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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Rádio da Redação > Super Bowl 48: Denver Broncos x Seattle Seahawks

A grande decisão da NFL! Um dos maiores eventos esportivos do planeta. O Super Bowl! Denver Broncos e Seattle Seahwawks se enfrentam em Nova York/Nova Jersey no domingo, dia 2, na edição 48 do SB.

Quem leva essa? Peyton Menning ou Russel Wilson? Reunimos Ricardo Pilat, Marco Miranda, Thiago Passarelli e o convidado Marcelinho para comentar o que você pode esperar do Super Bowl.

Clique no player e ouça mais uma Rádio da Redação:

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Histórias da Semana > Ode a um pequeno Rei

Juninho Pernambucano diz adeus ao futebol. Pobre futebol
Esse será um breve conto sobre a saga de um pequeno rei. Um menino, que após dar seus primeiros passos com a ajuda de um leão, logo cedo pegou um grande cometa que passou por perto e abandonou sua ilha para desbravar o mundo.

Parando em uma Colina, não tardou em se tornar príncipe ao lado de companheiros tão grandes e dignos quanto ele (alguns, até acima de qualquer realeza ou divindade). Simplesmente sensacional, atraiu legiões e conseguiu respeito. O menino tornara-se um homem, o príncipe se tornara rei. Um reizinho monumental, mas que em pouco tempo precisou se despedir da Colina. Um novo cometa e uma nova jornada se viam, e, na despedida, ele não disse “adeus”. Ao som de um sonoro “até logo”, partiu.

O cometa atravessou o oceano e o colocou de frente a uma nova terra e a um novo leão. Um leão visto como manso, chacota em seu reino. O homem não se conformou e resolveu ajudar o leão a assumir seu posto de rei. E não tardou em conseguir. Mais do que isso, colocou não apenas o rei em seu devido lugar, tornou-o um guerreiro feroz e temido, ganhando espaço ao seu lado e tornando-se referencia.

Grato, o leão e seus súditos choraram quando um novo cometa passou e o pequeno rei precisou partir. Mas dessa vez, ele não pode dizer “até logo”. Era um adeus, em meio ao choro de todos que novamente cativou.

E na cauda de outro cometa, ele se foi rumo ao deserto, onde fez o que sempre soube fazer. Pensando na despedida, ele sabia que a hora de abandonar suas aventuras havia chegado, mas o deserto não era o lugar. Chegara a hora de voltar para sua Colina.

Qual não foi sua surpresa ao ver um lugar mudado. Caótico, ficou assustando. Ele não esperava encontrar algo tão diferente do que havia deixado, chateando-o a ponto de buscar exílio breve em terras ao norte. Porém, o coração pesou. Os laços se apertaram e o amor pela terra que uma vez chamou de sua; e sem esperar mais nada em troca, voltou para um ultimo desafio.

Só que nem toda história tem um final feliz, a missão falhou e o pequeno rei não teve escolha, a não ser renunciar a sua majestade.

Durante sua vida, o reizinho impressionou a todos que tiveram o prazer de ver suas façanhas. Seu segredo sempre foi ver o bem e fazer o que tanto amava com todo o coração. Neste dia, as lágrimas são vistas por reinos além dos que foi soberano. As lágrimas de pessoas que sabem que jamais poderão vê-lo fazendo o que sabe melhor de novo.

Mas não há nenhum problema com lágrimas. Afinal, é muito comum chorar quando se deixa cativar por algo ou alguém. E esse, sem dúvidas, foi alguém que cativou muitos ao redor do mundo.

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* A coluna Histórias da Semana fala dos momentos do esporte que ficaram marcados, seja por uma semana, seja por um dia, seja para sempre.

por Helder Rivas | @HelderRM

Comentário da Redação > Pode vir São Paulo

Contra o Linense foi de virada e o Comercial vencemos pro gasto. Já o Atlético Sorocaba atropelamos sem dó e nem piedade, mas contra o Penapolense foi sofrido. É exagero, mas jogamos abaixo da média. Mas calma torcedor alviverde, já jogando um pouco de “gás” (entenderam são-paulinos?), digo, pimenta, estávamos guardando as nossas energias para o Choque-Rei de domingo no Porcoembu, só isso.

Falando sério agora, a partida como todo foi tecnicamente fraca, com poucas chances de gol e uma arbitragem que só queria aparecer. Sim, o digníssimo árbitro Flavio Rodrigues de Souza começou distribuir cartões amarelos no início do jogo e deu minutos-extras para Heleno Faísca (sim, aquele), pois merecia expulsão aos três minutos quando Lúcio partia para puxar o contra-ataque e o volante do time interiorano o agrediu.

Diante da retranca, o Verdão teve dificuldades. Chance de gol só quando Rodrigo Biro quase marcou contra. Valdivia tentou ameaçar em dois lances. Em ambos, tomou a decisão errada: o chute de longe em vez do passe.

No lado do Penapolense, as tentativas de contra-ataques, mas Wellington se apresentou bem nos desarmes. Outra estratégia era arriscar de longa distância: outra furada.

Aos 41, o árbitro expulsou corretamente Heleno, volante do Penapolense, por falta dura em Wesley. Na sequência, o grito de gol alviverde ficou entalado na garganta quando Mazinho desperdiçou chance em que o goleiro Samuel já estava batido.

Para preservar por conta do clássico de domingo, Kleina tirou Valdivia para colocar Marquinhos Gabriel. Diante de um time completamente retrancado, o Palmeiras partiu para cima até conseguir o gol.

Aos 20, Alan Kardec se movimentou e recebeu bom passe de Marquinhos Gabriel. Pela direita, o centroavante chutou cruzado, Samuel deu rebote, e o próprio Marquinhos mandou para o fundo da rede.

Após o gol, o panorama não mudou: o Palmeiras martelou querendo mais, enquanto o time de Penapólis só queria se defender para não levar mais gol. Quem vai parar o único 100% do Paulistão? Pode vir São Paulo, estamos preparados para domingo!

Conceitos

Fernando Prass - BOM: Apenas assistiu ao jogo.
Wendel - BOM: Boas aparições no ataque, e na defesa não teve trabalho.
Lúcio - REGULAR: Foi ao ataque (pra variar), perdeu bolas importantes, mas não chegou a comprometer o sistema defensivo.
Wellington - BOM: Atuação segura do novo escolhido de Kleina para substituir Henrique. Se arriscou ao ataque e desarmou dois contra-ataques do time interiorano.
Juninho - RUIM: Pior do time em campo. Errou muitos passes e não foi aquele jogador de partidas anteriores.
M. Oliveira - BOM: Deu proteção à zaga alviverde e ainda se arriscou pelo meio e também pela lateral esquerda.
Wesley - BOM: Se movimentou bem e arriscou algumas finalizações. Esteve presente nas principais chances de gol do Verdão.
Mazinho - RUIM: O “Messi Black” teve dia de Mazinho. Perdeu um gol incrível no final do primeiro tempo e praticamente sumiu no decorrer da partida.
(Felipe Menezes) - REGULAR: “Sleep Menezes” pouco produziu em campo. O jogo já estava decidido.
Valdivia - REGULAR: Esteve longe de uma grande atuação. Apareceu pouco na armação e nas melhores chances que teve foi fominha. Saiu no intervalo.
(Marquinhos Gabriel) - ÓTIMO: Mostrou personalidade, partiu pra cima e marcou o gol da vitória. Kleina terá muita dor de cabeça para escalar esse time do meio para frente.
Leandro - RUIM: Sumido no jogo. Alguém sabe onde está o Leandro?
(Serginho) - SEM CONCEITO: Não suou a camisa.
Alan Kardec - REGULAR: Só apareceu em Terra quando deu o chute que originou o gol do Marquinhos Gabriel. No mais, atuação discreta.
Tec. Gilson Kleina - BOM: Escalou o mesmo time que goleou o Sorocaba, a exceção da entrada do Wellington no lugar do Henrique, e fez bem em preservar o Valdivia para domingo. Fisicamente, esse time está voando em campo.


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* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.

por Antonio Lemos | www.paponaarquibancada.blogspot.com.br

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Rádio da Redação > Preview do UFC 169


No sábadão (01/02) tem UFC 169! Grandes lutas no card principal, incluindo duas defesas de cinturão de brasileiros. Nos penas, José Aldo encara Ricardo Lamas. Nos galos, tem Renan Barão e Urijah Faber no main event. Imperdível!

E esse é o assunto da Rádio da Redação desta semana! Clique no player abaixo e ouça mais uma edição do programa com Fernando Borchio, Fernando Pilat, Marco Miranda, Thiago Passarelli e apresentação de Ricardo Pilat.


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Comentário da Redação > São Paulo goleia no Paulistão. E o que isso quer dizer? Nada!

O Fabuloso marcou 3 na goleada do Tricolor (Foto: Ag. Estado)
Bem amigos do Redação do Esporte, o São Paulo atropelou o fantástico Rio Claro por 6x3 pela 4ª rodada do Paulista Champions League Summer Fest. O resultado fez explodir de alegria os mais de 5 mil são-paulinos que compareceram ao Morumbi na noite de ontem. Foi mais um grande passo do São Paulo em busca do tão sonhado título paulista.

