Mudou!

O Redação do Esporte mudou de hospedagem! Acesse nosso conteúdo atualizado em: www.redacaoesporte.com.br

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Comentário da Redação > Contra tudo e todos!

Boi Bandido meteu um golaço na Bahia (Foto: Gazeta Press)
Sim, meus amigos, esse foi meu sentimento ao contemplar todos os fatos que aconteceram neste domingo na Nova Arena Fonte Nova, em Salvadô!

Primeiro, o glorioso juizão viu uma falta não sei de quem na área para anular um gol legítimo do Paulo Miranda, logo no começo do jogo. Que o Viado Meira Ricci é caseiro todos sabíamos, mas no jogo deste domingo ele tava animadaço.

Depois foi extremamente rigoroso ao expulsar Denílson em um lance em que o camisa 15 chegou um pouco mais forte em Willian Barbio. De certa forma é até compreensível que tal jogada gerasse um cartão vermelho, mas o jogador baiano fez um teatro caprichado e isso ajudou muito na decisão do juiz.

No segundo tempo, tudo ia muito bem, mas o maldito juiz pilantra que, pasmem, segundo minhas fontes, é o favorito para representar o Brasil na Copa, resolveu expulsar o Maicon sei lá por que. Sinceramente, as imagens mostram apenas o Maicon aplaudindo quando levou amarelo. Agora, por que ele levou amarelo? Porque reclamou que o Souza (que deu uma cotovelada em Ganso) não foi expulso? Porr*, que coisa estranha, de boa! O que mais acontece em campo é xingamento, isso é normal.

O que não é normal (ou pelo menos não vinha sendo) é o Aloísio Boi Bandido, mais louco que o Batman, fazer gols. E que gol! E que lançamento do Toloi! E que ajeitada de canela! E que chutaço indefensável!

Além disso tudo dito acima, o resto do jogo foi uma disputa entre um time lutador, brigador, contra um time jogando em casa, com o juiz a seu favor, ou seja, ataque contra defesa total. E venceu a defesa. Aliás, defesa essa que não leva gols há 4 jogos!

É... pra quem iria cair (coisa que eu mesmo disse muitas vezes, mas eu posso), estamos muito bem.
Time gigante não cai! #mimimi #paulistinha1900eblablabla

Conceitos

Rogério Ceni – BOM: Não foi muito exigido e quando a bola passou por ele, parou no travessão. Ótima participação ao fazer cera. Sim, quando o negócio tá sendo roubado, tem que avacalhar mesmo.
Paulo Miranda – BOM: Fez um gol legítimo, anulado de forma equivocada. No restante foi muito competente. Cobriu bem os espaços deixados pelos expulsos.
Edson Silva – BOM: Uma vez fizeram o programa Joga10, cujo pofexô Luxa era o “apresentador”. Sou a favor de uma edição parecida, mas chamada JogaSério, em que o Edson Silva será o cabeça do rolê. Abre o olho, Band!
Rafael Toloi – BOM: Também foi bastante sério e acertou um lançamento lindo. O primeiro e último da sua carreira, eu sei, mas é nóis!
Douglas – REGULAR: Não foi tão mal, mas poderia ter ido melhor. Quando estávamos com um a menos, ficou na função de puxar contra-ataques e não conseguiu.
Denílson – PÉSSIMO: Eu achei que o juiz foi muito rigoroso, mas na verdade esse animal de teta nem devia ter dado a brecha. Aliás, sequer PRECISAVA fazer falta naquele lance, não tinha absolutamente NADA acontecendo.
Ganso – ÓTIMO: Jogou muito. Conduziu o jogo inteiro, nos bons e maus momentos. Deu um chapéu tão lindo que fez a Pilataiada chorar!
Maicon – BOM: Foi bem na partida e é isso. Acabou expulso porque o juiz é um pilantra.
Reinaldo – REGULAR: Quando estava uma disputa honesta, deu certa canseira nos caras. Depois que ficamos com um a menos, ficou mais preso, logo, apareceu menos. Não comprometeu, no entanto.
Ademílson – REGULAR: Se movimentava bem na frente até a expulsão do Denílson, que culminou na sua substituição.
(Wellington) – REGULAR: Entrou para recompor o meio de campo e fez só o arroizinho com feijão maroto.
Aloísio – BOM: Outro que vinha bem no jogo até a expulsão do Denílson. Fez um belo gol. Depois só correu e nada produziu – dessa vez não por sua culpa, diga-se de passagem.
(Welliton) – SEM CONCEITO: Ficou pouco tempo em campo, afinal, teve de ser substituído pouco depois de ter entrado devido à expulsão do Maicon.
(Fabrício) – SEM CONCEITO: Jogou pouco tempo.
Téc. Muricy Ramalho - ÓTIMO: Deu brio pros caras. Arrumou a defesa! É são-paulino!


