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quinta-feira, 6 de março de 2014

Comentário da Redação > Quartas de final é logo ali

Bomba de Juninho e vitória do Palmeiras (Foto: Terra)
Palmeiras x Portuguesa. Fazia tempo que não tínhamos este clássico. Não estou ficando louco novamente, o blog é muito sério para fazer uma piada de mau gosto, mas considero a Lusa time grande assim como é a equipe da Marginal s/nº, aquele time metido a certinho do Morumbi cujo o mascote é um personagem de desenho da Disney e o time da torcida mais jovem do Brasil onde a faixa etária chega aos 65 anos.

Sim fazia tempo que não tínhamos este clássico. A última vez foi no Brasileirão de 2012 e a lembrança não é boa: sonoros 3 a 0 no Canindé. Tudo bem, o time não era essas coisas, eram as sobras daquela feira de domingo, mas tudo bem, mas mesmo assim, a Lusinha está perdoada por ter nos ajudado a cair naquele ano. Foi merecido e voltamos ainda mais fortes.

Apesar de ser palmeirense há mais de 20 anos, tenho um carinho pela Portuguesa (acredito que a maioria tenha), como se fosse aquele irmão mais novo ou aquele nosso animal de estimação que temos que proteger de qualquer perigo.

Falando um pouco da partida (é o que interessa), as duas equipes jogaram de forma aberta, apesar do placar ter sido magro. A Portuguesa apostou nos contragolpes e não deixou o nosso zagueiro-atacante Lúcio ir ao ataque, deixando seus homens de frente incomodando a defesa alviverde. Já no Palmeiras, o losango criado por Kleina obrigava Alan Kardec sair para o meio buscar jogo, fazendo a parede para que tanto Patrick Vieira, quanto Vinicius aparecessem de surpresa.

No geral, o Palmeiras foi melhor, criou as principais chances e chegou ao gol da vitória com uma bomba de Juninho aos 2 minutos da segunda etapa, após cobrança de falta – que me fez lembrar Roberto Carlos nos tempos áureos de Palmeiras da década de 1990 (por favor, me interne urgente, que o estoque de Gardenal acabou!). Pelo menos deve ter feito mais gols do que Lúcio, o Maldini do Sertão! Quem não se lembra?

A Lusa teve um gol bem anulado em seguida e Fernando Prass, que de espectador de luxo na primeira etapa, foi o salvador da meta palestrina no segundo tempo garantindo mais três pontos na bagagem e a classificação antecipada para próxima fase do ‘Paulistians League’.

Já dizia um certo jornalista esportivo, sóbrio ou não, em uma final de Copa do Mundo que a próxima sede do Mundial era logo ali, no caso do Verdão: “a próxima fase é logo ali”.

Conceitos

Fernando Prass
- PUTA QUE PARIU, É O MELHOR GOLEIRO DO BRASIL! : Não é empolgação de torcedor e sim, é realidade. Mais uma vez o Van der Prass garantiu o ‘bicho’ da galera ao fazer grandes defesas.
Wendel – BOM: Tenho que dar o braço a torcer que a Av. Wendel nº 13 congestionou a descida do lateral da Lusa. Não passou nada por lá. Atuação segura do nosso “esforçado” lateral.
‘Franz Becken’Lúcio – REGULAR: No jogo aéreo foi bem, mas por baixo perdeu muitas bolas. Não saiu muito ao ataque devido aos atacantes da Portuguesa no seu cangote.
Marcelo Oliveira – REGULAR: Também falhou pelo alto, mas no mano a mano ganhou todas.
Juninho – MILAGRE: Fez uma boa partida e de quebra marcou o gol da vitória em cobrança de falta. Soube atacar e defender bem.
Eguren – REGULAR: Ficou pendurado logo no início do jogo e deixou o meia da Portuguesa deitar e rolar.
Wesley – REGULAR: Participou na jogada do gol, mas perdeu uma chance clara em seguida. Faltou preciosismo. Na marcação deixou a desejar.
Mendieta – REGULAR: Começou bem com todo gás, mas depois foi caindo a ponto de ir ao vestiário e pegar um despertador, um pijama e uma pantufa.
(França) – SEM CONCEITO: Só entrou em campo para mostrar a última tatuagem feita.
Patrick Vieira – BOM: Provou que pode ser uma boa opção para o ataque. Caiu pela direita, deu velocidade e buscou jogo.
(Rodolfo) – ATÉ QUE ENFIM ESTREOU!: Só entrou em campo. Correu, correu, correu... deu uns passes aqui, outros ali e só.
Vinicius – MAIS OU MENOS, MAIS OU MENOS: Cumpriu seu papel pelo lado esquerdo tanto no ataque, quanto na marcação. Teve uma chance de marcar. Pelo menos jogou melhorzinho do que nos outros jogos.
(Bruno César) – MEDIDA CERTA, JÁ!: Nosso ‘Cabritos Tevez’ cover ainda está fora de forma. Jogou pouco e ainda está longe da forma e do ritmo ideal.
Alan Kardec – BOM: Fez o de sempre: saiu da área, buscou jogo, fez o pivô e ajudou na marcação. Não teve nenhuma chance clara de marcar, mas taticamente foi bastante útil.
Tec. Gilson Kleina – BOM: O primeiro passo foi dado: garantir a vaga entre os oito melhores do estadual. Agora para que a missão seja cumprida, faltam mais alguns degraus. É só não inventar, o time está voando em campo e o elenco está nas suas mãos.


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* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.

por Antonio Lemos | www.paponaarquibancada.blogspot.com.br

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