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sexta-feira, 30 de abril de 2010

Europa League > Forlán coloca Atlético na decisão

* Uruguaio marca na prorrogação e derruba o Liverpool

No estádio Anfield Road, em Liverpool, nesta quinta-feira, o Liverpool devolveu no tempo normal o 1 a 0 que havia levado do Atlético de Madrid no jogo de ida, e ampliou logo aos cinco minutos da prorrogação. Porém, Diego Forlán, mais uma vez, foi decisivo para a equipe espanhola, marcando o gol que não evitou a derrota por 2 a 1, mas garantiu a presença do time na decisãoda Europa League diante do inglês Fulham, 12 de maio, em Hamburgo, na Alemanha.

Os ingleses abriram o placar pouco antes do intervalo. Aos 44 minutos, o israelense Yossi Benayoun desceu pela direita e cruzou para Aquilani, que bateu rasteiro no canto do goleiro David de Gea.

O placar de 1 a 0 se manteve até o final do tempo normal, forçando a prorrogação. Logo aos cinco do primeiro tempo extra, o Liverpool chegou ao segundo gol. Lucas pegou sobra de lance confuso fora da área e deu belo passe para Benayoun na esquerda. O israelense dominou em condição legal e bateu cruzado, rasteiro, vencendo De Gea.

O 2 a 0 levava a equipe da casa à final, mas o Atlético só precisava de mais um para se classificar, devido à regra dos gols fora de casa. E ele veio aos 12 minutos, com o matador Forlán. O meia Reyes ganhou dividida na direita e cruzou de trivela para o segundo poste, onde o uruguaio apareceu sozinho para encher o pé e estufar as redes do goleiro Pepe Reina.

Fulham histórico

O Fulham estragou o sonho do Hamburgo de decidir a Europa League em casa (a final será em Hamburgo). Nesta quinta-feira, a equipe inglesa venceu o time alemão por 2 a 1, de virada, e garantiu a inédita vaga em uma decisão de uma competição continental.

Depois de um empate em Hamburgo por 0 a 0, a equipe alemã conseguiu abrir o marcador nesta quinta-feira com um belo gol de Petric em cobrança de falta, aos 22 minutos do primeiro tempo.

No segundo tempo, porém, veio a virada do Fulham. Aos 24, Davies recebeu na entrada da área, deu um lindo drible em um adversário e bateu para empatar a partida. O gol da virada dos ingleses ocorreu aos 31 minutos, quando Gera aproveitou uma confusão na área após cobrança de escanteio e tocou para o fundo das redes.

Em busca de seu primeiro título continental, o Fulham, atual 12º colocado do Campeonato Inglês, enfrentará o Atlético de Madrid no HSH Nordbank Arena, estádio do Hamburgo, em 12 de maio.

Fonte: Terra



Direto da Redação










Redator: Ricardo Pilat
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Copa do Brasil > Em noite de recorde e discussão, Palmeiras bate Atlético-GO no fim

* Diego Souza bate-boca com torcedores e Alviverde marca de pênalti aos 49 minutos o único gol da partida

Como nas outras três partidas da Copa do Brasil no Palestra Itália, o Palmeiras não sofreu gol. Mas, diferentemente das outras ocasiões, o ataque demorou a funcionar diante do Atlético-GO na noite desta quinta-feira, pelo primeiro encontro válido pelas quartas de final da competição nacional. No jogo que registrou o recorde de público no estádio alviverde no ano - 23.892 pagantes -, o time de Antônio Carlos Zago pecou nas finalizações e sofreu para ganhar por 1 a 0 e obter vantagem na partida de volta. O gol só saiu aos 49 minutos do segundo tempo, em pênalti convertido por Cleiton Xavier.

Antes do gol salvador, o clima ficou tenso. Torcedores se irritaram com Robert e Diego Souza, que não tiveram bons desempenhos em campo. No caso do camisa 7, as vaias e os insultos foram mais fortes e respondidos pelo atleta, que direcionou gestos obscenos e palavrões aos palmeirenses que estavam atrás do banco de reservas.

No Serra Dourada, na próxima quarta-feira, o Palmeiras assegura a classificação para as semifinais com um empate. Ou até com derrota por um gol de diferença, desde que balance a rede. O Atlético-GO precisa ganhar por dois gols. O placar de 1 a 0 a favor do Dragão leva a disputa para os pênaltis.

Palmeiras domina, mas não marca

Foi notável a mudança de comportamento do Palmeiras com o retorno do meia Cleiton Xavier ao time. Ausente das últimas cinco partidas por conta de uma lesão no joelho, o camisa 10 do Alviverde dominou o meio-campo e armou as melhores jogadas da equipe, sempre com a participação de Lincoln. A dupla brilhou durante a primeira etapa, que teve amplo domínio do time da casa.

Logo aos dez minutos, Cleiton Xavier esquentou o jogo na fria noite paulistana com uma bicicleta. Depois do cruzamento de Robert, o meia tentou uma jogada de estilo, mas a bola foi para fora. Dois minutos depois, tabelou com Diego Souza e Lincoln, que arriscou de primeira, mas não acertou o alvo.

Os donos da casa até chegaram a marcar, aos 42, após belos toques de Cleiton Xavier e Lincoln, mas o árbitro Leonardo Gaciba anulou o gol de Robert acertadamente, assinalando impedimento.

Vitória sofrida

Embora tenha encerrado o primeiro tempo sendo pressionado pelo Palmeiras, o Atlético-GO voltou para a segunda etapa de forma mais organizada e levando perigo ao gol de Marcos. Depois de cobrança de escanteio, aos sete minutos, e confusão na área palmeirense, Marcão pegou a sobra e acertou o travessão do Alviverde.

A resposta palmeirense veio dos pés de Marcos Assunção, volante que fez sua estreia pela equipe, em uma sequência de cinco escanteios fechados e perigosos contra a meta de Márcio. Os visitantes apostaram ainda mais na velocidade e pegou a defesa palmeirense desprevenida, obrigando Marcos a fazer um milagre,

Conforme o tempo passava, o jogo ganhava contornos dramáticos para o Palmeiras. O plano de conseguir ao menos uma vitória simples e ter vantagem no segundo confronto ficava cada vez mais difícil. Quando o empate sem gols parecia certo, Paulo Henrique foi puxado por Jairo dentro da área aos 48.

Era a chance do Palmeiras salvar a noite. E foi o que Cleiton Xavier fez. O 1 a 0 sofrido e chorado fez o grito do torcedor palmeirense ecoar no Palestra Itália.

Ficha do jogo
PALMEIRAS 1 x 0 ATLÉTICO-GO
Marcos; Márcio Araújo, Danilo, Léo e Armero; Edinho, Marcos Assunção, Cleiton Xavier e Lincoln; Diego Souza (Paulo Henrique) e Robert (Ewerthon). Márcio; Márcio Gabriel, Gilson, Jairo e Tiago Feltri; Agenor, Pituca, Ramalho e Robston; Rodrigo Tiuí e Marcão (Elias).
Técnico: Antônio Carlos Zago. Técnico: Geninho.
Gols: Cleiton Xavier, aos 49 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Pituca, Jairo, Gilson e Márcio Gabriel (Atlético-GO). Danilo, Edinho, Armero e Léo (Palmeiras)
Estádio: Palestra Itália. Data: 29/04/2010. Público: 23.892 pagantes. Renda: R$ 734.860, 00 Árbitro: Leonardo Gaciba da Silva. Auxiliares: Paulo Ricardo Silva Conceição e José Antônio Chaves Franco Filho.

