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segunda-feira, 31 de março de 2014

Rádio da Redação > Champions League 2013/2014 - Quartas de final: jogos de ida

THE CHAAAAAAAAMPIOOONSSS!

A bola vai rolar para as quartas de final da Champions League, jogos de ida. Nossa equipe analisou a rodada que está cheia de clássicos pra fã nenhum de futebol botar defeito.

Ricardo Pilat na apresentação, comentários de Fernando Borchio, Fernando Pilat e Victor Mesquita.

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Direto da Redação
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Gringolaço > Time pronto para ser campeão?

São quase 24 anos de agonia. O grito está entalado na garganta e pronto para ser solto. Faltando seis jogos para o término da Premier League, o Liverpool está com um time, que há tempos não demonstrava em campo que pode voltar a ser campeão.

Contra o Tottenham, o Liverpool só dependia dele para ser líder, já que a rodada ajudou bastante, pois o Chelsea havia perdido para o Crystal Palace e no duelo entre Arsenal x Manchester City não houve vencedor. Missão dada é missão cumprida e os Reds atropelaram: 4 a 0.

Mais uma vez, o destaque foi o uruguaio Luis Suárez. Ele deixou a sua marca, chegando a 29 gols, tornando-se o maior artilheiro do Liverpool desde que o torneio passou a ser organizado, em 1992, e infernizou a defesa dos Spurs. A fase é tão ótima que logo no primeiro ataque, o zagueiro do Tottenham, Kaboul fez um golaço contra, de letra. No segundo tempo, Philippe Coutinho e Henderson completaram a goleada.

Depois de anos lutando por vaga na Liga Europa, é a primeira vez que vejo o Liverpool com condições de ser campeão. É um time pronto para chegar, bater no peito e dizer: “O gigante voltou!”. Se em 2005, aquele time montado pelo Rafa Benítez tinha uma característica mais ‘pegadora’, com uma defesa sólida, um meio-campo de maior contensão e um ataque mais ou menos, nove anos depois, com Suárez, Coutinho, Sturridge, a experiência do craque Gerrard e montado por Brendan Rodgers, enfim o torcedor dos Reds poderão ter motivos para sorrir.

Não podemos descartar o Manchester City, terceiro colocado com 67 pontos e dois jogos a menos e o Chelsea, vice-líder com 69, que mesmo perdendo pontos ‘esdrúxulos’ e Mourinho jogando a toalha, ainda são fortes candidatos ao caneco. Tanto Citizens, quanto os Blues irão a Anfield na 34ª e 36ª rodada, respectivamente, encarar os Reds.

É Liverpool, só depende de você para ser campeão depois de 24 anos. E aí: está pronto para ser campeão inglês ou vai morrer mais uma vez na praia?

Futebol Italiano > Ainda não, Juve!


A diferença entre os dois times era de 20 pontos. Faltando sete rodadas para o final do Calcio, Napoli e Juventus se enfrentaram no San Paolo e os Azzurris impuseram a segunda derrota bianconera na competição: 2 a 0.

O time de Turim sonhava em mais uma vitória para manter a vantagem de 14 pontos para a vice-líder Roma, mas o clube da capital acabou vencendo o seu compromisso e como tem um jogo a menos, essa diferença poderá cair para oito pontos, faltando 21 em disputa.

O grande destaque foi o goleiro Buffon, que evitou um verdadeiro massacre napolitano. Callejón e Mertens marcaram para o Napoli, que com 64 pontos, está cada vez mais perto da Champions League.

Futebol Espanhol > Na base da dificuldade, Barça vence Espanyol e continua na briga pelo título

Já dizia aquele velho ditado: “clássico é clássico e vice-versa”. Foi complicado, mas o Barcelona venceu o clássico catalão contra o Espanyol por 1 a 0. Com o resultado, o time azul-grená chegou aos 75 pontos e segue na perseguição do líder Atlético de Madrid (76), que venceu o Athletic Bilbao por 2 a 1.

O triunfo do Barcelona foi suado, apesar das boas atuações de Daniel Alves e Neymar, participativo, mas sem pontaria. O Espanyol fez jogo duro, abusou da força - e das faltas - para equilibrar o jogo e conseguiu isso até o gol de Messi, marcado aos 31 minutos do segundo tempo, em cobrança de pênalti. O arqueiro Casilla foi expulso aos 38 após colocar a mão na bola fora da área, e o time da casa teve de atuar até o fim do jogo com o lateral Javi López improvisado.

Já no Santiago Bernabéu, o Real Madrid voltou ao caminho das vitórias e goleou o Rayo Vallecano por 5 a 0. Os merengues estão com 73 pontos.

No meio de semana, os postulantes ao título espanhol têm compromisso pela Champions League. Na terça-feira, Barcelona x Atlético de Madrid medirão forças em um duelo que ainda não teve vencedor na temporada: três empates em três jogos. No dia seguinte, é a vez do Real Madrid encarar o Borussia no Bernabéu.


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* A coluna Gringolaço analisa os principais torneios e acontecimentos do futebol europeu.


por Antonio Lemos
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Comentário da Redação > Verde, triste Verde!

Caros leitores, aqui estou eu para mais uma vez tentar explicar um vexame palmeirense. Pra falar a verdade, não tem muito o que explicar, e sim tentar entender o motivo pelo qual ele aconteceu.

Me julgo pé quente no Pacaembu, mas quando estou na arquibancada amarela. Estive neste domingo, no tobogã, local no qual também estava naquela escrota eliminação para o Tia Joana na Libertadores passada. Ou seja, não piso mais ali em decisões (eu sei que vou muito naquela arquibancada ainda).

Mas além dessa superstição, tivemos um futebol muito feio em campo, um time sem raça, sem vontade, com muito medo e acima de tudo que não chutava uma bola pro gol.

Tudo piorou quando Kardec saiu de campo, e para seu lugar entrou o cara mais lixoso desse planeta, Vinicius. Foi em um dia típico palmeirense onde tudo dava errado. Além da lesão do artilheiro, Prass também se machucou e Valdiva estava no banco (por causa do tornozelo). O futebol da equipe estava feio, mas quando o Mago entrou em campo mudou bem a cara do time. Com dois toques já fez a bola chegar no ataque, coisa que só havia acontecido uma vez no jogo e o Leandro me fez o favor de perder o gol.

A visão de Fernando Borchio direto do Tobogã do Pacaembu
Mas o grande problema palmeirense foi a falta de equilíbrio em campo. O time chegava ao ataque com oito e voltava pra marcar com cinco, deixando um enorme buraco e dando os contra-ataques para o Ituano, que também errava, mas uma hora soube aproveitar, com Marcelinho (ex-gambá), bem no fim do jogo. Pronto, isso acabou com tudo e o Verdão nem força para fazer a pressão final tinha. Resultado? Fazer companhia para Corinthians e São Paulo no campeonato de Playstation, além de dar nas mãos do Santos a taça de campeão paulista.

Mas não é hora de mudar. Não está tudo errado, muito pelo ao contrário. O Palmeiras está no caminho certo e essa eliminação foi só um erro no caminho. O importante é ter metas. Sabemos que com essa equipe, não dá para disputar um título brasileiro, mas quem sabe, consegue arrancar um vaguinha na Libertadores. Copa do Brasil? Acho pouco provável.

Conceitos

Fernando Prass - REGULAR: Fez uma boa defesa no primeiro tempo, mas pouco precisou trabalhar. Sentiu uma lesão e nem voltou para a segunda etapa.
(Bruno) - REGULAR: Foi complicado ter que gritar seu nome, exatamente no mesmo lugar onde o vi falhando contra o Tijuana a um ano atrás, mas apoiei. Não teve culpa nos gols, mas também, não trabalhou muito.
Thiago Alves - REGULAR: Jogou de lateral, mas como não tem habilidade alguma, preferiu ficar mais na defesa, onde também pouco trabalhou.
Wellington - REGULAR: Esteve tranquilo, apesar de não jogar a um tempinho. Nada de especial.
Lúcio - BOM: Ganhou todas as divididas que teve e passou muita tranquilidade ao time e a torcida.
Juninho - RUIM: Morto na esquerda. Aparecia algumas vezes pelo meio sem motivo algum. Além do mais, fez péssimos cruzamentos.
Marcelo Oliveira - RUIM: Deu muitos buracos no meio.
Wesley - RUIM: Atacar e errar os passes, sabe fazer, mas marcar que é bom, nada.
Bruno César - ROBBEN: Só sabia cortar pro meio e chutar de esquerda.
Mendieta - RUIM: Made in Paraguai, se mostrou uma péssima mercadoria em campo.
(Valdivia) - BOM: O pouco tempo que esteve em campo, mostrou algo diferente.
Leandro - PÉSSIMO: Errou todas as jogas e perdeu um gol na cara.
Alan Kardec - REGULAR: Foi atrapalhado pela lesão, mas enquanto esteve em campo, passou medo ao adversário.
(Vinicius) - PÉSSIMO DOS PÉSSIMOS: "Véi" na boa, como ele consegue ser tão ruim assim?
Téc. Kleina - RUIM: Demorou pra colocar o Valdivia. Além do mais, colocou o pior jogador do planeta, chamado Vinicius, no lugar do Kardec. Devia ter colocado o Patrick Vieira.

