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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Comentário da Redação > Vale a pena ver de novo: #EuCincoMuito

Mais uma goleada do Santos na Vila: 5 a 0 (Foto: Futura Press)
Imaginem o seguinte cenário: Vila Belmiro, Gabriel de titular e o placar mostrando que o Santos fez cinco gols. Imaginou? Pois então, nessa noite de quinta-feira o cenário foi repetido pela terceira vez no Paulistão 2014. O Peixe atropelou mais um adversário em casa, o nome da vez era o Bragantino.

O time foi à campo na formação "Oswaldia e alegria", com QUATRO atacantes: Gabriel, Geuvânio, Rildo (no lugar do poupado Thiago Ribeiro) e Damião. Na teoria, uma loucura, na prática um reinventar de como jogar.

O primeiro tempo nem tinha começado direito e o Santos já assustou. Rildo fez boa jogada na esquerda (essa frase pode ser repetida ao longo do texto em razão de repetição do acontecimento no jogo todo) e foi travado na hora do passe para Gabriel.

O Bragantino não conseguia responder, pois estava empenhado em defender. E até os 22 minutos conseguia segurar muito bem, até que o lateral-esquerdo Yago tomou o segundo amarelo e foi expulso da partida. A pressão que já era grande, agigantou-se.

O Peixe cansou de perder gols, parecia que era a noite do goleiro Rafael Defendi (sim, Defendi). Só parecia. No fim do primeiro tempo, aos 41, Cícero resolveu arriscar de longe, abriu o placar e furou de vez a defesa de Bragança, levando a vantagem de 1 a 0 para a próxima etapa.

O segundo tempo foi um espetáculo de gols. Logo no primeiro minuto, após boa jogada de Rildo na esquerda², Gabriel recebeu de frente ao goleiro e pôs no fundo da rede, fazendo 2 a 0.

O terceiro gol não precisou de mais de cinco minutos para aparecer, Geuvânio pegou uma sobra e fez. O mesmo marcou o quarto aos 22.

A goleada estava feita, mas faltava o gol do centroavante mais caro do Brasil, Leandro Damião! Aos 32, com assistência do estreante Lucas Lima (bom de bola o menino), o camisa 9 não teve dificuldades de acertar o alvo e marcar, após perder alguns gols durante o jogo. Fechou o placar em 5 a 0.

Com a vitória garantida, o Santos segurou a posse de bola até o fim de jogo. Alguns jogadores tentaram marcar o sexto, como Lucas Lima assustando de falta e Rildo em boas jogadas na esquerda³, mas o jogo terminou assim.

A vitória trouxe mais 3 pontos ao Peixe que segue como melhor time do Paulistão 2014, enquanto o Bragantino luta pela vaga na próxima fase no grupo D.

Conceitos

Aranha - SEM CONCEITO: Não foi o Marcelo Teixeira que deu, mas conseguiu o melhor camarote da Vila Belmiro.
Cicinho - REGULAR: Altos e baixos.
Neto - RUIM: Jogou 45 minutos e viu o único perigo pelo Bragantino ser criado em cima dele. Saiu machucado.
(David Braz) - SEM CONCEITO: Entrou e não trabalho. O ruim foi vê-lo novamente com a camisa do Peixe.
Jubal - BOM: Não teve trabalho, mas eu vi em campo um jogador muito calmo e seguro de si. Bem trabalhado, tem muito futuro.
Mena - REGULAR: Se ele apoiasse como marca, todos os jogos teria uma nota acima de regular.
(Bruno Peres) - REGULAR: Esforçado, mas não fez muito.
Arouca - BOM: Era o único que marcava e desarmou quase todas as tentativas de jogadas do Bragantino.
Cícero - BOM: Abriu a porteira, como sempre.
Rildo - ÓTIMO: O que ele tem de feio é o que ele jogou hoje. Só faltou um gol.
Gabriel - BOM: Em campo é difícil dar outra nota a esse moleque se não for bom. Joga muito! Deixou o dele.
Geuvânio - BOM: Começou mal a partida, errando tudo que tentava, mas entrou no jogo e marcou dois gols.
(Lucas Lima) - BOM: Entrou com personalidade, dando assistência ao Damião. Vai dar trabalho.
Leandro Damião - REGULAR: Fez um gol e perdeu dois sozinho em frente ao goleiro.
Téc.Oswaldo de Oliveira - ÓTIMO: Ele simplesmente mitou só pela formação inicial do jogo. O placar foi consequência.


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Comentário da Redação > Tudo de volta ao normal

Abre o olho Felipão. Kardec é Seleção! (Foto: Terra)
Não foi um espetáculo, um show de bola típico de um Barcelona, Bayern de Munique ou Real Madrid, mas as coisas voltaram ao normal e o Palmeiras voltou a vencer no empolgante e competitivo “Paulistians League”. Sim, fizemos o que os nossos “queridos” rivais são-paulinos e corintianos não conseguiram fazer durante o certame: vencer o surpreendente São Bernardo.

Parece que as palavras do Ulisses Costa Gilson Kleina aos seus comandados surtiram efeito. O time entrou em campo com três atacantes e desta vez, sem invenções, cada um jogando no seu quadrado, além do mais, a palavra de ordem foi: DEDICAÇÃO. Sim, a equipe se dedicou os 90 minutos, bem ao contrário daquele acidente de percurso em Ribeirão Preto, quando só fizeram visita na cidade e esqueceram de jogar bola.

O Bernô tentou assustar, mas Fernando Prass estava lá para salvar em dois lances contra Rodrigo Careca. No primeiro, o centroavante acertou um chutaço de longe e o goleiro espalmou para escanteio; na sequência, recebeu livre na área e finalizou em cima do arqueiro.

O Palmeiras dominava, mas não finalizava. Aos 24, o criticado Vinicius começou a jogada pela esquerda, inverteu para Marquinhos Gabriel, que esperou a ultrapassagem do ‘esforçado’ Wendel e deu o passe na cabeça de Alan Kardec: GOL do Verdão e CHUPA Felipão! Calma, leitor do Redação, foi só um momento de desabafo, já voltei ao normal, pois como palmeirense, já estou acostumado com as teimosias do bigode (aguentamos o Luan por quantos anos mesmo?).

Ainda no primeiro tempo, Wilson Júnior evitou o segundo gol do Verdão em cabeçada de BeckenLúcio e o rebote de Kardec.

Na segunda etapa, mais uma vez, Van der Prass parou Rodrigo Careca após mais uma finalização do camisa 9 e foi só por parte do time do ABC. Daí, o Verdão matou o jogo. Wesley cobrou falta rápida e deixou Valdivia à vontade para puxar contra-ataque. Depois de uma troca de passes iniciada por: Juninho, Wesley, Vinicius e, novamente, Valdivia. O chileno dominou tranquilo, teve calma para escolher o canto e só deslocou o goleiro do Bernô, aos 10 minutos.

Fecha a conta, passa a régua e o Verdão voltou a vencer. Sim, não foi um show de bola, mas vencemos. Estamos perto da classificação e no mata-mata a história será diferente.

Conceitos

Fernando ‘Van der’ Prass
- SENSACIONAL: Grande atuação do goleiro palmeirense. No duelo pessoal com Rodrigo Careca, o arqueiro levou a melhor com grandes defesas. Ótima fase!
Wendel - ALELUIA: Subiu com frequência ao ataque e por um milagre jogou bem. Foi dos pés dele que saiu o cruzamento para o gol de Alan Kardec.
‘Becken’Lúcio - ÓTIMO: Na cozinha palmeirense, ele é quem manda. Anulou o ataque do Bernô e se arriscou no ataque.
M. Oliveira - BOM: Atuação segura na zaga. Sem sustos.
Juninho - REGULAR: Tímido no apoio, se preocupou apenas em defender.
Eguren - BOM: Cumpriu bem o papel de proteger a defesa e tentou arriscar algumas jogadas.
Wesley - BOM: Quando foi preciso, deu qualidade ao meio-campo. Jogou bem.
(Tiago Alves) - SEM CONCEITO: Não suou a camisa.
Valdivia - ÓTIMO: Procurou jogo, tentou arrancadas, marcou o segundo gol e mais uma vez foi bastante participativo. Nova fase do Mago.
Marquinhos Gabriel - BOM: Como atacante pela direita funcionou bem. Deu trabalho para a defesa do Bernô.
(Mendieta) - BOM: Entrou no segundo tempo e ajudou a distribuir o jogo no meio-campo.
Vinicius - RUIM: zzzzzz... Ele sabia que tinha jogo? Ficou isolado, errou muitos passes. Segundo o DataLemos, acertou só o passe que originou a jogada do primeiro gol do Verdão, e só. Se lembrar de outro lance, me avise.
(Patrick Vieira) - REGULAR: Se movimentou bem e provou que pode ser útil neste elenco.
Alan Kardec - CHUPA FELIPÃO: Centroavante provou que não se abalou ao ser trocado por Jô e Fred, e guardou mais um tento no Paulistão. Mostrou presença de área e oportunismo.
Tec. Gilson Kleina - BOM: Sem inventar, escalou a equipe certa e ofensiva. É desse jeito que o torcedor palmeirense quer ver o seu time jogar.
 