Fonte: Globo.com


Redator: Pedro Silas
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quinta-feira, 29 de abril de 2010

Copa do Brasil > Muricy estreia com derrota pelo Flu

* Grêmio vence no Maraca e jogará com vantagem no Olímpico

Muricy Ramalho não teve uma boa estreia pelo Fluminense. Nesta quinta-feira, o treinador viu sua equipe ser derrotada pelo Grêmio, em pleno Maracanã, por 3 a 2 pela partida de ida das quartas de final da Copa do Brasil.

No jogo de volta, na próxima semana, no Olímpico, o Tricolor Gaúcho pode perder por até um gol de diferença (desde que seja 1 a 0 ou 2 a 1) para o Tricolor Carioca e ainda assim garante vaga na semifinal. Ao Flu, resta fazer diferença maior que dois gols ou diferença de um gol com placares superiores a 3 a 2. Tarefa inglória.

Sem poder contar com Conca (suspenso) e Fred (com apendicite), o Flu saiu na frente com gol de André Lima, aos 12 minutos, de cabeça. Aos 19, porém, o Grêmio igualou o placar. Jonas recebeu na área pela esquerda e "entortou" três adversário antes de cruzar para Douglas, que chutou e viu Gum cortar. Contudo, a bola voltou para o camisa 10 cabecear, deslocando o goleiro Rafael.

O Grêmio cresceu após marcar o gol e conseguiu a virada aos 31min. Borges avançou pela esquerda e deu o passe para Jonas, que não perdoou. Antes do fim do primeiro tempo, o time gaúcho perdeu Rodrigo por cartão vermelho.

Nada que abalasse a confiança do Grêmio. Aos 27 do segundo tempo, Douglas fez fila na defesa carioca e marcou seu segundo gol no jogo, o terceiro do Tricolor Gaúcho. O Fluminense ainda descontou com Equi Gonzalez, aos 32 minutos, aproveitando-se de falha do goleiro Victor. Mas a vitória foi do Grêmio.

Fonte: Terra



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Redator: Ricardo Pilat
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Copa Libertadores >Thiago Ribeiro marca três e Cruzeiro derrota Nacional

* Uruguaios precisarão de vitória por 2 a 0 para avançar na Liberta

Com três gols de Thiago Ribeiro, o Cruzeiro conquistou uma brilhante vitória sobre o Nacional-URU, nesta quinta-feira, no Mineirão, por 3 a 1, pelas oitavas de final da Copa Libertadores da América.

No jogo de volta, em Montevidéu, os uruguios tentarão uma vitória por 2 a 0 ou por três gols de frente sobre a Raposa. Os cruzeirenses avançam mesmo com derrota por um gol de diferença.

Com sete minutos, Thiago já mostrara a que veio. O zagueiro Coates deu bobeira, e a bola sobrou para Thiago Ribeiro. O atacante, com muita velocidade, tocou entre as pernas do goleiro Muñoz: 1 a 0. Aos 23, Fabrício recebeu pela direita, com liberdade, e fez o cruzamento perfeito. A bola encontrou Thiago Ribeiro, que usou a cabeça para desviar do goleiro.

Impossível, Thiago marcou o terceiro antes do intervalo. Aos 42, ele recebeu lançamento de Henrique, dominou com a cabeça e chutou forte, sem chances para o goleiro adversário.

O placar confortável ficou um pouco menos tranquilo com o gol de Regueiro, para o Nacional-URU, aos cinco da etapa final. Mas foi só.

Ficha do jogo
CRUZEIRO 3 x 1 NACIONAL-URU
Fábio, Jonathan, Gil, Leonardo Silva e Diego Renan; Fabrício(Elicarlos) , Marquinhos Paraná, Henrique e Gilberto (Guerrón); Kleber e Thiago Ribeiro Muñoz, Álvaro González, Lembo, Coates e Christian Núñez; Oscar Morales (Mauricio Pereyra), Raúl Ferro, Varela (Vera) e Calzada; Ángel Morales (Godoy) e Regueiro
Técnico: Adilson Batista Técnico: Eduardo Acevedo
Gols: Thiago Ribeiro, aos sete, 23 e 42 minutos do primeiro tempo; Regueiro, aos cinco minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Álvaro González, Alejandro Lembo, Godoy e Raúl Ferro (Nacional-URU)
Estádio: Mineirão Data: 29/04/2010 Renda: R$ 759 mil Público: 32.254 pagantes Árbitro: Héctor Baldassi (ARG) Auxiliares: Ricardo Casas (ARG) e Hermán Maidana (ARG)

Fonte: Globo.com


Direto da Redação










Redator: Ricardo Pilat
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Copa do Brasil > Palmeiras recebe sensação do Campeonato Goiano

* Alviverde começa disputa das quartas de final contra o Atlético

Se for analisada apenas a tradição no cenário nacional e internacional, não é possível comparar o gigante Palmeiras com o Atlético-GO. Porém, no confronto desta quinta-feira, às 19h30, no Palestra Itália, o Verdão promete a seriedade necessária para disputar a importante fase quartas de final da Copa do Brasil. Portanto, os comandados de Antônio Carlos Zago sabem que não podem brincar com um rival que está em excelente fase.

Até porque, ao contrário do rival paulista, que amargou o fracasso no Estadual, o Atlético-GO está bem perto de ser campeão em Goiás. Depois da vitória por 4 a 0 sobre o Santa Helena, o time de Geninho só não fica com a taça se for goleado por quatro ou mais gols de diferença. Na Copa do Brasil, a equipe ainda apresenta um bom sistema defensivo com somente dois gols sofridos em cinco partidas.

E marcar gols em uma equipe bem postada na parte defensiva é uma preocupação para o time paulistano. Jogando em casa, o Palmeiras precisa vencer e ainda evitar que o rival faça um gol para conseguir maior tranquilidade para a partida de volta, marcada para a próxima semana, em Goiânia.

Artilheiro é dúvida no Palmeiras

O Palmeiras pode ter um problema na frente para a disputa com o Atlético-GO. Sentindo dores na parte posterior da coxa direita, o atacante Robert, embora tenha treinado na quarta-feira, ainda é dúvida para a partida. O atleta, que é o artilheiro da equipe na temporada (14 gols em 25 partidas), pode ser substituído por Ewerthon ou Paulo Henrique, caso não atue.

No meio-campo, Pierre é o desfalque, sendo substituído por Marcos Assunção, recém-contratado junto ao Grêmio Prudente. A boa notícia está na volta do meia Cleiton Xavier. Depois de passar um mês fora de combate por conta de uma lesão, o camisa 10 do time está de volta para ajudar nos passes precisos, sua principal marca.

Marcão ganha vaga no time goiano

O Dragão tem problema semelhante ao dos alviverdes. Com Juninho vetado pelo departamento médico devido a uma lesão na coxa direita, o técnico Geninho optou pela escalação de Marcão ao lado de Rodrigo Tiuí. O atacante Diogo, das categorias de base, ganha uma chance entre os relacionados para a partida.

Ficha do jogo
PALMEIRAS ATLÉTICO-GO
Marcos; Márcio Araújo, Danilo, Léo e Armero; Edinho, Marcos Assunção, Cleiton Xavier e Lincoln; Diego Souza e Robert (Ewerthon). Márcio; Márcio Gabriel, Gilson, Jairo e Tiago Feltri; Agenor, Pituca, Ramalho e Elias; Rodrigo Tiuí e Marcão.
Técnico: Antônio Carlos Zago. Técnico: Geninho.
Estádio: Palestra Itália. Data: 29/04/2010. Horário: 19h30m. Árbitro: Leonardo Gaciba da Silva. Auxiliares: Paulo Ricardo Silva Conceição e José Antônio Chaves Franco Filho.
Transmissão: O SporTV e a ESPN transmitem a partida.