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por Fernando Borchio | fernando.borchio@hotmail.com

domingo, 30 de março de 2014

Comentário da Redação > E nada mudou, final mais uma vez

DI STÉFANO Yuri fez o gol da vitória na Vila (Foto: Gazeta Press)
Cá estou novamente! Pra falar do agora finalista do Campeonato Paulista: Santos. A equipe da baixada sofreu pra vencer o Penapolense na Vila Belmiro, por 3 x 2.

O placar apertado é justificado por um primeiro tempo apagado por grande parte dos titulares do Peixe. E também pela lambança de David Braz e Aranha, que pratagonizaram uma cena grotesca no segundo gol do time do interior.
Ainda assim, não é para se criticar o zagueiro, que fez uma boa partida, mesmo com os erros nos gols do adversário. Ainda bem que veio o segundo tempo.

E com ele um time totalmente diferente. Melhorou mais com a entrada de Rildo no lugar de Gabriel, que era o único que ainda destoava do restante da equipe.

Equipe do Redação do Esporte na Vila:
Fernando Pilat, Dhiego Vicario e Ricardo Pilat (Foto: Instagram)
O ex-ponte pretano, em seu primeiro lance deu a assistência para o gol do empate. E manteve o nível durante todo o jogo, sendo um dos destaques do time.

E por falar em atuações, pasmem...

O lateral Mena – que é fraquíssimo, vale lembrar – foi impecável na partida de hoje. É, amigos, nunca imaginei que esse dia chegaria. Mas o chileno foi perfeito defensivamente, além das boas subidas ao ataque.

Na sua quinta final de Campeonato Paulista consecutiva, dessa vez, o Santos enfrenta o Ituano, em busca do 21º título estadual. Acho que dá, hein?!

Conceitos

Aranha - PÉSSIMO: Na minha opinião, o maior culpado pela pixotada no lance do segundo gol. Ele estava de frente, viu o atacante se aproximar e ainda assim esperava dentro da área para pegar a bola com a mão.
Cicinho - REGULAR: Depois de um mau primeiro tempo, melhorou e conseguiu ajudar em algumas jogadas ofensivas.
Neto - BOM: Firme na bola aérea e nos desarmes.
David Braz - REGULAR: Apesar da boa partida, foi decisivo nos dois gols do Penapolense.
Mena - ÓTIMO: O conceito é autoexplicativo
Arouca - ÓTIMO: O volante foi um monstro. Contaminou a equipe com sua vontade.
Cícero - BOM: Chama a responsabilidade em jogos decisivos e organiza a equipe.
Gabriel - PÉSSIMO: O conceito é autoexplicativo
(Rildo) - ÓTIMO: O grande responsável pela vaga à final.
Geuvânio - REGULAR: Alternou bons e maus momentos durante a partida.
(Alisson) - SEM CONCEITO: Jogou pouco tempo.
Leandro Damião - REGULAR: Fez gol e jogou bem, mas vai perder gol assim na PQP.
(“Di Stéfano” Yuri) – ILUMINADO: Entrou e marcou em sua primeira participação.
Thiago Ribeiro: Foi tão bem que esqueci de dar o conceito.
Téc. Oswaldo de Oliveira - BOM: Com boa percepção do jogo, foi pontual nas alterações.


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por Dhiego Vicario | dhiegovicario@hotmail.com

sexta-feira, 28 de março de 2014

Comentário da Redação > Desculpem antis, mas estamos na semifinal

Wesley fechou a conta no Pacaembu (Foto: Gazeta Press)
O Campeonato Paulista ou “Paulistians League”, como preferir enfim começou. Foram 15 amistosos de luxo e pelo menos o primeiro passo conseguimos dar rumo ao título.

Desculpem irmãos corintianos pela eliminação precoce ou falta de competência. Minhas escusas aos tricolores, estou com ‘Pena..polense’ de vocês, o ‘Soberano’ não poderia passar tanta vergonha em casa... mas calma, o Brasileirão será aterrorizante para vocês.  Ah, não posso deixar de lado nossos patrícios – que são discriminados neste espaço e só são lembrados quando levam ‘piaba’ de nós ou quando são roubadas na cara dura pela arbitragem - que assam o nosso pãozinho de toda manhã nas padocas, mas estamos entre os quatro melhores do estadual. Grande coisa? Não sei, mas em tempos de vacas magras e carência de canecos, até campeonato de par ou ímpar estamos comemorando.

No aniversário do “Mirassol Day” (estão lembrados?), fomos a campo contra o Bragantino disposto espantar a zebra de vez, já que o Tricolor fez papelão na noite anterior e o Pantera (Botafogo) havia virado um simples felino contra o Ituano. Nosso treinador resolveu escalar a mesma formação das últimas partidas com Bruno ‘Porpeta’ César; Valdivia, Leandro e Alan Kardec.

O time jogou pro gasto. O que me deixou intrigado foi logo com 5 minutos da etapa inicial o goleiro do Bragantino querer retardar a partida. Mas já? Além do mais, o que esse time gosta de bater, não é brincadeira; alguns jogadores poderiam se inscrever para edição 2015 do TUF.

Enfim, voltando ao futebol, o Palmeiras tinha dificuldades para chegar ao gol adversário e Bruno César conseguiu assustar Rafael Defendi em uma cobrança de falta. No lance seguinte: escanteio e gol de Alan Kardec (Alô Felipão!).

Aí eu comecei a ficar intrigado novamente. Não com a cera que o Bragantino fazia e sim pelo medo que o Palmeiras começou a ter depois do gol. Os comandados de Kleina resolveram diminuir o ritmo e fechar a casinha. Foram mais de 20 minutos de NHÉM-NHÉM-NHÉM, toquinhos de lado e os ‘linguiceiros’ começando a gostar do jogo.

Apenas no segundo tempo a equipe acordou e resolveu a peleja. Aos 17, Valdivia serviu Wendel, que tocou para Leandro e Wesley aproveitou para selar a vitória alviverde.

Estamos na semifinal, e daí? Sem desmerecer o Ituano, que prestou bons serviços aos nossos irmãos corintianos e são-paulinos durante o paulistinha, quero que se f*** as semifinais, queremos ir direto para a final e nos vingar do Santos.

Um passo de cada vez, nosso histórico contra pequenos ultimamente não é bom, mas considero o jogo contra o Ituano no próximo domingo, no “Porcoembu” uma espécie de amistoso de luxo antes da final.

Conceitos

Fernando Prass - ESPECTADOR: Assistiu à partida de camarote. Só faltou uma cadeira de praia e um ‘drink’. Não foi exigido.
Wendel - ESFORÇADO: Ficou tímido para apoiar, mas na marcação não comprometeu.
(Vinicius) – SEM CONCEITO: Entrou com o jogo definido. Não acrescentou em nada na partida.
‘Franz Becken’Lúcio - XERIFÃO: Gigante na cozinha alviverde. Grande atuação e ganhou quase todas as divididas.
Tiago Alves - BOM: Atuação segura. Não comprometeu.
Juninho - VÃO TER QUE ENGOLIR: Boa atuação do lateral-esquerdo. Mostrou-se grande opção ofensiva e para os críticos de plantão: “vão ter que engolir”.
Marcelo Oliviera - BOM: Na teoria entrou como volante, mas na prática funcionou como líbero. Atuação segura do volante.
Wesley - BOM: Voltou bem, fez gol, participou do jogo e trocou passes.
Bruno César - ALELUIA: Nosso ‘porpeta’ foi bem na partida de hoje: ALELUIA! Está cada vez mais entrosado com o time. Como diz aquele ditado: “deixa o homem trabalhar”.
(Eguren) - NÃO SUOU A CAMISA: Entrou com a vaca no brejo. Outro que não acrescentou na cotação do Dólar.
Valdivia - MAESTRO: Distribuiu ótimos passes, fez jogadas de efeito e levantou a torcida em vários momentos. É o maestro do Verdão. Também foi caçado e recebeu inúmeras faltas. Deu alguns chiliques, mas faz parte.
Leandro - LOST: Deve estar perdido. Acho que os cartazes continuam ao redor do Pacaembu. Onde está Leandro? Com certeza deve estar desaparecido junto com o Manchester United, o futebol do Ganso e do Pato, e do avião malaio.
(Patrick Vieira) - SEM CONCEITO: Também entrou com o jogo definido. Não acrescentou e nem atrapalhou.
Alan Kardec - MATADOR: Fez o gol que abriu o caminho da vitória e deu a assistência para Wesley definir o placar. Ainda ajudou em alguns lances na defesa e deu muito trabalho ao Bragantino.
Tec. Gilson Kleina - BOM: Tirando a parte de ter fechado a casinha após o primeiro gol, o treinador soube escalar bem o time. Não mexeu na espinha-dorsal e o segundo passo foi dado. Só faltam três jogos para conseguir sua medalha de honra ao mérito e levar o Verdão ao caminho dos títulos.