Para, para, para, para! [/João Kléber]

Não dá! Desculpa caro leitor, não posso te enganar desse jeito. Por mais que seja minha responsabilidade valorizar o produto que viabiliza meu prazer de escrever, eu não tenho a mesma cara de pau do locutor da Globo nas chamadas para os jogos. Eu prefiro vir aqui e escrever a verdade! E, como eu sei que o Redação do Esporte é um blog onde a verdade é absoluta pois não temos rabo preso com ninguém, vou descrever nas próximas linhas o que de fato aconteceu ontem na vitória do Tricolor sem o medo de ser censurado.

O que aconteceu ontem tem muito mais a ver com um jogo de várzea que qualquer outra coisa. Pessoal, não se enganem, o Muricy esta usando esses jogos do Paulista como coletivos de luxo. Por acaso vocês já viram treinador xingar jogador após o gol?

E por que ele fez isso? Porque ele está pouco se importando com o resultado. Ele quer treinar os jogadores, melhorar o time. Esses são os grandes objetivos do “Aqui é trabalho, meu filho” para esses primeiros jogos.

E o Rio Claro... ah o Rio Claro!

Primeiramente, não tenho nada contra o Rio Claro, pelo contrário, gosto muito da cidade. Aquela região, junto com São Carlos, é muito legal. Tem faculdades importantes, boas festas, parques lindos... Ou seja, sou só elogios para Rio Claro, a cidade. Aliás, aproveito o espaço para mandar um abraço para o pessoal de Rio Claro!

Mas leitor, aquilo não pode ser chamado de um time profissional. Se esse time não cair é porque realmente esse campeonato Paulista é a pior coisa no mundo do futebol. Não é possível existir times piores que esse. Posso afirmar que hoje o campeonato Chinês é melhor que esse Paulista.

“Ah Victor, mas o São Paulo levou três gols deles e você vem desdenhar do maior Rio Claro de todos os tempos?”

Sim , eu venho mesmo! Levar três gols do Rio Claro provam duas coisas:

Primeiro que o São Paulo está longe de ser um time. Isso não é só eu que digo, o próprio Muricy diz e todos os demais comentaristas da Via Láctea.

Segundo que prova o total desinteresse dos jogadores dos times grandes com a competição.

Time grande não pode levar gol desses times! Devia ser passível de punição. Algo como a cada gol que um time grande tomar os jogadores deveriam levar 1 choque de 220V.

“Victor, você é fascista?”

Óbvio que não! Isso foi uma forma de demonstrar minha indignação com o nível do campeonato. Não quero nenhum jogador babando estirado no chão depois de um choque desses.

O próximo jogo do São Paulo talvez seja mais interessante, já que é um clássico contra o Palmeiras. Os palmeirenses estão eufóricos, achando que ganhar de 4x1 do Atlético de Sorocaba é o máximo. Acho que esse jogo provará quem tem razão, se são os palmeirenses ou o mau humor tricolor.

Pessoal, lembrando que os conceitos descritos abaixo estão usando o nível do campeonato como parâmetro.

Conceitos

Rogério Ceni – REGULAR: Sempre bom vê-lo de volta, porém é triste saber que ele levou três gols nesse jogo.
Luís Ricardo – RUIM: Ainda penando para se entrosar com a equipe, além dos excessivos erros de passe.
Rodrigo Caio – RUIM: Não pode levar 3 gols do Rio Claro.
Antônio Carlos – RUIM: Não pode levar 3 gols do Rio Claro.
Alvaro Pereira – BOM: Lucidez na lateral esquerda, finalmente!
Wellington – RUIM: Humorista da noite. Teve a pachorra de pedir apoio da torcida aos 35min do segundo tempo.
Maicon – RUIM: Se o JJ conseguir vender esse cara ele merece um busto no CT da Barra Funda.
Ganso – BOM: Quando resolveu jogar, humilhou.
(Boschilia) – RUIM: Entrou muito afobado, normal para idade.
Osvaldo – ÓTIMO: Fazia tempo que eu não via o menino correr tanto. Foi responsável pelos três primeiros gols.
(Ewandro) – BOM: Entrou e fez um gol.
Ademílson – BOM: Deixou também um gol e fez boas jogadas.
Luis Fabiano – ÓTIMO: Três gols! Quem diria! Será o renascimento ou apenas porque era o Rio Claro? Fica a dúvida.
(Douglas) – REGULAR: Entrou como meia, talvez seja a sua chance para jogar alguns jogos como titular.
Téc. Muricy Ramalho – ÓTIMO: O conceito vai mais por causa da sua forma única de comemorar gols: xingando a equipe.

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por Victor Mesquita | @victor_mesquita

Comentário da Redação > Faltou ar

Dificílimo saber por onde começar a escrever a respeito desta volta do Botafogo a maior competição das Américas. Todos, bem sabem, que este jogo para os botafoguenses não começou as 22:00 horas de ontem, mas pelo menos há uma semana pra uns, 24 horas antes pra outros.

Vamos ao que interessa:

Botafogo praticamente não ameaçou o gol do Deportivo Quito-EQU, no primeiro tempo foi uma atuação sofrível. A falta de entrosamento da equipe comprometeu mais que os 2.800 metros de altitude de Quito. O excesso de passes errados, chutões e cruzamentos errados irritaram quem assistiu o jogo.

O adversário pressionou bastante nos primeiros minutos de jogo, como se era esperado, mas Jefferson conseguiu fazer boas defesas. Aos 18 minutos, com uma falha bizonha do Dória ao tirar a bola da área, Estupiñan abriu o placar. 1x0

O time equatoriano tentou ampliar o placar com chutes de fora da área e saídas de velocidade, principalmente na avenida Júlio César, enquanto o Botafogo seguia sem conseguir por a bola no chão.

No segundo tempo, o time melhorou, conseguiu diminuir os espaços e a saída de bola do Deportivo, mas não produziu suficiente pra empatar o jogo. Teve chance com Jorge Wagner em cobrança de escanteio e nada além disso.

Húngaro demorou muito pra mexer no time, somente aos 25 minutos tirou Gabriel e colocou Wallyson, pouco depois entrou Elias e, inacreditavelmente, colocou Renato aos 45 apenas.

Acredito que temos tudo pra reverter o resultado e conseguir a classificação na próxima quarta, o time do Deportivo Quito é muito fraco e apesar do placar, acharam o gol numa falha individual. Estamos vivos!

Eu estarei pela primeira vez no Maracanã dia 5 pra apoiar e incentivar o Botafogo à fase de grupos, temos time pra se classificar. No meio do caminho vamos pegar o 'Vascaiu' pelo Campeonato Carioca, espero que jogue o time titular pra pegar ritmo e entrosamento e ir com tudo na próxima semana.

Conceitos

Jefferson - ÓTIMO : fez boas defesas e conseguiu acompanhar a velocidade da bola, não teve culpa no gol sofrido.
Edilson - RUIM : fez as cobranças de falta de maneira bizonha, além de não arriscar chute direto ao gol.
Bolivar - BOM : fez uma partida segura.
Dória - RUIM : foi decisivo no lance do gol ao dar praticamente um passe pro jogar rival.
Júlio César - RUIM : foi uma avenida o jogo inteiro, além de errar tudo que tentou.
Marcelo Mattos - RUIM : não dá nem vontade de comentar, foi uma noite pra esquecer.
Rodrigo Souto - RUIM : não conseguiu fazer nada durante o jogo e ainda levou um amarelo por falta desnecessária.
Gabriel - RUIM: sofreu com a altitude e não rendeu o esperando.
Wallyson - RUIM : teve um boa chance quase no fim do jogo, mas perdeu a jogada. Nada mais.
(Renato) - SEM CONCEITO: entrou aos 45 do segundo tempo.
Lodeiro - BOM : lúcido, tentou armar jogadas, mas jogou sem apoio e isolado entre o ataque e o meio.
Ferreyra 'el bonde' -RUIM : fez jus ao apelido que recebeu logo de cara.
(Elias) - RUIM : entrou quase no final e não vi pegar na bola.
Téc. Húngaro - RUIM : gesticulou e gritou muito na beira do campo, mas demorou demais pra mexer no time. Não soube armar e passou a impressão de total despreparo a frente do time.

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por Poly Noé | @poly_anna

Comentário da Redação > Paulistão 2014: Santos 5 x 1 Corinthians

Visão santista > Era pra ser 7!
por Ricardo Pilat | pilatportasio@gmail.com | @ricardopilat

Torcida santista, que show de bola hein!

Na boa, não imaginava de jeito nenhum, logo na quarta rodada da Paulista Summer League (como diz meu amigo Victor), que iríamos atropelar o nosso freguesão todo poderoso Curintia.

Que massacre! Que baile! Que pena! Sim, que pena que os jogadores do Santos são burros e não perceberam que o time teve a maior chance até hoje, desde 2005, de vingar o famoso jogo do 7 a 1. Pro torcedor santista, que sofreu aquele dia, seria a redenção. Um momento de glória. A maior alegria de nossas vidas talvez!

