. E Durval na zaga... meu Deus! Legal foi ver a estreia do Jubal, que não sentiu a pressão.

Enfim, não tem muita coisa pra falar do jogo de ontem. No primeiro tempo, equilíbrio e poucas jogadas bem feitas. No segundo, só deu Santos. E eis que Cícero, melhor em campo e um dos melhores reforços até aqui, mandou uma bomba de fora da área e surpreendeu o goleiro do Ituano.

Com 1 a 0 de vantagem, o Santos só administrou.

Não dá pra julgar muito o time ainda, é só o começo do trabalho e até aqui os resultados são bons. Mas aos poucos vamos tendo base para analisar melhor o time.

Domingo tem mais uma ótima chance, contra o São Paulo, na Vila, na volta do traidor Ganso. Muricy comentou que pode poupar alguns jogadores, mas espero que o time titular jogue, pois esse sim é um teste de verdade. Depois pode poupar todo mundo, essa primeira fase do Paulista não vai acrescentar muita coisa mesmo.

Conceitos

Rafael - BOM: Não foi muito exigido, mas passou segurança.
Bruno Peres - PÉSSIMO: Não fez absolutamente nada.
Jubal - ÓTIMO: Foi uma boa novidade. Não sentiu a estreia e foi um dos melhores em campo.
Durval - RUIM: Segue chegando atrasado em todas as jogadas.
Guilherme Santos - PÉSSIMO: Não fez absolutamente nada [2]
Adriano - BOM: Meio fora de ritmo de jogo, mas cumpriu sua missão.
Cícero - ÓTIMO: Melhor em campo. Importante na marcação, na armação das jogadas e ainda fez o gol da vitória.
Montillo - RUIM: Muito apagado.
(Pinga) - SEM CONCEITO: Não jogou nem 10 minutos.
Miralles - REGULAR: Não estava inspirado como em jogos anteriores. Melhorou jogando mais como centroavante, no segundo tempo.
André - PÉSSIMO: O mesmo conceito de todos os jogos do ano até aqui.
(Felipe Anderson) - REGULAR: O time melhorou com sua entrada. mais pela questão tática do que pela qualidade do dito cujo.
Neymar - REGULAR: Atuação bem discreta, com muitos erros individuais. Mas tentou chegar ao gol o tempo inteiro e quase marcou um golaço no fim da partida. Se envolveu numa polêmica com o técnico adversário, mas nem vale falar disso.
Téc. Muricy Ramalho - REGULAR: Escalou o time corretamente e mexeu bem no intervalo. Mas devia ter feito outras alterações, por exemplo, nas laterais. O cara que é reserva no time do Muricy deve morrer de tédio, porque a chance de ele entrar em algum jogo antes dos 30 do segundo tempo é mínima. Se entrar!
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* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.

por Ricardo Pilat
| pilatportasio@gmail.com | @ricardopilat

Comentário da Redação > Aprendizado

É, amiguinhos... Perder para o Bolivar na altitude não era tão improvável assim, mas que a derrota de 4x3 foi esquisita, isso foi. E o que isso muda na vida do São Paulo? Nada! Estamos classificados para a fase de grupos e o jogo serve como aprendizado para enfrentar futuramente o The Strongest, também da cidade de La Paz, time que estará nossa chave ao lado de Atlético-MG e Arsenal-ARG.

Altitude influencia sim no organismo e a cidade de La Paz é bem alta, mais de 3.600 metros. Alguns metros a mais e você já chega à lua! Mas isso não pode ser a única desculpa para a derrota. Libertadores é assim mesmo, ela é a única competição do mundo disputadas em diversas camadas da atmosfera.

Como disse acima, a derrota foi esquisita. Isso porque começamos muito bem o jogo, seguindo um script perfeito para atuar nessas condições. Marcamos um gol logo no primeiro minuto de jogo, com a cabeçada de Luis Fabiano. Ampliamos num contra-ataque finalizado pelo Jadson. E praticamente matamos o jogo com um gol de Osvaldo, no final do primeiro tempo. Ainda houve tempo para o Bolivar descontar.

Na segunda etapa o que se viu foi um show de horrores da equipe tricolor. Time estava perdido em campo, não conseguia trocar mais de 3 passes e os nossos defensores pareciam bêbados de carnaval dançando Moonwalk. Resultado? Três gols e a virada do bravo time boliviano, que possui uma exemplar torcida, admirada até por Cléber Machado.

Fazia tempo que eu não via o Tricolor mudar tanto de um tempo para o outro. Tomara que tenha sido uma mistura de cansaço da altitude com relaxamento, mas que isso sirva de lição para o resto da competição.

Conceitos

Rogério Ceni – BOM: Ótimas defesas durante a partida, belíssima entrevista no fim do jogo. Até nisso ele é bom.
Paulo Miranda – RUIM: Excepcionalmente, fez uma partida ruim.
Lúcio – RUIM: Agora ele entendeu bem que Libertadores está longe de parecer uma Champions League.
Rhodolfo – RUIM: Foi bem no primeiro tempo. Depois caiu muito de rendimento e ainda fez pênalti com um bloqueio que empolgou o técnico Bernardinho. Olha um novo talento surgindo para Olímpiada do Rio de Janeiro.
Cortez – RUIM: Estava bem no primeiro tempo e depois morreu no segundo tempo.
Wellington – RUIM: Correu, caiu e cansou.
(Casemiro) – RUIM: Ney Franco quis tirar um sarro do pobre coitado, não é possível. Ele já entra cansado em jogos no nível do mar, imagina em La Paz!?
Denílson – RUIM: Assim como Wellington.
Jadson – REGULAR: Ótimo primeiro tempo, o melhor em campo. No segundo tempo não encostou na bola, achei até que já tinha sido substituído.
Douglas – RUIM: Em algum lance ele conseguiu ficar de pé?
Osvaldo – REGULAR: Correu que nem um foguete no primeiro tempo, mas, aparentemente, acabou o combustível no segundo.
(Cañete) – RUIM: Meu maior medo foi ele se machucar.
Luis Fabiano – BOM: Anotou mais um para sua conta. Saiu no início do segundo tempo para não receber seu amarelo habitual.
(Aloisio) - REGULAR: Coitado, não recebeu nenhuma bola.
Téc. Ney Franco – RUIM: Seu maior pecado foi, como comandante de uma equipe, não manter na cabeça de seus comandados a mesma concentração do primeiro tempo.

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por Victor Mesquita
| @victor_mesquita

Comentário da Redação > Campeões do mundo sentem falta de ritmo, mas vencem de virada

A Fiel estava com saudades! 45 dias após conquistar o mundo no Japão, os titulares do Corinthians voltaram a campo e reencontraram seu torcedor no Pacaembu. Sentindo falta do ritmo, não fizeram uma apresentação vistosa, mas não faltou vontade, e foram recompensados com a vitória, de virada: 2 a 1 sobre o Mogi Mirim.

Mesmo longe da forma ideal (obviamente natural para um início de temporada) o time principal corintiano não teve uma atuação de dar sono como os reservas nas três rodadas iniciais. Mesmo campeões do mundo, Jorge Henrique, Sheik, Guerrero e cia. quiseram mostrar serviço e procuraram acelerar o jogo. Exerceram uma pressão no início, mas pecaram atrás e quem marcou foi o Mogi, após lance irregular (impedimento).

A torcida que compareceu em bom número - considerando o horário e o preço abusivo dos ingressos - passou a apoiar ainda mais após sofrer o gol, como de costume. Calejado, o time não se abateu e seguiu pressionando e tentando criar chances. Os visitantes, em contrapartida, recuaram e abusaram das faltas. O resultado: uma expulsão de Roni aos 42 minutos do primeiro tempo.

Logo depois, Emerson foi recompensado pela sua movimentação e, após tentativa de tabela, a bola sobrou livre para o atacante pela ponta direita, onde cruzou para Jorge Henrique empatar. O mesmo Jorge, logo aos seis da etapa final, recebeu passe açucarado de Guerrero, saiu de frente para o gol e foi derrubado: pênalti - que pra mim não houve. Fábio Santos bateu e virou.

A partir daí aconteceu o óbvio: o Timão cadenciou a partida e rodar a bola. Ficou ainda mais fácil quando passou a ser 11 contra 9 - Val foi expulso aos 19 minutos. O placar poderia até ter sido ampliado se tivesse apertado mais, porém, a parte física atrapalhou e a perna parecia não executar o que os jogadores pensavam. Tudo bem, foi de bom tamanho para um primeiro jogo do ano.

