
Quando ele chegou e viu o salão lotado, aplaudiu os torcedores e fez movimentos de reverência com o corpo. Fred vestiu a camisa do Fluminense pela primeira vez e assinou contrato de cinco anos como o clube das Laranjeiras.
- Quero agradecer toda essa receptividade da torcida do Fluminense. É maravilhoso o que eu estou sentindo. Para falar a verdade, nunca vivi coisa tão gostosa dentro do futebol. Cheguei a ficar arrepiado quando entrei e vi a torcida cantando e gritando o meu nome – disse Fred.
O atacante deixou os torcedores do Tricolor carioca mais entusiasmados quando prometeu cumprir seu contrato com o clube, que é de cinco anos, até o fim.
- Tenho contrato de cinco anos e quero cumprir. Ou até mesmo prolongar a minha permanência no Fluminense. Existe a possibilidade de sair, mas não penso nisso e nem quero. Quero fazer história aqui. Esse meu objetivo. Com muitos gols e títulos.
O novo reforço tricolor confirmou a sua presença na partida desta noite, contra o Nacional-PB, no Maracanã, pela primeira fase da Copa do Brasil. E se fosse para Fred escolher, ele gostaria de já estar em campo hoje.
- Se a minha chegada ao clube já foi assim, imagino como estará o Maracanã no jogo de hoje. Aproveito para convocar a torcida a estar no estádio junto comigo para ajudar o Fluminense a conquistar a vitória e sair de campo classificado para a segunda fase da Copa do Brasil – afirmou.
Presidente erra nome do Fred por duas vezes

"Estou emocionado. A chegada do 'Celso' foi uma grande conquista, mas deu muito trabalho. Desde a Máquina Tricolor [bicampeã estadual em 1975 e 1976] não tínhamos um jogador campeão mundial no grupo. Quero aproveitar a oportunidade e agradecer ao presidente da Unimed, Celso Barros, pela contratação do 'Fábio'. Foi muito importante", disse o desorientado Horcades.
Além da gafe do presidente, a bagunça foi grande. O combinado era que Fred fosse apresentado primeiro à imprensa e depois à torcida. Mas a diretoria ignorou o que fora estabelecido e abriu as portas do Salão Nobre das Laranjeiras durante a coletiva do atacante. Conclusão: desordem.
A bagunça era tanta que em determinado momento o próprio presidente pediu o microfone para conter os ânimos dos torcedores. Mas as palavras de ordem entraram por um ouvido e saíram pelo outro. Logo, o tumulto voltou, chegando a irritar muitos profissionais da imprensa.
Confira um dos erros do presidente:
Fontes: Globo.com e Uol
Redator: Pedro Silas
pedro_sccp@yahoo.com.br
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