Fontes: Globo.com e Gazeta Esportiva.Net
Foto: Gazeta Press


Redator: Pedro Silas
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Copa Libertadores > Adriano marca de pênalti e deixa Fla em vantagem na luta pela vaga

* Apesar de ter Michael expulso, Rubro-Negro consegue vitória por 1 a 0

O Flamengo saiu em vantagem no clássico das massas com o Corinthians. E Adriano superou Ronaldo no primeiro duelo das principais estrelas. Com gol de pênalti do Imperador e um jogador a menos desde a etapa inicial (Michael foi expulso), o time rubro-negro venceu por 1 a 0 e fez a festa no Maracanã na primeira partida das oitavas de final da Libertadores. A chuva ameaçou estragar o esperado confronto, mas a emoção da etapa final “salvou” o espetáculo.

Com o resultado, o atual campeão brasileiro vai a São Paulo, na próxima quarta-feira, com a vantagem de poder se classificar com um empate. Ou até com derrota por um gol de diferença, desde que balance a rede no Pacaembu. O Corinthians precisa vencer por dois gols. Um triunfo do atual campeão da Copa do Brasil por 1 a 0 leva a decisão da vaga para os pênaltis.

Chuva atrapalha no primeiro tempo

A chuva atrapalhou, e muito, a primeira parte do jogo. O campo pesado prejudicou bastante as duas equipes. Acertar três passes seguidos foi uma façanha. A qualidade dos times foi praticamente anulada. A bola parou com frequência nos lugares onde havia maior acúmulo de água. A principal atração dos flamenguistas presentes no estádio foi a presença de Ronaldo, vaiado sempre que tocava na bola.

A solução, então, foi apostar nas jogadas pela linha de fundo. O Flamengo usou melhor tal estratégia. Juan levou perigo em dois avanços pela esquerda e assustou os alvinegros. Vágner Love e Adriano saíram mais da área e tentaram ajudar na armação, mas a melhor tentativa do camisa 9 foi bem parada por Chicão. A torcida rubro-negra esboçou uma pressão, logo amenizada.

O placar não foi alterado na etapa inicial, mas o Corinthians saiu em vantagem numérica. Michael fez duas faltas duras, recebeu cartão amarelo em ambas e acabou expulso aos 37 minutos.

De pênalti, Adriano decide na etapa final

A chuva mais fraca na etapa final permitiu que os dois times tocassem a bola com um pouco mais de facilidade. E quase o Corinthians abriu o placar dessa forma logo aos 5 minutos, com Moacir aparecendo de surpresa na área após tabela com Dentinho.

O próprio Moacir, no entanto, tornou-se o vilão da partida. Cometeu pênalti em Juan que Adriano converteu aos 20. O estrago poderia ter sido maior para o Corinthains não fosse a grande defesa de Julio Cesar (e também uma dose de sorte). Adriano mandou uma bola no travessão e viu outra finalização parar em grande defesa do goleiro corintiano.

Vinícius Pacheco também teve uma oportunidade, mas mandou para fora. O Corinthians esboçou uma postura mais ofensiva com Jorge Henrique, Iarley e Souza no ataque. Na melhor chance, Jorge Henrique e Iarley subiram juntos e se atrapalharam. A vantagem numérica do Corinthians nada adiantou. E a festa no Maracanã foi dos anfitriões, com o Imperador ofuscando Ronaldo.

Ficha do jogo
FLAMENGO 1 x 0 CORINTHIANS
Bruno; Léo Moura, David, Ronaldo Angelim e Juan; Rômulo, Maldonado (Toró), Willians (Fierro) e Michael; Vagner Love (Vinícius Pacheco) e Adriano. Julio Cesar; Moacir, Chicão, William e Roberto Carlos; Ralf, Jucilei, Elias e Danilo (Jorge Henrique); Dentinho (Iarley) e Ronaldo (Souza).
Técnico: Rogério Lourenço. Técnico: Mano Menezes.
Gol: Adriano (de pênalti), aos 18 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Michael, Fierro (Flamengo), Roberto Carlos (Corinthians). Cartão vermelho: Michael
Estádio: Maracanã. Data: 28/04/2010. Árbitro: Carlos Amarilla (Paraguai). Auxiliares: Emigdio Roa e Nicolás Yegros (Paraguai).

Fontes: Globo.com e Uol

Comentário da Redação
Ótima vantagem do Flamengo

O Corinthians teve tudo para sair do Maracanã com a classificação bem encaminhada para as quartas de final, mas conseguiu deixar a situação bem complicada ao tomar o gol do Adriano, de pênalti, e não fazer nenhum. O resultado de 1 a 0 em casa, até pelas circunstâncias, é excelente para o Flamengo, que pode até perder o jogo no Pacaembu (por 2 a 1, 3 a 2, 4 a 3...) para passar de fase.

O cenário foi simplesmente perfeito para a equipe paulista. No primeiro tempo, com a forte chuva e o campo muito encharcado, nenhum time conseguiu jogar bola. Ou seja, aqueles 10, 15 minutos de uma possível pressão dos donos da casa, não existiu. Para melhorar a situação do Alvinegro, Michael tomou dois cartões e foi expulso ainda no primeiro tempo, deixando o Rubro-negro sem meia de criação.

Na volta do intervalo, a chuva já não existia e o campo estava bem melhor. Bom, em tese, para o Timão, que teria condições de impor seu ritmo de jogo e buscar a vitória, mesmo fora de casa. Porém, com o time carioca bem organizado no setor defensivo, o que se viu foi um Corinthians muito previsível, sem criatividade e centroavante. Ronaldo foi lamentável.

Deu pena e vergonha de ver um rapaz com tanta história no futebol com uma atuação dessas. Matadas de bola horríveis, lentidão de raciocínio, falta de inteligência. Incrível o declínio técnico que tem sofrido o (ex?) Fenômeno.

Voltando ao jogo, a noite dos corintianos começou a ficar péssima quando Moacir deu uma entrada idiota no Juan e o juiz marcou o pênalti corretamente. Adriano cobrou e abriu o placar. Mesmo com as entradas de Iarley e Jorge Henrique, a equipe alvinegra seguiu sem criar nada e saiu com a derrota do Maracanã.

Para um time que jogou mais da metade do jogo com um a menos, perder sem fazer nenhum gol é trágico. No jogo de volta, se sofrer um gol, tem que fazer três. Condição de reverter o time de Mano Menezes tem, mas a tarefa não é fácil.

Conceitos - CORINTHIANS

Júlio César - REGULAR: Rolou uma bola na fogueira para o Chicão e falhou em outra bola que foi na trave. Compensou fazendo ótima defesa numa cabeçada de Adriano.
Moacir - PÉSSIMO: Inseguro durante boa parte do jogo, fez duas boas jogadas no segundo tempo, mas manchou com o pênalti para lá de burro cometido no Juan.
Chicão - ÓTIMO: Muito preciso em vários lances, ganhou todas. Soube jogar até com campo encharcado.
William - PÉSSIMO: Totalmente o contrário do seu companheiro. Quando foi exigido, mostrou falta de tempo de bola e foi presa fácil para os atacantes flamenguistas.
Roberto Carlos - REGULAR: Brigou bastante, mas não estava bem tecnicamente.
Ralf - BOM: Muito bem no primeiro tempo, soube jogar no campo encharcado e ganhou várias divididas. Caiu mais na etapa final.
Jucilei - BOM: Errou algumas jogadas, mas pelo menos tentou algo mais diferente, jogadas individuais.
Elias - REGULAR: Esse foi um dos símbolos da presibilidade. Apenas pegava a bola e tocava de lado, não conseguia fazer uma boa jogada.
Danilo - REGULAR: Outro previsível, jogou muito pela lateral e pouco criou.
Dentinho - BOM: Não fez uma grande partida, mas lutou bastante, cavou a expulsão do Michael e deixou o Moacir na cara do Bruno.
Ronaldo - PÉSSIMO: Que coisa patética! Eu só dou um recado para ele: é bom jogar muito na próxima semana, pois sabemos que a torcida não olhará para o passado se o Corinthians for eliminado com uma atuação apática sua.
Téc: Mano Menezes - PÉSSIMO: Eu confio no Mano, mas hoje não deu para acreditar. O que o Corinthians tem feito há duas semanas sem jogos nos finais de semana? Parece que não fez nada. Previsível, amarrado e sem boas alternativas, o time não sabia o que fazer com a bola. E o técnico tem grande parcela nisso. No jogo de hoje, até mexeu bem, mas poderia ter tirado o Ronaldo antes.