Faltaram apenas dois gols e dava pra fazer. O quinto gol saiu aos 33 do segundo tempo. Faltava 12 minutos diante de um time totalmente entregue, alguns claramente de má vontade, e com o Peixe voando. Mas infelizmente, eles preferiram administrar o placar dentro daquela ética estúpida do futebol de aliviar quando a goleada beira à humilhação.

Mas cornetar goleada feita não dá né? Enfim, o 5 a 1 também foi demais! Motivo de alegria inesperada nesta quinta-feira. E também um resultado sensacional para Oswaldo e o elenco, que vinham de 3 atuações pouco convincentes no Paulistão.

Mostrando o futebol que apresentou nesta quarta, o Santos promete muito! Entre tudo que vi, destaque para a alternativa tática da equipe para jogar sem Montillo, com os 3 homens de meio participando do jogo, levando a bola pro ataque e com a ajuda dos atacantes, sempre voltando pra buscar a bola.

Entre esses do meio-campo, destaque para o Arouca, nosso camisa CINCO, que jogou demais! Mesmo nível do que fazia em 2010, aquela época em que todo dia eu tinha gosto de vir aqui comentar os jogos dele, sempre em alto nível. Pô, Arouca, porque não joga assim sempre? Atuação de titular de seleção brasileira.

Conceitos

Aranha - BOM: Não foi tão exigido, mas salvou as principais chances do Corinthians no jogo, em especial uma defesa à queima-roupa em cabeçada do Guerrero.
Cicinho - BOM: Fez um primeiro tempo fraco e um segundo muito bom.
Neto - REGULAR: Errou tudo no primeiro tempo, mas no segundo o Corinthians facilitou as coisas pra ele.
Gustavo Henrique - ÓTIMO: Jogou por ele e pelo Neto na primeira etapa e na segunda etapa também ganhou a folga do adversário.
Mena - BOM: Vinha jogando bem, mas saiu machucado no intervalo.
(Bruno Peres) - BOM: Me surpreendeu jogando na lateral-esquerdo. Chegou até como centroavante, fazendo gol. Só não ganha nota melhor porque foi um dos paspalhos que mais ficou segurando a bola quando tava 5.
Arouca - EXCELENTE: Um gol, uma assistência e participação na jogada do terceiro gol. Nota 10.
Alan Santos - BOM: Atuação segura, aparecendo bem no ataque também.
(Leandrinho) - REGULAR: Pouco participou do jogo.
Cícero - REGULAR: Idem ao de cima, com a diferença de ter jogado a partida inteira.
Geuvânio - BOM: Não teve grande atuação, mas participou bem de dois gols, especialmente do quarto, metendo um drible da vaca sensacional pra cima do Ralf.
Gabriel - BOM: Buscou bastante o jogo. Legal de ver o moleque de 17 anos com personalidade.
(Stefano Yuri) - SEM CONCEITO: Mal tocou na bola. Mas já tinha destruído o rival da capital no sábado, tá com crédito.
Thiago Ribeiro - BOM: Não brilhou, mas fez dois belos gols, foi pra cima... isso que se espera dele, no mínimo.
Téc. Oswaldo de Oliveira - ÓTIMO: Escalou bem a equipe, especialmente taticamente. E dessa vez não mandou banana, nem dedo do meio.


Visão Corintiana > Vergonha na Vila reflete erros de planejamento
por Pedro Silas | pedro_sccp@hotmail.com

Uma junção de erros levou o Corinthians a uma de suas maiores humilhações dos últimos anos. Querer colocar a culpa da goleada sofrida para o rival na mudança de estilo de jogo que o Mano Menezes está tentando pôr em prática é ser muito simplista. Até porque, o atual técnico corintiano já passou por aqui e sabemos que ele nunca foi de abrir o time de forma irresponsável, muito pelo contrário.

Claro que alguns dos contra-ataques tomados na Vila dificilmente seriam vistos com o Tite (sem deixar de lembrar dos 4 a 0 para a Portuguesa). Mas é o preço que se paga por jogar mais avançado, tentar criar mais e voltar a ter um ataque que incomoda. Automaticamente, corre-se mais risco. Não um risco a ponto de poder tomar três, quatro, cinco gols em um jogo, não é esse o objetivo do treinador, óbvio.

Para os torcedores que pediram a volta do Tite, lembrem-se: esse elenco, no qual grande parte tem se mostrado vagabundo, covarde e sem brio desde o começo de 2013, é um legado dele. Aí que entra o erro da diretoria. Trocou-se o comando técnico, mas esqueceram de reformular o grupo de jogadores e qualificar o time. Quais opções de meia temos hoje? De confiável seria o Renato Augusto, mas este não dá para contar porque vive no DM.

No período de férias me parecia muito claro que Danilo, Douglas e Emerson não fariam mais parte dos planos do clube. São jogadores que já deram o que tinham que dar (não só eles). Aí entram alguns equívocos do Mano também: o contrato do Danilo termina no meio do ano e não deve ser renovado, então pra que escalá-lo de titular no começo do trabalho? E não dá para colocar o Ibson em campo contra o São Bernardo nem mesmo para testar, por favor.

De resto, é aquela velha frase muito falada no futebol: não se faz omelete sem ovos. Já ficou claro que o elenco do Timão carece de reforços, ainda mais para o novo estilo de jogo que o Mano quer implantar (e eu apoio). Alguns jogadores que já brilharam não rendem e nem renderão mais. Outros nunca jogaram nada e não é agora que vão jogar. Se não contratar, a Fiel terá um longo e melancólico ano pela frente.

Conceitos

Walter - RUIM: É bom goleiro, fez uma boa defesa, mas poderia ter evitado o quarto e o quinto gol.
Diego Macedo - PÉSSIMO: Horroroso, sem condições de atuar por um clube de ponta. O Santos fez a festa pelo seu setor.
Gil - RUIM: Não conseguiu evitar a bagunça na defesa corintiana.
Paulo André - PÉSSIMO: Absolutamente perdido em campo, deu vergonha.
Uendel - RUIM: Parece ser mesmo um bom jogador, mas foi prejudicado pela bagunça do time.
Ralf - RUIM: Longe do camisa 5 que está sempre em cima dos lances. Estava sempre correndo atrás do prejuízo.
Guilherme - REGULAR: O menos pior corintiano em campo, arriscou chutes e marcou mais um gol. Faltou pegada na marcação.
Danilo - PÉSSIMO: Não dá mais para o meia. Ele até tenta, mas a perna não responde. Daqui pra frente só vai manchar o que fez pelo clube quando jogar.
(Emerson) - RUIM: Daí não sai mais nada, não sei o que faz no elenco ainda.
Rodriguinho - PÉSSIMO: Muito coadjuvante, pouco aparece. Não está preparado para ser titular de um clube como o Corinthians.
(Douglas) - RUIM: Não joga nem quando está 0 a 0, imagine entrando em campo com o time sendo goleado.
Romarinho - PÉSSIMO: Perdido e sem brio, voltou a ser o Romarinho de 2013 após bom começo.
Guerrero - PÉSSIMO: Reclamar e jogar para a torcida é com ele mesmo, agora, aproveitar as chances que tem que é bom...
(Pato) - RUIM: Só serviu para ele dar aquela corridinha enganation.
Téc: Mano Menezes -RUIM: Não é o maior culpado, mas é responsável por não fazer seu time entrar com o mínimo de raça em um clássico. Não estamos acostumados com isso desde a sua primeira passagem. Vai ter que trabalhar muito para mudar esse panorama.

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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

En la Cancha > É Libertadores, amigo!!!

Começou 2014 e os estaduais em ritmo de maria-fumaça também. Para acabar com esse marasmo, inicia esta semana a Libertadores da América 2014. Depois de 15 anos, será a primeira vez que um clube paulista não participará de uma edição do torneio de futebol mais interessante do continente, ou seja, corinthianos, santistas, palmeirenses e são paulinos terão que ver o torneio pela televisão.

Agora cabe a Atlético-MG, Cruzeiro, Grêmio, Atlético-PR, Flamengo e Botafogo a missão de manterem o troféu mais cobiçado da América em terras tupiniquins. Já nesta primeira semana, Botafogo e Atlético Paranaense entram em campo pela primeira fase do torneio, também conhecida como pré-Liberadores e é sobre eles que vou falar nesta primeira coluna.

Botafogo

O Alvinegro carioca volta à Libertadores após 17 anos sem a sua principal estrela, Seedorf, sem o seu melhor centroavante, Rafael Marques, e sem Osvaldo de Oliveira, o técnico responsável por recolocar o time no torneio continental.

Quando todo mundo esperava que o Botafogo fosse se reforçar para entrar na briga por um título inédito, a diretoria faz justamente ao contrário. Além de “perder” o técnico para o Santos, resolveu promover Eduardo Húngaro, técnico da base e com pouca experiência em torneios do porte da Libertadores.

Além disso, o time carioca não se reforçou para a disputa da competição. Sem Seedorf e Rafael Marques (que mesmo sendo caneludo fazia gols), a diretoria resolveu apostar em reforços no mínimo duvidosos. Eu particularmente gosto do Bolatti, mas fora o Huracán, ele não deu certo em time nenhum. Chegaram também ao Glorioso Jorge Wagner, Helton Leite, Rodrigo Souto, Wallyson e Ferreyra, muito pouco para um clube que deseja ser campeão da América.