Conceitos

Danilo Fernandes - REGULAR: Sem culpa no gol, não teve trabalho.
Alessandro - BOM: Mostrou muita vontade e procurou apoiar, voltou bem.
Gil - RUIM: Falhou no gol e não me agradou no resto da partida. Aliás, pelo futebol mostrado nos primeiros três jogos, essa vaga deveria ter sido do Felipe. Mas como o camisa 4 veio da Europa...
Paulo André - REGULAR: Também teve sua parcela de culpa no gol. Tirou umas bolas pelo alto.
Fábio Santos - REGULAR: Correu muito, porém pecou na marcação e faltou acertar o pé nos cruzamentos. Mas acertou na bela cobrança de pênalti.
Ralf - BOM: Bem na marcação e saída de bola. Sofreu a falta da primeira expulsão.
Paulinho - BOM: Se aproximou dos companheiros e buscou jogo.
Danilo - REGULAR: Nitidamente o que mais sente o início de temporada, deu um ou outro bom passe, mas não rendeu muito. Se arrastou no segundo tempo até ser substituído.
(Renato Augusto) - BOM: Enquanto isso o camisa 25 pede passagem. Entrou muito bem.
Jorge Henrique - BOM: Com volume de jogo e atento, foi decisivo: fez o gol e sofreu o pênalti.
(Romarinho) - SEM CONCEITO: Entrou na sua posição, ensaiou dribles, mas atuou pouco.
Emerson Sheik - BOM: Chamou a responsabilidade e buscou jogo. Boa partida do Sheik, finalmente.
(Douglas) - SEM CONCEITO: Deu bons passes, porém fica sem conceito pelo pouco tempo em campo.
Guerrero - BOM: Guerreiro não só no nome, lutou pelos espaços e incomodou os zagueiros. Belíssimo passe para o Jorge Henrique no lance do pênalti!
Téc: Tite - BOM: Eu teria mandado o garoto Felipe na vaga do Chicão (machucado), mas entendo a opção do treinador. De resto, nada a reclamar. Voltou com o time que tem completamente nas mãos e conseguiu a vitória merecidamente. Mexeu bem.

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por Pedro Silas | pedro_sccp@hotmail.com

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Gringolaço > Um Barça x Real pra animar a temporada na Espanha

por Ricardo Pilat | pilatportasio@gmail.com | @ricardopilat

Com shows de Messi e Cristiano Ronaldo, Barcelona e Real Madrid golearam no final de semana do Campeonato Espanhol. O argentino marcou 4 diante do Osasuna, vitória catalã de 5 a 1. O português fez 3 na vitória do time merengue sobre o Getafe, 4 a 0. E sabe o que isso significa? NADA!

O Barcelona segue líder disparado com 58 pontos, 11 na frente do vice-líder Atletico de Madrid, que viu a distância aumentar novamente após levar uma bela sapatada do Athletic Bilbao por 3 a 0, no País Basco. O Real é terceiro com 43. Briga mesmo só pelo 4º lugar, que vale vaga na próxima Champions. O Málaga ocupa a posição, mas vê 4 times na sua cola com diferença de 1 a 2 pontos.

Se a Liga das estrelas anda chatíssima, pelo menos tem a Copa do Rei pra animar a galera!

Nesta quarta-feira (30/1), Real Madrid e Barcelona se enfrentam no Bernabeu, pela 1ª partida da semifinal da Copa nacional. Já que os times dificilmente se encontrarão na tábua de classificação da liga, este jogo estará carregado com mais pimenta que de costume.

O Real, que vem de uma temporada em que equilibrou as coisas com o Barça, vai fazer de tudo pra levar essa e não ficar por baixo, já que o título da liga certamente ficará com os baugranas. E ninguém deve estar mais motivado que José Mourinho, que vem sendo alvo de muitas críticas da imprensa de Madrid após alguns desentendimentos com estrelas do elenco "blanco".

O Barcelona vive um momento também de afirmação. Apesar da temporada sensacional que faz na Espanha, não teve a mesma facilidade na fase de grupos da Champions League e sua soberania no futebol mundial foi colocada em xeque após a derrota para o Chelsea na edição anterior.

Estamos falando das 2 melhores equipes do mundo e, mesmo sendo um jogo válido apenas pela Copa do Rei, o resultado deste Superclássico pode nos dizer muita coisa, até mesmo sobre a fase de mata-mata da Champions. E será mais uma chance de ver Messi x Cristiano Ronaldo, o eterno duelo dos dois melhores jogadores do planeta.

Duelo sem favoritos.

Campeonato Italiano > Napoli vence Parma e segue na cola da Juve

por Antonio Lemos | www.paponaarquibancada.blogspot.com.br

Em uma jornada em que Cavani (foto) não foi Cavani, o Napoli venceu fora de casa o Parma pelo placar de 2 a 1 e com a derrota da Lazio por 1 a 0 diante do Chievo, os azurris assumiram isoladamente a vice-liderança do calcio com 46 pontos, três a menos que a Juventus que soma 49.

Os visitantes saíram na frente aos 20 minutos com Hamsik, recebendo um ótimo passe do suíço Dmezaili. Em desvantagem, o Parma partiu para cima e obrigou De Sanctis a trabalhar e nos contra-ataques o Napoli quase ampliou duas vezes com Cavani.

Na segunda etapa, o Napoli voltou acomodado e com isso, os donos da casa foram com tudo em busca do empate e eis que ele saiu aos 28 minutos, quando Sansone fez uma jogada individual pela esquerda e chutou cruzado, a bola desviou em Cannavaro e morreu no fundo da rede.

A igualdade era uma questão de tempo, mas aos 40 minutos, Cavani (que não estava em seus melhores dias) recebeu passe, invadiu a área, driblou o goleiro Mirante e marcou o seu 18º gol no campeonato, dando a vitória aos visitantes.

Juve tropeça mais uma vez


O duelo entre Juventus x Genoa tinha tudo para ser mais uma boa vitória da Vecchia Signora. Mas não foi assim O empate por 1 a 1 contra o 18º colocado fez com que a diferença que era de cinco pontos cair para apenas três em relação ao Napoli.

Mesmo sem Pirlo lesionado, a Juventus dominou as ações, mas não traduzia tanto poderio ofensivo em gols. Na melhor oportunidade, aos 43 minutos, Lichtsteiner lançou da direita, Quagliarella se antecipou à zaga e mandou para fora.

Na segunda etapa eis o gol. Aos oito minutos, Lichtsteiner cruzou rasteiro para Quagliarella finalizar de primeira para abrir o placar. Com o gol, parecia que a porteira iria abrir, mas, aos 23 minutos,  Kucka fez boa jogada pela direita e cruzou para a área e Borriello mergulhou para empatar a partida.

No último minuto de jogo, os jogadores da Juventus reclamaram de um pênalti não marcado pela arbitragem. Após cruzamento da direita, o zagueiro Granqvist, do Genoa, cortou a bola para escanteio, mas a pelota bateu na mão do defensor. Tanta reclamação não resultou em nada e a partida acabou empatada.

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* A coluna Gringolaço analisa os principais torneios e acontecimentos do futebol europeu.


Direto da Redação
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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Comentário da Redação > E quando os torcedores acham que "agora vai", o Verdão dá mais um vexame

É complicado falar da atual situação do Palmeiras. Quando achamos que o time vai desencantar, os jogadores conseguem dar mais um vexame. Dessa vez foi feio o negócio. Não enfrentamos um time forte, muito pelo contrário. Apesar de ser um sério candidato ao rebaixamento, o Penapolense foi ao Pacaembu e venceu o Palmeiras por 3 a 2.

No primeiro tempo o Verdão começou bem. Maikon Leite levou perigo aos 5 minutos, mas foi aos 7 que o placar foi aberto. Ayrton cobrou a falta divinamente e fez 1 a 0 para o Palestra. Mal teve tempo de se comemorar e Guarú, também de falta, empatou para o clube do interior. A zaga do Palmeiras voltou a mostrar falhas, e os atacantes do Penapolense trocavam facilmente passes. Aos 14 minutos a equipe de Penápolis virou o jogo, com Magrão. A partir daí, o que era para ser um jogo de firmação dentro do campeonato se tornou terror. A torcida começou a vaiar a equipe, que em campo até fazia pressão, mas não furava a boa retranca do adversário.

Na segunda etapa, Gilson Kleina tentou colocar um time mais rápido e ofensivo, substituindo Patrick Vieira e João Denoni por Valdívia e Vinícius. Até adiantou, a equipe ficou no ataque 80% do tempo, mas no gol do Penapolense tinha um goleiro que estava em um dia iluminado. Marcelo (ex-Corinthians) agarrou praticamente tudo. A equipe do interior ficou com um a menos em campo após a expulsão do zagueiro Jaílton. Tudo estava a favor de um possível empate palestrino mas aos 29 minutos veio o balde de água fria. Perez de cabeça aumentou a vantagem dos visitantes.

O clima no Pacaembu estava tão ruim que integrantes da torcida palmeirense começaram a brigar entre si. Uns apoiavam a permanência de Valdívia, outros preferem que o "super astro" seja vendido. O Palmeiras até diminuiu o placar com um dos homenageados pela galera, Luan. Mas isso já foi aos 44 minutos e daí em diante não teria tempo para quase nada.

Após o jogo, uma coisa que ficou clara foi que a não presença do volante Souza em campo fez falta para a equipe. Ando dizendo que o jogador é o termômetro do time nas quatro linhas. Os quatro anos que ele ficou em outros times fizeram muito bem, pois ele voltou extremamente maduro. Está bem diferente de sua primeira passagem em 2009.