FLAMENGO
Bruno - REGULAR: Tirou com o pé a única oportunidade real do Alvinegro. Só.
Léo Moura - BOM: Apoiou bastante, e como era esperado, foi uma das principais armas do Flamengo.
David - BOM: Ganhou várias sobras, tirou muitas bolas pelo alto e atrapalhou ainda mais a vida do atrapalhado
Ronaldo Angelim
- BOM: Embora não tenha aparecido tanto quanto o seu companheiro, também teve boa atuação.
Juan - BOM: Não foi brilhante, mas jogou o que a tempos não jogava e sofreu o pênalti da vitória.
Rômulo - REGULAR: Discreto, fez o simples e foi eficiente na marcação.
Maldonado - REGULAR: Outro jogador que pouco apareceu, mas foi para lá de eficiente e sempre bem posicionado.
(Toró) - REGULAR: Mal tocou na bola, apenas ajudou o meio-campo a formar uma linha de quatro jogadores atrás e dificultar a vida do adversário.
Willians - ÓTIMO: Guerreiro, jogou por dois jogadores e marcou demais. Foi importante também no apoio ao ataque, pelo lado direito.
(Fierro) - REGULAR: Entrou para dar um gás novo ao time, pela direita. Preencheu bem os espaços.
Michael - PÉSSIMO: Enquanto esteve em campo, nada pôde fazer no campo encharcado. Mas fez o favor de tomar o vermelho e deixar o Flamengo numa situação delicada no momento da expulsão.
Vagner Love - REGULAR: Se movimentou bastante, brigou pela bola e foi até meia armador quando foi preciso. Mas pouco fez com a bola nos pés.
(Vinícius Pacheco) - BOM: Entrou já criando uma oportunidade de gol, chutando rente a trave esquerda do Júlio César.
Adriano - BOM: Não está na sua melhor forma fisíca, mas se os defensores bobearem, ele resolve. Fez o gol de pênalti e obrigou o goleiro corintiano a fazer excelente defesa.
Téc: Rogério Lourenço - BOM: Entrou recentemente, mas deve ter sua parcela na boa organização defensiva do time rubro-negro no jogo de hoje.

Direto da Redação

Redator: Pedro Silas
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Copa do Brasil > Tardelli atropela, Santos reage, e decisão fica para a Vila

* Galo joga por empate na partida de volta; Peixe buscará vitória simples

Diego Tardelli foi o grande nome do clássico entre Atlético-MG e Santos, nesta quarta-feira, no Mineirão. Ele marcou os três gols do triunfo atleticano por 3 a 2, e só não fez o quarto porque o bandeirinha viu bem sua posição irregular quando marcaria o quarto gol.

Porém, um Tardelli sozinho não fez verão, e o Peixe sai de Belo Horizonte com a certeza de que a disputa por uma vaga na semifinal da Copa do Brasil continua aberta. Na próxima quarta-feira, na Vila Belmiro, o Peixe avança em caso de vitória por 1 a 0, 2 a 1 ou qualquer resultado com mais de dois gols de diferença. O Galo jogará pelo empate.

Tardelli estava impossível!

O Santos, que não contou com Neymar (lesão no olho direito), sentiu logo aos dois minutos a força do Atlético no Mineirão. Sentiu também a qualidade de Diego Tardelli, que se aproveitou de um chute ruim de Carlos Alberto e cutucou a bola para o gol, surpreendendo a defesa santista: 1 a 0 Galo.

Mas o Santos não demorou para entrar no ritmo da partida, e o gol de empate quase saiu aos nove. Pará avançou pela esquerda e, da ponta da área, chutou colocado, buscando o ângulo esquerdo de Aranha, mas carimbou o travessão.

A pressão santista teve sequência. Aos 11, Marquinhos chutou de fora da área e obrigou Aranha a boa defesa. Aos 15, Robinho avançou pela direita, girou para se livrar da marcação e fez o passe para André, que pegou mal na bola e mandou por cima do travessão.

O Galo voltou ao ataque aos 19. Tardelli mandou uma bomba na entrada da área e Felipe segurou o foguete. Mas o matador balançou as redes novamente aos 40. Após bate-rebate na área santista, Junior cruzou rasteiro para Tardelli, que recebeu em posição duvidosa, e chutou duas vezes - primeiro de direita, em cima de Felipe, e depois de esquerda, no rebote - para marcar novamente.

Porém, quando a torcida atleticana fazia a festa, Robinho apareceu para aquietar o Mineirão. Aos 44, ele recebeu bom lançamento de Wesley e cutucou para o gol, na saída de Aranha.

Tardelli de novo, mas Santos diminui

O segundo tempo veio, mas o jogo continuou em ritmo alucinante. A primeira chance foi do Santos, em tabelinha de Ganso e André que o camisa 9 chutou com perigo. Mas perigo mesmo é deixar Diego Tardelli sozinho. E foi assim que ele recebeu bola aos sete minutos, avançou na área e sem sombra apenas estufou as redes: 3 a 1.

Os atleticanos quase comemoraram o quarto do inspirado camisa 9 cinco minutos depois, mas, impedido, Tardelli viu o tento ser anulado pela arbitragem. Quatro seria demais!

O técnico Dorival Júnior resolveu se mobilizar para dar nova vida ao seu time. Rodrigo Mancha substituiu Marquinhos e Maranhão ocupou a posição de George Lucas. A alteração surtiu efeito. Aos 19, Robinho subiu na área e cabeceou com força, mas Aranha apareceu bem, mais uma vez, e espalmou.

Logo depois, aos 20, o zagueiro Durval aproveitou o cruzamento de Ganso, e, de cabeça, tentou surpreender a defesa atleticana, mas foi mais um a parar em Aranha. Mas foi um outro zagueiro, Edu Dracena, o responsável pelo segundo gol santista. Zé Eduardo - que entrara minutos antes no lugar de André - deu de calcanhar para Paulo Henrique, dentro da área. O camisa 10 cruzou com maestria e encontrou Dracena no segundo pau. Caixa!

Depois do gol, as equipes diminuiram o ritmo e mostraram-se satisfeitas com o placar. No final de semana, Atlético e Santos decidem os estaduais de Minas Gerais e São Paulo, respectivamente.

Ficha do jogo
ATLÉTICO-MG 3 x 2 SANTOS
Aranha; Carlos Alberto, Werley, Jairo Campos e Júnior; Zé Luís, Correa (Jonílson), Fabiano (Renan Oliveira) e Ricardinho (Leandro); Diego Tardelli e Muriqui. Felipe, George Lucas (Maranhão), Edu Dracena, Duval e Pará; Arouca, Wesley, Marquinhos (Rodrigo Mancha) e Paulo Henrique Ganso; Robinho e André (Zé Eduardo).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo. Técnico: Dorival Júnior.
Gols: Diego Tardelli, aos dois e aos 40; Robinho, aos 44 minutos do primeiro tempo. Diego Tardelli, aos sete e Edu Dracena, aos 37 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Zé Luís (Atlético-MG); Pará e Arouca (Santos).
Estádio: Mineirão, em Belo Horizonte. Data: 28/04/2010. Árbitro: Heber Roberto Lopes (PR). Auxiliares: Ivan Carlos Bohn (PR) e Bruno Boschilia (PR).