Tenho simpatia pelo time carioca, mas sinceramente, se o Botafogo for eliminado pelo Dep. Quito igual o Corinthians foi para o Tolima há 3 anos, eu não vou ficar surpreso. Mesmo que avance de fase e caia no grupo com San Lorenzo, Unión Espanhola e Independiente Del Valle, não acredito que o Botafogo vá longe na competição. No máximo oitavas de final.

Atlético Paranaense

Outro time brasileiro que ao invés de se reforçar, enfraqueceu. Vai entender a lógica. O time que foi a sensação do segundo semestre e venerado por ter priorizado o Campeonato Brasileiro – chegando em 3º lugar – praticamente perdeu a força.

A exemplo do “coirmão” carioca, o Furacão demitiu o técnico que trouxe a equipe de volta à Libertadores nove anos depois. Após a excelente campanha, o treinador Vagner Mancini deu lugar ao espanhol Miguel Ángel Portugal, ex-técnico do “todo poderoso” Bolívar – juro que estou até agora tentando entender essa troca.

O Furacão não só trocou o técnico, como também perdeu os seus dois meias de criação, Paulo Baier e Everton, além dos laterais Pedro Botelho e Léo para seus rivais Atlético-MG e Flamengo, respectivamente. E como reposição, o Furação foi ao mercado sul-americano atrás de apostas, ou seja, o elenco está enfraquecido.

Acho que o Atlético-PR passa pelo esforçado Sporting Cristal e chega à fase de grupo, onde enfrentará Veléz, Universitário (PER) e The Strongest. Deve brigar pela segunda vaga do grupo e ser eliminado nas oitavas de final.

Confrontos da pré-liberadores
Sporting Cristal (PER) x Atlético Paranaense – dias 29/01 e 05/02.
Deportivo Quito (EQU)x Botafogo – dias 29/01 e 05/02.
Universidad de Chile x Guaraní (Par) – dias 30/01 e 06/02.
Caracas (VEN) x Lanús (ARG) – dias 30/01 e 06/02.
Monarcas (MEX) x Santa Fé (COL) – dias 28/01 e 04/02.
Oriente Petrolero (BOL) x Nacional (URU) – dias 28/01 e 04/02.

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* A coluna En la Cancha fala sobre os principais assuntos do futebol sul-americano.


por Rodrigo Svrcek
| @svrcek_rodrigo


Futebol de Mesa > No futebol moderno, o 5 deve sim ser o craque do time

Após perder o camisa 10 Seedorf, Eduardo Húngaro, o novo técnico do Botafogo, polemizou: “O craque do time deve ser o número 5”. Não, não estamos falando daquele camisa cinco que desfilou entre 2001 e 2006 pelos principais gramados do mundo, Zidane era uma exceção àqueles que utilizam a numeração geralmente destinadas a zagueiros e volantes. Mas a verdade é que há tempos não vemos mais o craque com a camisa 10. Dos grandes jogadores da atualidade, talvez apenas Messi envergue a clássica que eternizou Pelé, Maradona, Zico, entre outros.

E, quando o treinador alvinegro quis dizer o camisa 5 deve ser o craque, é a figura do novo volante, não Renato, Marcelo Mattos ou Rodrigo Souto, mas sim Yaya Touré (foto acima), Schweinsteiger, Paulinhos e outros craques.

Vejamos os últimos campeões pelo mundo: No Brasil, o Corinthians campeão da Libertadores e do Mundo se destacou com Paulinho e Ralf; o Bayern conquistou a Europa com Schweinsteiger e Javi Martinez; Barcelona eternizou Busquets e uma alternância entre Xavi, Iniesta e Fabregas.

A dinamicidade do futebol atual exige muito mais do volante, ele é obrigado a dar sustentação à defesa, acompanhar o meia, retornar para buscar joga, organizar o ataque, além de chegar na área para finalizar. É quase bater escanteio e correr para área cabeçear. É impossível? Não, quem acompanha o campeonato inglês vê a excelência desse jogador descrito acima em Yaya Touré. O marfinense há tempos joga o fino da bola e hoje se destaca pela qualidade técnica e tática.


Seu companheiro? Fernandinho, o brasileiro que também tem ótimo toque de bola e mesmo sem tanta grife mereceria uma chance na seleção de Felipão. E o resultado disso? Atual segundo colocado na Premiere League, os Blues Citizens tem o melhor ataque e a quarta melhor defesa. Os volantes não dão pontapés e são os maiores responsáveis pela ótima campanha do time de Manchester.

Então quando Húngaro diz que o craque do time deve ser o número 5, concordo plenamente. Esse é o futebol moderno. Talvez alguns discordem e falem dos clássicos jogadores que em dois tapas botavam atacantes na frente do gol, mas lembrem-se o meia Oscar é quem pode perder a vaga para Ramires (foto acima) na seleção, e sim, iríamos de Luiz Gustavo, Paulinho e Ramires para a Copa do Mundo. São três volantes, mas qualidade não irá faltar e somos fortes candidatos ao caneco.

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* A coluna Futebol de Mesa fala de 4-4-2, 4-2-3-1, 4-3-3, 3-5-2, 3-4-3 e um pouco mais sobre a visão tática de um jogo de futebol.

por Marco Miranda | marmirand@hotmail.com

Gringolaço > Dois clássicos de arrepiar pela Copa da Inglaterra

Torneio mais antigo do mundo, A FA Cup conheceu os confrontos das oitavas de finais e para quem gosta de grandes jogos, teremos dois de arrepiar: Manchester City x Chelsea e Arsenal x Liverpool. Não é à toa que essas equipes estão entre os quatro melhores da Premier League.

O Chelsea nem precisou de força máxima para cumprir a tarefa. Com um time misto, os Blues superaram o Stoke City por 1 a 0 em Stamford Bridge, neste domingo. O único gol da partida foi feito por Oscar aos 27 minutos do primeiro tempo. O meia cobrou falta com força no canto do goleiro Begovic e mandou no ângulo direito.

A equipe de José Mourinho terá pela frente o principal ataque do futebol inglês na atualidade. Com Alvaro Negredo e Sergio Aguero inspirados, o Manchester City alcançou as oitavas de final do torneio de mata-mata no último sábado, quando bateu o Watford por 4 a 2 - com direito a três gols do argentino.

Outro grande jogo desta fase será entre Arsenal x Liverpool. Líder da Premier League, o time londrino testará a grande fase que vive diante da equipe do atacante Luís Suárez, um dos principais destaques da temporada.

Os duelos estão agendados para os dias 15 e 16 de fevereiro.

Confira os jogos pelas oitavas de final da FA Cup:

Manchester City x Chelsea
Sheffield ou Fulham x Nottingham Forrest ou Preston North End
Arsenal x Liverpool
Brighton x Hull City
Cardiff x Wigan
Sheffield Wednesday x Charlton
Sunderland x Southampton
Everton x Swansea

Campeonato Espanhol > Temos um campeonato

Sinceramente não recordo um Campeonato Espanhol com tanto equilíbrio como este. Com o término da 21ª rodada, o Barcelona lidera ao lado do Atlético de Madri com 54 pontos e logo atrás vem o Real Madrid com 53.

Posso exagerar um pouco em falar equilíbrio, pois depois dos merengues, o time mais próximo está a 11 pontos atrás, mas quem estava acostumado em ver todo santo ano Barça e Real polarizarem La Liga, acompanhar os colchoneros nesta temporada está sendo um tanto quanto interessante.

Nessa rodada, os três postulantes ao caneco venceram. No sábado, com direito a show e golaço de Cristiano Ronaldo, o Real Madrid venceu o Granada por 2 a 0. O Gajo aproveitou e mostrou à torcida o prêmio a Bola de Ouro conquistada da Fifa.

Nesse domingo, Atlético e Barcelona entraram em campo pressionados e ambos não decepcionaram. Os colchoneros venceram o Rayo Vallecano por 4 a 2, com direito a gol de Diego Costa. Já o Barça, não teve dificuldades para bater o Málaga por 3 a 0.

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* A coluna Gringolaço analisa os principais torneios e acontecimentos do futebol europeu.


por Antonio Lemos
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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Comentário da Redação > Verdão atropela o Atlético em Sorocaba e segue invicto no Paulistão

Eu fiquei uns 15 minutos pensando em um título legal para esse texto, afinal a ocasião merecia, mas confesso que não estou inspirado como o Palmeiras esteve neste domingo. Eu esperava somente a vitória, mas vi muito mais que isso. Vi uma perspectiva, um verdadeiro time em campo. Um jogador jogando pelo outro, e quando se tem vontade as coisas acontecem.

Com um belo futebol o Palmeiras passou o carro sobre o Atlético Sorocaba e deu a sua torcida uma maior esperança de que nesse ano tão especial, as coisas podem acontecer. É cedo para falar ainda, e muito, mas é visível que o time está em sintônia e, acima de tudo, o seu treinador tem os jogadores na mão.