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por Antonio Lemos | www.paponaarquibancada.blogspot.com.br

quinta-feira, 27 de março de 2014

Comentário da Redação > Difícil admitir, mas pipocamos

Penapolense fez a festa no Morumbi (Foto: Terra)

É, amigos, aquele velho fantasma que nos assombrava antes de 2005 voltou da pior maneira possível. Mais uma vez, quando imaginávamos que o time tinha dado uma liga, o milho explode e a pipoca pula. Mais uma vez deixamos de ter uma postura decisiva em uma fase mata-mata, diante de uma equipe bem inferior tecnicamente.

Alguns podem argumentar que o Penapolense jogou direitinho, que a retranca funcionou, que esse time também deu trabalho no ano passado que o São Paulo só ganhou por sorte, que é o segundo ano consecutivo que eles chegam no mata-mata. Enfim, podem argumentar o que for e até questionar o que se pode considerar uma pipocada, mas do jeito que o São Paulo vinha, com a pompa que adquiriu nas rodadas finais do Paulistinha, principalmente depois da vitória sobre o Corinthians, o que aconteceu nesta quarta-feira no Morumbi foi um ótimo exemplo de time que treme na hora H.

E o pior é que logo nos dez primeiros minutos de jogo o roteiro já estava escrito: São Paulo indo pra cima naquele jeitão dele de “resolvo quando eu quiser” e o Penapolense todo recuado, só esperando o contra-ataque para resolver – o que, aliás, era o esperado que fizessem mesmo. Mesmo com todas as evidências de que não teria como penetrar na defesa dos caras pelo meio e que a jogada aérea, pelo menos com a bola rolando, não é o ponto forte do São Paulo, o time não mudou o jeito de jogar em nenhum momento.

Daí, inevitavelmente você pensa que devemos chutar de longe. Foi o que aconteceu. Em apenas uma oportunidade. E o goleiro quase rebateu a bola. Porra... era óbvio que uma das alternativas era descer o sapato de longe. Mas não... Outra possibilidade seria colocar mais um zagueiro, transformar os laterais em alas e de fato atacar pelos lados. Mas não...

Rodrigo Caio lamenta pênalti perdido (Foto: Terra)
Ainda tinha uma terceira opção, que era sacar o Ganso, que não jogou porra nenhuma e ainda demonstrou o velho medo de chutar novamente, colocar o Pabón no meio e por o Ademílson no ataque junto com Luis Fabiano e Osvaldo. Mas não... pra piorar, quando substituiu alguém, este foi Pabón, um dos jogadores que ajudaram – e muito – para esse time se encaixar ao longo do campeonato.

Faltou tudo e mais um pouco e aquele que tinha o principal poder de mudar o quadro, não o fez, demonstrando uma teimosia excessiva que há tempos não se via. Colocou tudo a perder.

Nos pênaltis, enfim, demos mais azar do que qualquer coisa. O juizão ainda tentou ajudar, voltando o primeiro pênalti do Ganso, mas não deu certo – o que é justo, inclusive.

O que mais me deixa desapontado é ver, de novo, que não dá pra se empolgar muito com alguns caras e que o time, com eles em campo, não vai funcionar nem com reza braba.

Conceitos

Rogério Ceni – BOM: Fez uma ótima defesa ao longo do jogo e quase pegou dois pênaltis.
Douglas – REGULAR: Começou fazendo merda adoidado, mas depois melhorou. No segundo tempo foi um dos mais voluntariosos em campo.
Antônio Carlos – REGULAR: Jogou sério e não comprometeu.
Rodrigo Caio – REGULAR: Também jogou sério. No segundo tempo até saiu de trás para ajudar no ataque. Errou o pênalti, infelizmente. Não que tenha batido muito mal, mas também não bateu bem.
Álvaro Pereira – RUIM: Apareceu muito pouco no ataque. As jogadas por lá fizeram falta.
Wellington – ALÔ, CATAR, CHINA, MOLDÁVIA: Na primeira falta do desgraçado, já levou amarelo. No resto, afobado, perdendo bolas bobas e nulidade total no ataque. Precisa ser vendido o quanto antes.
Maicon – RUIM: Parecia não ter função em campo. Não foi muito efetivo na defesa e muito menos no ataque.
PH Ganso – IBSON: Medroso, omisso, sem assertividade. Foi certamente a pior partida dele com a camisa do São Paulo. Errou o pênalti e deu sorte que o juiz mandou voltar, senão teríamos perdido até antes.
Osvaldo – BOM: Um dos poucos em campo que tentou e de fato criou algo de qualidade. Bateu o pênalti muito bem.
Luis Fabiano – RUIM: Pouco acionado ao longo do jogo, faltou-lhe aquela raça que vinha demonstrando, faltou sair um pouco da área para tentar algo diferente.
Pabón – PÉSSIMO: Não jogou absolutamente nada.
Ademílson – BOM: Sua entrada melhorou o time, porém, ele é só o Ademílson. Se fosse um pouco menos afobado, teria feito o gol da classificação no fim do jogo, mas tudo bem.
Téc. Muricy Ramalho – PÉSSIMO: Teimoso demais. Viu que o negócio não tava funcionando e não mudou o jeito de jogar. Foi até soberbo, de certa forma. Insistiu até o fim com o Ganso, que tava atravancando totalmente o time e não tava fazendo nada de útil. Acho que tal atitude foi decisiva para o resultado final.


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Por Thiago Jacintho | thi.jacintho@gmail.com | jogodeequipe.blogspot.com.br

Comentário da Redação > Título à vista!


Já podemos dizer que chover no molhado é o mesmo que o Santos golear na Vila. Esse ano vai comprovando isso. Tivemos mais uma prova nesta quarta-feira. A vítima da vez foi a Ponte Preta.

Jogando contra uma equipe acertada pelo técnico Vadão, o Peixe, comandado por seus garotos da base, precisou afinar seu futebol para enfrentar a Macaca. Enquanto a mesma tentou se agigantar para conseguir algo. Nada feito.

Com um começo de partida empolgante e aberto, o time da Vila comandava as ações ofensivas e preocupava-se apenas com os contra-ataques campineiros. Foi assim aos longos 20 minutos do primeiro tempo.

Geuvânio assustava pelo lado santista e Alemão pelo lado pontepretano. Quando o jogo começou a se igualar, no rebote de um escanteio, o volante artilheiro Cícero abriu o placar.

O placar aberto serviu para inverter as coisas dentro de campo. A Ponte tentava algo comandando o jogo, mas não encontrava nada e via-se mais ameaçada nos contra-golpes do Santos. Eram poucos, mas muito perigosos. Levando esse estilo até o apito do árbitro, encerrando o etapa inicial.

Sem mudanças, a segunda etapa prometia por ser jogo único, mas o Peixe acabou com a emoção aniquilando a partida. Logo aos 4 minutos, com uma linda assistência de BICICLETA de Damião, Geuvânio saiu na cara do gol e não titubeou, fez 2 a 0.

O gol animou os Meninos da Vila que pressionavam. E não demorou muito para sair mais um gol. Foi aos 15 com o Gabriel pegando um belo chute fora da área: 3 a 0.

O jogo foi praticamente decidido na vantagem por três gols. A torcida já gritava olé e estava em êxtase com o ótimo futebol apresentado pelos garotos. A base mais uma vez brilhava no time principal do Santos.

E ainda coube mais um gol para o time artilheiro mundial. Diego Cardoso, outro garoto da base que acabava de entrar na partida, recebeu ótimo passe de Cícero e só precisou pôr no fundo das redes. Mais uma goleada santista.

Aos 45, sem acréscimo pelo placar largo, o juiz findou a partida. O Peixe agora encara a Penapolense na semifinal.