Comentário da Redação
Bom para os dois

Com o placar de 3 a 2, pensei que os atleticanos ficariam mais incomodados e tentariam outro gol, que daria tranquilidade para o jogo de volta. Engano meu. Não foram só os santistas que ficaram satisfeitos por perderem de pouco. O Galo também se satisfez por derrotar o melhor time do Brasil.

Não foi uma vitória fácil, mas talvez pudesse ter sido. O Atlético dominou as ações do primeiro tempo. Soube impor seu jogo, o que dificultou muito o trabalho do time santista, acostumado a controlar as ações dos jogos. Com isso, ficou fácil para Tardelli, que precisou apenas aparecer na hora certa em dois lances capitais para marcar duas vezes.

Robinho marcou um gol providencial nos minutos derradeiros da etapa inicial. Mas logo na volta do vestiário, Tardelli marcou de novo. Ninguém segurava o homem! Mas, inexplicavelmente, o Atlético diminuiu o ritmo. Aliás, explica-se sim. Foi o respeito de um time que se dedicou ao máximo e estava contente com o placar em campo.

Só que aí o Santos foi o Santos que estamos acostumados. Com posse de bola, envolvendo o adversário e levando perigo. Assim, veio o segundo gol, importantíssimo para o Peixe, que dentro de casa tentará reverter a situação. Ao Galo, resta buscar um empate na Vila.

Gostaria apenas de falar da atuação de dois jogadores: Ganso e Robinho. O primeiro não jogou bem, mas teve alguns lampejos. E que lampejo aquele do segundo gol! Mas ele precisa aparecer mais nesse tipo de jogo, participar de todas as jogadas.

Idem ao Robinho, que foi muito omisso em grande parte do jogo. O problema é que ele parece já estar bem acostumado com a posição de coadjuvante que exerce quando Neymar está em campo. Aliás, o garoto de 18 anos fez muita falta!

Direto da Redação











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Copa Libertadores > Inter perde na Argentina e se complica

* Banfield poderá perder por até um gol no Beira-Rio

O Inter terá uma missão complicada no Beira-Rio, dia 6 de maio, para se classificar às quartas de final da Copa Libertadores. Nesta quarta-feira, na Argentina, a equipe gaúcha foi derrotada por 3 a 1 pelo Banfield no jogo de ida, em partida marcada pela polêmica arbitragem do uruguaio Jorge Larrionda.

Para seguir na Libertadores, o Colorado precisará vencer o Banfield por 2 a 0 ou por três gols de diferença. Vencendo por 3 a 1, o jogo irá para os pênaltis.

A desastrosa arbitragem teve início aos 19 minutos, após gol legal de Ramirez, para o Banfield, em que foi assinalado impedimento. Aos 36, os jogadores do time brasileiro reclamaram muito com o árbitro sobre um pênalti cometido em Nei, mas nada foi marcado e o primeiro tempo acabou sem gols.

Mas logo aos dois minutos do segundo tempo, Barraza cruzou rasteiro, a zaga colorada não afastou e James Rodríguez bateu cruzado, sem chances para Abbondanzieri, 1 a 0. Sem se abalar com a vantagem do adversário, o Inter empatou três minutos depois, com Kléber.

Aos 12 minutos, Kléber pisou no camisa 10 argentino e recebeu o cartão vermelho direto de Larrionda, apesar de não ter tido a intenção de atingir o oponente. Não demorou para o segundo gol dos anfitriões: Battión pegou sobra na grande área em posição irregular e finalizou para fazer 2 a 1 aos 14. Dessa vez o bandeira nada viu.

Aos 35, o Banfield consolidou uma bela vantagem para o jogo de volta. Fernández recebeu pela esquerda e chutou forte para fazer o terceiro do time da casa, fechando o placar.

Ficha do jogo
BANFIELD 3 x 1 INTERNACIONAL
Lucchetti, Julio Barrazar, Ladino, Victor Lopez e Jonathan Maidana; Battión, Erviti, Quinteros e James Rodríguez (Dos Santos); Ramírez e Fernández (Sardella).

Pato Abbondanzieri, Bolívar, Sorondo e Fabiano Eller; Nei, Guiñazu, Sandro Andrezinho (Taison), D’Alessandro (Everton) e Kleber; Alecsandro (Walter).

Técnico: Julio César Falcioni. Técnico: Jorge Fossati.
Gols: Rodriguez, aos dois minutos, Kleber, aos cinco, Battión, aos 13, e Fernández, aos 35 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Barrazar e Fernández (Banfield); Alecsandro, Guiñazu e Fabiano Eller (Inter). Cartão vermelho: Kleber (Inter) e Barrazar (Banfield).
Estádio: Florencio Sola, em Lomas de Zamora, Argentina. Data: 28/04/2010. Árbitro: Jorge Larrionda (Uruguai). Auxiliares: Pablo Fandiño (Uruguai) e Maurício Espinosa (Uruguai).

Fonte: Terra


Direto da Redação










Redator: Ricardo Pilat
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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Copa Libertadores > Com um a menos, São Paulo joga mal e empate no Peru

* Tricolor segura pressão do adversário após expulsão de Richarlyson. Vitória simples leva o time às quartas

O São Paulo conseguiu um bom resultado fora de casa no primeiro jogo das oitavas de final da Libertadores. O Tricolor empatou em 0 a 0 com o Universitario (PER), no Estádio Monumental, em Lima, e agora só precisa de uma vitória simples no Morumbi para se classificar às quartas de final da competição.

Bom começo do tricolor e só

O Tricolor dominou grande parte das ações no primeiro tempo da partida. O time peruano conseguiu igualar o jogo em alguns momentos, mas não levou perigo ao gol de Rogério Ceni.

Já o São Paulo conseguiu assustar o adversário e quase marcou em três oportunidades. Na primeira delas, a trave impediu Cicinho de abrir o placar. Depois, Marlos driblou o goleiro, mas errou o passe para Washington. Dagoberto também perdeu boa chance pelo lado direito da área.

Apesar da superioridade dentro de campo, o Universitario conseguiu segurar a pressão dos visitantes e a primeira etapa acabou empatada em 0 a 0.

Richarlyson é expulso e coloca tudo em risco

O segundo tempo começou da mesma forma que o primeiro: muito disputado e com poucas chances de gol. Porém, a situação do São Paulo complicou aos 19 minutos, quando Richarlyson e Espinoza dividiram de forma ríspida. O são-paulino recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso de campo.

A partir daí, o Universitario passou a pressionar, mas não conseguiu criar chances claras de gol. Já o Tricolor quase marcou em duas oportunidades no fim do jogo. Aos 42, Miranda chutou, a bola desviou e Alva tirou em cima da linha. No minuto seguinte, Rodrigo Souto cabeceou livre, mas o goleiro Llontop fez linda defesa, garantindo o 0 a 0 no Estádio Monumental.

As duas equipes voltarão a se enfrentar na próxima terça-feira, às 19h30, no Morumbi. Uma vitória simples garante a classificação ao Tricolor. Um empate com gols ou uma vitória dá a vaga aos peruanos e uma igualdade sem gols leva a decisão para os pênaltis.