O que mais me agradou nessa tarde de domingo foi a ofensividade do time, coisa que não via havia muito tempo. O jogo começou melhor para o Soracaba, que mais acostumado com o péssimo gramado, abusava das jogadas em velocidade, principalmente através de Éwerthon (ex-Palmeiras e Corinthians). Tanto que após vacilo da dupla de zaga palmeirense, ele abriu o placar. Mas depois que abriu vantagem no placar, o Atlético parou de jogar e se recuou. Assim, o jogo começou para o Verdão que empatou com Valdívia após bela jogada de Wesley e cruzamento de Wendel.

Para o segundo tempo, o clima deu uma ajudada ao Palmeiras. Como é um time que usa muito a velocidade, uma refrescada no tempo fez com que o Verdão se sentisse melhor em campo, e aí o futebol fluiu de vez. Só deu o Palestra no ataque, até que a virada veio com um golaço de Leandro, após um lindo corte sobre o zagueiro sorocabano que deve estar procurando a bola até agora.

Depois disso, só se viu tranquilidade e calma nos jogadores palmeirenses, e após um lindo lançamento de Henrique o estreante Marquinhos Gabriel não foi fominha. Na cara do gol rolou pra trás e Juninho ampliou fazendo o seu segundo gol na temporada (melhor que o enganador do Pato). Atrás, Prass se mostrava muito bem e fez boas defesas em alguns poucos lances do time da casa. Sob gritos de "olé" o Palmeiras fechou o caixão do Atlético com o quarto gol feito por Wesley, após outro belo passe de Marquinhos Gabriel.

Com os três pontos, o Verdão está na liderança do grupo 4, mas acima de tudo, o time está jogando bem, e os reforços estão dando resultado. É cedo para qualquer empolgação, mas também não podemos nos diminuir diante dos rivais.

Semana que vem tem o Choque-Rei, mas antes uma paradinha quinta-feira no Pacaembu para enfrentar o Penapolense.

Conceitos

Fernando Prass - BOM: Muito bem em campo. Praticou ótimas defesas. A cada dia que passa, me dá confiança, coisa que não sentia nele.
Wendel - BOM: Apoiou bem o ataque, teve participação em gol e marcou bem. Se sou o Kleina, dou definitivamente a chance para ele ser o lateral direito titular.
Lúcio - REGULAR: Deu umas moscadas, mas teve momentos bons e tranquilos também, principalmente nas saídas de bola.
Henrique - REGULAR: Mesma coisa do Lúcio. Deu uns vacilos mas apareceu bem em outras horas. Confio nele!
Juninho - ÓTIMO: William Matheus vai ter que ralar peito se quiser ser titular. Tá jogando muito o Juninho. Outro ótimo jogo dele com gol e bons passes.
Marcelo Oliveira - BOM: Um verdadeiro ladrão de bolas no meio.
Wesley - ÓTIMO: A cada dia que passa se torna mais fundamental no time. Fez gols, boas jogadas e foi o ponto de equilíbrio do meio-campo.
Valdívia - ÓTIMO: Foi o dono do jogo. Belos gols e jogadas. Rezo para que esse ano não se machuque tanto. Se conseguir ter regularidade, vai formar um belo meio-campo com o Bruno César.
(Felipe Menezes) - REGULAR: Entrou mais ligado e tentou boas jogadas, mas a sua cara de sono ainda me deixa receoso.
Mazinho - REGULAR: Esteve mais apagado neste domingo, mas teve vontade. Ainda é coadjuvante, mas poderá ser o ator principal em alguns jogos.
(Marquinhos Gabriel) - ÓTIMO: Entrou com personalidade e jogou para o time. Deu dois belos passes para gols.
Leandro - BOM: Perdeu algumas bolas bobas mas cresceu no segundo tempo e fez um belo gol.
(Mendieta) - REGULAR: Entrou mais no fim, mas apareceu com vontade. Ainda sente a falta de ritmo pelos três meses parado, mas ficará de olho na titularidade.
Alan Kardec - REGULAR: Faltou um gol dele. Teve poucas chances.
Téc. Gilson Kleina - ÓTIMO: Acho que nunca dei esse conceito para ele, mas nesse domingo mereceu. Entrou com um time ofensivo e substituiu muito bem.

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por Fernando Borchio | fernando.borchio@hotmail.com

domingo, 26 de janeiro de 2014

Clinch > Nova noite de polêmica no UFC

Caros amantes do MMA, já está se tornando clichê dizer que a luta principal de um evento do UFC teve um resultado polêmico. A mais nova falcatrua aconteceu neste sábado e dessa vez foi mais ridículo ainda que os últimos resultados contestados.

Josh Thomson, ex-campeão do Strikeforce foi a mais nova vítima da injustiça. O "The Punk" entrou no óctogono como uma zebra diante dos ex-campeão do UFC Benson Henderson, que por sua vez queria mostrar que aquela atuação pífia quando perdeu o título para Anthony Pettis foi apenas uma ocasião. Mas não foi o que vimos.

O "Smooth" sofreu pressão diante de Thomson logo nos primeiros minutos onde batalhou mais da metade do round para não ser finalizado. Após conseguir se livrar das diversas tentivas de Josh para finalizá-lo, Henderson deu uma recuperadinha no gás e conseguiu igualar a luta, mas mesmo assim continuou sendo dominado no segundo round, claramente. No terceiro, Benson melhorou, dominou o centro e venceu, mas Thomson voltou a ter boas chances de finalizar tanto no quarto quanto no quinto.

Posso dizer que 60% dessa luta foi agarrada, em 50% dessa porcentagem, Josh estava melhor e dominando, mas no fim das contas Ben Henderson acabou novamente beneficiado por uma arbitragem cega, "vencendo" por decisão dividida. Aliás, já está se tornando costume Benson ser ajudado pela arbitragem. É um bom lutador, mas foi claramente ajudado na revanche contra Frankie Edgar e no combate contra Gilbert Melendez.

Já o co-main event da noite não teve polêmica. O brasileiro Gabriel Napão tinha uma pedreira pela frente, Stipe Miocic, um croata muito bom de trocação que está em crescente no Ultimate. Napão até foi bem no primeiro round. Acertou bons golpes em Miocic e até chegou o derrubar, mas foi um desastre nos outros dois. Ele claramente se cansou e mal tinha força para atacar seu advesário. O croata aproveitou e dominou a luta até o fim, vencendo por decisão unânime. Indico ao brasileiro que foque mais em sua preparação física para a próxima luta. Um atleta de alto rendimento não pode se cansar antes da metade da luta.

Outros brasileiros também apareceram no óctogono nesta noite de sábado. Estreante no UFC, Adriano Martins não deu nem pro gasto contra Donald Cerrone. Facilmente dominado, o manauara foi nocauteado ainda no primeiro round com um lindo chute. O único brasileiro a vencer na noite foi Hugo Wolverine. O ex-TUF Brasil bateu o americano Júnior Hernandez por decisão unânime.

Resultados oficiais do UFC On Fox 10
CARD PRINCIPAL
Benson Henderson venceu Josh Thomson por decisão divida.
Stipe Miocic venceu Gabriel Napão por decisão unânime.
Donald Cerrone venceu Adriano Martins por nocaute no primeiro round.
Jeremy Stephens venceu Darren Elkins por decisão unânime.

CARD PRELIMINAR
Alex Caceres venceu Sergio Pettis por finalização no terceiro round.
Eddie Wineland venceu Yves Jabouin por nocaute técnico no segundo round.
Chico Camus venceu Yaotzin Meza por decisão unânime.
Hugo Wolverine venceu Júnior Hernandez por decisão unânime.
Daron Cruickshank venceu Mike Rio por nocaute técnico no segundo round.
George Sullivan venceu Mike Rhodes por decisão unânime.
Nikita Krylov venceu Walt Harris por nocaute no primeiro round.

Yamaguchi estreia no Boxe profissional em um evento insano


O evento aparentemente era sério mas acabou se tornando por uma série de motivos, algo insano, digno de risadas. Realizado em Santos, o card trazia alguns confrontos entre brasileiros e argentinos. O co-main event teve o título latino-americano dos pesados da OMB. O campeão Irineu Beato venceu o argentino Carlos Sanabria em uma luta de baixíssimo nível técnico. Mas a curiosidade veio no resultado. Uma arbitra possivelmente sob efeitos de drogas pesadas deu o estranho resultado de 209 a 197 a favor do brasileiro, porém a pontuação máxima no Boxe é 120 pontos!!! Como ela foi capaz de dar esse resultado? Definitivamente, não sei.

Mas o que todos esperavam era a estréia de Yamaguchi Falcão (medalista de bronze na últimas Olimpiadas) no Boxe Profissional, que terminou de forma absurdamente insana bizarra, com o árbitro desclassificando o brasileiro e seu advesário argentino Martin Rios, por ambos estarem tendo atitudes anti-desportivas. Como revolta, o argentino cuspiu no árbitro que por sua vez nada fez além de dar um sorrisinho. Fim de luta lamentável para os coitados que tiveram coragem de gastar e ir ver essa porcaria no ginásio.


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* A coluna Clinch traz a análise dos principais eventos de artes marciais do planeta.

por Fernando Borchio | fernando.borchio@hotmail.com

Dentro ou Fora do Alçapão > Acabou! Santos tricampeão da Copinha

Acabou! E da maneira mais justa. Uma equipe que termina a competição com o melhor ataque e melhor defesa não merecia outro resultado que não fosse o título.