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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Comentário da Redação > Diga à Nação que fico!

O artilheiro do Maraca ficou! (Foto: Terra)
O palco estava armado. O Maracanã estava cheio, do jeito que ele gosta. Era uma noite de gala, de despedida. Era o último jogo de Hernane, o carismático Brocador com a camisa do Flamengo. Sempre apontado como um jogador limitado que vivia apenas uma boa fase, era a hora de sair do radar e fazer seu pé de meia no novo eldorado futebolístico, a China.

Hernane sabia que estava devendo esse ano. Entrou pilhado, buscou o jogo. Além de todo esse clima, todo o rubro-negro chegava a esse jogo literalmente babando. Era o time que nos eliminou de forma vexatória na última Libertadores, mesmo que de maneira indireta. A imprensa fez questão de chicotear o pobre flamenguista durante a semana relembrando o passado ruim. É a mesma coisa que acontece em qualquer possível confronto contra o Santo André: passaremos a semana anterior ao confronto ouvindo piadas, vendo e revendo gols daquele fatídico jogo. Era preciso uma resposta.

O primeiro tempo a equipe não foi bem. Jogo amarrado, time dando muito espaço. Mugni foi muito mal. Errou quase tudo que tentou. Abusou das tentativas de jogadas de efeito, nenhuma com sucesso. Num jogo de Libertadores, qualquer falta próxima à área é bem vinda. Principalmente para Elano. Em uma justa homenagem ao maior jogador da história do futebol que estava no estádio, Zico, o meia rubro-negro colocou a bola no ângulo.

Na volta do intervalo, com Gabriel no lugar do péssimo Mugni, o time engrenou. Mais uma vez Elano apareceu com um bom passe para André Santos que cruzou para o Hernane reencontrar o caminho que mais conhece: a rede do Maracanã. Dois a zero, placar consolidado, era hora de fazer a bola rodar.

Quando a torcida ensaiava a ola, Cáceres achou Everton no costado da zaga, para concluir com perfeição no canto esquerdo da meta, 3 x 0. E quando a torcida já fazia a ola, Samir resolveu meter um golaço de peito. Contra. Detalhe que o chute foi de Escalada (aquele!!!!). 3 x 1.

A festa que era de despedida estava completa. Gol, vitória e a torcida pedindo para ficar. E pela manhã, após apoteótica noite, tivemos o dia do fico! Não será dessa vez que o Maracanã perderá seu maior artilheiro pós-destruição. Hernane resolveu ficar. Quando a magnética pede, fica difícil dizer não. Até porque ele está convidado para a última festa, a ser realizada no Maraca, com Léo Moura levantando a taça de campeão da Libertadores. Loucura? O que posso te dizer é carnaval e como diria o excepcional samba da Mocidade de 1992, sonhar não custa nada.

Conceitos

Felipe – FERNANDO PRASS: O Emelec não assustou muito e não teve culpa no gol, mas sofreu da “síndrome de Prass” ao sair em falso em um cruzamento.
Léo Moura – BOM: Curiosamente foi melhor na defesa que no ataque. Ótimas coberturas, mas errou alguns cruzamentos.
Wallace – REGULAR: Péssimo primeiro tempo. Facilmente envolvido, parecia afoito. Melhorou na segunda etapa.
SaMITO – BLACKENBAUER: Maturidade absurda para a idade. Rápido, dificilmente é pego de surpresa. Forte, não perde divididas. É titular absoluto. Adeus, Erazo.
André Santos – MARACUJINA: Tá nervoso esse ano hein, filho? Para com isso de querer bater nos outros. Apareceu também na assistência para Hernane.
Cáceres – BOM: Combateu muito bem e saiu de forma eficiente para o jogo, dando assistência para Everton marcar o 3º gol.
Muralha – REGULAR: Sabe qual o seu problema? Você acha que é o Gérson. Um passe de 2 metros bem dado, é melhor que um lançamento de 40 metros para o gandula. Pense nisso.
(Feijão) – QUEM É?: Só reparei que perdeu a bola pro gol do Escalada. Pois é, Escalada.
Elano – ELIAS: Segurou a bola, passou com qualidade e ainda marcou um golaço. Se não fosse loiro, minhas preces teriam sido ouvidas e teríamos o Elias em campo.
(Alecsandro) – BOM: Entrou jogando como meia (???) e foi muito bem. Driblou, lançou e marcou. Dá a 10 pra ele, Jayme.
Mugni – RUIM: Parece que não se alimenta antes dos jogos. Morto em campo, abusou dos passes errados. Parece querer ocupar a vaga de Carlos Eduardo no elenco.
(Gabriel) – ÓTIMO: Parecia o Bolt. Fez o time melhorar com bastante correria e arrancadas. Já merece a titularidade.
Everton – BALE: Infernizou os equatorianos. Sofreu a falta no gol de Elano. Acertou a trave em bela jogada. Marcou o 3º gol. Driblou até o amanhecer. Atuação espetacular.
Hernane – DOM PEDRO: Fez o que sabe: gol. Aqui seria o espaço para uma despedida, mas você fez o dia do fico para a Nação. Bom jogo apesar de toda carga emocional.
Téc. Jayme de Almeida – BOM: O time não foi bem no primeiro tempo. Com a entrada de Gabriel, equilibrou a equipe e conseguiu um importante resultado. Parece a vontade no cargo. Tem o grupo nas mãos.

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por Rafael Gomes | rafagomesdesouza@gmail.com | @rafaeldudu

Comentário da Redação > Será que encontramos um caminho para ter um time forte?

Será? Será mesmo, caro torcedor tricolor? Não sei, só o tempo dirá! Mas a vitória de ontem por 3x1 contra o XV de Piracicaba nos deu esperança de que o São Paulo pode ter um time e não aquele catadão que vimos até o jogo contra o Santos.

Mesmo levando um gol no comecinho do jogo, em mais uma falha em bola aérea, o time foi muito organizado em campo, com muita movimentação e rapidez na saída para o ataque. Eu sei que o adversário é fraco e que o Paulista Champions League não é parâmetro. Mas lembre, caro leitor, que nem contra essas equipes o São Paulo conseguia se impor como se impôs contra a tradicional equipe de Piracicaba.

A meu ver o grande motivo para essa mudança não foi o fato do Ganso estar no banco, mas sim o esquema tático. Sim, vamos falar de coisa chata! Estou longe de ser treinador, mas ontem, mesmo para um leigo, foi possível notar que o Tricolor jogou num 4-4-2 clássico, estilo inglês. Os armadores da equipe foram os dois volantes no meio, que ficaram na mesma linha dos meias abertos pela laterais, que no jogo de ontem foram o Osvaldo pela esquerda e o Luis Ricardo pela direita. Inclusive o lateral/atacante/meia/contador/operador de retroescavadeira, fez seu primeiro gol pelo São Paulo, empatando a partida.

Pabon, que muitos falaram que era o armador da equipe, na verdade se movimentava como um segundo atacante que caia para os dois lados, tendo o Luis Fabiano mais a frente.

“Ah Victor, então já era!? O Ganso está fora da equipe? Vamos manda-lo para um time da Ucrânia?”
Não, muito pelo contrário!

Muricy sempre deixa muito claro que jamais desiste dos jogadores e o jogo de ontem provou isso. Mesmo a equipe apresentando um bom futebol, ele trocou aos 15 minutos da segunda etapa Luis Ricardo pelo o Ganso. O meia entrou e minutos depois deixou Luis Fabiano na cara do gol para virar o placar. Depois do gol o São Paulo tentou controlar mais o jogo com posse de bola, mas sem abdicar do ataque.

Dessa forma, Ganso mais uma vez deixou Luis Fabiano na cara do gol, que dessa vez sofreu o pênalti. Pabon, com aval do Mito, cobrou e fechou o jogo por 3x1.

Ah, que alegria, que felicidade! Tudo resolvido então? Não!

O que vimos foi um caminho interessante que a equipe pode seguir para poder brigar por títulos. Para esse 4-4-2 funcionar com Ganso em campo ele precisa ficar mais próximo da área, finalizar mais e se movimentar. Coisas que até agora nunca fez.  Além disso, precisamos urgentemente melhorar na bola aérea. Reforços ainda são necessários, principalmente um volante marcador e um reserva para o Fabuloso.

E o Pato?

Ah, sei lá quando esse cara vai poder jogar...

