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segunda-feira, 19 de maio de 2014

Comentário da Redação > Subindo o elevador do Brasileirão e superando o trauma chamado Vitória

Palmeiras x Vitória. Confesso que, quando chega esta partida me dá um medo, um trauma, que só me falta borrar minhas calças de tanta aflição. Tirando o título Brasileiro de 1993, quando vencemos eles na Fonte Nova e no Morumbi, nós, torcedores alviverdes, não temos tantos motivos para comemorar. Pelo contrário, só desgraças aconteceram no nosso caminho: o fatídico 17 de novembro de 2002, mais conhecido como o primeiro rebaixamento, e 23 de abril de 2003, quando levamos aquele ‘eterno 7 a 2’.

Se fosse para comparar o time baiano com a nossa vida cotidiana, seria como aquele valentão do colégio que chega pra você e fala “te vejo na saída”, aí você sabe que vai levar uma surra após a aula. Pois é, fazia tempo que não enfrentávamos o nosso ‘rival’. Entre idas e vindas, as equipes se desencontraram na Série A e o tão esperado dia chegou.

O jogo não foi no temido Barradão, onde fomos rebaixados em 2002, e sim, em Pituaçu (menos mal para nós). No duelo dos interinos e dos times remendados, faltou qualidade e sobrou aquela pelada entre casados contra solteiros. Os dois times maltrataram a bola com ligações diretas e chances quase nulas de gol. Só para falar que não teve nada, Marquinhos quase fez um golaço para o Vitória, mas a bola passou perto do gol de ‘Van der’ Fábio.

Chegou o segundo tempo e a partida seguia feia, mas muito feia. Mas aconteceu um lance: aos 4 minutos, Marquinhos Gabriel chutou de longe e no momento pebolim, a bola desviou na defesa baiana e enganou Wilson. GOL DO PALMEIRAS!

O 1 a 0 deixou a partida bem mais movimentada. O Vitória saiu para o jogo e exigiu boa defesa do garoto Fábio após chute de Caio dentro da área alviverde. O Palmeiras, por sua vez, não aceitou a pressão dos baianos, que passavam a deixar espaços na defesa. Sendo assim, os comandados de Alberto Valentim (parece nome de ator de novela mexicana do SBT) trabalharam a bola com tranquilidade no meio de campo para administrar o resultado.

Fim de papo, vitória palmeirense, e estamos subindo o elevador depois de um começo turbulento. Estamos em sexto lugar. Ainda não temos motivos para nos animar, falta muita coisa para melhorar, principalmente quando o assunto é peças de reposição.

Eu sei que o momento não é oportuno, mas não tem como eu deixar de dar o meu pitaco quanto a escolha do novo treinador. Eu sei que o nosso comandante de nome de personagem de novela mexicana está fazendo um bom trabalho, mas se for para correr atrás de Dorival Jr., Doriva e outros técnicos medianos, era melhor ficar com o “estagiário” Kleina, pois vinha fazendo bom trabalho e quem fritou o homem foi a própria diretoria por sua mesquinharia. Agora, porque não tentar o Jorginho? Ele foi o único a fazer este time jogar nos últimos cinco anos.

Sinceramente não boto fé em treinador estrangeiro, como querem trazer o Gareca, pois a cultura do futebol brasileiro fritaria o cara na hora. Agora, diretoria do Palmeiras, se precisar de um técnico que saiba armar o time, que tenha pulso, saiba contratar jogadores em posições pontuais e que tenha identificação com a torcida, eu posso deixar o meu currículo com vocês, o que acham?

Conceitos

‘Van der’ Fábio - ÓTIMO: Como é bom ter um goleiro de confiança quando o seu titular sai machucado. Por enquanto não estamos sentindo falta do Prass.
Wellington - MELHOR DO QUE O WENDEL: O cara é zagueiro, mas foi muito, mas muito melhor do que o Wendel.
(Tiago Alves) - SEM CONCEITO: Não suou a camisa.
Lúcio - SONECA: Quase entregou a rapadura no início do jogo. Para a nossa sorte, o time deles é muito ruim.
Marcelo Oliveira - BOM: Partida muito boa. Afastou bolas perigosas sem enfeitar e foi autor de dez desarmes.
Juninho - CIRCUITO BARRA ONDINA: Nas costas do lateral só não vai quem já morreu.
Renato - MELHOR DO QUE O JOSIMAAARRR: Até que enfim temos um volante confiável, que não bate e que sabe desarmar. Valentim ou novo técnico do Palmeiras: deixe o garoto como titular.
Wesley - BOM: Dos poucos que tentou arriscar jogadas individuais para furar a defesa adversária.
Marquinhos Gabriel - ÓTIMO: Jogou bem e marcou um gol “pebolim” no segundo tempo.
(Mazinho “Messi Black”) - TURISTA: Tá mais para ‘Gioino Black’. Foi para Salvador apenas para passear. Recebemos informações de que ele não estava no Pituaçu e, sim, foi conhecer o Elevador Lacerda e o Pelourinho.
Mendieta - PREGUIÇOSO: Sem maldade, mas o paraguaio encarnou o espírito baiano e fez tudo devagar, sem pressa. Pegou a sua rede, uma água de coco e só assistiu a peleja.
(Victor Luís) - QUEM?: Não suou a camisa.
Diogo - ALELUIA: Jogou bem e foi participativo segurando a bola no momento em que o Palmeiras estava na frente.
Henrique - REGULAR: Brigou muito com os zagueiros, mas não teve nenhuma chance clara para finalizar.
Tec. Alberto Valentim - BOM: No duelo dos interinos, o comandante do Verdão teve mais garrafa vazia para vender e fez o resultado. O trabalho é bom até agora, mas é melhor voltar ao México e gravar alguma novela por lá. Nome já tem...


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* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.

por Antonio Lemos | www.paponaarquibancada.blogspot.com.br

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