Reforços

Na quinta-feira, o novo presidente Paulo Nobre desistiu oficialmente da contratação de Riquelme. O cartola afirmou que não poderia fazer uma "loucura" como essa e comprometer os cofres do Verdão pelos próximos anos. Mas é necessário que Nobre, Brunoro e o novo gerente de futebol Omar Feitosa tenham em mente que a equipe precisa de reforços bons. Surgiu nesses dias o nome de Cleiton Xavier, mas ninguém dos bastidores da equipe confirmou oficialmente o interesse do clube pelo jogador. Me julguem ou não, mas não acho Cleiton um grande jogador como falam. Ele é mediano e só.

Conceitos

Fernando Prass - REGULAR: Achei que teve uma leve falha no terceiro gol do Penapolense. Nos outros dois não teve culpa.
Ayrton - BOM: Não teve esse conceito porque apenas fez o primeiro gol da equipe no jogo, mas sim porque foi o melhor jogador do Palmeiras em campo. Todas as jogadas boas do Verdão pessaram pelos seus pés.

Henrique - RUIM: Bateu cabeça demais com o Maurício Ramos. Deu espaço aos atacantes.
Maurício Ramos - RUIM: Como foi dito, bateu cabeça com o Henrique e fez várias faltinhas.
Wandel - REGULAR: Vou dar um desconto por estar em uma posição que não é sua. Foi lateral-esquerdo sem nem canhoto ser, mas deu muitas brechas na marcação. Pouco apoiou o ataque.
João Denoni - RUIM: Errou muitos passes e deixou espaços para os meias do Penapolense criarem.
(Valdívia) - BOM: Não vou tirar os méritos dele, apesar de estar torcendo para que seja vendido logo. O time melhorou em campo com ele. Deu velocidade ao ataque e criou boas jogadas.
Márcio Araújo - RUIM: Sua presença em campo é nula. Com ele no time ou com um menos é a mesma coisa. Vacilou no primeiro e no segundo gol do Penapolense.
Wesley - RUIM: De fato, não está valendo nem metade do valor que foi pago pelo seu passe. Muito apagado em campo. Atrapalhou muitos ataques do Palmeiras errando passes.
Patrick Vieira - RUIM: Não esteve bem como nos últimos jogos. Não criou boas joagadas, tanto que saiu no intervalo.
(Vinícius) - REGULAR: Deu mais velocidade ao ataque, mas não gerou bons frutos em campo.
Maikon Leite - PÉSSIMO: Ou corre ou pensa, no final sempre escorrega.
(Luan) - REGULAR: Fez o segundo gol, mas errou muitos passes. Seu futuro será decidido nessa segunda-feira.
Barcos - REGULAR: Não recebeu aquela bola açucarada para fazer o gol. Teve momentos em que teve que voltar ao meio campo para criar as jogadas. Como fugiu de sua função um pouco, esteve de certa forma apagado em campo.
Téc. Gilson Kleina - REGULAR: Não sei porque insiste em escalar o Maikon Leite como titular. O atacante já deu infinitas provas de que é fraco como jogador. Também não vou crucificar ele, porque sei o quanto sofre com a ausência de bons jogadores.

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por Fernando Borchio | fernando.borchio@hotmail.com

sábado, 26 de janeiro de 2013

Raquetada > De virada, Azarenka bate Na Li e conquista Australian Open

Na manhã deste sábado, a bielo-russa Vitoria Azarenka (foto) conquistou o bicampeonato do primeiro Grand Slam da temporada, o Australian Open. De virada, a número um do ranking bateu a chinesa Na Li por 2 a 1 (4/6, 6/4 e 6/3). Durante o jogo, a número 6 do ranking se contundiu e precisou algumas vezes de atendimento médico. Com toda certeza essa contusão a afetou no resultado final, até porque Li vinha muito bem em quadra.

No primeiro set, foram muitas quebras de serviço (6 em 10 games). Li estava melhor em quadra, e conseguiu abrir uma vantagem bem significante. Ela sacava com 5/2 mas não conseguiu confirmar seu serviço. Azarenka ainda chegou a ter esperanças e encostou no placar no 9° game com 5/4, mas no 10º game a chinesa sacou novamente e confirmou a vitória no set.

No segundo set, Azarenka voltou outra jogadora. Ganhou um gás extra e chegou a abrir 3/0. Li correu atrás e devolveu uma das quebras, porém em um dos lances, a chinesa torceu o tornozelo e precisou de atendimentos médicos e ao voltar a quadra conseguiu um empate que ninguém imaginava, 4/4. Quando a número 6 do mundo sacava no 9º game, Azarenka quebrou o serviço e depois confirmou o seu, fechando o set em 6/4.

No último set, a lesão de Na Li começou a pegar a jogadora de jeito. No início a chinesa até conseguiu equilíbrar o jogo, mas depois se perdeu. Perdeu toda a desenvoltura em quadra, e Azarenka sobrando, fechou em 6/3 para conquistar pela segunda vez o Australian Open, e conseguir manter o posto de número um do mundo.

Prévia da final masculina: Andy Murray vs Novak Djokovic

Já a final masculina irá acontecer na manhã deste domingo e será disputada por Andy Murray e Novak Djkovic. Muitas pessoas vivem perguntado o que o britânico fez para finalmente conseguir disputar títulos de Grand Slam de repente. Murray era marcado por conquistar títulos de masters, mas por sempre amarelar em Grand Slams.

Para começar, um dos fatores foi a confiança. Quando vemos o jogador em quadra hoje, vemos o quanto ele está mais confiante em seu estilo de jogo. Mas se tem um fator que influenciou muito para essa mudança, é a parte psicológica. Murray perdia às vezes o autocontrole em quadra, principalmente quando estava atrás do placar. Era quase certo que se ele iniciasse uma partida perdendo, iria terminar a mesma derrotado.

Hoje vemos uma base psicológica forte no jogador quando ele está perdendo um jogo. Eu sempre afirmei que no dia que Murray colocasse a cabeça no lugar, iria mais longe ainda, e é isso que está acontecendo.

Quanto a Djokovic não tenho nada a dizer. Todos sabem o jogador que ele é. Não é à toa que hoje ele é o número um soberanamente. Qualquer jogo dele, o vejo como favorito. Além de tudo, ele sempre teve uma cabeça boa.

Acho que Djokovic tem tudo para conquistar o tri do Australian Open. É o favorito, mas uma vitória de Murray não será uma grande surpresa também.

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* A coluna Raquetada é o espaço dos aces, paralelas, voleios, deixadinhas e opinião sobre o que de melhor rola no tênis pelo mundo.




por Fernando Borchio | fernando.borchio@hotmail.com

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Comentário da Redação > Presidente pé-quente

O ano para o Palmeiras de fato começou nesta quarta. Após o turbulento período de pré-eleição, o Verdão chegou à fase tão esperada da pós-eleição. Segunda-feira, com 156 votos a 105, Paulo Nobre derrotou Décio Perin e se tornou o substituto de Arnaldo Tirone na presidência palestrina. E o mais novo mandatário esteve em São José do Rio Preto, e foi pé quente. O Palmeiras venceu o Oeste por 3 a 1. A atuação não foi de gala, mas foi boa e deu boas expectativas ao torcedor.

Na primeira etapa o Verdão começou bem. Fez uma pressão inícial bem forte, porém dava espaços ao Oeste para armar o contra-ataque. Em certos momentos, faltou qualidade aos jogadores da equipe de Itápolis (que era a mandante do jogo, e levou a partida para São José do Rio Preto para pagar punição). Depois de levar alguns perigos, o Palmeiras conseguiu se equilibrar em campo e parou de dar espaços ao adversário. Só restava o gol, que veio aos 27 minutos com Barcos (pra variar). Após cruzamento de Ayrton, o volante Souza ajeitou a bola de cabeça e o Pirata teve trabalho de apenas empurrar para as redes. O segundo gol não demorou muito. Veio aos 32 minutos e foi muito bem feito por Patrick Vieira, que recebeu um cuzamento de Wesley e deu um lindo voleio.

A segunda etapa se iniciou morna. O Palmeiras queria apenas segurar o resultado, por isso acabou dando uma recuada. O Oeste começou a fazer pressão até que aos 18 minutos, após boa jogada, Serginho descontou para a equipe do interior. Mas logo o Palmeiras tratou ficar ofensivo e voltou a levar perigo com Maikon Leite, Ayrton e Valdívia... Mas quem acabou fazendo o terceiro foi o "grande ídolo" da torcida, Luan. Aos 44 minutos o atacante recebeu um bom cruzamento do "Mago" e emendou de perna direita.

Essa foi uma vitória para dar uma aliviada na equipe. Os jogadores agora podem trabalhar com um pouco menos de pressão, mas não devem relaxar. O próximo jogo do Palmeiras é domingo, contra a Penapolense no Pacaembu às 17h.

Vida nova

Saindo um pouco do tema jogo, o Palmeiras acertou nesta quarta o retorno de José Carlos Brunoro, que vai assumir a gerência de futebol do clube. O dirigente já esteve no Verdão entre 1992 e 1996, época muito vitoriosa da equipe. Outro que deve chegar para somar nos bastidores é Paulo Gregoraci, que vai assumir o marketing do time a pedido de Paulo Nobre. Gregoraci é vice-presidente da WMcCann, uma das maiores agências publicitárias do país.