No aniversário de São Paulo, os queridinhos da cidade e da mídia, se é que me entendem, tiveram que se contentar com o vice-campeonato da Copinha.

O palco para a grande final: o tradicional Pacaembu. E foi lá que o Santos venceu o Corinthians por 2 x 1 e assegurou, pela terceira vez, o título da maior competição para a molecada.

O jogo foi dramático até o último minuto. Culpa da equipe de Vila Belmiro, que após fazer 2 x 0 num primeiro tempo tranquilo, recuou e viu o time da capital diminuir o placar e pressionar em busca do empate. Que não veio por forças divinas, já que oportunidades foram criadas aos montes.

Mas importante mesmo é que o título veio. E os destaques individuais foram muitos. Talvez por isso, uma campanha tão brilhante.

Zé Carlos, o lateral-esquerdo que é destro tem ótimas chances de ser aproveitado na equipe profissional. Por ser um jogador promissor e, principalmente, pelo dono da posição ser o chileno Mena.

Lucas Otávio, o capitão, é um ótimo volante. Integrado ao elenco de cima e dividir os gramados com Arouca pode torná-lo ainda melhor.

O camisa 10 Serginho já foi elogiado até pelo treinador do elenco profissional, Oswaldo de Oliveira. Resta saber se manterá o bom futebol diante dos jogadores consagrados, ou se sentirá a pressão, como Léo Cittadini, meia que não apresentou o mesmo futebol das categorias de base.

E por fim, os atacantes Diego Cardoso e o gênio “Di Stéfano Yuri”. O primeiro, um jogador de beirada, agudo, rápido. Tem tudo para se tornar um grande jogador. O segundo, aquele típico camisa nove, que usa bem o corpo, faz o pivô, bom cabeceador. E, diferente dos demais centroavantes, sabe o que fazer com a bola no pé.

Se todos esses destaques corresponderem às expectativas, aguardem para mais uma ótima safra da Vila.
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* A coluna Dentro ou Fora do Alçapão fala do Santos Futebol Clube. Jogue onde jogar és o Leão do Mar.


por Dhiego Vicario
| dhiegovicario@hotmail.com

Comentário da Redação > De volta para... 2013

Ao final do jogo deste sábado entre o Corinthians e São Bernardo (1 a 0 para o time do ABC), foi inevitável não lembrar do clássico dos anos 80 “De volta para o futuro”. Da mesma forma que Marty Macfly usou o Delorean para voltar ao passado, o time do Corinthians usou o busão do clube e voltou para... 2013. Isso mesmo! Se você estava com saudades do futebol modorrento do final do ano passado, ontem foi o dia ideal para relembrar a época nada gloriosa do Tite.

Lembram-se que há poucos meses atrás o time não criava, não chutava a gol e não tinha uma jogada decente? Então, foi justamente o que aconteceu de novo. Tivemos no meio-campo o “grande” Ibson – o peladeiro do Rio, que para variar ajudou bastante... o adversário.

No ataque fomos inoperantes mais uma vez e o “modelo vindo de Milão” só foi notado quando foi substituído, debaixo de vaias. Nem as entradas de Guerreiro, Danilo e Romarinho no segundo tempo deram jeito. O que deu para perceber, é que Mano Menezes vai ter muito trabalho para fazer com que nossos reservas acrescentem algo ao time. Ainda é começo de ano e oscilações são normais. Só espero que o mal futebol apresentado hoje não se repita quarta-feira na Vila Belmiro.

Conceitos

Walter – REGULAR: Foi praticamente um espectador em campo. Não teve culpa no gol.
Diego Macedo – RUIM: Errou quase tudo o que tentou no ataque e deu muitos espaços na defesa.
Gil – REGULAR: Não teve muito trabalho no jogo.
Paulo André –REGULAR: Também pouco apareceu na partida.
Jocinei – RUIM: Parece ter alguma qualidade, mas jogar improvisado na lateral não é pra ele.
Ralf – REGULAR: Teve trabalho no começo da partida e depois ficou um pouco sumido.
Guilherme – RUIM: Pouco apareceu na frente, uma de suas principais características nesse começo de ano.
Ibson – IBSON: Fez o que se espera dele, nada. Acho que agora a diretoria se convenceu que pode mandá-lo embora.
(Danilo) – RUIM: Sua entrada não acrescentou nada.
Rodriguinho – RUIM: Jogou muito mal e ficou sumido na criação das jogadas.
(Guerreiro) – RUIM: Entrou, lutou e pouco produziu.
Sheik – RUIM: Foi o mesmo Sheik de sempre, muita correria e pouca qualidade técnica.
Pato – SEM CONCEITO: Foi tão mal que nem merece conceito. Seria mais útil se fosse manequim de loja.
(Romarinho) – RUIM: A única coisa boa que fez hoje foi ter entrado no lugar da “Barbie de Milão”, que saiu sob vaias.
Téc. Mano Menezes – RUIM: Tentou fazer o rodízio do elenco e não muito certo. Também não conseguiu criar alternativas para sair da forte marcação adversária.

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* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.

por Rodrigo Svrcek | @svrcek_rodrigo  

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Clinch > Bom e barato: UFC Fight Night esquenta a noite de sábado

Quando o UFC faz os eventos sem numeração, geralmente são aqueles mais modestos, com muitos atletas que estão em busca de um lugar ao sol. Não são bombásticos de vendas de PPV muito menos caros para a organização bancar os lutadores participantes, já que não são os Tops.

Mas, dessa vez, o UFC conseguiu organizar um ´”bom e barato”. Analisando o card do sábado (25/01), vemos lutas muito interessantes. Principalmente para nós brasileiros, já que teremos 3 atletas tupiniquins subindo no octógono.

O evento principal seria disputa de título mas, com a lesão de Anthony Pettis, Benson Henderson, ex-campeão dos leves, será o adversário de Josh Thomson (esse que seria o desafiante). A luta mudou, mas o interesse não diminuiu. Isso porque Thomson ainda não provou muito na organização, e vencer Henderson seria a prova que ele precisa de que é o desafiante n° 1. “Smooth” também precisa provar, depois de ser facilmente vencido por Pettis. Acredito na vitória do ex-campeão, por decisão unânime, utilizando seu condicionamento físico privilegiado e seu wrestler, para manter o adversário com as costas no chão, ficando em posição de superioridade grande parte da luta.

O co-main event vem com Gabriel Napão em busca de mais uma vitória no UFC, contra Stipe Miocic. O brasileiro é favorito, na minha opinião, e deve engatar mais um nocaute, subindo degraus importantes na categoria dos pesados. De quebra, ele superará Frank Mir nos pesos pesados, como lutador com mais triunfos antes da decisão dos juízes. Hoje eles estão empatados com 11.

Adriano Martins será o azarão brasileiro, na disputa contra o Cowboy Cerrone. Apesar disso, acredito que ele tem chances reais de vencer. É um bom lutador, com estilo de luta bem definido, e pode se aproveitar das brechas que o americano costuma dar em suas lutas. Mesmo assim, aposto em Cerrone vencendo por nocaute.

E pra finalizar, no card preliminar, Hugo Wolverine, ex TUF BR 1, enfrentará Junior Hernandez. O brasileiro precisa se recuperar na organização depois de revés em sua última luta, e por ter mão afiadas pelo mestre Luiz Dórea, acredito em nocaute no 1° round.


Abaixo o card completo:

CARD PRINCIPAL

Ben Henderson vs. Josh Thomson
Gabriel Gonzaga vs. Stipe Miocic
Donald Cerrone vs. Adriano Martins
Darren Elkins vs. Jeremy Stephens

CARD PRELIMINAR

Alex Caceres vs. Sergio Pettis
Yves Jabouin vs. Eddie Wineland
Chico Camus vs. Yaotzin Meza
Junior Hernandez vs. Hugo Viana
Daron Cruickshank vs. Mike Rio
Mike Rhodes vs. George Sullivan
Walter Harris vs. Nikita Krylov

Oss!

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por Fernando Pilat
| @fernandopilat

Comentário da Redação > Vitória tranquila em Ribeirão Preto

Deu para o gasto. Fazer o resultado nos primeiros 45 minutos e preservar o grupo no tempo complementar neste início de temporada. Pois é torcedor palmeirense, o Verdão precisou de meio jogo para conquistar a sua segunda vitória no Campeonato Paulista e ficar ao lado do Bragantino na liderança do grupo D com seis pontos (o que por enquanto não importa tanto).

Todos no estádio Palma Travassos, em Ribeirão Preto, estavam de olho em um só jogador: Lúcio. O pentacampeão não atuava como titular desde julho de 2013, quando ainda estava no São Paulo, e logo no primeiro toque de bola deu um drible seco em Macena e saiu tranquilamente com a bola. Aliás, a zaga palmeirense não comprometeu. Teve trabalho, mas nem parecia que Lúcio estava a tanto tempo parado.

Com a empolgação da torcida, o Bafo marcava forte o ataque palmeirense e chegava com perigo, principalmente pela dupla Macena e Marcelo Toscano. Já o Verdão tinha problemas na armação das jogadas com Mazinho e Serginho.