Conceitos

Rogério Ceni – BOM: Muito seguro nas defesas, sem dar rebote. Falhou numa saída do gol mas ele pode e dane-se quem acha que não.
Douglas – BOM: Calma! Vou explicar porque eu dei conceito bom para ele. Ao termino do primeiro tempo, Muricy encontrou o Douglas nas escadas que davam acesso ao vestiário. O treinador deu uma sonora bronca pelos excessivos erros de passe do lateral. Até aí nenhuma novidade. O surpreendente foi Douglas responder na mesma moeda ao treinador. Os mais puritanos diriam que ele desrespeitou a hierarquia. Mas eu vejo isso como personalidade. Prefiro jogador com ódio do que passivo. Depois do intervalo vimos um Douglas marcando como nunca. Veja o vídeo e dê sua opinião.
Rodrigo Caio – REGULAR: Não inventou gracinha no jogo.
Antonio Carlos – REGULAR: Fez bem seu trabalho mas continua falhando na bola aérea defensiva.
Alvaro Pereira – REGULAR: Tomou uma canseira do Cafu, não aquele Cafu e sim o jovem atacante do XV.
Souza – BOM: Vem demonstrando ser uma ótima contratação. Melhorando a cada jogo. Ótimo vigor físico, boa marcação e saída de bola.
Maicon – BOM: Melhorou muito a transição meio ataque. Tem jogado mais na vertical e menos toques de lado.
Luis Ricardo – REGULAR: Fez um gol e pode ser uma boa opção pelo lado direito do meio campo, mas ainda peca muito na marcação, além de correr demais com a bola quando a melhor opção é o passe.
(Ganso) – BOM: “Ah, mas só deu dois passes e mais nada”. Ok, dois passes que decidiram a partida já não está bom?
Osvaldo – REGULAR: Foi muito esforçado no jogo mas ainda longe do futebol apresentado em 2012.
(Ademilson) – SEM CONCEITO: Entrou só para trombar com a zaga.
Luis Fabiano – BOM: Foi o que se espera dele, um centroavante decisivo.
Téc. Muricy Ramalho
– BOM: Estamos vendo um Muricy se reinventando. Para quem achava que ele só sabia montar times no 3-5-2 ou times retranqueiros, ele aparece com essa equipe rápida num 4-4-2. Tomara que dê certo. E, para quem ainda acha que ele foi errado em dar a bronca no Douglas, assista aqui sua explicação. Tem como não ser fã desse cara?

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por Victor Mesquita | @victor_mesquita

Comentário da Redação > Em noite de Luciano, Corinthians arruma três no Pacaembu

A estrela de Luciano: 2 gols e 1 assistência (Foto: Terra)
Quase no final da partida, eu fiquei pensando qual seria a melhor palavra da definir a vitória do Corinthians ontem no Pacaembu. Ganha, arranca, conquista, arruma, enfim... E a melhor delas foi arruma mesmo. O placar de 3 x 0 não condiz com a realidade do que foi o jogo, mas valeram os três pontos na tabela e a aproximação com os líderes do grupo.

O jogo em si foi de baixo nível técnico e tirando uma ou outra boa jogada, o Corinthians mostrou um futebol muito parecido com o do Comercial, que beira o ridículo. Apesar de ter maior qualidade técnica o Timão esbarrou na forte marcação do time de açougueiros de Ribeirão, que batem mais que o Weidman e o Anderson Silva juntos.

Não fosse a estrela de Luciano, meia recém-chegado do Avaí, provavelmente teríamos empatado em 0 x 0 com um dos piores times do campeonato. Para a sorte do Corinthians, o substituto do lesionado Guerreiro mostrou ser pé quente e no seu primeiro toque na bola abriu o placar, após cruzamento do irregular Uendel, no fim do primeiro tempo.

O segundo tempo começou e o time do Mano Menezes parecia levar o jogo empurrando com a barriga. Se os carniceiros de Ribeirão fossem um pouco melhor as coisas poderiam ter se complicado. Porém, quando eu já tinha escolhido o título do post, novamente Luciano em uma linda jogada pela ponta direita, cortou o zagueiro e bateu colocado no canto do goleiro, fazendo o seu segundo gol no jogo e tranquilizando os 11 mil fiéis que comparecem ao Pacaembu.

Para fechar com chave de outro sua atuação, o camisa 18 ainda foi responsável pela cobrança de escanteio que resultou no primeiro gol do Gil com a camisa do alvinegro.

A partida foi ruim, mas serviu para o Corinthians arrumar mais três pontos e continuar sonhando com a classificação à próxima fase do torneio de verão.

Conceitos

Cássio – BOM: Quase não apareceu no campo. Foi um espectador que não precisou pagar o ingresso.
Fagner – REGULAR: Oscilou bons momentos no ataque, com outros momentos em que sumia em campo.
Cléber – BOM: Teve pouco trabalho com o ataque dos açougueiros. Não comprometeu.
Gil – SANDY: Mostrou a mesma regularidade de sempre na defesa e ainda marcou o seu primeiro gol com a camisa do Corinthians, perdendo o c***ço.
Uendel – REGULAR: De bom mesmo só o cruzamento para o primeiro gol.
Ralf - REGULAR: Fez o de sempre, marcou. Já acertar um passe que é bom...
Bruno Henrique – REGULAR: Foi discreto na partida. Ajudou a fechar o meio campo.
Guilherme – BOM: Jogou um pouco abaixo do que vinha jogando. Precisa subir mais ao ataque.
Jadson – REGULAR: Longe do jogador as últimas partidas. Apareceu mais nas bolas paradas.
(Paulinho) – SEM CONCEITO: Entrou no final da partida.
Romarinho – BOM: Não foi decisivo, mas participou bem do jogo e ajudou a criar algumas jogadas.
(Danilo) – REGULAR: De destaque, só a cabeçada que terminou do gol do Gil.
Guerreiro – EDSON: Não estou falando do Pelé e sim do centroavante do Comercial. Os dois camisas 9 fizeram a mesma coisa em campo, nada. Saiu machucado.
(Luciano) – ÓTIMO: Substituiu o Guerreiro no fim do primeiro tempo e nas três vezes em que apareceu fez dois gols e deu uma assistência. Foi o nome do jogo.
Téc. Mano Menezes – REGULAR: Deu sorte na substituição do Guerreiro. Precisa fazer o time oscilar menos.

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por Rodrigo Svrcek | @svrcek_rodrigo  

Comentário da Redação > Líder!

El Tanque marcou o gol do empate no Chile (Foto: Reuters)
O Botafogo começou o jogo pressionando no Chile, criou pelo menos três boas chances de abrir o placar. Duas com El Tanque, que tá precisando frequentar a escola El Loco de Cavadinhas, e parar de só chutar em cima do goleiro.

A zaga alvinegra bateu cabeça o jogo inteiro, inclusive em um lance deixando Jefferson em situação complicada num chute a queima roupa de Salom, e ele mostrou porque é o melhor goleiro do Brasil.

Dória em noite irreconhecível, inseguro e cometendo erros de principiante. O time errou muitos passes bobos, principalmente perto da grande aérea. Teve excesso de chutões de todos os setores. Irrirante.

No segundo tempo o time voltou mais engajado em impor seu jogo, movimentou mais a bola, chutou bastante de fora da área e... parou por aí.

Todo mundo conhece aquele ditado 'quem não faz...leva!', pois é, e Chavéz recebeu a bola na área, driblou (pasmem) Dória e Júlio César e tocou pro fundo do gol. 1x0 para o Unión Española.

Botafogo começou a pressionar mais depois do gol adversário e foi recompensado com belo cruzamento do Edilson na medida pro El Tanque cabecear pro fundo do gol. 1x1

Bom resultado fora de casa pra manter a liderança do grupo.

Conceitos

Jefferson - ÓTIMO : fez defesas cruciais que salvaram em momentos importantes.
Edilson - BOM : conseguiu organizar algumas jogadas e foi muito bem no cruzamento do gol, mas anda precisando tomar um calmamente.
Bolivar - REGULAR : bateu cabeça o jogo todo.
Dória - RUIM : noite pra esquecer.
Júlio César - RUIM : poderia ter rendido mais.
Marcelo Mattos - BOM : fez partida tranquila, atuou melhor que a dupla de zaga.
Gabriel - BOM : fez um bom primeiro tempo, mas foi substituído no início do segundo.
(Bolatti) - BOM : achei que deu melhor movimentação ao time e participou bem de algumas jogadas.
Jorge Wagner - BOM : arriscou bons chutes de fora da área, mas só teve fôlego pra um tempo.
(Henrique) - SEM CONCEITO : entrou no lugar de Jorge Wagner e não apareceu no jogo.
Lodeiro - BOM : fez o que pode, movimentou bem a bola, criou algumas chances.
Wallyson - RUIM : só percebi que jogou pq foi substituído.
(Daniel) - SEM CONCEITO : entrou no finzinho.
Ferreyra - BOM : brigou com a bola o jogo inteiro, mas conseguiu fazer o gol de cabeça.
Téc. Húngaro - BOM : mas demora demais pra mexer no time.

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por Poly Noé | @poly_anna

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Gringolaço > Schalke 1 x 6 Real Madrid: Jogo de volta para quê?

por Igor Domingues | igor4712@hotmail.com


Massacre em Gelsenkirchen (Foto: AFP)
Como é maravilhoso poder ver um futebol de verdade, não? Essa foi a minha sensação e a de todos que puderam assistir o espetáculo em Gelsenkirchen. Com direito a golaços, o clube que mais vezes ganhou a Champions League, o Real Madrid, ATROPELOU o Schalke fora de casa e ligou o sinal de alerta nos outros candidatos ao título.