Quanto a Riquelme, Nobre decidirá se o argentino vem ou não nos próximos dias. Román está apalavrado com o Verdão, e Kleina o quer.

É o Palmeiras, com novas caras e um presidente que em três dias já fez mais do que Tirone em dois anos.

Conceitos

Fernando Prass - BOM: Seguro, fez boas defesas em ambas as etapas.
Ayrton - BOM: Esteve mais solto do que em sua estreia. Participou diretamente do primeiro gol e não deu espaços ao adversário na parte direita do campo. Uma pena que perdeu um gol na cara na segunda etapa.
Maurício Ramos - BOM: Não deu espaços aos atacantes e chegou firme em todas as bolas
Henrique - REGULAR: Esteve seguro, mas achei ele deu uma bobeada no gol no Oeste. Ele poderia ter dado um carrinho na bola, mas acabou dando espaço para o atacante o driblar e empurrar a bola para o fundo da rede.
Juninho - REGULAR: Esteve um pouco apagado na hora de apoiar a equipe no ataque, mas na parte defensiva, não deixou buracos.
Souza - BOM: Deu a assitência no primeiro gol, e acabou se machucando no próprio lance. Ficou em campo, mas com dor.
(João Denoni) - BOM: Entrou para segurar os meias do Oeste e dar uma qualidade no passe. Conseguiu.
Márcio Araújo - REGULAR: Não deu espaços aos meias do Oeste, mas errou muitos passes.
Wesley - REGULAR: Ainda não mostrou o futebol que gostariamos de ver e que deveria apresentar devido ao alto valor que custou, mas aos poucos se adapta à função na equipe. Deu a assistência para o segundo gol.
Patrick Vieira - BOM: Criou boas jogadas e fez um lindo gol. Se o Valdívia continuar vacilando, esse moleque vai ser títular absoluto.
(Valdívia) - BOM: Estava um pouco sem ritmo de jogo, mas deu qualidade no passe e a assistência para o terceiro gol.
Maikon Leite - RUIM: Novamente correu, correu e correu para nada. Errou vários passes e perdeu um gol na cara, como de costume.
(Luan) - BOM: Entrou bem, criou um bom lance e fez o terceiro gol. Ao contrário de 90% dos torcedores, não quero que ele saia. Pelo menos enquanto novos reforços não chegam.
Barcos - BOM: Levou perigo como sempre, fez o primeiro gol e ainda marcou como nunca. Apareceu diversas vezes no campo de defesa roubando bolas.
Téc. Gilson Kleina - BOM: Acertou no esquema do time e nas alterações que fez. Ainda teve peito de deixar o Valdívia no banco por enquanto, afinal jogadores de "vidro" podem se machucar facilmente.

Foto: Agência Lance


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por Fernando Borchio | fernando.borchio@hotmail.com

Comentário da Redação > São Paulo faz a lição de casa e encaminha classificação para fase de grupos da Libertadores

O São Paulo seguiu o script e passou o caminhão em cima do Bolivar na primeira partida da primeira fase da Libertadores, no Morumbi. A vitória de 5 a 0 praticamente garante o Tricolor na fase de grupos.

A equipe de Ney Franco fez a blitz tão pedida pelo treinador, marcando a saída do adversário e partindo para o ataque. Em menos de 20 minutos já estava 2 a 0 para o São Paulo, com um belíssimo gol de Osvaldo e outro de Luis Fabiano, após jogada de Aloísio.

Ainda no final do primeiro tempo, Fabuloso anotou outro gol no rebote do goleiro.

Na volta para o segundo tempo o São Paulo não tirou o pé do acelerador e logo fez outros dois, com Jadson e Rogério Ceni, de pênalti.

Depois foi cozinhar o galo e esperar o apito final.

Vitória convincente que fez a festa de mais de 40 mil torcedores no Morumbi. Agora é esperar o jogo de volta, na Bolívia, para comemorarmos a classificação.

* Parabéns também à bela torcida boliviana que, em bom número, veio de longe acompanhar o Bolivar e mesmo perdendo de 5 não deixou de apoiar a sua equipe. Fizeram até a Ola junto com a torcida tricolor. Futebol é isso aí. Fica a lição, Tigre.

Conceitos

Rogerio Ceni – BOM: É de emocionar qualquer são-paulino ver a imensa alegria dele em marcar um gol pelo Tricolor, mesmo sendo de pênalti com a partida já ganha por 4. Realmente é um Mito, o maior goleiro de todos os tempos.
Douglas – REGULAR: Não comprometeu, mas também não se destacou. Ainda é fraco na marcação.
Lúcio – BOM: Mesmo ainda desentrosado e se readaptando ao futebol sul-americano, esse zagueirão correu como um novato e provou que tem bola para ser titular incontestável por muitos anos no São Paulo.
Rhodolfo – BOM: Bela surpresa sua atuação na partida. Subiu muito de produção com seu novo companheiro de zaga. Tudo bem que o ataque do Bolivar é tão bom quanto do time dos casados da pelada que jogo todos os domingos, mas ele conseguiu deixar uma boa impressão.
Cortez – BOM: Esse cara realmente tem que jogar todas as partidas. Que atuação! Deu ótimos passes. Boa Sideshowbob!
Wellington – REGULAR: Sem muito trabalho nesta noite.
Denilson – REGULAR: Idem a seu colega de posição.
(Casemiro) - RUIM: Entrou apenas para suar um pouco e errar alguns lançamentos.
Jadson – BOM: Jogou demais! Ditou o ritmo da equipe, fez ótimas assistências e ainda deixou o dele. Provou ser titular incontestável. Hoje está muito acima do Ganso em vários sentidos: técnico, físico, entrosamento, etc.
(PH Ganso) – RUIM: Vários passes para trás e só. Tem muito o que fazer para virar titular da equipe. Bola tem, assim como a paciência da torcida e do treinador também.
Aloísio – BOM: Outra belíssima surpresa no jogo. Foi decisivo também para equipe. Mesmo com seu estilo de centroavante trombador, teve a capacidade técnica e física de fazer a ponta direita do ataque tricolor. Olha o Ney “Midas” Franco aprontando outra vez.
(Cañete) – BOM: E não é que eu consegui vê-lo jogando!? Entrou bem, partindo para cima, mostrando muita habilidade e técnica. Parece ser uma boa alternativa para jogar no lado direito do ataque.
Osvaldo – BOM: Como joga esse rapaz. Marcar o gol que ele fez, para um destro, não é fácil. Titular incontestável.
Luis Fabiano – BOM: Matador, sobrou é caixa. Dois gols já na conta da artilharia na Liberta.
Ney Franco – ÓTIMO: Grande responsável pela bela e importante vitória frente à equipe do Bolivar. Sua estratégia de blitz deu certo, assim como a sua mudança na escalação de última hora foi decisiva. Quando soube que ele colocaria o Aloísio no lugar do Ganso achei que ele trabalhasse agora sobre efeitos de drogas pesadas como crack, mas calou minha boa com uma bela atuação do Tricolor.

Foto: Terra

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* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.

por Victor Mesquita | @victor_mesquita

Comentário da Redação > Jogo horroroso no Pacaembu

No primeiro jogo em casa após a histórica vitória em cima do Chelsea no Japão, em dezembro, o Corinthians foi a campo com os reservas e, como esperado, foi bem diferente do time campeão do mundo. Mais que isso, foi completamente horroroso. Um 0 a 0 retratava bem a péssima partida, mas o árbitro arrumou um pênalti inexistente para a Ponte Preta no fim. William marcou e o time campineiro, assim como na edição anterior do Paulistão, saiu do Pacaembu com a vitória.

Quase 20 mil loucos ignoraram o horário pouco habitual para uma quarta-feira (17 horas), possível chuva e a ausência do time titular e compareceram ao estádio municipal para empurrar o Timão na segunda de 19 rodadas do massante Campeonato Paulista. Fiz parte desse Bando de Guerreiros.

Início de temporada já é uma sonolência só, agora imagine com um time remendado, limitado e sem entrosamento? Esse é o Timão atualmente. Não só os titulares estão fora como também alguns reservas que serão importantes, como Douglas, Jorge Henrique e Renato Augusto (clique aqui e veja como enxergo o time titular na cabeça de Tite). Com um trio como esse já seria outra história.

Além disso, o treinador corintiano poderia ter distribuído de forma melhor em campo o que tinha disponível. Remendou demais o time. Guilherme como meia. Edenílson jogou de lateral e teria tudo pra ser muito mais útil no meio-campo, dando mais velocidade e recursos ao time. Até me surpreende o Tite não ter feito isso nem mesmo ao longo do jogo, pois o polivalente jogador já desequilibrou em jogo do Brasileirão jogando solto pelo lado direito do meio de campo.

O que me surpreende também é o péssimo futebol de jogador já calejado e que foi titular na maioria dos jogos do segundo semestre de 2012. Estou falando de Romarinho. Tudo bem que está jogando de costas para o gol, como centroavante, e essa não é a sua, porém não justifica as duas atuações lamentáveis das primeiras rodadas.