Ficha Técnica
UNIVERSITARIO 0 x 0 SÃO PAULO
Llontop; Revoredo, Galvan e Rabanal; Carmona (Miguel Torres), Granier Torres, Vasquez (Rui Diaz), Gonzalez (Hernandes) Espinoza; Piriz e Alva. Rogério Ceni, Cicinho (Jean), Alex Silva, Miranda e Richarlyson; Rodrigo Souto, Hernanes, Marlos e Jorge Wagner; Dagoberto e Washington (Renato Silva).
Técnico: Juan Reynoso. Técnico: Ricardo Gomes.
Cartões amarelos: Alva, Espinoza, Rabanal (Universitario); Jean, Rogério Ceni (São Paulo). Cartão vermelho: Richarlyson (São Paulo)
Estádio: Monumental, em Lima (PER). Data: 28/04/2010. Árbitro: Saúl Laverni (ARG). Auxiliares: Gustavo Esquivel (ARG) e Roberto Reta (ARG).

Direto da Redação












Redator: Marco Miranda
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Uefa Champions League > Inter segura Barcelona e vai à final

* Mesmo com um homem a menos desde o primeiro tempo, time italiano perde apenas por 1 a 0 e elimina o Barça

Os torcedores do Real Madrid podem respirar aliviados: o Barcelona não terá a chance de conquistar a Champions League no estádio Santiago Bernabéu. Nesta quarta-feira, no jogo de volta das semifinais da competição continental, a Internazionale fez uma partida quase perfeita do ponto de vista defensivo e, mesmo com a derrota por 1 a 0 para o Barcelona no Camp Nou, decidirá o título da competição contra o Bayern de Munique.

Com a classificação, a Internazionale volta a disputar o título da principal competição interclubes da Europa após um longo período. A última vez na qual o clube italiano chegou à decisão foi na temporada 1971/72, quando perdeu para o Ajax. A equipe ainda pode fechar a temporada com a “tríplice coroa”, com as taças da Liga dos Campeões, do Campeonato Italiano e da Copa da Itália.

Barça domina, mas Inter se fecha bem

Com a vantagem nas mãos, o time de José Mourinho começou jogando muito fechado, deixando o Barça tocar a bola até a intermediária somente na intermediária, mas sem ameaçar Júlio César. Aos 28, porém, a Inter perdeu um dos seus marcadores. O brasileiro Thiago Motta deixou a mão no rosto de Busquets em uma disputa de bola e foi expulso.

O Barcelona se animou e tentou pressionar. Na melhor oportunidade do primeiro tempo, Messi chutou colocado de fora da área e Júlio César fez grande defesa. Na etapa final, a Inter continuou firme e seus defensores foram soberanos nos insistentes cruzamentos feitos pelo Barcelona. Apesar da posse de bola do time espanhol, que chegou a 78%, o goleiro brasileiro pouco era exigido.

O nervosismo do Barcelona com o passar do tempo contrastou com a calma da Internazionale, que resistiu à pressão. Mourinho fechou ainda mais o time de Milão com a entrada de Córdoba no lugar de Milito. O Barcelona foi com tudo para cima. Aos 38, porém, Piqué recebeu de chave, fez belo drible e abriu o placar, incendiando o jogo nos instantes finais.

Já nos acréscimos, a torcida e os jogadores do Barcelona foram à loucura com um gol marcado por Bojan. No entanto, a euforia pouco durou. O juiz belga Franck de Bleeckere anulou a jogada ao marcar um toque de mão antes da conclusão do atacante. Não houve mais tempo para o Barça buscar o gol da classificação. Festa da Internazionale em plena "casa" blaugrana.

Ficha do jogo
BARCELONA 1 x 0 INTER DE MILÃO
Valdés, Daniel Alves, Piqué, Gabriel Milito (Maxwell) e Keita; Yaya Touré, Xavi e Busquets (Jeffren); Pedro, Messi e Ibrahimovic (Bojan). Julio César, Maicon, Lúcio, Samuel e Zanetti; Cambiasso, Thiago Motta, Eto'o (Mariga), Sneijder (Muntari) e Chivu; Diego Milito (Iván Cordoba).
Técnico: Josep Guardiola. Técnico: José Mourinho.
Gol: Piqué, aos 38 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Pedro (BAR), Chivu, Muntari, Lúcio e Julio César (INT). Cartão vermelho: Thiago Motta (INT).
Estádio: Camp Nou, Barcelona (ESP). Data: 28/04/2010. Árbitro: Frank De Bleeckere (BEL). Auxiliares: Peter Hermans (BEL) e Walter Vromans (BEL).

Fontes: Uol e Globo.com

Redator: Pedro Silas
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Copa Libertadores > Flamengo x Corinthians: enfim, o duelo esperado por milhões de brasileiros

* Adriano e Ronaldo são as atrações do primeiro jogo entre os times de maior torcida do Brasil, no Maracanã

Com a pressão do tamanho de suas torcidas, Flamengo e Corinthians dão início, às 21h50m (horário de Brasília) desta quarta-feira, em um Maracanã lotado, a um duelo por uma vaga nas quartas de final da Libertadores. Depois dos altos investimentos feitos para 2010, os dois times apostam em suas estrelas, principalmente Adriano e Ronaldo, para manter viva a esperança de continuar na competição que motivou o planejamento das diretorias.

Na última terça-feira, pesquisa do Datafolha acirrou ainda mais a rivalidade entre as duas torcidas ao apontar empate técnico entre o número de rubro-negros e corintianos espalhados pelo Brasil. No estudo realizado entre os dias 15 e 16 de abril, a porcentagem de torcedores do Flamengo é de 17%, variando dentro da margem de erro, que é de 2%. Já os fãs do Corinthians têm 14% da preferência nacional.

O Flamengo conseguiu a sua classificação para as oitavas de maneira turbulenta. A última vaga possível, de pior segundo colocado, só veio após uma combinação de resultados de outros grupos. Enquanto isso, o Corinthians, que concentrou todas as suas forças em conquistar na competição no ano do seu centenário, teve a melhor campanha da fase de grupos e, por isso, o jogo de volta será no Pacaembu, na próxima quarta.

Independentemente do local, as atenções estarão voltadas para Adriano e Ronaldo. Apesar de estarem longe da forma física ideal, a esperança de gols ou de jogadas de efeito no clássico entre as maiores torcidas do Brasil está nos pés dos dois atacantes, que foram companheiros na seleção brasileira, na Copa de 2006. Pelo currículo dos dois, seus técnicos esperam que os dois sejam decisivos.

Rômulo é a novidade do interino Rogério Lourenço

O Flamengo vai a campo atravessando um momento político conturbado. Na última sexta-feira, a presidente Patrícia Amorim demitiu o técnico Andrade, o vice de futebol, Marcos Braz, e o diretor-executivo de futebol, Eduardo Manhães. Sem um plano B após a negativa de Joel Santana, que preferiu continuar no Botafogo, o então auxiliar Rogério Lourenço foi efetivado interinamente no cargo. Mas, ao mesmo tempo, a cúpula presidencial ainda busca um nome de peso.

Enquanto isso, Rogério mostra personalidade, ou pelo menos coragem, ao dar uma oportunidade a Rômulo (foto) entre os titulares. Essa foi a principal mudança com relação ao time que vinha jogando. O volante, que foi inscrito na Libertadores ao lado Denis Marques e Ramon, saiu do grupo de reservas dos reservas diretamente para o time principal no lugar de Toró.

Além dele, David é a outra mudança promovida por Rogério. Mas o zagueiro, na verdade, está entrando na vaga de Álvaro, vetado com problemas na panturrilha direita. De resto, o time é todo igual, e a esperança de gols está no Império do Amor. Também há grande expectativa com relação à atuação de Adriano, que só disputou três dos seis jogos do Flamengo na Libertadores, marcando apenas um gol.

Ronaldo volta ao time para a alegria da Fiel

Para o primeiro duelo contra o Flamengo, Mano Menezes esperava contar com o retorno do goleiro Felipe. Só que o camisa 1 continua fora por conta de um coágulo na perna direita. Assim, Julio Cesar será novamente titular. O reserva ganhou a vaga que antes era de Rafael Santos há duas partidas.