Conceitos

Aranha - BOM: Seguro como sempre.
Cicinho - BOM: Aquela bipolaridade em campo normal, mas hoje se sobressaiu na defesa.
Neto - BOM: Cresceu muito ao decorrer do Paulistão. Tô gostando de ver.
David - BOM: Surpreendeu positivamente nos últimos dois jogos.
Mena - BOM: Marcou bem, como sempre, e ainda apoiou.
Arouca - RUIM: A decepção do jogo. Errou tudo que tentou.
Cícero - BOM: Do meio para frente é diferenciado. Um gol e uma assistência.
Gabriel - REGULAR: Não foi bem, mas ganhou regular pelo bonito gol.
(Alison) - CACHORRO LOUCO: Com um cartão amarelo em menos de 45 minutos, só posso dar essa nota à ele.
Geuvânio - ÓTIMO: O melhor em campo. Ao mesmo tempo, é maestro e o cara que define o jogo para o time. É ótimo vê-lo com a 10!
Thiago Ribeiro - RUIM: Deu saudade do Rildo e sua correria. Sumidão em campo.
(Alan Santos) - SEM CONCEITO: Nem tocou na bola.
Damião - BOM: Mesmo não balançando a rede, foi muito bem. Bom pivô e com direito à assistência de gênio.
(Diego Cardoso) - BOM: Entrou bem e foi consagrado com um gol.
Téc.Oswaldo de Oliveira - BOM: Brilha junto com o time. É nitído a confiança que passa para os garotos que o retribuem. Melhor começo não pode ter.
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por Igor Domingues | igor4712@hotmail.com

quarta-feira, 26 de março de 2014

Gringolaço > Wanted Manchester United

Procura-se um time tradicional residente na Inglaterra, mais específico: em Manchester. Usa uniforme vermelho, é o maior detentor de títulos do Campeonato Inglês, três vezes campeão europeu, duas vezes campeão mundial, entre outras conquistas. Já ouviu falar deste time? Já encontrou nas caixas de leite, cartazes colados nos postes e anúncios pelas mídias a procura por este time?

Não é provocação, sim, realidade. O Manchester United está sumido, desaparecido no mapa do futebol local e quem sabe do mundo desde 22 de abril de 2013, quando foi campeão pela última vez, em cima do Aston Villa pela Premier League e a aposentadoria de Sir Alex Ferguson como técnico do time deixou o lado vermelho da cidade numa verdadeira montanha russa. Se antes era o bicho-papão, atualmente não vem passando daquele gato do desenho do Shrek, lembra?

A fera realmente está domada nesta temporada. Nos dois últimos clássicos disputados no Old Trafford, foram duas derrotas com autoridade por 3 a 0 para Liverpool e Manchester City. Só a Champions League para tentar desviar o foco e dar um pouco de alegria a esta torcida, mas pelo caminho terá o Bayern de Munique, o que significa: fim da linha, pois acabou o ‘conto de fadas’.

No dérbi de Manchester, com menos de um minuto o City fez o primeiro gol com Dzeko. Veio na minha cabeça aquele “eterno 6 x 1” no mesmo Old Trafford na temporada 2011/12, mas depois disso o United equilibrou as ações, mas pouco conseguia assustar.

O bósnio marcou o segundo gol na etapa final e o craque Yaya Touré fechou as cortinas do espetáculo e no “Teatro dos Pesadelos” a festa foi daquele visitante indesejável: que vai até a sua casa, senta no seu sofá preferido, bebe a sua cerveja (filha única por sinal) e ainda por cima canta a sua mulher e o anfitrião não faz nada.

E agora, Manchester United? Os anos de glória acabaram, o casamento com a torcida pelo jeito está por um triz, o carrinho da montanha russa está em queda livre e a tendência é entrar no circo dos horrores, e detalhe: vai demorar para sair. Se você torcedor souber notícias sobre o paradeiro do Manchester United Football Club, por favor, mande um recado aqui para o Redação do Esporte.

Futebol Alemão > Hoje sim! Hoje sim! 24 vezes Bayern de Munique


Era só questão de tempo. Faltando sete rodadas para o final da Bundesliga, temos um campeão: o Bayern de Munique. Avassalador desde o início, os bávaros foram até Berlin e venceram o Hertha por 3 a 1 chegando aos 77 pontos – 25 a mais do que o Borussia Dortmund, que empatou sem gols contra o Schalke 04.

Os gols foram marcados por Kroos, Götze e Ribéry. Adrían Ramos descontou para o Hertha. Faltando sete jogos, o Bayern correrá atrás de recordes e tentará repetir a temporada passada quando conquistou a tríplice coroa: Copa da Alemanha (está na semifinal); Bundeliga (campeão) e Champions League (está nas quartas de finais).

Falta um feito para esta equipe: ser o primeiro ganhador invicto da Bundesliga. Alguém duvida que eles vão conseguir? Até onde vai este time? Isso é só um começo de uma “Nova Era do Futebol Mundial”.

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por Antonio Lemos
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terça-feira, 25 de março de 2014

Clinch > Quem não faz toma! Aprende isso, Shogun

O UFC em Natal tinha todas aquelas figurinhas registradas de eventos no Brasil: diversos ex-participantes do TUF, incluindo os vencedores da primeira edição Mutante e Jason, e o da segunda edição Léo Santos. Resumindo: evento fraco. Mas a luta principal era muito esperada, a revanche da luta épica entre Shogun x Henderson.

Antes de iniciar o combate, conversando com meu irmão ele perguntou sobre quais as pretensões do Shogun na categoria. E eu, vendo ele em ótima forma física, disse que se ele vencesse provavelmente estaria novamente entre os tops da categoria, a uma luta de disputar o cinturão. O começo da luta deu a entender que meus prognósticos poderiam acontecer.

Shogun conseguiu dois knockdowns, mas parece que faltou o sangue nos olhos para aproveitar o momento e finalizar a luta. O americano tem sim muita raça, e dificilmente seria nocauteado (tanto que o veterano aos 43 anos, foi nocauteado pela primeira vez na carreira ano passado, por Vitor Belfort). Mas acho que o brasileiro vacilou. E quando Henderson encaixou sua direita foi para encerrar a luta.

Para Shogun, ficou um nariz quebrado e a certeza de que sua vida não será tranquila nessa categoria. Eu, se fosse ele, repensaria sua carreira e tentaria baixar de categoria, assim como Lyoto fez. Quem sabe, na categoria de baixo, ele consiga se reinventar e alcançar os tops dos médios.

TUF BR 3 - ep. 3: Wagnão vence em luta de 3 rounds e garante vaga nas semifinais

Pela última vez comentarei assuntos extra-luta do reality show do UFC. Na minha opinião, o programa está sendo detonado pela Globo. Eles acreditam que ao colocar o MMA na tela da TV Aberta precisam criar assuntos extras, intrigas, colocar mulher gostosa (criaram uma competição de ring girls e elas interagindo com os lutadores), inventaram as técnicas que não manjam nada de luta (Hortência e Isabel)....enfim. RIDÍCULO. Além disso, cada dia o programa começa em horário diferente, dando total preferência ao BBB. Um desrespeito aos que realmente gostam do MMA e são fãs do UFC.

A partir de agora falarei apenas das lutas, que não têm destaque nenhum no programa, ofuscada pelos outros assuntos criados para tentar alavancar a audiência. Mas aqui destacarei isso.

A primeira luta do reality foi bem equilibrada. O atleta do Time Wand, Wagnão, conseguiu aplicar boas quedas e conseguiu controlar por cima. O adversário, Peregrino, também teve bons momentos no combate, e assim conseguiu empatar a luta em dois rounds, levando assim a decisão para o terceiro.

Mas novamente Wagnão foi um pouco superior e venceu por decisão dividida. Sendo assim Wanderlei terá o direito de escolher o próximo combate.

No próximo programa a luta de ser entre pesos pesados. E lutas nessa categoria, quando a mão entra, dificilmente o adversário não vai à lona. Assim esperamos, lutas melhores!

OSS!

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* A coluna Clinch traz a análise dos principais eventos de artes marciais do planeta.


por Fernando Pilat
| @fernandopilat

Gringolaço > Wenger: especialista em fracassos?

Quem é leitor fervoroso do Redação do Esporte deverá lembrar de um post, no qual eu falava que o técnico José Mourinho tinha dado uma alfinetada em Arsène Wenger, treinador do Arsenal, alegando, que o fato dos Gunners estarem a um longo tempo sem levantar um caneco é sinal de fracasso. Lembram disso? Na ocasião Mou falou demais e o Chelsea acabou sendo eliminado da F.A.Cup enquanto o Arsenal avançou para próxima à fase. E não é que o portuga tem um pouco de razão?