Com todos esses contras, não tem como esperar grande coisa neste momento. A partir da 5ª, 6ª rodada, com o elenco inteiro disponível, podendo revezar e colocar reservas de mais qualidade, o panorama muda. E não dá para reclamar desses jogos sofríveis no início de 2013, afinal, é o preço que se paga por ter ido ao Japão no meio de dezembro conquistar o mundo.

Conceitos

Danilo Fernandes - BOM: Fez duas defesas muito boas que salvaram o Corinthians de ter tomado gol antes.
Edenílson - REGULAR: Muito tímido, não apoiou como se esperava. Cometeu um erro no primeiro tempo que quase terminou em gol da Ponte.
Felipe - BOM: Sempre que tem oportunidade mostra potencial e hoje não foi diferente, boa partida. No lance do pênalti, teve certa ingenuidade pela entrada, mas o árbitro errou na marcação.
Gil - REGULAR: Discreto. Não deu pra tirar grandes conclusões do futebol do zagueiro estreante.
Weldinho - RUIM: Fraco, muito fraco. Deu uma pixotada lamentável no campo de defesa.
Willian Arão - REGULAR: Outro fraco, mas este teve alguns lampejos bons mesmo jogando atrás. Um ótimo lançamento para Zizao e um bom chute arriscado.
Guilherme Andrade - REGULAR: Pouco produziu como segundo volante.
Guilherme - REGULAR: Esforçado, chamou o jogo, sobretudo na etapa final. Mas não conseguiu render muito mais avançado.
Giovanni - RUIM: Razoável quando faz o simples, péssimo quando inventa. Quis inventar no segundo tempo e foi sacado.
(Nenê Bonilha) - REGULAR: Não fez diferença.
Zizao - REGULAR: Até que o chinês não é perna de pau, mas teve atuação fraca. Chegou duas vezes em condições de marcar e mostrou inseguro na definição.
(Léo) - REGULAR: Muito desatento.
Romarinho - PÉSSIMO: Nulo, sonolento, previsível, inútil. Até pela bagagem que tem, é disparado o pior jogador dessas duas primeiras rodadas.
Téc: Tite - RUIM: Escalou o que pode, mas errado. Não entendi até agora porque não colocar o Edenílson no meio de campo e dar mais desenvoltura ofensiva ao time. Resolveria uma outra questão que foi problema no jogo: Guilherme voltaria a ser segundo volante e vir de trás, onde sempre rendeu.

Foto: Terra
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por Pedro Silas | pedro_sccp@hotmail.com

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Esquadrão de Ouro > A primeira lista de Felipão? Curti

Cercada de muita expectativa, a primeira lista de convocados de Luis Felipe Scolari no retorno à Seleção me agradou bastante. No geral, acho que agradou quase todo mundo, porque não vi aquela enxurrada de críticas que ocorriam após as chamadas de Mano Menezes.

No geral, ele manteve a base de Mano e incluiu alguns veteranos e atletas brasileiros que vêm se destacando na Europa, caso de Dante, do Bayern, melhor zagueiro da Bundesliga na temporada. Outra coisa interessante é que ele não convocou nenhum volantão de marcação. Se é bom ou ruim, não sei, mas pelo menos contradiz o que todos achavam, que ele faria um time mais fechado.

O caso dos veteranos é o que gera mais controvérsia. Muita gente é contra eles, especialmente Julio César e Ronaldinho Gaúcho. Eu não. Sou muito a favor deles e entendo completamente a convocação.

O goleiro está lá no pobre Queens Park Rangers. Fez uma escolha ruim de carreira, mas não está mal. Pelo contrário. Mesmo sendo arqueiro do rabeira da Premier League, Julio tem um número interessante a seu favor: com 37 gols sofridos no campeonato, 7 equipes à frente do QPR tem mais gols sofridos. Quem está vendo jogos do time, sabe que não é por falta de goleiro que a situação é terrível.

Goleiro é cargo de confiança. A frase é velha, mas cabe. O Brasil ainda não tem um número 1 definido. Mano testou vários, de qualidade, mas não escolheu um definitivo. Logo, Felipão tem essa brecha e acho justo levar alguém experiente pra esse lugar. E ele não está em fim de carreira, galera! Tem 33 anos, muita lenha pra queimar ainda.

Já sobre Ronaldinho eu também tenho algumas restrições, mas é inegável a qualidade dele e a bagagem que ele leva para um time jovem. Imagina a Inglaterra, nesse primeiro amistoso do ano, olhando para o outro lado do campo em Wembley e enxergando o R10 como adversário, ao lado de Neymar, Oscar, Paulinho... já dá outra cara. Vale a aposta para saber como está a vontade do dentuço de jogar com a camisa da Seleção.

Critiquei a escolha de Felipão pela CBF, mas não é por isso que vou criticar seu trabalho sem esperar. Acho que o começo foi bom. Agora resta aguardar os resultados dentro de campo. E até a Copa das Confederações teremos bons testes para avaliar se estamos no caminho certo.

Seleção Brasileira - Convocação para amistoso contra Inglaterra - 6 de fevereiro de 2013

Goleiros

Julio César (QPR-Inglaterra)
Diego Alves (Valencia-Espanha)

Laterais

Adriano (Barcelona)
Daniel Alves (Barcelona)
Filipe Luís (Atlético de Madri)

Zagueiros
Dante (Bayern de Munique)
David Luiz (Chelsea)
Leandro Castán (Roma)
Miranda (Atlético de Madri)

Meio-campistas

Paulinho (Corinthians)
Arouca (Santos)
Hernanes (Lazio)
Oscar (Chelsea)
Ramires (Chelsea)
Ronaldinho Gaúcho (Atlético-MG)
Lucas (Paris Saint-Germain)

Atacantes
Fred (Fluminense)
Hulk (Zenit)
Luis Fabiano (São Paulo)
Neymar (Santos)

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* A coluna Esquadrão de Ouro analisa as novidades da seleção mais vitoriosa da história do futebol.

por Ricardo Pilat | pilatportasio@gmail.com | @ricardopilat

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Terra do Tio Sam > O exterminador de favoritos

Quinta melhor campanha da Conferência Americana e o resultado: jogar todas as partidas dos playoffs fora de casa. Mas para o Baltimore Ravens isso não foi problema. Com Joe Flacco inspirado e sua linha defensiva implacável, Indianapolis Colts, Denver Broncos e agora o New England Patriots sofreram na pele o status de favoritos dentro de seus estádios e foram eliminados por Baltimore.

A última aparição dos Ravens no Super Bowl tinha sido em 2001 quando acabou vencendo o New York Giants por 34 a 7. A franquia de Joe Flacco e cia pode conquistar o segundo título da NFL, mas para isso terá que passar pelo San Francisco 49ers.

A partida no Gillette Stadium começou em ritmo lento com um field goal de 31 jardas de Stephen Gostkowski para os donos da casa. Se a defesa dos Patriots era um ponto fraco durante a temporada, a lesão do CB Aqib Talib deixou mais exposta a linha secundária da equipe.

No segundo período os Ravens conseguiram uma boa campanha que durou quase seis minutos, 13 jogadas e que resultou em touchdown de Ray Rice, colocando a franquia em vantagem.

Sem Rob Gronkowski, lesionado, os Patriots tinham muitas dificuldades em passar pela forte defesa de Baltimore, mas a resposta foi imediata. Brady deu um passe de uma jarda para Wes Welker anotar o TD e deixar os anfitriões em vantagem. Antes do intervalo, Gostkowski acertou mais um FG e deixou o placar em 13 a 7.

No terceiro período, os Ravens voltaram com nova postura ofensiva. Joe Flacco encontrou Dennis Pitta na endzone para virar o jogo com mais um TD. A partida chegava ao seu último período e logo na primeira jogada, Flacco conectou um passe com Anquan Boldin na endzone e ampliou a vantagem dos visitantes para 21 a 13.

Daí o que vimos depois foi um New England nervoso a ponto de cometer erros bobos, como o fumble sofrido por Stevan Ridley que acabou na campanha seguinte em mais um TD para Baltimore, chegando a 28 a 13 no placar.

Precisando de dois touchdowns e uma conversão de dois pontos, Brady tentou tirar coelhos da cartola, mas caiu no nervosismo do time. Primeiro levou sua linha ofensiva até as proximidades da endzone e em uma conversão de quarta descida falhou e deixou bola de bandeja para os Ravens. Depois sofreu mais duas interceptações. E fim de papo em Boston.

O Baltimore Ravens volta ao Super Bowl. Será a última partida de Ray Lewis e os “Deuses da Bola Oval” reservaram a data mais importante do esporte norte-americano para a sua derradeira aparição.

 49ers vira para cima do Falcons e volta a decidir o Super Bowl

Uma das franquias mais tradicionais da NFL e dona de cinco títulos do SB. Esse é San Francisco 49ers, que volta a decidir a competição depois de 18 anos. Sua última aparição tinha sido em 1995 quando venceu o San Diego Chargers por 49 a 26.