Aos 13, eis o gol. Mas do Palmeiras. Mazinho cobrou lateral pela direita, a bola passeou pela área, Serginho ajeitou para trás e Juninho bateu fraco, o suficiente para vencer o veterano Júlio Sérgio (sim, aquele).

O gol deixou o adversário fragilizado e o Palmeiras só não ampliou graças ao erro grosseiro da auxiliar, ao invalidar o gol legal de Serginho aos 20 minutos – quatro rivais davam condições ao meia.

O segundo gol saiu aos 37 minutos, quando Alan Kardec e Henrique pressionaram a saída de bola do Comercial, a defesa falhou e Wesley soltou a bomba de fora da área: 2 a 0.

Na segunda etapa, Kleina promoveu as entradas de William Matheus, Felipe Menezes e França, para os lugares de Juninho, Wesley e Renato. O Bafo tentou furar a defesa alviverde com Wilian Simões e Cassiano Bodini, mas pecaram na falta de pontaria.

Uma vitória tranquila e para o gasto pelo início de temporada. Com a chegada das novas peças, o time terá condições de voar baixo e brigar de igual para igual pelo título do “Laboratório Paulista”.

Conceitos

Fernando Prass - BOM: Mostrou tranquilidade quando foi exigido, principalmente no segundo tempo. 
Wendel - REGULAR: Esforçado como sempre. Não apareceu no ataque.
Lúcio - BOM: “BeckenLúcio” fez uma atuação tranquila para uma estreia. Ganhou todas as divididas que disputou.
Henrique - REGULAR: Deu umas espanadas, mas não comprometeu.
Juninho - REGULAR: Começou bem, marcou o primeiro gol, mas caiu de produção no segundo tempo a ponto de ser substituído. Coisas de início de temporada.
(William Matheus) - BOM: Fez uma boa estreia. Foi ao ataque e quase guardou o seu.
M. Oliveira - REGULAR: Bom na marcação, mas pecou nas saídas de bola.
Renato - BOM: Boa promessa, a ponto de esquecermos do Márcio Araújo. Desarmou bem e mostrou personalidade em alguns momentos. Mas acredito que ele será banco quando o Eguren voltar.
(França) - SEM CONCEITO: Pouco produziu. Sem conceito.
Wesley - REGULAR: Apesar do golaço, errou muitos passes, a ponto de ter sido substituído no segundo tempo.
(F. Menezes) - RUIM: zzzzzzzzzzzzzzzzz... Com direito a gorro, pantufa e o famoso despertador amarrado ao calção.
Mazinho - REGULAR: Foi esforçado, porém afobado em alguns momentos. Facilmente marcado.
Serginho - ÓTIMO: Foi o melhor do time. Criou jogadas, driblou e participou do lance do primeiro gol palmeirense. Porém, como todo o time, caiu de produção.
Alan Kardec - BOM: Teve um papel tático de preocupar a zaga do Comercial. Buscou jogo e participou dos dois gols alviverdes.
Tec. Gilson Kleina - BOM: Escalou o time no 4-2-3-1, mas ainda falta armação. Com Valdivia, Mendieta e Bruno César, esse problema possa ser solucionado. Mexeu conforme a necessidade da equipe.


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* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.

por Antonio Lemos | www.paponaarquibancada.blogspot.com.br

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Comentário da Redação > São Paulo finalmente vence no fantástico Paulista League

Hoje vou começar meu texto com aspas do aniversariante do jogo de ontem contra o Mogi Mirim, Deus Rogério Ceni, o Mito: "A gente tem que evoluir bem mais. É pouco tempo de preparação. Precisamos de mais qualidade técnica, mas é um cansaço muito grande. Aí você começa um campeonato que começa depois de 13 dias... Só no Brasil que começa assim, é o fantástico Campeonato Paulista. Dá vaga pra quê? Dá um título..."

Tem como não gostar desse cara? Ele resumiu de uma forma sublime o que eu também penso sobre o Paulista League Champioship Summer Rain Machine e sobre o desempenho do São Paulo na vitória por 4x0.

Não se engane leitor, o placar é mentiroso! Mentiroso e caluniador! (Não lembra do Quércia? Então reveja aqui) O São Paulo apresentou, principalmente no primeiro tempo, o mesmo futebol horroroso que apresentou contra o Bragantino no domingo passado.

No segundo tempo, depois de 15 minutos de uma boa e velha bronca do Muricy no vestiário falando sobre o que ele acha da vida, o time voltou mais ligado e apertou o Mogi que, facilmente, peidou. Foram quatro gols dados pela defesa do time da região de Campinas. Isso mesmo! O primeiro gol, do Osvaldo... PAUSA NO TEXTO!

Gol do Osvaldo? Como assim? O que é isso? Isso existe?

Existe! Prestes há completar 1 ano sem gols, Osvaldo saiu ontem da seca! Depois do desvio da zaga no seu chute despretensioso de fora da área, ele tirou o zero do placar.

VOLTANDO... O segundo e terceiro gol saíram após erros de passe da linha defensiva do Mogi Mirim. Lances que fizeram justificar o nome do time, Mirim. Pegaram a piada? Viu como eu sou engraçado?

E o ultimo gol, do Douglas, também surgiu após desvio do chute de fora da área do incrível lateral.

E o Rivaldo... Quando os times estavam perfilados para cantar o hino nacional, vejo o bom e velho Rivaldo, aquele mesmo no auge dos seus 41 anos pronto para jogar. Quem diria que um jogo São Paulo e Mogi Mirim, pelo Paulistinha do Cavaco, poderia me proporcionar vê-lo jogar novamente.
Sempre gostei muito do Rivaldo. Jogou muita bola! Fez muito sucesso graças somente ao seu futebol. O marketing pessoal nunca foi seu aliado. Evitava dar entrevistas, quando dava falava errado e pouco. Tenho certeza absoluta que se chamasse Rivaldinho, tivesse nascido no Rio de Janeiro e fosse amigo do Galvão Bueno seria mais reconhecido pelas pessoas. A meu ver, foi o melhor jogador do Brasil nas Copas de 98 e 2002.

Bem amigos, foi só a segunda rodada do o Paulista League Champioship Summer Rain Machine. Tem muita coisa boa ainda por vir! Tanto que eu desenvolvi uma nova forma de dar conceito aos jogadores nesta competição. Funciona da seguinte forma, todos já ganham o conceito PÉSSIMO. Pois todos os jogadores estão com um péssimo preparo físico, péssima técnica e com uma péssima vontade de jogar.

Então, os conceitos abaixo, mesmo que positivos, são dentro desse universo da porcaria, ok?

Conceitos

Rogério Ceni – ÓTIMO: Hoje ganhou ótimo pela inteligência e por ser Mito.
Luis Ricardo – RUIM: Muito cedo para fazer um julgamento sobre seu futebol, já que ainda busca entrosamento com a equipe. O que já dá para perceber é que tem uma boa noção na bola área defensiva e sabe cruzar. Mas ontem vacilou em diversos lances e deixou uma avenida do seu lado.
Rodrigo Caio – REGULAR: De boa na lagoa.
Antônio Carlos – REGULAR: Jogou tranquilo, deu até para conversar no Whatsapp no segundo tempo.
Reinaldo – PÉSSIMO: Se já tinha medo de jogar antes, nesse jogo, com o lateral novo na arquibancada, praticamente se escondeu atrás das placas de publicidade.
Wellington – PÉSSIMO: 98% de aproveitamento em passes errados.
Maicon – RUIM: Organizou com louvor o treino de dois toques no meio campo.
Ganso – RUIM: Com aquela inhaca...
(Boschilia) – SEM CONCEITO: Pouco tempo, mas foi legal o Muricy por ele para jogar mesmo que poucos minutos.
Osvaldo – REGULAR: Hoje tem Buchada de Bode reforçada no almoço (conforme foto acima)!
(Douglas) – SEM CONCEITO: Entrou no final do jogo. Só deu um chute e marcou 1 gol. Seleção?
Ademilson – BOM: O que mais tem corrido nesse início de ano no elenco são-paulino. Ganhou um gol.
Luis Fabiano – REGULAR: Deu uma furada num lance do segundo tempo que deu medo. Pelo menos fez um gol.
(Ewandro) – SEM CONCEITO: Mesmo que seu colega Boschila.
Téc. Muricy Ramalho – ÓTIMO: Enganaram o bobo, na casca do ovo. Ficou no tricolor por causa da promessa de darem um time melhor e... Pegadinha do Mallandro!!! Tem feito o possível com o material humano que tem. Mérito na bronca do intervalo que possibilitou a vitória no jogo.

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por Victor Mesquita | @victor_mesquita

Comentário da Redação > Jogando pro gasto

Corinthians 1 x 0 Paulista: Guerrero marcou (Foto: Gazeta Press)
Não foi um jogo de encher os olhos, uma partida brilhante, mas valeu. No seu segundo jogo do ano, o Corinthians novamente fez uma apresentação convincente que já dá indícios de como será a tônica e o padrão do time nesse ano. Pelo menos, é o que aparenta.