Jogando em casa, os alemães foram totalmente dominados e tiveram uma aula de futebol comandada por Bale, Cristiano e Benzema. Cada um marcou dois gols e deu uma enoooorme vantagem ao Real no jogo de volta, no Bernabeu. Sendo possível de questionar se é necessário mesmo o jogo da volta, o que, pra mim, é desnecessário.

O primeiro tempo, assim como todo o jogo, foi de domínio do Real. Só foram precisos 12 minutos para que o placar fosse aberto com Benzema, que aproveitou uma sobra do toque de calcanhar de Cristiano e mandou ao fundo das redes.

O Schalke tentou reagir rapidamente, mas o Casillas, em um dos poucos lances que trabalhou, operou um milagre. Depois disso, foram só mais 8 minutos e a bola estava no gol de novo. O primeiro golaço da partida. Bale fintou dois e marcou, 2 a 0. Terminando assim o primeiro tempo, apesar de inúmeras chances perdidas pelo time que jogava fora de casa.

O segundo tempo foi o ápice do espetáculo do (futuro campeão da Champions) Real Madrid. Logo aos 7 minutos, Cristiano, a lá Robinho, pedalou, livrou-se do último marcador e na frente do goleiro ampliou o placar para 3 a 0. O jogo estava fácil. E depois de 5 minutos, saiu mais um, o segundo do Benzema que tabelou com o melhor do mundo e só precisou pôr pra dentro.

Diferente de alguns clubes que seguram o jogo ao estar vencendo com um resultado largo, o Real queria mais e fez. Aos 24 minutos, Bale, fez o segundo dele e o quinto dos espanhóis. E ainda coube mais um, com Cristiano (o artilheiro da Champions com 11 gols em 7 jogos), aos 40 minutos, o sexto.

Ao apagar das luzes, saiu o gol de honra do Schalke. E olha, o gol foi de honrar mesmo, um GOLAÇO! Huntelaar pegou de primeira na meia-lua após cruzamento. Fechando o jogo.

O Schalke vai ao Bernabeu apenas passear, enquanto o Real Madrid caminha a passos largos em busca do décimo título da Champions, felicitando quem vos escreve.

Galatasaray 1 x 1 Chelsea: A bola pune
por Antonio Lemos | www.paponaarquibancada.blogspot.com .br


Jogo duro em Istambul (Foto: Reuters)
Já diz o nosso técnico/filósofo Muricy Ramalho: “A bola pune”. E o Chelsea não conseguiu segurar a vitória fora de casa diante do Galatasaray. Nem mesmo a “esperteza” do zagueiro/fura-olho Jonh Terry foi suficiente, já que abusou do fair play no final do primeiro tempo e falhou no gol dos turcos no início da etapa final.

Os Blues começaram melhor em campo e logo no início Fernando Torres abriu a contagem aos nove minutos, após passe de Schürrle.

O lance mais polêmico na partida aconteceu já no final da primeira etapa. Terry evitou um ataque do Galatasaray e chutou para a lateral. A bola bateu nas placas de publicidade e voltou nas mãos do zagueiro, que não hesitou quando viu os rivais partirem em velocidade após cobrança rápida: jogou a bola para dentro do campo novamente. Enquanto isso, Burak Yilmaz invadia a área e chutava cruzado para balançar as redes. O goleiro Cech nem pulou no lance, mas o gol foi anulado para a reclamação turca.

O castigo veio na segunda etapa. O Galatasaray conseguiu o empatar após cobrança de escanteio de Sneijder em que Chedjou apareceu livre, nas costas de Terry, para mandar para as redes e deixar tudo igual.

O jogo marcou o esperado primeiro reencontro entre o Chelsea e um de seus maiores ídolos, Didier Drogba, herói da conquista da Champions League em 2012. O jogo da volta será dia 18 de março, em Londres. Empate sem gols ou vitória simples classifica o Chelsea; empate com gols (a partir de 2 a 2, 3 a 3,...) ou vitória simples classifica o time turco. Empate por 1 a 1 leva o jogo para a prorrogação.

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* A coluna Gringolaço analisa os principais torneios e acontecimentos do futebol europeu.


Direto da Redação
| redacao_esporte@hotmail.com | @redacaoesporte

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Gringolaço > Toma lá, dá cá

A Marvel Films em parceria com o Redação do Esporte apresenta mais um sucesso de bilheteria: “O Incrível Hulk contra a Muralha Amarela”, estrelando o queridinho atacante da seleção de Felipão em mais uma atuação pela Champions League. É, parece título de filme hollywoodiano, mas aconteceu nesta tarde e o final não foi dos melhores para o nosso “herói”.

Na história, Hulk e os seus comparsas lideravam o Zenit as oitavas de finais da competição europeia e diante de sua torcida tinha pela frente um adversário indigesto: os atuais vice-campeões, Borussia Dortmund. Logo de cara foram surpreendidos e em cinco minutos, o lado esquerdo da defesa russa virou o mapa da mina para os alemães abrirem dois gols de vantagem.

Primeiro, Marco Reus – dizem lá pelas bandas da Alemanha que é melhor do que o Neymar – fez o que quis na zaga e Mkhitaryan aproveitou a sobra para abrir o placar. Mal o Zenit deu a saída e dá-lhe Borussia e Reus recebeu de Grosskreutz para ampliar.

Os outros 40 minutos foram de estudos e Hulk foi anulado por Schmelzer durante toda a primeira etapa. O “herói” estava sem forças para encarar o adversário, talvez fosse o frio, sei lá.

Na segunda etapa, o Borussia quis matar o jogo, enquanto o Zenit quis diminuir o prejuízo e com isso, abrindo espaços para eventuais contragolpes e nisso, nosso “herói” apareceu. Hulk começou a jogada, Rondón recebeu em impedimento e chutou para defesa de Weidenfeller. No rebote, o próprio venezuelano mandou na trave. Na terceira tentativa, Shatov chutou forte e mandou ao fundo do alvo.

Só que, em toda história de super-herói sempre tem um vilão e ele se chama Robert Lewandowski (Lewandoswki bom é esse, entenderam?). Com todo seu poder de esfriar o adversário, o polonês recebeu de Piszczek, marcando o terceiro gol da ‘Muralha Amarela’.

Mas, o filme ganharia ares de emoção! Piszczek trombou com Fayzulin na área. Pênalti! Mais ou menos, mais ou menos! Alheio à polêmica, Hulk bateu com ignorância e os russos estavam vivos no duelo. Só que Lewandowski tratou de passar a régua na história e a primeira parte da saga “O Incrível Hulk contra a Muralha Amarela” terminou com vitória do time alemão por 4 a 2.

O duelo de volta ocorrerá no dia 19 de março, no Signal Iduna Park, em Dortmund. Os mandantes poderão perder por um gol de diferença ou pelos placares de 2 a 0 e 3 a 1 que avançarão às quartas de final da competição europeia.

Olympiacos 2 x 0 Manchester United: À Espera de um Milagre

É, torcedor do Manchester United, a vida não tá fácil. Continuando o nosso ‘Cine Pipoca’, os Red Devis foram até Atenas e saíram derrotados para o Olympiacos por 2 a 0. Foi o primeiro revés diante de uma equipe grega em competições europeias na história do clube inglês.

Em campo, o time jogou mal e viu o Olympiacos dominando a partida. Na base da sorte, Maniatis arriscou de fora da área, e o chute não deveria levar muito perigo, mas Domínguez apareceu no meio do caminho para conseguir um leve desvio e matar completamente o goleiro De Gea no lance.

O segundo gol foi uma pintura. Campbell recebeu a bola na intermediária e, em um lance de rara genialidade, deu apenas um toquinho no meio das pernas de Carrick e chutou colocado de longe, no canto direito do goleiro De Gea. Depois disso, o time grego só cozinhou o galo e administrou o resultado.

O jogo de volta será no dia 19 de março, no Old Trafford, em Manchester, e o Olympiacos pode perder por até um gol de diferença. Se balançar as redes, aumenta ainda mais a vantagem e pode ser derrotado por dois gols de diferença.

Já ouço torcedores do United gritando, clamando, acendendo velas e fazendo promessas pela volta de Alex Ferguson, enquanto isso, a cabeça de David Moyes começa ficar a prêmio. Ouço também, no outro lado da cidade, os irmãos Gallagher preparando uma canção para o dérbi deste final de semana. É galera do United, só um milagre para salvá-los de uma eliminação precoce.


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por Antonio Lemos
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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Gringolaço > O que aconteceu com o Barça?

Pane no sistema! Desconfiguraram o Barcelona. Depois de derrotar o Manchester City pela Champions League, o time catalão foi surpreendido fora de casa pela Real Sociedad sendo derrotado por 3 a 1. E o pior: o clube azul-grená perdeu a liderança para o rival Real Madrid.