O time da Califórnia conseguiu uma virada histórica diante da melhor equipe da Liga, o Atlanta Falcons, jogando fora de casa. A partida começou com os Falcons em ritmo avassalador, com a dupla Matt Ryan e Julio Jones em sintonia. Logo na primeira campanha, Ryan lançou para 42 jardas e achou Jones livre de marcação anotando o primeiro TD da partida.

Na campanha seguinte os Niners não conseguiram a primeira descida e a bola voltou para Atlanta que anotou um field goal deixando o placar em 10 a 0.

No segundo período, Jones anotou mais um TD para os Falcons após passe de Ryan de 20 jardas: 17 a 0 no placar e parecia uma classificação tranquila, mas...

No mesmo período, a postura do 49ers começou a mudar e aí o torcedor de Atlanta começava a coçar a cabeça de preocupação, repetindo o mesmo filme da semana passada, quando o Seahawks voltou melhor para os períodos finais, mas não levou.

O ataque de San Francisco estava melhor e a defesa começou a forçar punts, com isso, Colin Kaepernick deu dois passes para touchdown, o primeiro deles com uma corrida de 15 jardas de LaMichael James e o outro com Vernon Davis recebendo um passe curto e entrando na endzone. Só que faltando 25 segundos para o intervalo, Ryan encontrou Tony Gonzalez livre na endzone para deixar os Falcons em vantagem de dez pontos: 24 a 14.

Nos períodos finais Ryan não conseguia transformar suas campanhas em TDs, já Kaepernick começava a mostrar seu cartão de visitas. Quem apareceu para decidir o confronto foi Frank Gore. O running back de San Francisco foi decisivo e com dois touchdowns calou a torcida dos Falcons e conduziu a franquia em uma virada histórica: 28 a 24.

Curiosidade: o Super Bowl XLVII colocará pela primeira vez dois irmãos como treinadores das equipes finalistas: Jim Harbaugh (San Francisco 49ers) e John Harbaugh (Baltimore Ravens).

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* A coluna Terra do Tio Sam fala dos esportes que são paixão nos Estados Unidos: basquete, beisebol, futebol americano e hóquei.


por Antonio Lemos
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Clinch > 16 anos no topo: Belfort cala Bisping em SP e pede revanche com Jones

O UFC retornou para a maior cidade do Brasil depois de 14 anos. E o main event contou com o "fenômeno" Vitor Belfort, que estava também no evento anterior.

Foi um passeio pra cima de Michael Bisping. Vitor falou que estava na “ponta dos cascos” e provou no octógono. Com uma movimentação intensa e boas sequências ele dominou o primeiro round. A confiança era tão grande que ele lutou em alguns momentos com a guarda baixa, absorvendo alguns jabs. E no segundo round, com um chute alto preciso, Belfort derrubou o inglês e aproveitou para engatar uma sequência de golpes para obrigar o árbitro a interromper o combate.

Agora aproveito para fazer um desabafo. Vejo em muitos fóruns pessoas criticando Belfort, questionando sua qualidade. Mas como criticar um lutador que está desde 1996 no MMA sempre lutando em grandes eventos e contra os melhores? Se mantém em alto nível até hoje. Seu cartel é irregular, isso é verdade. Só que sua queda aconteceu em um momento delicado da vida pessoal, o sumiço de sua irmã, que até hoje não tem explicação.

Ele é um lutador duríssimo. Um boxe afiado, mãos pesadas, melhorou no muay thai com belos chutes, e um ótimo chão, faixa preta de jiu-jitsu. Na categoria dos médios é o 2º melhor, sem dúvida. Nos meio pesados estaria no top 5.

Enfim, quem critica o "Fenômeno” deveria estudar um pouco mais.

Belfort falando também me irrita. Calado seria um poeta. Não por ser ignorante, mas pelo modo político como age. E isso mudou um pouco. Belfort venceu e meteu a boca no trombone. Criticou de forma forte Chael Sonnen e desafiou Jon Jones novamente. Mas, particularmente, preferia ver uma revanche dele com Spider.

Card fraco, evento regular

No geral o evento foi regular. Algumas boas lutas, e muitas razoáveis. Esperava muito a estreia do Daniel Sarafian (foto), mas ele acabou decepcionando diante de CB Dollaway. A luta até foi empolgante, muito movimentada, a vitória poderia ter ido para qualquer lado. Mas com um adversário abaixo de top 10 da categoria ele precisava ter vencido. Acabou perdendo para seus próprios erros. Agora é trabalhar mais e voltar melhor, pois tem qualidade para se destacar no UFC.

Gabriel Napão também foi bem finalizando Ben Rothwell com uma guilhotina. Assim continua trilhando novamente seu caminho rumo ao topo dos pesos pesados.

Por último destaco os irmãos Marajós. O primeiro, Ildemar, acaba de sair do Jungle Fight, ganhou uma chance no maior evento de MMA do mundo por causa da lesão de Roger Hollet. E aproveitou, finalizando Wagner Caldeirão com uma chave de joelho reta, e de quebra levou o prêmio de finalização da noite. Agora soma 12 vitórias consecutivas no cartel, e entra forte no UFC.

Já seu irmão, Iuri Marajó, começou um combate intenso com Pedro Nobre, e com um chão afiado quase finalizou, mas acabou pegando as costas do adversário e estava golpeando, prestes a finalizar. Mas Dan Miragliota advertiu sobre golpes na nuca, e logo na sequência ele atingiu a nuca novamente. O árbitro pausou a luta, pediu a entrada dos médicos que determinaram o fim do combate. Diante de vaias do público foi anunciado um “no contest” (ou sem resultado). Particularmente achei muito estranha a reação de Pedro Nobre, pareceu conveniente pela situação na luta, mas é difícil julgar. Mas que ele perdeu pontos com a cúpula do UFC, isso é certeza. Dana White até criticou via Twitter.

Enfim, o evento foi razoável, com poucos destaques. Mas agora vem uma sequência ótima do UFC, começando no próximo final de semana com a disputa de cinturão dos moscas e a luta entre Glover Teixeira e Rampage Jackson. Fiquem atentos.

Confira os resultados do UFC SP:


CARD PRINCIPAL

Vitor Belfort venceu Michael Bisping por nocaute técnico no segundo round
CB Dollaway venceu Daniel Sarafian na decisão dividida dos jurados
Gabriel Napão Gonzaga venceu Ben Rothwell por finalização no segundo round
Khabib Nurmagumedov venceu Thiago Tavares por nocaute técnico no primeiro round

CARD PRELIMINAR

Godofredo Pepey vence Mitinho Vieira por decisão dividida dos jurados
Ronny Markes vence Andrew Craig na decisão unânime dos jurados
Nik Lentz venceu Diego Nunes por decisão unânime
Edson Barboza venceu Lucas ''Mineiro'' por nocaute técnico no primeiro round
Luta entre Iuri Marajó e Pedro Nobre termina sem resultado
Ildemar Marajó venceu Wagner Caldeirão por finalização no segundo round
Francisco Massaranduba venceu C.J. Keith por finalização no segundo round

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* A coluna Clinch traz a análise dos principais eventos de artes marciais do planeta.


por Fernando Pilat
| @fernandopilat

En la Cancha > A pelota volta a rolar nos campos da América

Após mais de um mês de férias, a pelota volta a rolar nas canchas do continente. Nesta terça-feira começa a fase preliminar da Copa Libertadores da América. Dezesseis equipes lutam em mata-mata pelas últimas oito vagas na fase de grupos.

Entres entre essas equipes estão os brasileiros São Paulo e Grêmio, que enfrentam Bolívar e LDU respectivamente.  O time paulista recebe os bolivianos no Morumbi na partida de ida e semana que vem, literalmente, sobe a La Paz para o jogo de volta.

O duelo é traiçoeiro para o Tricolor. Não pela qualidade do adversário, que é inferior, mas pelo fato de ter de enfrentar mais de 3.600 metros de altitude ainda no começo da temporada. Se não fizer o resultado em casa, o São Paulo pode se complicar.

Os comandados de Luxemburgo também terão uma missão complicada, derrubar a tradicional LDU. Porém, o clube gaúcho faz a segunda partida em seus domínios e já está há uma semana no Equador se aclimatando para a partida. Isso pode fazer toda a diferença entre passar ou não à fase de grupos do torneio continental.

As demais partidas da primeira fase da Libertadores têm os duelos entre Olímpia (PAR) x Defensor (URU),  Tigre (ARG) x Dep. Anzoatégui (VEN), Tolima (COL) x Univ. César Vallejo (PER) e León  (MEX) e Deportes Iquique (Chile).

Desses confrontos, o mais interessante e equilibrado é entre Olímpia e Defensor que são duas equipes de qualidade e que poderiam estar na segunda fase do torneio se não se enfrentassem precocemente.

Para vocês, quais equipes chegarão à fase de grupos da Libertadores?

Acabou a magia de Carlos Bianchi?

El Virrey chegou no começo deste ano para ser a esperança do Boca Juniors voltar a apresentar um bom futebol e retomar os tempos de glória do começo do século. Porém, até agora o que tem se visto nas canchas é algo totalmente diferente. Até agora Bianchi dirigiu “El Xeineze” em duas partidas no torneio de Mar de Plata (Torneio de Verão da Argentina) e sofreu duas derrotas. A primeira delas para o Racing e a segunda para o River Plate.