Stamford Bridge, Londres, 22 de março de 2014, 12h45 - calma, não vou declamar “Diário de um Detento” dos Racionais Mc’s. Wenger comemoraria seu milésimo jogo no comando do Arsenal. Sabe o que é isso? Mil jogos, sentado no banco de reservas de um mesmo time? Pois é, coisas que ainda acontecem na Europa, enfim, o treinador do Arsenal sonhava em vencer Mourinho e de quebra voltar a briga pela liderança da Premier League, mas o Chelsea estragou a ‘festa’.

Foram impiedosos 6 a 0, com dois gols de Oscar, um de Hazard, Eto’o, Schurrle e Salah; a maior goleada desde 11 de novembro de 1998, quando os Blues foram até o finado Highbury e aplicaram 5 a 0.

Com 69 pontos, o Chelsea caminha a passos largos rumo ao título, mas não acredito que seja tão favorito assim. Pela frente terá apenas um clássico contra o Liverpool, dia 27 de abril, em Anfield. Mas quem aparece quietinho pelas beiradas é o Manchester City com três jogos a menos e fará três clássicos fora de casa nas próximas quatro partidas: Manchester United em Old Trafford, Arsenal no Emirates e Liverpool em Anfield.

Na atual temporada, os Gunners enfrentaram cinco vezes rivais do top 3, foram três goleadas, um empate e só uma única vitória, contra os Reds. O problema é que o triunfo veio na 10ª rodada, com muita água para passar embaixo da ponte. Quando chegou a hora de decidir o campeonato, o Arsenal falhou. E feio. Três vezes. Aí Wenger, você quer dar motivos para o Mourinho soltar tal declaração.

Se Mou falou demais, se foi mal educado em chamá-lo de especialista em fracassos, pelo menos mentiroso ele não foi e os números da atual temporada comprovam tudo isso. “Vive tão disperso / Olha pros lados demais / Não vê que o futuro é você quem faz / Porque o fracasso lhe subiu a cabeça”. E nessa o portuga teve razão.

Futebol Alemão > Ainda não, Bayern


Ah, fazia tempo que não falava sobre a Bundesliga. Sim, é verdade, mas o campeonato está tão sem graça que o motivo pela volta foi o fato de que o Bayern está a uma vitória do título. Sim, estamos apenas no final de março e já teremos o primeiro campeão nacional (isso digo das principais ligas).

Jogando fora de casa, os comandados de Pep Guardiola chegaram a marca de 51 jogos (Boa Ideia!) de invencibilidade no Campeonato Alemão. Sabe o que é isso? Pois bem, os bávaros visitaram o Mainz e conseguiram a vitória apenas nos minutos finais do confronto, graças aos gols de Schweinsteiger e Götze.

O torcedor estava naquela “Hoje sim, hoje sim, hoje sim... Hoje não!”. Tudo porque o Borussia Dortmund, vice-líder do certame venceu na rodada o Hannover por 3 a 0, ou seja, todo aquele barril de cerveja que estava reservada na região da Baviera teve que ser guardada para esta terça-feira, quando os atuais campeões irão sacramentar mais um caneco contra o Hertha Berlin e o torcedor, sem dúvida, irá em peso até a capital para comemorar mais uma conquista.

O time de Munique tem 74 pontos, 23 a mais que o Dortmund, faltando oito rodadas para o fim da Bundesliga.

Agora, para! Para! Para! Você torcedor doente do Redação deve me perguntar: “Antonio Lemos, setorista da coluna Gringolaço, cadê o Superclássico entre Real Madrid x Barcelona?”. Calma torcedor, como o blog é sério e diferenciado, temos um post especial sobre o jogo. Clique aqui e saberás como foi mais um capítulo desta história.

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* A coluna Gringolaço analisa os principais torneios e acontecimentos do futebol europeu.


por Antonio Lemos
|
www.paponaarquibancada.blogspot.com.br

segunda-feira, 24 de março de 2014

Comentário da Redação > São Paulo “B” vence o Botafogo-SP “B” na última rodada do Paulista Sumer League. E daí?

Muricy, como sempre, bem-humorado
Torcedor tricolor, por que diabos você precisa ler meus comentários sobre um jogo que não valia de nada e ainda os dois times entraram com seu time reserva? Não sei! Brincadeira...

Tem um grande motivo sim! É o mesmo que motivou o Muricy Ramalho a ir também para Ribeirão Preto comandar sua equipe contra o Botafogo. Ver quem desses reservas podem ser úteis ao São Paulo no decorrer do ano.

O jogo em si foi bem fraco, com total domínio do São Paulo que, sem muito esforço marcou dois gols, um em cada tempo. Os goleadores foram Lucas Evangelista e Ademilson, figurinhas já conhecidas no time titular.

Portanto, caro Tricolor, vamos direto aos conceitos dos jogadores para detalharmos mais a minha avaliação sobre a utilidade deles.

Conceitos

Denis – REGULAR: Pouco exigido na partida. Eu tenho muita confiança nele. É um atleta que está há um bom tempo no São Paulo e considero do mesmo nível dos demais goleiros titulares das outras equipes grandes do Brasil, exceção talvez ao Victor ou Jefferson. Quando o Rogério Ceni parar eu daria uma temporada de confiança como titular para ele.
Paulo Miranda – REGULAR: Eterno Paulo Miranda! Vem lateral, sai lateral e ele segue lá. Eu manteria no elenco pois tem essa versatilidade de ser zagueiro e lateral. Não é craque em nenhuma das duas posições, mas não compromete.
Lucas Silva – BOM: Gostei da atuação desse garoto. Bom posicionamento, tempo de bola e cabeceio. Pra quem fez 18 anos recentemente já apresenta um bom porte físico para zagueiro. Acho interessante manter ele com o elenco profissional, aparenta ter um futuro promissor.
Edson Silva – REGULAR: Muito discreto na partida. Mas já sabemos que ele não pode oferecer muita coisa além de força e bom cabeceio. Por mim não segue no São Paulo para o resto do ano. Agora é saber que time vai querer contratar ele.
Reinaldo – REGULAR: Partida discreta também. Já o conhecemos bem, foi titular quase o ano passado inteiro. Hoje, é sabido que ele será reserva eterno do Álvaro Pereira.
Wellington – REGULAR: Já cansei de falar desse cara.
João Schimitd – REGULAR: Achei um volante muito burocrático, estilo Cartório de Imóveis mesmo. Tem qualidade, mas sempre tem que dar três toques a mais antes de passar a bola. Li uma matéria semana passada onde ele diz se espelhar no Pirlo. Tem que assistir mais jogo dele então.
Luis Ricardo – REGULAR: Ainda muito tímido, mesmo tendo mais liberdade para atacar, já que foi escalado novamente como meia direita. No segundo tempo melhorou, mas ainda espero desembarcar no Morumbi o Luís Ricardo da Portuguesa. Esse deve ser outro.
Lucas Evangelista – BOM: Escalado como um meia esquerda, às vezes até como armador no meio, me surpreendeu positivamente. Responsável também pelas bolas paradas, mostrou saber bater bem na bola. Marcou um gol de cabeça fazendo aquela função que tanto o Muricy cobra do Ganso, de ser um meia que entra mais na área para finalizar. Se ele manter atuações como essa provavelmente terá mais chances no time titular.
(Cañete) – RUIM: Desde 2011 no São Paulo e nada. Prova a cada dia ter sido uma péssima contratação do Tricolor.
Ewandro – RUIM: Partida ruim desse jovem jogador. Vinha entrando bem nas partidas, mas quando teve a chance de começar como titular decepcionou. Mas é assim mesmo, deve ainda oscilar por muito tempo. O importante é que ele demonstra ser um jogador com talento. É ter paciência.
(Boschilia) – REGULAR: Entrou no lugar do seu companheiro de sub-17 e foi um pouco melhor. Deu passe para um gol, bem anulado, do Ademilson. Mas também ainda está cru.
Ademilson – BOM: Junto com o Evangelista, foi o melhor do São Paulo no jogo. Prefiro quando ele joga como centroavante, como foi nessa partida. De qualquer forma, será muito difícil ele ser titular este ano. A concorrência aumentou com bons jogadores como Pabon e Pato, sem contar no renascimento do Osvaldo. Mas tê-lo no elenco é interessante.
Téc. Muricy Ramalho – BOM: Gostei da atitude de levar o time reserva e também da escalação. Foi engraçado vê-lo sentado numa cadeira de plástico (foto do post) a beira do campo. Parecia que a qualquer momento ele ia sacar um óculos e uma revista de palavras-cruzadas para passar o tempo.