O jogo foi uma espécie de revanche para a equipe basca. Isso porque, nas semifinais da Copa do Rei, o Barça havia eliminado o adversário com uma vitória por 2 a 0 no Camp Nou e um empate por 1 a 1 Anoeta, palco da partida deste sábado.

Como todo grande time, o problema está na sua defesa. É fácil lembrar, basta ir até o Bernabéu, onde no tempo dos “Galácticos” o ataque era avassalador, mas a defesa era uma peneira. Pois bem, a Real Sociedad soube aproveitar da fragilidade catalã e fez os três gols graças as falhas defensivas.

Primeiro, Song não acompanhou a marcação e  Elustondo marcou. No segundo tempo Bartra subiu para cabecear, mas errou o tempo e Griezmann não perdoou. E para fechar o caixão, Zurutuza, que apareceu no meio da zaga, recebeu o lançamento de Griezmann e tocou na saída de Valdés. No meio disso, Messi tinha deixado o seu golzinho – como sempre – mas não foi o suficiente para evitar mais uma derrota do irreconhecível Barça.

Quem ri à toa é o Real Madrid. Mesmo sem CR7, ainda suspenso, os Merengues atropelaram o Elche por 3 a 0 e assumiram a liderança isolada do ‘Espanholzão’. Liderança conquistada graças ao tropeço, e que tropeço, do Atlético de Madri que foi até Pamplona e perdeu para o Osasuna por 3 a 0.

Se o Gajo não estava em campo, quem chamou a responsabilidade foi Bale, que deu passes e marcou o segundo gol dos blancos. Os outros gols foram marcados por Ilarramendi e Isco.

Na próxima rodada termos um clássico decisivo promete esquentar de vez o Campeonato Espanhol. No domingo (2 de março), o Real Madrid enfrenta o Atlético de Madri no Vicente Calderón, em confronto direto pelo título.

Campeonato Italiano > Tevez marca e Juve vence clássico de Turim


O torcedor da Juventus começa a fazer contagem regressiva para o tricampeonato italiano. Jogando em casa, a Velha Senhora venceu o rival Torino por 1 a 0 e mantém os nove pontos de vantagem sobre a Roma. Além da folga na ponta, os Bianconeros ampliaram o tabu de não perder para os Toros, agora são 16 jogos de invencibilidade em 19 anos, a última derrota aconteceu em 1995.

O clássico foi bastante truncado ao longo dos 90 minutos, e as chances de gol não foram tão frequentes. Assim coube a Tevez aparecer para definir o triunfo. Aos 30 minutos, Asamoah fez passe da esquerda, o argentino dominou na entrada da área de costas para o gol e finalizou forte para vencer o goleiro Padelli. Foi o 14º gol de Carlitos no Calcio.

Na próxima rodada, a Juve tem outro grande clássico pela frente: enfrenta o cambaleante Milan, no San Siro.

Eurocopa 2016 > Sorteio das chaves

As eliminatórias para a Eurocopa-2016, na França, já têm seus grupos definidos. Neste domingo, a Uefa realizou o sorteio em Nice e deixou as seleções de Espanha (atual campeã) e Inglaterra em posições confortáveis.

Outra novidade será a seleção de Gibraltar, que fará a sua estreia nas eliminatórias. A Eurocopa será realizada entre os dias 10 de junho a 10 de julho de 2016 e pela primeira vez terá a participação de 24 seleções.

Confira os grupos:

GRUPO A: Holanda, Cazaquistão, Islândia, Letônia, Turquia, República Tcheca.
GRUPO B: Bósnia, Andorra, Chipre, País de Gales, Israel, Bélgica.
GRUPO C: Espanha, Luxemburgo, Macedônia, Bielorússia, Eslováquia, Ucrânia.
GRUPO D: Alemanha, Gibraltar, Geórgia, Escócia, Polônia, Irlanda.
GRUPO E: Inglaterra, San Marino, Lituânia, Estônia, Eslovênia, Suíça.
GRUPO F: Grécia, Ilhas Faroe, Irlanda do Norte, Finlândia, Romênia, Hungria.
GRUPO G: Rússia, Liechtenstein, Moldávia, Montenegro, Áustria, Suécia.
GRUPO H: Itália, Malta, Azerbaijão, Bulgária, Noruega, Croácia.
GRUPO I: Portugal, Albânia, Armênia, Sérvia, Dinamarca.
Classificarão 23 seleções: os campeões e vices de cada chave e mais o melhor terceiro colocado. Os demais terceiros irão para a repescagem.

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domingo, 23 de fevereiro de 2014

Comentário da Redação > Paulistão 2014: São Paulo 0 x 0 Santos

Visão tricolor > Sem Ganso foi melhor. E agora?
Por Thiago Jacintho | thi.jacintho@gmail.com | jogodeequipe.blogspot.com.br


Com Pabón o São Paulo jogou melhor (Foto: Terra)
Finalmente consigo comentar uma apresentação do São Paulo em 2014 na qual o time foi bem em campo. Não ganhou, é verdade, mas mereceu. Além de merecer, o bandeirinha marcou pelo menos três impedimentos de forma equivocada, sendo que em dois deles, o jogador Tricolor ia sair na cara do gol. Pelo menos no fim e no lance mais importante do jogo, ele acertou e ficou menos feio, mas pelamor...

O time começou assustado no jogo, errando muito na saída de bola. Rogério Ceni, que acabou mais uma vez brilhando no cômputo geral, chutou duas vezes em cima de Leandro Damião, sendo que na segunda, ele mesmo e depois Rodrigo Caio, evitaram o gol santista.

Geuvânio, o camisa 10 santista (que certamente acha que é o Neymar), começou o jogo todo cheio de si, agitando pra cacete e tentando provocar. É tão idiota que o feitiço virou contra o feiticeiro e, após um carrinho maldoso dado em Antonio Carlos, o menininho levou cartão e ficou de boa. Ele, até então, estava sendo o principal jogador do time da Vila.

Dali em diante o São Paulo acalmou os ânimos e passou a pressionar o adversário na saída de bola, ou seja, da mesma forma pela qual foi pressionado nos primeiros minutos do duelo. A pressão fez efeito e algumas boas chances foram criadas, contudo, a pontaria não foi das melhores.

No segundo tempo o ímpeto de ambos os times diminuiu um pouco e a partida se tornou mais cadenciada, com as jogadas sendo feitas de forma mais organizada, sem deixar, entretanto, de ter algumas pixotadas e cenas dignas de pelada de final de semana. Foi inclusive desse jeito que surgiram as principais chances do São Paulo. Em pelo menos duas oportunidades Aranha salvou o tento dos mandantes e em outra a sorte o ajudou.

Gostei de ver a movimentação de Osvaldo, mais ligado e coerente no jogo, de Pabón, que foi o motor do time e de Luis Fabiano, que estava brigando por toda bola, tendo conseguido inclusive criar algumas boas chances em decorrência dessa ganância pela redonda.

Douglas também deu uma dinâmica interessante à equipe (sim, o Douglas), abrindo espaços e proporcionando variações de jogadas. Isso ajudou também no jogo de Maicon e Souza. O primeiro conseguiu distribuir melhor o jogo e passou menos sufoco para defender-se, enquanto que o segundo também mostrou mais segurança na proteção à zaga e até se arriscou na frente algumas vezes.

Neste texto em especial eu decidi falar mais da parte tática apresentada pelo São Paulo do que das minhas impressões de torcedor somente, porque nesta partida em especial, Muricy surpreendeu e deixou PH Ganso no banco. Sem ele, o time foi mais rápido e perigoso, isso é inegável. Sou a favor da manutenção deste esquema, apesar de gostar do futebol do atual camisa 10. Endossando inclusive uma discussão surgida entre os redatores do site, será que Ganso é isso mesmo ou em 2010 ele estava com sorte, iluminado, cagado...enfim?

Isso só o tempo dirá, mas o jogo de hoje foi uma boa demonstração que ainda sai coelho dessa cartola são-paulina. E quem vai tirá-lo de lá, aparentemente, não é o que teoricamente sabe fazer mágica, mas sim, aquele que sabe que aqui é trabalho, meu filho.