Mas o que mais importa para a Fiel é o retorno de Ronaldo. Poupado do último confronto da fase de grupos, contra o Independiente Medellín-COL, ele passou os últimos dias aprimorando a parte física. Esse empenho agradou ao técnico.

Quem ganhou um voto de confiança e tanto foi Moacir. Titular da lateral direita desde que Alessandro machucou, no dia 7 de março, contra o São Caetano, o jogador está mantido. Não só por estar em boa fase, mas também pelo que apresentou Alessandro em seu retorno aos gramados, no amistoso com o Botafogo.

Ficha do jogo
FLAMENGO
CORINTHIANS
Bruno, Leonardo Moura, David, Ronaldo Angelim e Juan; Rômulo, Maldonado, Willians e Michael; Adriano e Vagner Love. Julio Cesar; Moacir, Chicão, William e Roberto Carlos; Ralf, Jucilei, Elias e Danilo; Dentinho e Ronaldo .
Técnico: R.Lourenço Técnico: M. Menezes.
Estádio: Maracanã. Data: 28/04/2010. Horário: 21h50m. Árbitro: Carlos Amarilla (Paraguai). Auxiliares: Emigdio Roa e Nicolás Yegros (Paraguai).
Transmissão: A Rede Globo (para todo o Brasil, com exceção de PE, MG, MT, RS e das cidades de Chapecó-SC e Santos-SP), o SporTV (exceto RJ e SP) e o Bandsports (para todo o Brasil) transmitem a partida ao vivo.

Fonte: Globo.com

Redator: Pedro Silas
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Copa do Brasil > Em meio a decisões, Santos e Galo se enfrentam em BH

* Peixe não terá Neymar e Léo no jogo válido pelas quartas de final

Envolvidos nas finais de seus estaduais, Atlético-MG e Santos mudam o foco, esquecem um pouco as decisões de domingo e começam a disputar nesta quarta-feira, às 21h50m (horário de Brasília), no Mineirão, uma vaga na semifinal da Copa do Brasil. Agora no Galo, Vanderlei Luxemburgo tenta parar a garotada da Vila, com quem trabalhou no segundo semestre do ano passado.

Os dois times vivem situações idênticas em seus campeonatos regionais. Disputam o título contra equipes de menor expressão (o Santos pega o Santo André e o Atlético enfrenta o Ipatinga) e venceram por 3 a 2 os jogos de ida. Ambos conquistam o título no próximo domingo mesmo perdendo por um gol.

Desfalques santistas

O maior problema do técnico Dorival Júnior, do Santos, para o jogo no Mineirão é a ausência de Neymar. O atacante, uma das estrelas da equipe e artilheiro da Copa do Brasil, com nove gols, lesionou o olho direito durante confronto contra o Santo André, domingo passado, primeiro jogo da final do Paulistão. Outro que não joga é o lateral-esquerdo Léo, que sente dores musculares na coxa esquerda.

Dorival vai manter o esquema utilizado nas duas últimas partidas do estadual (contra São Paulo e Ramalhão): o tradicional 4-4-2, com Robinho e André formando dupla de ataque. O polivalente Pará será deslocado da ala direita para a esquerda, cobrindo a ausência de Léo. Assim, George Lucas assume a direita.

4-4-2 ou 3-5-2 ?

O técnico do Atlético, Vanderlei Luxemburgo, não deu dicas da escalação da equipe titular. A probabilidade é que o treinador escale o time no 4-4-2, assim como na última partida diante do Ipatinga, pelo Campeonato Mineiro.

Se o esquema for mantido, Ricardinho assumirá uma posição no meio-campo. Caso Luxemburgo faça a opção pelo 3-5-2, Benítez entrará na zaga, e Ricardinho ficará no banco de reservas.

Ficha do jogo
ATLÉTICO-MG SANTOS
Aranha; Carlos Alberto, Werley, Jairo Campos e Júnior; Zé Luís, Correa, Fabiano e Ricardinho (Benítez); Diego Tardelli e Muriqui. Felipe, George Lucas, Edu Dracena, Duval e Pará; Arouca, Wesley, Marquinhos e Paulo Henrique Ganso; Robinho e André.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo. Técnico: Dorival Júnior.
Estádio: Mineirão, em Belo Horizonte. Data: 28/04/2010. Horário: 21h50m (horário de Brasília). Árbitro: Heber Roberto Lopes (PR). Auxiliares: Ivan Carlos Bohn (PR) e Bruno Boschilia (PR).
Transmissão: A TV Globo transmite para a cidade de Santos (SP) e para o estado de Minas Gerais. A Band, a Sportv e a ESPN transmitem para São Paulo.

Fonte: Globo.com

Direto da Redação











Redator: Ricardo Pilat
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Copa Libertadores > Favorito, São Paulo inicia mata-mata das oitavas contra a surpresa Universitario

* Com Washington de volta, Tricolor não rejeita a possibilidade de empate diante de adversário em crise

De um lado, o time mais popular do Peru, recordista do país em participações na Taça Libertadores (27), mas que, em 14 delas, não passou da primeira fase. Do outro, uma das principais forças do futebol brasileiro, tricampeão da competição mais importante das Américas e que aposta no torneio para reencontrar o seu caminho na temporada.

Assim pode ser definido o duelo entre Universitario e São Paulo, que começam a brigar nesta quarta-feira por uma vaga nas quartas de final. O primeiro round será disputado no estádio Monumental, em Lima (PER), a partir das 19h30m (de Brasília). O jogo de volta será realizado na próxima terça-feira, às 19h30m, no Morumbi.

São Paulo prega respeito

No Tricolor, porém, a ordem é manter os pés no chão. Se puder vencer, ótimo. Se não der, o empate não será considerado ruim, já que, na próxima terça-feira, o time decidirá sua situação jogando diante de sua torcida.

A equipe terá uma grande novidade. Após ter sido barrado por Ricardo Gomes e punido com multa de 20% do seu salário pela diretoria, por ter criticado publicamente o treinador, Washington está de volta e formará dupla com Dagoberto. O camisa 9 não vê a hora de entrar em campo.

Ficha Técnica
UNIVERSITARIO SÃO PAULO
Llontop, Carmona, Galván, Revoredo e Rabanal; Rainer Torres, González, Espinoza e Ramirez; Píriz Alves e Alva. Rogério Ceni, Cicinho, Alex Silva, Miranda e Richarlyson; Rodrigo Souto, Hernanes, Marlos e Jorge Wagner; Dagoberto e Washington.
Técnico: Juan Reynoso. Técnico: Ricardo Gomes.
Estádio: Monumental, em Lima (PER). Data: 28/04/2010. Horário: 19h30m (de Brasília). Árbitro: Saúl Laverni (ARG). Auxiliares: Gustavo Esquivel (ARG) e Roberto Reta (ARG).

Direto da Redação












Redator: Marco Miranda
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Copa Libertadores > Chivas atropela o Vélez e fica muito perto das quartas de final

* Mexicanos surpreendem time argentino e vencem por 3 a 0 em Guadalajara

O Chivas não tomou conhecimento do Vélez Sarsfield, time argentino apontado como um dos favoritos ao título da Libertadores. Os mexicanos atropelaram o adversário em Guadalajara e venceram o jogo de ida das oitavas de final por 3 a 0. A equipe deu grande passo para garantir vaga nas quartas. O vencedor do confronto enfrentará o time classificado da chave entre Libertad e Once Caldas. O primeiro jogo acontece nesta quinta-feira, na Colômbia.

Dona de uma das melhores campanhas da primeira fase, a equipe argentina ficou em situação complicada, e precisará de grande atuação no jogo de volta na Argentina, para avançar. Se perder por três gols de diferença, desde que balance as redes, o Chivas vai avançar pela regra de gols marcados fora de casa. Se fizer 3 a 0, o Vélez vai levar a decisão da vaga para os pênaltis.