O começo do jogo foi marcado pela correria no meio de campo. Dinélson, nosso velho conhecido e agora meia do Paulista, deu algum trabalho para Ralf no setor defensivo do Corinthians, mas as boas participações de Paulo André e Gil compensaram com bons desarmes nos atacantes adversários e o goleiro Walter quase não teve trabalho dessa vez, levando apenas um susto num chute de fora da área o qual conseguiu desviar para a trave com a ponta dos dedos.

Outros destaques para esse começo de ano até agora vão para Romarinho, Rodriguinho e Uendel. O menino que terminou 2013 como projeto de Jorge Henrique parece ter se encontrado novamente jogando como atacante, sem ter a necessidade marcar o lateral adversário; o outro que foi preterido por Tite durante tanto tempo, vai se soltando com a camisa alvinegra cada vez mais. Já o lateral esquerdo mostra que vai brigar muito com Fábio Santos pela vaga de titular.

No segundo tempo, Mano ousou e pôs em campo um time com três atacantes de oficio: Émerson Sheik e Alexandre Pato abertos pelas pontas, e Guerrero como centro avante fixo dentro da área. A formação que é vista como a predileta por vários torcedores (inclusive eu) desnorteou a defesa do Paulista, resultando no gol de cabeça do Peruano no aos 35 da etapa final após um belo cruzamento do Sheik a partir da esquerda.

Agora somos os líderes do grupo C desse campeonato de fórmula esdrúxula. Mas melhor que isso, vale se atentar mais a evolução do time nos próximos jogos. Mesmo com as vitórias magras que nos fazem lembrar de um passado recente, as atuações devem ser levadas mais em conta. A postura da equipe de buscar mais o ataque é notória e ficamos no aguardo pela evolução da equipe nas próximas rodadas.

Conceitos

Walter – REGULAR: Quase não trabalhou e, quando exigido, se mostrou seguro.
Diego Macedo – REGULAR: Bem no apoio, mas dando alguns espaços na defesa.
Gil – BOM: Seguro, impecável.
Paulo André – REGULAR: não comprometeu e como sempre, foi bem nas jogadas áreas na defesa.
Uendel – BOM: Foram apenas dois jogos até agora, mas se continuar jogando assim Fábio Santos não volta mais.
(Felipe) – REGULAR: entrou para cobrir a defesa pela esquerda e não comprometeu.
Ralf – BOM: Começou o jogo perdendo o tempo de bola em algumas dividas, mas voltou ao normal com o decorrer da partida. Aos poucos ele vai até se soltando para chegar no ataque.
Guilherme – BOM: Temos que celebrar esse começo nesse ano. Pela primeira vez desde que chegou, conseguiu fazer dois bons jogos em sequencia!
Danilo – REGULAR: Poderia ter aberto o placar mais cedo após um rebote no começo do 1º tempo, mas chutou em cima do goleiro.
(Pato) – REGULAR: não conseguiu levar as jogadas individuais a diante, mas conseguiu abrir espaços na defesa adversária.
Rodriguinho – BOM: olho nesse menino. Também começou o jogo tímido, mas foi se soltando e comandou a armação das jogadas de ataque.
Romarinho – BOM: voltando a "fase iso".
(Sheik) – BOM: entrou mais ligado do que contra a Portuguesa e fez a assistência para o gol de Guerrero.
Guerrero – BOM: autor do gol da vitória, deu trabalho para a zaga do Paulista. Voltando a jogar “pa caraio”.
Téc. Mano – BOM: aos poucos dá pra ver que ele quer abandonar a fama de retranqueiro deixando o time mais solto.
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* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.


por Helder Rivas | @HelderRM

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Comentário da Redação > Vitória de um Santos, empate de outro

Cá estou, mais um ano, comentando sobre os jogos do Santos. Hoje um pouco diferente, em vez da equipe profissional, falarei sobre o jogo do Peixe na Copa SP de Juniores. Motivo? Dois, em especiais. O primeiro por ser uma semifinal e o segundo em uma forma (simples) de protesto contra a ideia 'maravilhosa' da FPF de colocar dois jogos de um mesmo clube no mesmo horário.

Antes de comentar o jogo, agradeço ao senhor Pilatos (o Ricardo) por me escolher para acompanhar o jogo da Copinha, que escolha sábia!

Foi um show de bola. O Atlético/MG com seu time equilibrado, marcador e com dois bons e promissores atacantes, e o Santos, na minha opinião, a melhor equipe do campeonato, protagonizaram um jogo acirradíssimo, apesar do placar.

O primeiro tempo foi do Galo. O time de Minas se impôs muito bem, marcando o campo todo e dificultando a equipe da Vila de sair jogando. O Santos, desfalcado de Naílson e Diego Cardoso, seus principais jogadores de defesa e ataque, ficou totalmente recuado na primeira etapa. Era dominado, para ser dito a verdade.

Eu já havia, pessoalmente, acompanhado um jogo do Galo na Copinha, foi contra o Aquidauanense no estádio do Nacional (quem mora em SP sabe a tradição desse campo). O Atlético, na primeira etapa contra o Santos, foi tão regular e equilibrado quanto esse jogo que fui assistir, por isso encontrava-se na semifinal do campeonato.

A primeira etapa estava nos últimos segundos e a falha na concretização do Atlético rendeu-lhes a consequência. Aos 45 minutos, (Di) Stéfano Yuri recebe um cruzamento rasteiro do volante Fernando e manda a bola para o fundo das redes de Uilson, o goleiro líbero (vive mais adiantado que Rogério Ceni e Fábio Costa juntos). Assim finalizando o primeiro tempo.


Enquanto isso, nós, santistas, felizes com o atual placar na Copinha, ficamos sabendo (um abraço ao Del Nero pelo horário do jogo) que o time profissional perdia por 1 a 0 do Audax-SP.

O segundo tempo foi o oposto do primeiro, totalmente. O Atlético se desmantelou para ir em busca do empate e viram os meninos da Vila darem um show na Arena Barueri.

Perdendo gols um atrás do outro, aos 35 minutos com Matheus Augusto, que entrara no intervalo no lugar do Neilton, o Santos ampliou o placar com um golaço do menino, de cobertura!

Após o segundo gol, o jogo se tornou ataque contra defesa, mas quem se defendia era o Galo. Que não conseguiu segurar-se por muito tempo. Aos 40 minutos, com, mais uma vez, (Di) Stéfano Yuri, fechou o caixão da semifinal, 3 a 0.

O Santos classificou-se para a segunda final seguida da Copinha, enquanto o Atlético/MG arruma as malas de volta à Minas Gerais.

Conceitos

João Paulo - BOM: Criticado ao decorrer do campeonato, hoje salvou o time quando mais precisou.
Daniel Guedes - BOM: Apesar de um primeiro tempo de altos e baixos, o segundo tempo foi bem, iniciando a maioria dos contra-ataques.
Paulo Ricardo - BOM: Muito seguro. Sentiu um pouco a ausência de Naílson, seu companheiro de zaga, mas se desdobrou para evitar o gol do adversário.
Gustavo Eugênio - REGULAR: Cara com muita vontade, mas precisa aprimorar alguns fundamentos. Deixou muitas sobras para Paulo Ricardo.
Zé Carlos - REGULAR: Destaque do time em todos os jogos até as quartas de final, talvez por isso não foi seu melhor jogo. Altos e baixos em toda a partida. Errou muita saída de bola.
Lucas Otávio - REGULAR: Desarmou muito, mas tinha muita dificuldade ao sair jogando, deu muito ataque ao Galo.
Fernando - BOM: Correu muito marcando e ainda deu assistência.
Jorge Eduardo - REGULAR: Demorou para entrar no jogo. Com seu potencial, podia ter impedido o domínio do Galo no meio de campo da primeira etapa.
Serginho - BOM: Também demorou para entrar no jogo, mas quando entrou foi o cara dos contra-ataques. Por pouco não fez um belo gol. Saiu machucado.
(Diego Santos) - SEM CONCEITO: Entrou para marcar e não foi preciso.
Neilton - PÉSSIMO: O pior em campo por parte do Santos. Deu lugar ao Matheus Augusto que mudou o time.
(Matheus Augusto) - ÓTIMO: Mudou o jogo, fez um gol e foi pura beleza com seus dribles inteligentes. Pode ser cedo e me xingarem, mas me lembrou um neguinho de canela fina que reinava na Vila com uma camisa 7.
Stéfano Yuri - ÓTIMO: Não estava 100% e fez dois gols, preciso dizer mais alguma coisa?
Téc. Pepinho - BOM: Viu o time ser dominado na primeira etapa, mas respirou com um gol do Stéfano Yuri ainda no primeiro tempo. Na segunda etapa arrumou o meio-campo e o time deu show. Deu seu toque na equipe.

Ah, não é só isso! Acabou o jogo em Barueri, via-se santistas correndo para seus carros para irem ao Pacaembu ver o final do jogo dos profissionais. Penso o quanto esses caras devem agradecer a FPF por essa correria, que aliás, rendeu-lhes UM EMPATE com o (Grêmio Osasco) Audax-SP por 1 a 1. Vampeta e Del Nero (na imagem) terminam a Terça-feira felizes da vida..

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* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.

por Igor Domingues | igor4712@hotmail.com