Conceitos

Rogério Ceni – ÓTIMO: Só a defesa milagrosa em cabeceada de Damião no segundo tempo já valeria esta nota. Contudo, o cara fez mais. Mesmo errando em alguns lances bobos, a nota é essa e a defesa é histórica.
Paulo Miranda – BOM: Começou o jogo errando tudo, mas depois melhorou e levou perigo ao gol santista em mais de uma oportunidade.
Rodrigo Caio – REGULAR: Também começou errando besteira, mas salvou a pátria em chute de Cícero, ainda no primeiro tempo.
Antonio Carlos – BOM: Foi o menos nervoso no começo da partida e manteve a pegada até o fim. Quase fez o dele.
Álvaro Pereira – BOM: Caiu um pouco na pressão do babacão camisa 10 do Santos, mas depois ajudou a cavar o cartãozinho que ele levou. No ataque, bastante voluntarioso.
Souza – REGULAR: Mais seguro na defesa. Apareceu no ataque mais vezes, tanto no auxílio à criação de jogadas, quanto na finalização delas.
Maicon – BOM: Deu, literalmente, o sangue em campo. Distribuiu bem o jogo e marcou com segurança.
(PH Ganso) – RUIM: Entrou na metade do segundo tempo e no pouco que participou, agiu mais como um volante do que como um meia de criação.
Douglas – BOM: Conforme citado no texto, se movimentou bastante, caiu pelos dois lados do campo, ajudou na abertura de espaços e na variação de jogadas.
Pabón – ÓTIMO: Para a situação que estávamos, o cara foi bem demais. Se movimentou muito, finalizou muito, cobrou falta, escanteio, etc. Chegou para ficar.
Luis Fabiano – BOM: Bastante brigador em campo, conseguiu desta forma criar boas chances. Quase não conseguiu finalizar, mas a luta vale sempre e sempre será exaltada.
Osvaldo – BOM: Mostrou um pouco daquele velho Osvaldo de 2012. Destemido e vibrante em campo, foi pra cima várias vezes, com mais confiança e assertividade. Iria fazer o seu, caso o bandeirinha não tivesse dado um impedimento vergonhoso de tão inexistente.
(Ademilson) – SEM CONCEITO: Apesar de ter entrado com sangue no olho, ficou pouco em campo para ganhar um conceito.
Téc. Muricy Ramalho – ÓTIMO: Gostei muito das mudanças na equipe. Foi notável a mudança de postura e, apesar do início ruim, o time fez a melhor apresentação do ano. Pontos também pela coerência em sacar o PH Ganso dos titulares. Realmente o cara tá mal.


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Visão santista > Volta Gabigol! E fica Damião!

por Ricardo Pilat | pilatportasio@gmail.com | @ricardopilat


Damião quase marcou no clássico (Foto: Agência Lance)
Se tem uma coisa que é certa nesse início de campeonato é que o único clube que jogou um bom futebol em algum momento foi o Santos. E o que é ainda mais certo é que desde que Leandro Damião entrou no time, a coisa mudou. O Peixe até consegue vencer, mas a bolinha... que tristeza.

Porém, acho injusto botar tudo na conta do camisa 9. Pra mim, o principal problema do Santos não é tê-lo no time e sim a saída de Gabriel da equipe. Sem ele, a equipe perdeu muito, principalmente em velocidade, agressividade e movimentação no ataque.

E aos 40 do segundo tempo do San-São, Oswaldo de Oliveira, já comandando o time dos vestiários após outra expulsão, mostrou que é possível ter Gabriel e Damião junto e até a renca toda de atacantes que anda jogando. Ele tirou o Alan Santos, que não me agrada entre os titulares, e colocou o menino pra jogar. E em oito minutos em campo, o Santos criou 300% jogadas a mais que em todo o restante da partida, indica o DATA REDAÇÃO! Gabriel mesmo quase marcou, Damião também... todo mundo jogou melhor nesses oito minutos.

Já fui direto pra esse ponto do jogo porque também foi um dos poucos momentos em que o Santos foi melhor que o rival do Jardim Leonor. No mais, vimos um Santos lento, previsível e meio apático, pressionado pelo São Paulo em vários momentos e que surpreendeu em lances esporádicos de falhas individuais de Rodrigo Caio, Paulo Miranda e cia.

E olha que dois desses lances, um com Cícero e outro com Damião, foram melhores que tudo que o São Paulo criou no jogo. Nas duas chances, Rogério Ceni salvou.

Aliás, o goleiro tricolor mostrou que além de ser bom nas faltas e regular embaixo da trave, é melhor ainda como juiz/assistente. Decidiu o jogo ao mostrar para o SEXTETO DE ARBITRAGEM que o lance do pênalti no Rildo, no finalzinho, estava impedido. Pra variar, nossa arbitragem é frouxa e marca as coisas sem convicção, então qualquer um que faz pressão consegue levar na malandragem. Melhor pro São Paulo. E teve outro pênalti no Rildo hein! Mas ok, a arbitragem errou pros dois lados.

No fim ficamos mesmo no 0 a 0 e o jogo até que foi animado, o empate justo (apesar que os dois times poderiam ter balançado a rede).

Mas voltando ao ponto do esquema tático, queria muito ver a mesma formação que terminou o jogo (com o Geuvânio no lugar do Rildo) nas próximas rodadas do Paulistinha. Na teoria são 4 atacantes, 1 volante e 1 meia, mas os três atacantes marcam o tempo todo... sei lá, eu vejo futuro.

E afinal, se não testar um time ofensivo agora, nesses jogos sem graça, vai testar quando?

Conceitos

Aranha - ÓTIMO: Fez grandes defesas no momento mais tenso do Santos no jogo.
Cicinho - PÉSSIMO: Com o Cicinho não tem meio termo. Ou joga muito ou não joga nada. Ultimamente tá insistindo na segunda opção.
Neto - BOM: Até que o menino jogou bem... pelo menos se dedicou demais.
Gustavo Henrique - REGULAR: Meio atrapalhado hoje.
Mena - REGULAR: esforçado na defesa e no ataque, com a diferença que defender ele sabe, agora atacar...
Alan Santos - RUIM: Até correu bastante e tal, mas não pode ser titular ainda. Volante que fica dando passe de letra na entrada da área tem que voltar pra escolinha.
(Gabriel) - VOLTA!!!: O time titular precisa de você, garoto! Só falta convencer o Oswaldo.
Arouca - REGULAR: Alternou bons e maus momentos no jogo.
Cícero - RUIM: Sumidaço... e quando participou do jogo, foi só pra errar passes.
Thiago Ribeiro - BOM: Vinha fazendo mais uma partida sem graça, até o O.O resolver colocá-lo no lado direito. E não é que deu certo? Lá ele descobriu que existem outras possibilidades para um atacante além de ficar cortando da esquerda pra direita.
Leandro Damião - FICA!!!: Não participou muito o jogo, mas quando a bola sobrou, quase marcou. É um matador e acho que ainda evoluirá na equipe. Precisa de sequência e de atacantes que corram por ele. Defenderei o rapaz até a hora que achar justo e esse deadline da minha parte será longo!
Geuvânio - RUIM: Se perdeu na provocação do tal de Álvaro Pereira e não jogou nada.
(Rildo) - BOM: Entrou bem até, apesar de um ou outro lances equivocado.
Téc. Oswaldo de Oliveira - NERVOSINHO: Porra, Oswaldo, de novo expulso? Calma aí, cara!
Ganso - CHUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUPA: Não podia deixar de citar nosso bravo PH, que pegou um banquinho hoje, entrou pra jogar 20 minutos e mal tocou na bola. E ainda não sabe o que é vencer o Santástico!

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Comentário da Redação > Teve jogo em Ribeirão?

Palmeiras perdeu a invencibilidade em Ribeirão Preto
Sabe aquele dia em que você acorda, faz aquelas coisas rotineiras e nada dá certo? Pois é, no futebol não é diferente. Depois de presenciarmos um irreconhecível Barcelona perdendo sábado para a Real Sociedad pelo ‘Espanholzão’, foi a vez do Palestra sucumbir diante do Botafogo-SP pelo ‘Paulistians League’. Peraí! Comparar o Barça com o Verdão já é loucura demais, podem me internar e me colocar numa camisa de força, pois este blog é sério! Ok, vamos descer para a Terra e voltar à realidade.

O Palmeiras foi vítima de que tudo não deu certo naquele dia. Não vamos dar aquela desculpinha de perdedor que o time estava mais remendado que o rosto do boneco Chucky. Simplesmente, esqueceram de avisá-los de que tinha jogo em Ribeirão Preto e a invencibilidade estava em jogo. Outra coisa: é claro que um dia essa invencibilidade, que não significa coisa nenhuma, iria cair, antes agora do que no mata-mata, vocês concordam?

Em campo não era o time de 2014 e sim parecia a equipe de 2011, 2012... Falhas individuais, passes errados, parecia que haviam pegado a bola quadrada do Quico emprestada para jogar (lembra?) e Kleina dando uma de “Professor Pardal” inventando Valdivia como atacante – vê se pode isso?

Os primeiros dez minutos davam a entender que o jogo seria equilibrado, mas o Botafogo desequilibrou e chegou ao primeiro gol graças a falha de marcação de William Matheus e Mike fez 1 a 0.

Aos 24, Valdivia cobrou pênalti com categoria, deslocou o goleiro e deixou tudo igual, parecia que tudo voltaria ao normal e que o Verdão controlaria o domínio do jogo. Parecia. Mas sempre temos que pegar um pra cristo, ter um bode expiatório, e esse era William Matheus. Eu que vi Roberto Carlos e Júnior fazendo o que queriam pelo lado esquerdo no Palmeiras, acompanhar Juninho ou William Matheus, pra mim tanto faz, mas o camisa 16 cometeu duas cagadas cruciais que deram dois gols para o time da casa. Primeiro quis enfeitar e perdeu para Camilo e... caixa! Gol dos caras! Depois, um pênalti duvidoso cometido por ele, que Marcelo Macedo acabou convertendo.