No Superclássico do último sábado, o River Plate praticamente dominou toda a partida e o goleiro Barovero foi um espectador de luxo. Do lado boquense o que se viu foi um time apressado, fazendo ligações diretas entre a defesa e o ataque.  Aquela cadência e imposição através da posse de bola são coisas do passado e, pela impressão que passou, a magia de Bianchi também. Vamos ver se eles reagem na Libertadores, competição em que o treinador é especialista.

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* A coluna En la Cancha fala sobre os principais assuntos do futebol sul-americano.


por Rodrigo Svrcek
| @svrcek_rodrigo

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Gringolaço > Parem as máquinas! O Barcelona perdeu!

por Ricardo Pilat | pilatportasio@gmail.com | @ricardopilat

Isso sim é notícia, minha gente: o Barcelona perdeu.

No sábadão, o Barça foi ao País Basco e saiu derrotado pela Real Sociedad por 3 a 2. Primeira queda do time catalão no Campeonato Espanhol após 20 jogos. Curiosamente, logo na primeira rodada do segundo turno.

Duas coisas impressionam neste resultado. Primeiro que ela veio de virada. O Barcelona abriu 2 a 0 no primeiro tempo, com Messi e Pedro, mas Castro (2) e Aguirretxe fizeram a alegria da torcida da Real Sociedad. Piqué foi expulso quando o jogo estava 2 a 1 para os baugranas.

O outro detalhe é que o time basco é apenas o nono colocado do campeonato e tem 26 pontos de diferença para o Barça. Diferença gritante. Mas isso é futebol, né.

Na prática, nada muda. O Barcelona segue líder com 8 pontos na frente do Atlético de Madrid, que venceu o Levante por 2 a 0 no domingo. Diferença confortável.

Real goleia o Valencia

O Real Madrid, que praticamente já desistiu do campeonato, deu alguma alegria pra sua torcida neste domingo e acalmou um pouco o clima no Bernabeu. Sobrou para o Valencia, que levou uma tremenda lavada: 5 a 0 em pleno Mestalla.

Os cinco gols saíram no primeiro tempo: Higuain, Di Maria (2) e Cristiano Ronaldo (2). E olha que no meio de semana o Valencia já havia perdido para o Real pela Copa do Rei (2 a 0). Que freguesia hein?

Campeonato Inglês > City se aproxima do United

O Manchester City teve um alento após a 23ª rodada da Premier League. Os Citizens assistiram confortavelmente ao rival Manchester United fechar a rodada na Inglaterra com um empate em 1 a 1 contra o Tottenham, em Londres. Melhor ainda foi ver o gol de empate dos Spurs sair no último minuto de jogo, com Dempsey. O United havia aberto o placar com Van Persie.

O City venceu bem o Fulham por 2 a 0, no sábado. David Silva foi o nome do jogo, marcando dois gols. A diferença entre os rivais de Manchester caiu para cinco pontos.

Outro jogo de destaque na rodada foi o clássico entre Chelsea e Arsenal, em Stamford Bridge. Os Blues venceram por 2 a 1, sem surpresa, deixando os Gunners cada vez mais longe da zona de Champions League. Já são sete pontos atrás do Tottenham, quarto colocado. O Chelsea é terceiro, com 45.

Campeonato Francês > Com ajuda de Lucas, PSG assume ponta

Na França, segundo jogo oficial de Lucas pelo Paris Saint Germain e ele foi importante na vitória sobre o Bordeaux por 1 a 0, fora de casa. O ex-Tricolor deu o passe para Ibrahimovic marcar o gol do jogo, no primeiro tempo. Fora isso, o brasileiro não brilhou, mas aos poucos vai se ambientando. A vitória recolocou o PSG na liderança da Ligue 1, com 42 pontos, ao lado do Lyon, que ficou no 0 a 0 contra o Evian.

Campeonato Italiano > Juve goleia e dispara
por Antonio Lemos | www.paponaarquibancada.blogspot.com.br

Pode parecer repetitivo, mas não tem como não falar: a Juventus agradece. Sim, a Vecchia Signora fez o seu serviço de casa, enquanto Lazio e Napoli empataram seus compromissos contra Palermo e Fiorentina, respectivamente. Com isso, a vantagem da líder subiu para cinco pontos.

Na Arena Juventus, os donos da casa não tomaram conhecimento da Udinese e aplicaram uma goleada por 4 a 0. O primeiro gol saiu aos 41 minutos do primeiro tempo com Pogba (foto) com um chutaço de 101 km/h. Na segunda etapa, a revelação francesa marcou mais uma vez aos 21.

A vitória foi sacramentada aos 27 minutos quando Vucinic anotou o terceiro aproveitando a contribuição do goleiro Padelli para ampliar. Aos 35, Matri deu números finais a partida.

A Lazio, fora de casa, ficou no 2 a 2 com o Palermo. Com o tropeço do time romano, o Napoli tinha a chance de se isolar na segunda posição, mas, jogando em Florença, a equipe não saiu de um empate contra a Fiorentina por 1 a 1.

Tudo igual em Roma

No clássico da rodada, Roma e Internazionale não saíram de um empate por 1 a 1. Resultado ruim para ambas as equipes que projetam lutar por vaga na próxima Champions League.

Os gols surgiram no primeiro tempo. Aos 22 minutos, Bradley foi lançado em profundidade e foi derrubado dentro da área por Ranocchia. Na cobrança, Totti soltou a bomba para abrir o placar. No último minuto saiu o gol de empate. O colombiano Guarín foi lançado pela direita e rolou para trás. Sem marcação, Palacios só teve o trabalho de empurrar e empatar a partida.

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* A coluna Gringolaço analisa os principais torneios e acontecimentos do futebol europeu.


Direto da Redação
| redacao_esporte@hotmail.com | @redacaoesporte

Comentário da Redação > Começo de temporada é tudo igual

Em uma tarde de domingo, o Corinthians, atual campeão do mundo, fez sua estreia na temporada 2013 sem brilho, é verdade, mas fez. Em um jogo truncado e chato, como são quase todas as estreias, Tite apostou na equipe reserva diante do Paulista, em Jundiaí. Os titulares devem voltar só na 6ª rodada. Alguns jogadores até tiveram um pouco de destaque, mas no geral são jogadores regulares.

O jogo em si, foi muita velocidade, pouca técnica. No primeiro tempo, quase não tivemos chances para nenhum dos lados, apenas algumas chegadas que não resultaram em nada.

LEIA TAMBÉM >> Corinthians 2013: Melhor que 2012? É possível

No segundo, um pouco mais de técnica, e com uma grande jogada do chinês Zizao, Giovanni (bom jogador da base) só completou para o gol. Mas um time que tem Júlio César sempre deve temer, e em uma saída errada do camisa 1 (mais uma), João Henrique, mesmo sem ângulo empatou para os donos da casa.

Espero que nas próximas rodadas o Tite arrume a equipe e dê chances para o Danilo Fernandes no gol. Até os titulares voltarem, o time vai ser igual a esse domingo, sem brilho.

Conceitos

Julio Cesar – RUIM: Errou saídas de bola e falhou no gol do Paulista.
Edenilson – REGULAR: Voltando a posição que vinha se destacando antes de lesão, sentiu a falta de ritmo e o calor, mas teve bons avanços.
André Vinicius – REGULAR: Não comprometeu, se trabalhado pode vir a ser um bom zagueiro.
Felipe – BOM: Já havia demonstrado potencial em um jogo no Brasileiro-2012, não compromete.
Weldinho – REGULAR: Bons avanços, falta melhorar na marcação.
Guilherme – BOM: Bem na marcação, não deu espaços para os meias do Paulista, apareceu bem na frente.
Guilherme Andrade – RUIM: Faltou chegar a frente. Será melhor aproveitado como lateral.
Giovanni – Bom: O melhor do time. Correu, apareceu como centroavante, driblou, chutou, e fez o dele. Tem de ser mais utilizado por Tite
(William Arão) – SEM CONCEITO: Entrou no final.
Zizao – BOM: Correu, demonstrou vontade e um pouco de habilidade. Deu o passe para o gol.
Nenê Bonilha – REGULAR: Tentou alguma coisa, mas sem objetividade.
(Léo) – SEM CONCEITO: Entrou no fim, mas mostrou que sabe jogar.
Romarinho – Bom:. Tentou se movimentar, mas falta melhorar mais nas finalizações
Téc: Tite – REGULAR: Usou o que tinha de melhor, não tinha o que mudar.

Foto: Gazeta Press

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* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.




por Rodrigo Bocatti | @digo90 | http://esportesarena.com.br

domingo, 20 de janeiro de 2013

Comentário da Redação > Em busca do tetra inédito, Neymar dá show e Santos estreia com vitória no Paulistão 2013

Em busca de quebrar o recorde do Paulistão, o Santos se reforçou com sete novos nomes e começou muito bem a temporada. Montillo, considerado o melhor reforço para 2013, viu seu novo parceiro, Neymar, dar show e a vitória para seu novo clube diante do São Bernardo: 3 a 1.