O Vélez começou melhor e dominou as ações. Porém, aos 25 minutos, o Chivas abriu o placar. Arellano cruzou e Omar Bravo, de perna direita, colocou no fundo do gol. No segundo tempo, a partida foi equilibrada, mas o time argentino tinha mais iniciativa. Entretanto, quem chegou ao gol foi o Chivas. Aos 34, Arellano cobrou falta na área e a defesa argentina fez linha de impedimento e deixou Omar Bravo completamente livre para tocar de cabeça para o gol.

A equipe ainda mexicana ampliou nos acréscimos. O goleiro Montoya, do Vélez, cometeu pênalti em Bravo e foi expulso. O meia Zapata foi para o gol e não conseguiu defender a cobrança de Reynoso, que fechou o placar e deixou o time mexicano perto da vaga.

Estudiantes vence no México

Jogando sem os titulares Verón e alguns outros titulares, o Estudiantes de La Plata bateu o San Luís, do México, por 1 a 0, nesta terça-feira, no Estádio San Luís Potosí, gol de Leandro González. Os atuais campeões da Taça Libertadores da América podem até empatar por qualquer resultado na partida de volta, em Buenos Aires, na próxima quarta-feira, que avançam às quartas de final. Quem passar deste confronto encara o vencedor de Banfield e Internacional.

Aos 24 minutos do primeiro tempo, Sánchez esticou para Leandro González, na área. O atacante chutou forte, no ângulo, abrindo o placar para a equipe argentina. Aos 41, Gastón Fernández desperdiçou um pênalti. No segundo tempo, o Estudiantes controlou o jogo até a expulsão do experiente lateral Clemente Rodríguez, aos 23. Os mexicanos pressionaram, mas não conseguiram o empate.

Fonte: Globo.com


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terça-feira, 27 de abril de 2010

Uefa Champions League > Bayern não toma conhecimento do Lyon e está na final

* Alemãs não tiveram dificuldades para conquistar vaga: 3 a 0

Um show do croata Olic, autor de todos os gols nos 3 a 0 sobre o Lyon, dentro do estádio Gerland, garantiu ao Bayern de Munique a classificação para a final da Uefa Champions League.

É a primeira vez desde 2001 que o time bávaro chega à decisão do principal torneio interclubes do Velho Continente. Na ocasião, o Bayern foi campeão com uma vitória sobre o Valencia.

Logo no início do jogo, Olic aproveitou falha de Cris e deixou Thomas Müller na cara do gol, mas o jovem atacante bateu para fora e perdeu um gol incrível para o Bayern. Mas aos 26, Olic recebeu na área e bateu de virada para fazer 1 a 0.

Michel Bastos teve a melhor chance do Lyon no jogo, pouco antes do intervalo. Mas o brasileiro emendou de primeira, para fora, cara a cara com o goleiro Butt.

Aos 15 minutos do segundo tempo, o zagueiro brasileiro Cris foi expulso. E aos 22, Olic recebeu no lado esquerdo da área e bateu cruzado, na saída de Lloris, para fazer 2 a 0, praticamente definindo a classificação dos bávaros. Ainda deu tempo para Olic marcar mais uma vez, agora de cabeça, aos 33.

O adversários dos alemães na final sei no duelo entre Barcelona e Inter de Milão. Os italianos venceram o jogo de ida por 3 a 1 e podem perder por até um gol de diferença no Camp Nou para ficar com a vaga.

Fonte: Globo.com


Direto da Redação










Redator: Ricardo Pilat
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Corinthians > Democracia 10

Jorge Henrique é uma ótima arma

O Corinthians começa a decidir nesta quarta-feira, no Maracanã, contra o Flamengo, o seu futuro na Copa Libertadores 2010. E com esse critério de gol fora, o primeiro jogo acaba encaminhando bem o resultado final. Se o time que joga fora de casa perde por 2 a 0, por exemplo, fica muito complicado para reverter contra um bom time no jogo de volta.

Por isso, mais do que marcar bem os pontos fortes do adversário, o Alvinegro precisa também atacar, pois se fizer um ou dois gols lá, mesmo que perca, pode valer a classificação no final das contas. E o voluntarioso Jorge Henrique, mesmo não estando no seu melhor momento tecnicamente, pode ser peça chave neste jogo.

Assim como nos últimos anos, o time da Gávea voltou a depender muito dos seus laterais, Juan, e principalmente Léo Moura. Pelo menos nos últimos jogos, ainda comandado pelo Andrade, o time jogou com alguns volantes que deram liberdade para os seus alas, que foram os principais responsáveis pela criação da equipe.

Aonde entra o Jorge Henrique nisso? Se colocá-lo no lugar de um meio-campista, o esquema do ano passado, com o trio na frente, voltará. Com isso, além de ficar com um time perigoso na frente, Mano Menezes anularia - pelo menos em tese - o ponto forte do Fla. Deixaria os dois laterais rubro-negros preocupados em marcar para não tomar bolas nas costas, com marcação desde o campo de defesa.

O atual esquema está dando segurança ao time e talvez não seja seguro mudar logo na escalação inicial (e o Mano não mudará mesmo), mas a entrada do Baixinho durante os 90 minutos pode decidir a partida. Mas é preciso ter inteligência para saber que não basta apenas jogar fechado no Maracanã.

Equipe atual
















O time titular utilizado pelo Mano Menezes atualmente tem a qualidade de recompor rapidamente e formar um meio-campo forte, que sabe marcar muito bem. Na hora de atacar, Elias e Dentinho são os jogadores mais importantes. Se tiver em um dia feliz, Ronaldo pode tanto servir para definir jogadas como para servir os companheiros que aparecem para finalizar. Com a bola, o time vira quase um 4-3-3, com Danilo jogando praticamente como ponta. Sem a bola, o camisa 10 volta para marcar e deverá ficar no pé do ótimo Léo Moura.

Alternativa 1: Semelhante ao do ano passado
















Nessa primeira alternativa de mudança, o Corinthians voltaria a jogar no esquema da temporada passada. A diferença maior é que o Danilo tem mais qualidade para preencher espaços e ajudar na marcação do que tinha o Douglas. O jogador mais sacrificado nessa forma de jogar seria o Elias, que voltaria a jogar realmente como segundo volante, não tendo a liberdade para chegar na frente como em todos os jogos da fase de grupos. A dúvida é se o Ralf daria segurança no setor defensivo como o Cristian fazia no ano passado.

Alternativa 2: Elias segue como homem surpresa

















Essa outra hipótese é a que mais me agrada. Eu gosto do Danilo, mas sem ele, nesse caso, além de ganhar mais velocidade (importante para os jogos fora de casa), o time não perderia duas características importantes que vem mostrando nos últimos jogos. A primeira é a presença do Jucilei como titular, que vem dando mais segurança defensiva ao time. A outra, e a principal, é a chegada surpresa do Elias no ataque em vários momentos. Ele joga como terceiro homem de meio-campo, ajuda na marcação, mas tem bastante liberdade para encostar nos atacantes. Isso tem sido a grande arma do Corinthians e não dá para mudar no momento.

Ou seja, em todos os esquemas, o lateral-direito flamenguista não terá liberdade. A diferença é que o Jorge Henrique marca melhor e incomoda mais com sua velocidade do que o Danilo. Desde o início ou durante o jogo, o camisa 23 é uma ótima arma para tentar bater o atual campeão brasileiro.

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* A coluna Democracia 10 é a voz da nação corintiana aqui na Redação.

Direto da Redação


Colunista: Pedro Silas
pedro_sccp@yahoo.com.br