Agora me perguntem: teve jogo no segundo tempo? Na teoria sim, mas na prática não. O Botinha apenas amarrou o jogo enquanto o Palmeiras apenas caminhou em campo, acho que gostou dos ares de Ribeirão Preto. Só pra não dizer que não teve nada, o árbitro expulsou Bruno César pelo lado do Verdão e Alex Silva pelo time de Ribeirão, mas nada que acrescentasse na cotação do Dólar ou do Euro.

Uma hora o Palmeiras perderia, mas não achava que seria tão pífia e tão inofensivamente assim. Talvez se jogasse mais 10 vezes perderia 11, sei lá!

Conceitos

Fernando Prass
- BOM: Um dos poucos que se salvaram na pífia derrota em Ribeirão. Sem culpa nos gols.
Wendel - RUIM: Av. Wendel nº13: trânsito livre para o ataque do Botafogo. No ataque, errou tudo e muito mais.
Lúcio - PÉSSIMO: Pior partida do ‘xerife’ com a camisa do Verdão. Perdeu todas as jogadas na área.
Marcelo Oliveira - RUIM: Perdeu todas as divididas na área e se complicou na saída de bola.
William Matheus - MODORRENTO/ PÉSSIMO DOS PÉSSIMOS: Pra quem teve Roberto Carlos e Júnior na lateral-esquerda, ele foi completamente horrível. Falhou nos três gols do Botafogo. Tem certeza que ele jogou?
Eguren - RUIM: É bom volante, mas foi contaminado pela ruindade da defesa do Verdão na partida deste domingo.
França - REGULAR: Outro que se salvou. Marcou bem e tentou algumas subidas no ataque.
Mendieta - JOGOU?: zzzzzzzzzzzzzzzz...Esqueceram de avisá-lo que tinha jogo.
(Serginho) - PÉSSIMO: Entrou para ajudar, mas acabou sendo contaminado pela ruindade do resto do time.
Valdivia - REGULAR: Outro que se salvou. Tentou criar algumas chances e marcou o seu de pênalti.
Marquinhos Gabriel - PÉSSIMO: Defendo a escalação dele como titular, mas o nosso treinador o colocou numa função tática completamente errada. Virou uma espécie de fantasma dentro de campo.
(Bruno César)
- LA PREGUNTA?: Nosso ‘Cabrito Tevez’ cover fez uma atuação digna de darmos risada na frente da TV. Entrou na pilha dos gândulas e dos adversários e foi expulso de forma besta.
Miguel - AINDA EXISTE?: – Não fez absolutamente nada. Sinceramente, nem lembrava mais dele.
(Vinicius) - HORROROSO: Até um boneco do posto ou cone da CET é melhor do que ele. Não agregou em nada na partida.
Tec. Gilson Kleina - PÉSSIMO: Já vi o ‘Ulisses Costa’ montar um time remendado e fazê-lo jogar, mas este, pelo amor, viu. Tentou fazer omelete sem ovo e se deu mal.


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Clinch > Um bom evento... para dormir

Dessa vez por TKO, Ronda Rousey venceu mais uma
Desde que comecei a escrever para o Redação do Esporte sobre MMA, eu nunca tinha visto um evento tão ruim quanto o do UFC deste sábado. Ele serviu apenas para aumentar o meu sono que já estava grande. Sendo assim, serei muito breve por aqui, pois sei que você, leitor, não está muito interessado em saber sobre essa porcaria que aconteceu em Las Vegas.

Pra começar, a única grande surpresa da noite foi na forma como Ronda Rousey venceu Sara McMann. A vitória da bela loira já era dada como certa, mas todos esperavam mais um arm-lock daqueles que ela sabe fazer como ninguém. Mas pela primeira vez, vimos a campeã nocauteando. Não chegou a ser aquele nocaute clássico, levando a adversária a lona, mas em um momento em que ela fazia o clinch, acertou a costela de McMann, e a canadense desabou de dor. Muitos falaram que Hearb Dean foi precipitado em parar a luta, mas não achei. Sara caiu rendida e derrotada para a felicidade de GRANA White.

Agora, se teve uma luta chata mesmo e sem sentindo foi a do mais novo meio-pesado Daniel Cormier contra Patrick Cummins. A luta durou um minuto, assim como a de Ronda, mas nesse caso ela não devia nem ter existido. Eu sei que Cummins entrou de última hora para substituir o lesionado Rashad Evans, mas o combate em si era ridículo. Não deu nem graça de fato. Cormier acertou dois golpes de raspão e Patrick já apagou. E olha que ele tinha falado um monte. Mas em termos de qualidade não serviria nem de parceiro de treino.

Já Demian Maia entrou no octógono sem estratégia nenhuma diante de Rory McDonald. Para ele era derrubar ou derrubar o canadense, e conseguiu isso no primeiro round. Mas no segundo e terceiro fez um papelão. Mal tinha gás para dar um soco e ficou se jogando no chão que nem mendigo o tempo todo tentando derrubar Rory. Todas as tentativas eram telegrafadas e o canadense soube se virar bem para ficar em pé, onde dominou e venceu por decisão unânime.

Tivemos uma luta entre brasileiros também. Raphael Assunção venceu Pedro Munhoz por decisão unânime e deve ser um dos próximos desafiantes ao cinturão dos galos, que pertence a Renan Barão.


Confira os resultados do UFC 170

Ronda Rousey venceu Sara McMann por nocaute ténico no primeiro round.
Daniel Cormier venceu Patrick Cummins por nocaute técnico no primeiro round.
Rory MacDonald venceu Demian Maia por decisão unânime.
Mike Pyle nocauteou T.J. Waldburger no terceiro round. (TKO)
Stephen Thompson nocauteou Robert Whittaker no primeiro round.
Alexis Davis venceu Jessica Eye por decisão dividida
Raphael Assunção venceu Pedro Munhoz por decisão unânime.
Aljamain Sterling venceu Cody Gibson por decisão unânime.
Zach Makovsky venceu Josh Sampo por decisão unânime.
Erik Koch nocauteou Rafaello Oliveira no primeiro round.
Ernest Chavez venceu Yosdenis Cedeno por decisão unânime

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* A coluna Clinch traz a análise dos principais eventos de artes marciais do planeta.



por Fernando Borchio | fernando.borchio@hotmail.com

Comentário da Redação > Corinthians reencontra a vitória no Pacaembu

Romarinho marcou 2 no Pacaembu (Foto: Agência Estado)
Foi sofrido, mas pelo menos o Corinthians voltou a vencer em sua casa, 3 a 2 pra cima do Rio Claro. Depois de seis jogos sem vitória, agora o time acumula uma invencibilidade de quatro jogos. Romarinho e Jadson vem dando o que falar em campo, o entrosamento de ambos parece vir de antigamente.

Na sexta-feira, Mano Menezes barrou Felipe, que havia falhado nos gols sofridos por Palmeiras e Oeste. Cléber entrou no seu lugar, foi bem, e ainda por cima deixou o seu na vitória.

Mas o que ainda preocupa o torcedor e o treinador é o setor defensivo, que vem falhando constantemente. Com dois laterais que apoiam muito, a defesa fica desguarnecida e as costas de Fágner e Uendel são completas avenidas.

Com a vitória, o Timão deixou a lanterna do Grupo B, agora é o quarto com 14 pontos e na próxima quarta-feira, às 22h, enfrenta o Comercial, no Pacaembu. Enquanto isso, o Rio Claro é o terceiro no Grupo D, com 15 pontos e recebe o Paulista, no sábado, às 18h30.

O Timão começou a decidir o jogo no primeiro tempo. Em cinco minutos, fez dois gols, com Romarinho e Cleber. O camisa 31 balançou a rede após boa trama, Ralf levantou na área, Guerrero ajeitou para Jadson que achou o artilheiro do time na área, que bateu cruzado, aos 40.

Aos 44, o camisa 10 fez nova assistência, dessa vez cobrando escanteio. Ele colocou a bola na cabeça do Cléber.

Na volta para o intervalo, o time se segurou um pouco, mas não chegou a tomar sufoco. As jogadas ofensivas sempre passavam pelos pés de Jadson.

Aos 24 da segunda etapa, após cruzamento rasteiro na área do Corinthians, Uendel falhou na marcação e Léo Costa empurrou para as redes. Mas aos 36, Romarinho, após bate e rebate na área do Rio Claro e aproveitou para ampliar. No fim da partida, após espanada de Gil, Carlinhos aproveitou e bateu forte, sem chances para Cássio.