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* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.


por Victor Mesquita | @victor_mesquita

Comentário da Redação > Campeonato Espanhol: Real Madrid 3 x 4 Barcelona

Visão barcelonista > Espetáculo do Rei
por Poly Noé | @poly_anna

Messi decidiu mais uma vez! (Foto: Divulgação Barcelona)
Dia de superclássico amanhece diferente. É o dia que todos se apressam com seus afazeres, as horas se arrastam até o início do jogo. Torcedor separa a camisa pra mais tarde, faz mandinga e fica ansioso até a bola rolar.

Dia de Barcelona x Real Madrid sempre tem grandes emoções guardadas pelos deuses do futebol. É sinônimo de jogão.

E foi.

Vamos a ele:

O jogo começou elétrico, ambos os times partindo pra cima e o Barcelona se deu bem logo de início com um passe do Messi que deixou Neymar na cara do gol, mas o brasileiro chutou em cima do goleiro. Pouco depois outro passe genial do Messi pro Iniesta que mandou um chute indefensável pra meta do Diego Lopez. 1x0

Real não se deixou abalar pelo gol e explorava o lado de Daniel Alves, que fez uma péssima partida e era uma avenida pela esquerda. E deu certo, Di Maria estava em noite inspirada acertou cruzamento pra Benzema empatar o jogo de cabeça. Menos de 4 minutos depois, em outra falha de marção do Daniel Alves, Di Maria cruzou pra área e Benzema dominou e guardou. Mascherano falhou nos dois lances. 2x1

A partir daí, Barcelona sentiu a virada e começou a recuar, enquanto o Real continuava partindo pra cima fazendo a mesma jogada que originou os dois gols e por muito pouco Benzema não fez o terceiro dele, mas Piqué salvou em cima da linha.

Era domínio merengue na partida. Mas, o Barcelona tem Messi e numa tabela dentro da pequena área com Neymar, o argentino conseguiu superar a marcação do Sérgio Ramos e finalizar e empatar a partida. 2x2

Logo após o empate houve a confusão entre Pepe e Fabregas que se estranharam e ficaram caídos no chão após trocarem cabeçadas. No meio disso tudo uma cena lamentável: Busquets pisou no rosto do luso-português caído no gramado.

Veio o segundo tempo com a mesma pegada do primeiro e o Real quase marca no início com um chutaço do Benzema que parou numa excelente defesa de Valdés.

Logo depois, Daniel Alves faz falta fora da área em Cristiano Ronaldo (não tinha falado o nome dele até então, hein?), mas o juiz viu penalti. Valdés acertou o canto, mas o camisa 7 deixou o dele. 3x2

A resposta veio poucos minutos depois com Messi deu lançamento pra Neymar que entrou na área, mas foi tocado por Sérgio Ramos e o juiz deu penalti e expulsou o camisa 4. Messi cobrou no canto empatou. 3x3

Jogo esfriou um pouco, com o Real em desvantagem numérica e o Barcelona sem vontade de definir a partida. Parecia que ficaria por isso mesmo. Daniel Alves ainda mandou um chutão de fora da área e acertou a trave.

Aos 38, Iniesta recebe na área e ao tentar se desvencilhar da dupla marcação foi puxado pelo Xabi Alonso e o juiz deu mais um penalti a favor do Barcelona. Messi bateu forte no canto esquerdo superior e fez. 4x3

Depois disso, Cristiano Ronaldo ainda recebeu amarelo por deixar o braço no Mascherano e o time catalão administrou a vitória. Jogo histórico com Messi tornando-se o maior goleador do clássico com 21 gols e o segundo maior goleador do campeonato espanhol. E com Iniesta marcando pela primeira vez no estádio do maior rival.

Conceitos

Valdés - BOM : falhou no gol de empate do Real, mas compensou com boas defesas depois.
Daniel Alves - RUIM : jogou muito mal, não conseguiu acompanhar o ritmo de Di Maria e falhou na marcação originando os dois primeiros gols merengues.
Piqué - RUIM : bateu cabeça com o companheiro, mas foi decisivo ao salvar uma bola em cima da linha.
Mascherano - RUIM : falhou nos dois primeiros gols do Real Madrid.
Jordi Alba - BOM : fez boa partida, ajudou na marcação e no ataque.
Sérgio Busquets - RUIM : fez boa partida e distribuiu bem a bola, mas vou dar nota baixa devido a cena lamentável que ele protagonizou ao pisar no rosto do Pepe caído no chão.
Xavi - BOM : não conseguiu acompanhar o ritmo de correria do jogo, então fez o que sabe de melhor e distrubuiu bem a bola e cadenciou o jogo. Acertou impressionantes 96% dos 103 passes que deu na partida.
Iniesta - ÓTIMO : fez excelente partida e um golaço logo no início do jogo, e ainda sofreu o pênalti que definiu o placar.
Cesc Fabregas - BOM : participou bem da partida, mas protagonizou a primeira confusão do jogo ao lado do Pepe.
Neymar - RUIM : teve boas chances de fazer gols, mas desperdiçou todas, ficou boa parte desaparecido do jogo e antes de ser substituído foi protagonista por um dos lances que definiu a partida ao sofrer penalti de Sérgio Ramos.
Messi - ÓTIMO : chamou a responsabilidade do jogo pra si, distribuiu bolas, criou jogadas e foi o Messi que estamos acostumados a ver. Fez nada mais que hat-trick e uma assistência dentro da casa do rival pra não deixar dúvidas de quem é, de fato, o melhor jogador do mundo.
Téc. Tata Martino - Bom: colocou em campo o que a equipe tem de melhor, comandou e orientou em busca do resultado.

Visão madridista > Real Madrid volta a perder para o Barcelona e espanhol afunila

por Rodrigo Bocatti
| @digo90 | http://esportesarena.com.br


Sérgio Ramos expulso no superclássico (Foto: AFP)
O Real Madrid apertava o Barcelona no campo de ataque, até que mãe Sérgio Ramos resolveu dar o ar da graça e cometer pênalti em Neymar, e ser discutivelmente expulso (poderia ter tomado apenas o amarelo), mudando a história do jogo.

Mas vamos voltar ao começo da partida. O Barça com seu toque de bola abriu o placar logo aos seis minutos, com Iniesta, após passe de Messi e falha na marcação de Caravajal. Mas depois disso, só deu Real.

Benzema, o nome do primeiro tempo, ao lado de Di Maria deram trabalho para Daniel Alves e Mascherano. O argentino deitava e rolava nas costas do lateral, enquanto francês, em dois toques na bola, marcou dois gols. Porém não foi suficiente para virar o primeiro tempo com vantagem, já que além de Iniesta, Messi também deixou o dele.

No segundo tempo, Cristiano Ronaldo deixou os merengues na frente, cobrando pênalti.
Mas Messi apareceu e decidiu o jogo, com uma ajuda de Sérgio Ramos. Depois da expulsão do zagueiro, o time de Carlo Acenlotti não conseguiu mais se achar em campo.

Com a derrota, o Real terminou a rodada em segundo lugar, com o mesmos 70 pontos do Atlético de Madrid, mas perdendo no confronto direto, e uma frente do Barcelona. E na próxima rodada enfrenta o Real enfrenta o Sevilla, fora de casa.

Conceitos

Diego Lopez – REGULAR: Defendeu duas bolas que foram em cima dele. Não teve culpa nos gols.
Carvajal – RUIM: Falhou no primeiro gol do Barcelona, ao não acompanha Iniesta. Apoiou pouco.
Pepe – REGULAR: Jogou sério, dando bicão pra frente quando precisou, pra variar arrumou confusão.
Sérgio “mãe” Ramos – PÉSSIMO: Não conseguiu parar Neymar nenhuma vez, quando o fez, cometeu pênalti e foi expulso.
Marcelo – BOM: O melhor da defesa merengue. Ainda apoiou muito bem.
Xabi Alonso – REGULAR: Fez bem a transição entre meio e ataque, mas podia ter chegado um pouco mais a frente.
Modric
REGULAR: Teria que aparecer mais no meio, entre os volantes.
(Morata) - RUIM: Pareceu que nem entrou em campo
Gareth Bale – REGULAR: Tentou alguma coisa pela direita, mas não teve com quem tabelar.
Di Maria – ÓTIMO: O melhor jogador do Real. Deu canseira no Daniel Alves, jogou muito, linda jogada no primeiro gol.
(Isco) - REGULAR: Tentou alguma coisa quando entrou, mas sozinho é difícil
Benzema – BOM: Fez dois dos três gols do time e quase deixou outro. Teve que ser sacrificado pela expulsão.

(Varane)
– PÉSSIMO: Entrou, mas não mudou nada, parecia que nem tinha entrado, era melhor deixar um cone.
Cristiano Ronaldo – RUIM: Não chamou o jogo como deveria, só cobrou bem o pênalti.
Téc. Carlo Ancelotti – REGULAR: Não contava com a expulsão de Sérgio Ramos, quando o Real era melhor no jogo, poderia ter arriscado mais.