Esse novo ano é considerado pela maioria dos santistas como promissor, ainda mais com a nova dupla, Neymar e Montillo. Neste sábado a dupla rendeu bem na estreia oficial, a vitória veio e fez Lula, ex-presidente do Brasil, ver o clube da cidade perder.

Com tantas novidades e tudo dando certo para o clube, o Santos tem um problema que já vem desde 2012: André. O atacante vem desde o ano passado lutando com a balança e hoje demonstrou que não está na melhor forma física. Após entrada de Miralles o time melhorou, e André pôde ver do banco o argentino brilhar e marcar o gol que colocou, novamente, o clube na frente.

Com um bom público para a estreia dos atuais campeões da Série A1 e A2 do Paulista, o primeiro tempo foi bom. Não foi um futebol muito vistoso por causa de um número alto de erros de passe e um jogo defensivo do lado do 'Bernô', mas vimos um gol para cada lado. O primeiro veio dos pés do gênio Neymar. O atacante aproveitou o contra-ataque do time e com um passe de Bruno Peres surpreendeu o goleiro com um chute rápido para o gol. Estava aberto o placar da partida.

Com a torcida alvinegra festejando o gol de Neymar, o São Bernardo aproveitou um rápido contra-ataque, também, e logo empatou a partida com Naldinho. Festa para o time da casa e do convidado ilustre, Lula.

Após os gols, o jogo ficou meio truncado com excessivas faltas em cima de Neymar e duas delas ocasionaram na expulsão do jogador Dudu, do São Bernardo. O Santos ficou com um a mais, mas não aproveitou isso na primeira etapa.

Argentino em campo no segundo tempo
O empate no primeiro tempo fez o Santos buscar a vitória no segundo, mas estava difícil com o homem-gol do time fora de forma. André já passou por puxões de orelha durante a semana com o treinador Muricy reclamando de seu peso e durante o jogo não demonstrou nada que agradou ao técnico. Ele foi sacado, junto com o Cícero para a entrada dos argentinos Miralles e Pato Rodríguez.

As mudanças fizeram o Peixe ganhar na velocidade e movimentação, ocasionando em duas chances claras de Montillo para fazer o segundo do time na partida, mas que ele desperdiçou. O Santos continuou insistindo e com um passe espetacular de Neymar e uma furada da zaga, Miralles teve a tranquilidade de driblar o goleiro e fazer o gol para o time da baixada: 2 a 1.

Não teve jeito, o Bernô não segurou Neymar e viu o juiz ainda marcar um pênalti contra o clube. O camisa 11 bateu e converteu para fechar o placar em 3 a 1.

Conceitos

Rafael - BOM: O goleiro não teve culpa no gol tomado e passou segurança para a zaga com defesas quando foi preciso.
Bruno Peres - REGULAR: O jogador apoiou muito bem, mas cometeu muitos passes errados e falhas na marcação.
Neto - REGULAR: Passou tranquilidade para a torcida, mas cometeu um erro na cobertura do gol do São Bernardo.
Durval - RUIM: Passa o jogo errando e acertando em certas coisas. Observando o contexto, tomou drible "burro" no gol do Bernô e cartão amarelo em outro lance bobo.
Guiherme Santos - REGULAR: Gostei do que vi. Ele demonstrou muita raça o jogo todo pela lateral, mas tem a mesma deficiência que Bruno Peres, marcação.
Renê Júnior - ÓTIMO: Marcou muito bem o jogo inteiro e costuma dar belos passes. Acredito que tenha um futuro bom se tiver chance no clube.
Arouca - REGULAR: Gosto de ver o Arouca atacando mais, coisa que ele não fez neste sábado. Não cometeu erros, mas foi discreto.
Cícero - RUIM: O torcedor do Santos pode ter confiança no jogador, é experiente e bom de bola, mas passou muito discreto no jogo. Precisa aparecer mais!
Miralles - BOM: Com a péssima fase do André, não há duvidas que ele tem que ser o dono da 9. Tá marcando gols e dando alegria aos torcedores.
Montillo - BOM: Muitos ficaram decepcionados com dois gols perdidos pelo argentino, eu também, mas no contexto eu não vi ele errar UM passe e ajudou muito. É ótimo jogador e podemos esperar muito, mas muito, mais dele!
Neymar - ÓTIMO: É gênio, fazer o que? Apenas podemos sentar em frente à TV e esperar o show. Dois gols e uma assistência. Só não fez chov... mentira, fez sim!
André - PÉSSIMO: É lamentável ver a maneira como o matador do Santos em 2010 está. Está fora de forma e ritmo. Precisa pegar muito pesado nos treinos para voltar a lembrar o mesmo jogador que já foi.
Pato Rodríguez - SEM CONCEITO: Acredito que esse ano será para ele se firmar no Santos. Ponho fé nele. Hoje entrou no lugar do André e deu mais velocidade, mas pouco tocou na bola.
Téc: Muricy Ramalho - REGULAR: Ele acredita muito no André, por isso não desiste no jogador, mas tem que passar essa confiança para o Miralles, ele merece!

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* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.

por Igor Domingues
| igor4712@hotmail.com

Aqui é Corinthians > Corinthians 2013: Melhor que 2012? É possível!

Demorou, mas o corintiano lavou a alma e viu seu time conquistar a tão sonhada Copa Libertadores em 2012. Se encerrando com o espetacular título mundial em cima do Chelsea, em dezembro, o Corinthians teve o ano mais especial de sua história. Quanta festa o Bando de Loucos fez! Em São Paulo. No Brasil. No Japão. No mundo!

Conseguir repetir a fantástica temporada em 2013 não é uma tarefa fácil. Mas eu diria que é completamente possível. Quem sabe, até mesmo superá-la. Time para isso tem. A equipe que conquistou a Libertadores foi mantida para o Mundial (exceto o Castán) e foi reforçada pelo Guerrero, que viria a ser herói. Para 2013, mais evolução: Alexandre Pato é o grande reforço que chega ao Parque São Jorge. O meia Renato Augusto e o zagueiro Gil são nomes que vêm pra brigar por titularidade.

Os objetivos? No primeiro semestre, sem dúvida o foco é buscar o bi da América. Em paralelo, o time B deve disputar a grande maioria dos jogos da primeira fase do Campeonato Paulista. Nos jogos finais, provavelmente diante de rivais, Tite deve colocar o time que considera ideal. Quem sabe não beliscamos o 27º título estadual?

Já na segunda parte da temporada, três competições em disputa: Recopa Sul-Americana, Copa do Brasil e Brasileirão. A primeira, diante do rival São Paulo, obviamente o Timão vai dar muito valor e prioridade total. As outras duas devem depender do rendimento no principal torneio sul-americano. Talvez o Tite possa ter observado que se tivesse focado rapidamente no BR12 poderia até ter lutado por título. Quanto a Copa do Brasil, vamos ver como será nesse formato inédito com as equipes da Libertadores jogando também...

Uma coisa é fato: elenco para lutar por mais de um título o campeão do mundo tem. Abaixo, você verá o provável time-base que o treinador alvinegro montará, e podemos notar que ficaram de fora, no banco, alguns jogadores que seriam titulares absolutos na maioria dos clubes da Série A: Renato Augusto, Douglas, Jorge Henrique, Romarinho, Guilherme e Edenílson...

Estes, inclusive, tem totais condições de tomar a vaga dos considerados titulares. Até porque, com o Tite não tem essa de lugar cativo ou ganhar no grito (o Martínez, transferido para o Boca por "falar muito", que o diga), joga quem está bem. É isso que faz do Corinthians o time mais bem preparado do Brasil.

A mesma receita dos sucessos anteriores juntamente com a qualificação do elenco e a confiança e bagagem adquirida com as conquistas internacionais, dão ao Corinthians totais condições de ter um 2013 ainda mais maravilhoso que o ano anterior. Eu acredito!

Pato no time

No Mundial, Tite mexeu em uma posição da equipe do jogo semifinal para a grande decisão. A troca foi Douglas por Jorge Henrique. E é justamente essa peça que deve ser mexida novamente para o time titular da temporada 2013. Alexandre Pato deve jogar na linha ofensiva de três homens atrás do centroavante Guerrero.

Com isso, Emerson deixará de ser o homem que mais se aproxima do camisa 9, posto que será assumido pelo ex-milanista. Danilo, sempre fundamental para o time, completa o trio. Um 4-2-3-1 com cara de 4-3-3 pelas características dos jogadores. Mas sobretudo, com muita movimentação e troca de posições como sempre.

O treinador corintiano já mostrou saber muito bem como posicionar seu time de acordo com as situações e tirar o melhor de seus atletas. Sabe também, repito, colocar para jogar quem está no seu melhor momento. Com tantas competições, as escalações devem se modificar bastante por vários motivos, mas a competitividade e intensidade, como diria o próprio comandante alvinegro, certamente será a mesma.

Corinthians 2013: time-base



Reforços
Renato Augusto (M, Bayer Munique), Alexandre Pato (A, Milan), Gil (Z, Valenciennes).

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* Nesta coluna o assunto é o time do povo. Aqui é Corinthians!


por Pedro Silas | pedro_sccp@hotmail.com