Conceitos


Cássio – BOM: Bem posicionado, mostrou segurança quando exigido. Sem culpa nos gols.
Fágner – REGULAR: Melhorou no apoio, mas ainda peca na recomposição defensiva.
Cleber
BOM: Entrou e foi bem na parte defensiva. No ataque marcou um e quase deixou o segundo.
Gil
– REGULAR: Falhou no segundo gol do Rio Claro, falta entrosamento com Cléber, mas pode ser uma boa dupla. 
Uendel
– REGULAR: Falhou no primeiro gol. Na frente, bons chutes e boas chegadas. 
Ralf
– REGULAR: Capitão da equipe é a alma do time, mas ainda está abaixo do que pode render.
Bruno Henrique
BOM: Começou bem e faz bem a transição entre defesa e ataque. No segundo tempo caiu de produção.
(Danilo)
– REGULAR: Parece estar fora de forma, mas cadencia bem o jogo. 
Guilherme
BOM: Está em ótima fase, joga bem e é um dos pilares desse time. 
Jádson – ÓTIMO: Caiu como uma luva na equipe. Distribui bem o jogo, duas assistências, a primeira, lindo passe. 
(Rodriguinho) – SEM CONCEITO: Entrou no fim, fica sem nota
Romarinho – ÓTIMO: Iluminado. Está aproveitando a fase de goleador, fez dois e já está há um de Henrique da Portuguesa. Boa caída pelos lados.
(Luciano) –SEM CONCEITO: Entrou no fim e pode falar que estreou.
Guerrero
– REGULAR: Vem perdendo muitos gols, o que não é costumeiro, mas faz bem o papel de pivô.
Téc. Mano Menezes - BOM: Escalou o que tinha de melhor e vem dando padrão para a equipe.

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* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.



por Rodrigo Bocatti
| @digo90 | http://esportesarena.com.br

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Rádio da Redação > Champions League 2014: Oitavas de Final - Parte 2

Olá leitor ouvinte do Redação do Esporte! Estamos de volta com a Rádio da Redação, agora falando da segunda parte das oitavas de final da Champions League que reserva grandes disputas.

Victor Mesquita comanda esta JORNADA que tem os comentários de Fernando Borchio, Helder Rivas e Thiago Passarelli.

NOVIDADE: Agora você pode ouvir nossos podcasts no Youtube e também pelo Soundcloud, onde é possível ainda fazer o download para escutar e guardar de recordação!

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* Na Rádio da Redação você ouve os melhores comentários futebolísticos da GALÁXIA com nossa equipe de redação em versão podcast!



Direto da Redação
| redacao_esporte@hotmail.com | @redacaoesporte

Clinch > Pré UFC 170 - Evento da queridinha do Dana

O UFC desembarca em Las Vegas no próximo sábado para sua edição de nº 170. E mais uma vez o fanfarrão Grana W...quer dizer, Dana White, tenta empurrar goela abaixo dos fãs de MMA, as lutas femininas. Pedindo licença ao meu amigo Victor Mesquita, os leitores da coluna Clinch perguntam: Fernando, você é contra o MMA feminino? Não, não sou. Mas não desperta interesse suficiente pra ser main-event, ou co-main event da luta mais importante do ano passado (Weidman x Spider 2).

De qualquer forma, essa é a luta principal e cá estou eu para comentar detalhadamente: mais uma chave de braço pra Ronda. O resultado já está pronto. E essa é outra das falhas que o chefão do UFC comete. Como ele enxerga na loirinha sua única garota propaganda para difundir o MMA feminino, acaba casando lutas fáceis e de vitória previsível. Ele quer, descaradamente, que ela fique com o cinturão por anos. Você não casa as lutas que o público quer ver, Dana? Então faça Cyborg e Ronda acontecer e aí sim a luta merecerá um main event.

O resto do evento está repleto de lutadores desconhecidos. No co-main event, que teria grande apelo, Rashad Evans se machucou. Com isso Daniel Cormier é favorito absoluto contra o estreante Patrick Cummins. E a luta anterior promete ser a mais disputada. O brasileiro Demian Maia coloca seu jiu jitsu a prova contra o versátil Rory MacDonald. Ambos estavam na linha do cinturão mas vem de derrota. Acredito que o americano vença, por ser mais completo.

Os outros brasileiros que estarão em ação vão se enfrentar. Raphael Assunção, o nº 3 da categoria dos galos, enfrenta o estreante (?) Pedro Munhoz. Minha indignação é porque um top da categoria tem que lutar algo onde se vencer é obrigação e se perder será um desastre. Enfim, se estiver focado, Assunção vence e será um dos postulantes ao cinturão de Renan Barão.

Card Principal

Peso-galo: Ronda Rousey x Sarah McMann
Peso-meio-pesado: Daniel Cormier x Patrick Cummins
Peso-meio-médio: Rory MacDonald x Demian Maia
Peso-meio-médio: Mike Pyle x T.J. Waldburger
Peso-meio-médio: Robert Whittaker x Stephen Thompson

Card Preliminar

Peso-galo: Alexis Davis x Jessica Eye
Peso-galo: Raphael Assunção x Pedro Munhoz
Peso-galo: Cody Gibson x Aljamain Sterling
Peso-mosca: Zach Makovsky x Josh Sampo
Peso-leve: Rafaello Oliveira x Erik Koch
Peso-leve: Ernest Chavez x Yosdenis Cedeno


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* A coluna Clinch traz a análise dos principais eventos de artes marciais do planeta.


por Fernando Pilat
| @fernandopilat

Comentário da Redação > Feijoada Futebol Clube

Empate saiu de bom tamanho pro Tricolor no ABC (Foto: Terra)

O profissionalismo – e somente ele – me fez separar alguns minutos da minha vida para escrever sobre a atuação do São Paulo nesta quinta-feira, diante do seu “primo” São Bernardo.

Diferente dos outros três jogos do ano que comentei, o time não perdeu. Desta vez empatou, 1 a 1. E diferente dos outros três jogos que comentei, o placar foi injusto, pois o time merecia perder.

Apesar de ter saído na frente do placar com um gol contra ridículo (debitado na conta de Álvaro Pereira equivocadamente, a meu ver), o São Paulo não se impôs em nenhum momento diante do adversário. Se dissessem que o time de amarelo era o São Paulo e o de branco, o São Bernardo, ninguém iria estranhar. Foi, enfim, a pior apresentação do time que eu tive a infelicidade de ver. Pior que contra o Palmeiras e Ponte Preta, por incrível que pareça.

E foi pior por uma simples razão: o time levou uma pressão danada do início ao fim. Se segurou graças à trave, ao Rogério e à sorte, já que tiveram uns dois ou três lances nos quais o erro no último passe evitou o gol adversário.

Mais alarmante que tais situações foi a parte física de muitos que atuaram ali. Eu fiquei embasbacado em quantas corridas o Paulo Miranda perdeu. Independente dele ser defensor e ser mais pesado que um atacante, ele não chegava nem perto de tomar a frente dos caras. Aliás, não chegava perto de dar um carrinho que fosse.

E ele não foi o único: Roger Carvalho perdeu a corrida pro adversário e isso ocasionou o gol de empate deles. Álvaro Pereira perdeu corrida. Maicon perdeu corrida. Souza perdeu corrida. Enfim...nem sei mais quem ou o que perdeu corrida. O Barrichello se sentiria o rei das pistas se estivesse em campo ontem.

A despeito disto, ainda tem aquela velha falta de criatividade, de assertividade, de vontade. Ou sei lá, às vezes é apenas ruindade mesmo.

Que o Santos tenha piedade da nossa alma.

Conceitos

Rogério Ceni – BOM: Novamente sem culpa no gol. Faz até mais do que pode em campo.
Paulo Miranda – PÉSSIMO: Conforme dito no texto, perdeu na corrida para Deus e o mundo. Em um lance em especial, escorregou ridiculamente na frente do atacante. Não foi gol por um milagre.
Roger Carvalho – RUIM: É bom termos um zagueiro de ofício atuando ali no setor, mas o cara ainda tá meio perdidão.
Antonio Carlos – REGULAR: O menos pior da zaga. E olha que isso não é um elogio.
Álvaro Pereira – RUIM: Cobrou a falta que terminou em gol, mas falhou na cobertura do gol de empate dos caras. Ele estava MUITO longe do atacante. Estava a ANOS-LUZ de distância.
Souza – RUIM: Conseguiu piorar a proteção à zaga. Tem sido pior que o Wellington.
Maicon – RUIM: Este não tem muito o que exigir mesmo. “Ruim” é o padrão dele.
Ganso – RUIM: Mais uma vez muito aquém do que pode fazer e do que se espera dele. Deu alguns bons passes, mas é muito, muito pouco.
Ewandro – BOM: Vinha bem em campo até se machucar. Perdeu um gol quase feito, é verdade, mas é garoto e pode errar muito ainda.
(Osvaldo) – PÉSSIMO: Entrou. Correu. Correu. Correu. Fez nada.
Pabón – RUIM: Quase não participou da partida, apesar da movimentação intensa.
Luis Fabiano – BOM: Tem dado raça pra caramba e isso é bem louvável. Não tem culpa se a bola não chega.
Téc. Muricy Ramalho – REGULAR: Testou Paulo Miranda na direita. Não mudou nada. Ah, sim, mudou pra pior. Não taticamente, mas o Paulo Miranda tinha comido uma feijoada antes do jogo. No mais, nada demais


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* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.


Por Thiago Jacintho | thi.jacintho@gmail.com | jogodeequipe.blogspot.com.br