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Direto da Redação
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domingo, 23 de março de 2014

Comentário da Redação > Paulistão 2014: Santos 2 x 1 Palmeiras

Visão santista > F***-se o regulamento! Santos é o melhor da primeira fase
por Fernando Pilat
| @fernandopilat

Thiago Ribeiro deixou o seu na Vila (Foto: Terra)
Na prévia do jogo, gravamos a Rádio da Redação e falamos sobre a importância de ser primeiro colocado. Pensando no regulamento esdrúxulo, não vale nada. Mas time que quer ser campeão precisa entrar pra vencer todos os jogos. E o Santos fez isso. Como queria o colega Antonio Lemos, em texto escrito há uma semana atrás, separamos os meninos dos homens.

Poupando alguns dos principais jogadores, como Arouca, Cícero e Damião, o Santos entrou em campo como se estivesse jogando uma decisão. Pressionava no campo do adversário e não deixava os zagueiros respirarem. Assim dominou e abriu 2 a 0, graças ao camisa 10 "Deusvânio". O menino estava inspirado mais uma vez, e deu as duas assistências para gols de Neto e Thiago Ribeiro. Como previsto, Alison colocou o Valdívia no bolso, marcando firme e não deixando o chileno pensar. Chora, Borchio!

No segundo tempo o Santos recuou e decidiu jogar nos contra-ataques. Seria uma boa arma se o Alvinegro não errasse tantos passes. O time também deixou de marcar pressão, e com espaço o Palmeiras foi criando chances e fez apenas um gol, graças a grande atuação do MONSTRO Aranha.

Os 2 a 1 premiam o time que ousou durante a primeira fase. O.O acreditou no esquema montado e vem bancando rodada a rodada o estilo ofensivo. São 4 atacantes que marcam sem a bola e atacam com velocidade. Merecido encerrar na primeira colocação, e ter a vantagem de decidir na Vila, onde tem 100% de aproveitamento.

Conceitos

Aranha - MONSTRO: Melhor em campo. Fez defesas excepcionais garantindo o resultado.
Bruno Peres - BOM: Merece a titularidade com o que está jogando. Bem na defesa e ataque.
Neto - BOM: Partida segura e ainda deixou o dele.
David Braz - BOM: E não é que até ele foi bem hoje? Aliás, muito bem.
Mena - REGULAR: Marcou bem. Atacou com menos qualidade.
Alison - CHORA VALDIVIA: Coitado do Mago. Não conseguiu jogar com o cão de guarda da Vila no seu cangote. Pelo menos o palmeirense conseguiu apitar o jogo, já que com a bola nos pés foi nulo.
(Lucas Otávio) - REGULAR: Entrou meio perdido. Ainda precisa se adaptar aos profissionais.
Alan Santos - BOM: Ótima partida, apesar de em alguns momentos enfeitar algumas jogadas.
Gabriel - REGULAR: Muita movimentação e pouca efetividade.
(Lucas Lima) - SEM CONCEITO: Jogou pouco tempo.
Geuvânio - ÓTIMO: Assistência é com ele mesmo. Chegou a 5 nos últimos dois jogos.
(Diego Cardoso) - SEM CONCEITO: Jogou pouco tempo.
Thiago Ribeiro - QUASE BOM: Primeiro tempo ótimo e segundo apagadíssimo.
Rildo - BOM: Imprimiu muita correria e infernizou a vida do fraco Bruninho e do vovô Lúcio.
Téc. Oswaldo de Oliveira - ÓTIMO: Que primeira fase hein O.O? Torço para manter-se assim na fase final, mas principalmente no decorrer da temporada na Copa do Brasil e Brasileirão.

Visão palmeirense > Perdemos de cabeça em pé
por Fernando Borchio | fernando.borchio@hotmail.com

Kardec é gol! Mas o Palmeiras perdeu (Foto: Terra)
Perdemos. Foi-se a liderança geral e a invencibilidade em clássicos (se é que podemos considerar um jogo contra o Santos como clássico hahahahaha). Mas não estou me importando com isso. Seria legal passar para a próxima fase em primeiro? Seria sim, mas não deu e confesso que estou mais feliz de não ter sido o líder dos pontos corridos. Como falei na Rádio da Redação, sou muito superticioso e foram poucas as vezes que o primeiro geral foi campeão depois no mata-mata.

Outra coisa, ficamos em segundo. Em 2008, quando o Palmeiras foi campeão paulista, se classificou em segundo também, ou seja, eu acredito que possamos vencer esse torneiozinho.

Quanto à partida, perdemos de cabeça em pé. O Palmeiras jogou bem sim, e muito, principalmente no segundo tempo. Mas faltou sorte para algumas das milhões de bolas que foram chutadas a gol, entrarem. Era o dia de sorte do Peixe, que também teve competência e soube usar o seu ponto mais forte em campo, para dominar o ponto mais fraco palmeirense que era a (falta de) velocidade da zaga.

Mas digo que o momento que mais me assustei no jogo não foi em nenhum dos gols santistas, mas sim no momento em que Cléber Machado falou que Valdivia havia colocado a mão na virilha. Quando um palmeirense ouve isso, o mundo desaba e a tensão só aumenta. Mas os deuses do futebol foram legais. Não cheguei a ver se de fato o Mago havia colocado a mão naquela região do corpo, mas fato é que ele continuou na partida até o fim e não demonstrou sentir nada.

O grande problema palmeirense foi ter acordado no jogo quando já estava 2 a 0 e ter feito um gol já próximo ao fim. Se o Verdão tivesse mudado o estilo ainda quando estava apenas com a derrota miníma no placar, as coisas poderiam ser diferentes.

Mas agora, que venha o tão esperado mata-mata e se tiver que vir o Santos de novo, que venha. Eu acredito que o jogo de hoje foi apenas uma palhinha do que veremos na grande final.

Conceitos

Bruno - REGULAR: Não teve culpa nos gols. Teve algumas saídas seguras do gol.
Bruninho - REGULAR: Meio timído com a estreia, o moleque até apareceu bem algumas subidas ao ataque.
Lúcio - REGULAR: Devido a velocidade, perdeu muitos confrontos com os atacantes santitas. Mas não teve culpa nos gols.
Thiago Alves - REGULAR: Fora de ritmo, não fez nada de especial e nada de ruim em campo.
Juninho - BOM: Foi uma ferramenta pela esquerda sempre chegando com perigo ao ataque. Acertou um belo cruzamento no gol de Kardec.
Eguren - REGULAR: Tava meio lerdo nas saídas. Vai ver, a brisa não chegou a tempo.
(Felipe Menezes) - REGULAR: Entrou pra bater meia-dúzia de faltas.
Marcelo Oliveira - RUIM: Não acompanhou o jogador santista na jogada aérea do primeiro gol. Pediu falta, mas não foi nada.
Bruno César - BOM: Jogou bem. Perdeu um gol na cara no segundo tempo, mas criou muitas jogadas boas e com bons passes.
(Patrick Vieira) - REGULAR: Teve chances de fazer gol e não aproveitou.
Valdivia - REGULAR: Não foi a sombra do que é.
Leandro - REGULAR: Jogou pelo lado esquerdo e sofreu muitas faltas. Por isso, não conseguiu jogar direito.
(Vinicius) - REGULAR: Tentou algumas jogadas, mas a defesa santista estava ligada.
Alan Kardec - GOL: Gol, gol e gol... faz isso toda hora.
Téc. Gilson Kleina - BOM: Eu gostei pelo fato de ele ter sido muito ofensivo no jogo. Não teve medo.

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sábado, 22 de março de 2014

Rádio da Redação > Paulistão 2014: Santos x Palmeiras

Santos e Palmeiras lutam pela primeira colocação do Paulistão num superclássico neste domingo, às 16h, na Vila Belmiro. Quem leva essa?

A Rádio da Redação traz a prévia do jogão, com Fernando Pilat defendendo o Santos e Fernando Borchio, o Palmeiras. Ricardo Pilat apresenta mais este podcast do Redação do Esporte.

Lembrando que você pode nos ouvir no Youtube ou no Soundcloud. Só escolher um deles e dar play agora!

Ouça a rádio no Youtube:



Ouça a rádio no Soundcloud:





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* Na Rádio da Redação você ouve os melhores comentários futebolísticos da GALÁXIA com nossa equipe de redação em versão podcast!



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sexta-feira, 21 de março de 2014

En la Cancha > Libertadores: Flamengo e Cruzeiro com a classificação por um fio

A quarta rodada da fase de grupos terminou, e duas equipes brasileiras estão com a sua classificação à próxima fase por um fio. Flamengo e Cruzeiro tiveram resultados decepcionantes e agora precisam de duas vitórias nos dois próximos jogos para carimbar o passaporte às oitavas de final, caso contrário, adeus Libertadores.

O Rubro-Negro carioca foi a La Paz enfrentar o Bolívar e perdeu por 1x0
, gol do ex-corinthiano e nada memorável Arce. Com a derrota, o Flamengo viu suas chances de classificação rolarem ribanceira abaixo e agora depende de uma vitória contra o chato Emelec no Equador para seguir com chances. Digamos que é uma missão quase impossível. Será o primeiro mico do ano para o time mais popular do Rio de Janeiro?

Quem também se complicou na Libertadores foi o Cruzeiro. O time celeste saiu na frente, abriu 2x0 no placar e viu o Defensor-URU empatar a partida com um gol no último lance da partida. Agora a raposa precisa de 100% de aproveitamento nos dois jogos restantes. O problema é que a próxima partida é no Chile contra a Universidad do Chile, líder do grupo. Uma missão muito difícil, ainda mais com a torcida já gritando “vergonha”.

Se cruzeirenses e flamenguistas estão mal na competição, o mesmo não se pode falar dos demais brasileiros. O Botafogo, por exemplo, mesmo jogando de forma pragmática, é líder de seu grupo e tem tudo para encaminhar sua classificação já na próxima rodada, quando recebe o União Espanhola.

Na mesma situação dos cariocas estão Furação e Grêmio, que lideram suas chaves e podem deixar a situação bem encaminhada na próxima rodada. Para não ter que definir sua situação na altitude de La Paz contra o The Strongest, o Furacão precisa vencer o Vélez em casa. Já o Grêmio vai à Colômbia enfrentar o surpreendente Atlético Nacional. Um empate e a vida dos gremistas fica bem encaminhada.

Do mesmo jeito que o Tricolor gaúcho, o Atlético-MG também vai a território colombiano definir a sua situação. Líder do grupo 4 com quatro pontos de vantagem sobre o terceiro colocado – o Santa Fé – o Galo pode empatar que garante a sua classificação, já que manterá a vantagem para a equipe colombiana, com só uma rodada por disputar.

Será que Flamengo e Cruzeiro serão os responsáveis pela primeiro papelão dos brasileiros nesta edição da Libertadores?
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* A coluna En la Cancha fala sobre os principais assuntos do futebol sul-americano.


por Rodrigo Svrcek
| @svrcek_rodrigo

Histórias da Semana > Um gesto para a eternidade.

Alguém em sã consciência consegue imaginar como seriam as comemorações e entregas de taças em títulos, sem que o troféu fosse erguido? Aquela demonstração de orgulho maior pelo escudo em seu peito, pelo mais alto grau da honra.

A honra de estar acima de todos, no apogeu da glória, que mesmo efêmera, não pode ser explicada com palavras, apenas sentida. Os segundos que precedem o ato parecem dias, remetendo a uma eclosão de momentos, recordações, trajetórias coletivas e principalmente individuais no responsável por erguer o prêmio acima de tudo.

E pensar que essa mistura de sensações começou quando um homem, um líder, um ídolo, ergueu uma certa Jules Rimet apenas para que os fotógrafos que estavam mais longe avistassem o troféu. Um gesto simples, mas que transcendeu continentes e hoje é visto como a única maneira de se receber um troféu com dignidade.

Não apenas corações cruz-maltinos e tricolores, mas de todo amante do futebol brasileiro estão de luto hoje. Mais que um simples homem, se foi um capitão. O primeiro dos nossos capitães. Talvez por isso, não é pouco chamá-lo de o maior de todos.

Com o grande respeito e reverência que Mauro, Carlos Alberto Torres, Dunga e Cafu merecem, mas o gesto que todos imortalizaram começou graças a Bellini. Sua estátua (que na verdade não é sua, mas pelo gesto dela recebeu seu nome) está na porta do Maracanã. Um lugar digno. Justo.

E que enquanto ela estiver lá e enquanto os capitães ao redor do mundo continuarem a imitar seu gesto imortal, que seu nome seja lembrado pela eternidade.

Muito obrigado, Bellini. Por seus serviços prestados ao futebol e pelo seu gesto imortal. Vá com Deus.
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* A coluna Histórias da Semana fala dos momentos do esporte que ficaram marcados, seja por uma semana, seja por um dia, seja para sempre.

por Helder Rivas | @HelderRM

quinta-feira, 20 de março de 2014

Comentário da Redação > Deus está nos detalhes, exorcismo e milagres

Nos bancos acadêmicos tive o prazer de ter aulas com o conhecido e reconhecido jornalista Cláudio Tognolli. O mesmo me ensinou que para ter um bom texto deveria seguir o seguinte mantra: “Deus está nos detalhes”. Nada de escrever “elegantemente vestido” ou “fortemente armado”. Detalhe tudo para enriquecer seu trabalho. Parece que o Flamengo faltou a essa aula.

O primeiro detalhe foi a expulsão de Amaral contra o León. E agora detalhes nos dois jogos contra o Bolívar: no Maracanã falhas da Wallace e João Paulo resultaram em gols adversários. Em La Paz, o escorregão de Samir praticamente sepulta as chances do Rubro-Negro na Libertadores.

A ideia era tocar a bola, gastar o relógio, e só atacar na boa. Tudo isso foi por água abaixo na falha de Samir que resultou em pênalti convertido por Arce, 1 a 0 pro Bolivar.

O time sentiu o gol e os 3660 metros de altitude. Jayme inventou um inoperante Carlos Eduardo. O time parecia empacado. Samir e André Santos tentaram fazer com que o Bolívar marcasse mais um gol, com tantas falhas, mas foram impedidos por um bom Felipe.

No segundo tempo o time até melhorou com a entrada de Paulinho. Este teve a melhor chance do Flamengo no jogo, mas finalizou em cima do goleiro. Mesmo com a pressão, a imagem que ficou foi a de que o Bolívar tinha total controle da situação e este é o fato mais preocupante. O Bolívar teria dificuldades em impor seu jogo contra o glorioso América.

Para não repetir o vexame de 2012 o time vai precisar exorcizar um velho fantasma: o Emelec. Em Guayaquil. Em um caldeirão.

É bom os rubro-negros começarem a rezar. A lista de pedidos é grande: Elano de volta, faltas próximas à área, Everton em um dia de Everton, Muralha descobrir que joga o que pensa que joga e o Flamengo achar que está no Maracanã.  Espero que São Judas esteja de bom humor.

E é bom começar a acreditar em milagres...

Conceitos

Felipe – YASHIN: Estava inspirado, hein? Só não pegou o pênalti, pois estávamos na altitude.
L. Moura – REGULAR: Abaixo do habitual. Errou alguns passes e por vezes deu espaço para o Bolívar.
Wallace – EU VOLTEI?: Agora pra ficar? Parecia o Wallace que conhecemos. Na maioria das jogadas foi seguro.
Samir – SOCHI 2014: Perdemos um talento na patinação nas últimas Olimpíadas de inverno. Quem sabe não escorregará em 2018? Tem crédito.
André Santos – PULMÃO DE FUMANTE: Para pular Carnaval não falta fôlego. 3 minutos e já estava arriado. Péssimo. Parecia aquele tio barrigudo em pelada de família.
(Alecsandro) – SEM CONCEITO: “Pelo amor de Deus! Entra no lugar do André Santos. Faz qualquer coisa que vai ser melhor que ele”.
Amaral – CEGO EM TIROTEIO: Perdido.
Muralha – REGULAR: Não foi tão medíocre quanto a maioria.
Gabriel – WHEY PROTEIN: Tá precisando, hein? Fraquinho, fraquinho. Porém melhor que o Carlos Eduardo. E isso não é um elogio.
(Paulinho) – BOM: Boa partida. Foi a melhor opção de ataque do Fla no segundo tempo. Era pra ter saído jogando.
C. Eduardo – SEI LÁ: Tenho nem ânimo de falar algo.
(Mugni) – GATO POR LEBRE: Tem até certa intimidade com a bola. Quase fez um golaço, mas a impressão que passa é a de um investimento ruim. Pouco participativo.
Everton – REGULAR: Não foi a sombra dos últimos jogos e acabou como lateral esquerdo.
Hernane – TOM HANKS: Isolado. Nem a bola quis sua companhia.
Téc. Jayme de Almeida – PARDAL: Inventou Carlos Eduardo, quando deveria fortalecer o meio campo. Demorou a colocar Alecsandro e não arrumou o time quando pôde.

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* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.

por Rafael Gomes | rafagomesdesouza@gmail.com | @rafaeldudu