Curta a página do torcedor são-paulino no Facebook: www.facebook.com/saopaulofc.br.
_____________________________________

* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.


Por Thiago Jacintho | thi.jacintho@gmail.com | jogodeequipe.blogspot.com.br

Comentário da Redação > Atlético-MG 1 x 0 Flamengo

Visão atleticana > No jogo dos desfalques, Galo leva a melhor
por Felipe Hadad |
Fhmyrrha@gmail.com | @hadadml

Mesmo desfalcados, Atletico-MG e Flamengo fizeram um clássico como deve ser, brigado e disputado até o apito final. Mas no fim deu Galo na cabeça, que empurrado pela já conhecida "torcida do Horto" garantiu 3 pontos importantes, se consolidando ainda mais no topo da tabela.

No jogo em si, o que se viu por parte da equipe mineira foi um time aplicado e dedicado, já que tecnicamente não podíamos esperar muito. No total, 13 desfalques deram lugar às varias promessas da base atleticana, que fizeram um primeiro tempo razoável agredindo mais o gol flamenguista. Pelo lado esquerdo, Fernandinho apresentava perigo e conseguiu boas jogadas, mas faltava a presença de área do matador Jô, que não estava em um dia muito inspirado.

Saíram do lado direito as melhores oportunidades do Galo no primeiro tempo, pelos pés do atacante Neto Berola. Ao final da primeira etapa os jogadores atleticanos foram para os vestiários conscientes de terem feito um primeiro tempo melhor e confiantes de que decidiriam o jogo nos 45 minutos restantes. No entanto, o que se viu na volta do intervalo foi um Flamengo diferente, mais bem postado e disposto a sair do Horto com vitória. Neste momento, apareceu mais uma vez a muralha atleticana, "São Victor", e com o já conhecido pé esquerdo salvou o que seria o gol de Hernane. No lance seguinte ainda fez uma linda defesa, após um chute de fora de Gabriel.

O jogo ficou mais equilibrado, com uma leve vantagem do Flamengo, mas não demorou para que uma promessa da base atleticana revertesse a situação. Lucas Cândido (guardem este nome), aos 12 minutos da etapa final, roubou a bola na intermediaria do ataque atleticano e num maravilhoso chute acertou o ângulo esquerdo do goleiro Felipe, que nada pode fazer.

A partir daí o jogo seguiu equilibrado, com o time mineiro dando sinais de cansaço. Neto Berola, apagado no segundo tempo foi substituído por Leleu, que pouco fez. No ataque, Fernandinho era o principal jogador do Atlético e em uma linda jogada pela esquerda finalizou nas mãos de Felipe. O time do Flamengo ainda desperdiçou algumas chances, antes do árbitro finalmente apitar o fim da partida.

Foi um jogo importante para os jogadores da base do Galo mostrarem serviço, já que durante quase toda a temporada sequer tiveram a chance de serem convocados para uma partida.

Conceitos

Victor - ÓTIMO: Mais uma vez, o goleiro foi muito seguro e fundamental na vitória do Atlético. Mostrou o porque de ter chamado a atenção de Felipão
Carlos Cesar - RUIM: Começou a partida como lateral direito, mas errou muitos passes. Felizmente, não comprometeu.
(Alex) - REGULAR: Entrou no lugar de Carlos Cesar e pouco fez.
Jemerson - REGULAR: Atuação discreta, um pouco nervoso em alguns lances.
(Dodô) - REGULAR: Ocupou o lugar de Jermerson e também não comprometeu.
Leonardo Silva - BOM: Poucos erros e como sempre se mostrando um bom elemento surpresa no ataque
Emerson - BOM: Mais um jogo seguro do zagueiro atleticano, que quase marcou um gol de cabeça.
Lucas Candido - ÓTIMO: Melhor em campo. Absoluto nos desarmes e autor do golaço que deu a vitória ao Galo.
Pierre - BOM: Mais uma boa partida do volante atleticano, que dominou bem o meio-campo do flamengo.
Rosinei - RUIM: Atuação apagada do volante, que ainda não mostrou muita coisa no time do Atlético.
Neto Berola - REGULAR: Fez um bom primeiro tempo, mas cansou na segunda etapa. Ajudaria mais o time se não buscasse tanto a falta.
(Leleu) - REGULAR: Perdido em algumas jogadas.
- REGULAR: Pouco apareceu no jogo, mas das vezes que mostrou serviço ofereceu um certo perigo.
Fernandinho - BOM: Está cumprindo muito bem o papel de ponta esquerda, ajudando também na marcação. Uma surpresa boa no time do Atlético, após a saída de Bernard.
Téc. Cuca - BOM: Fez uma boa leitura da partida, principalmente ao dar uma maior liberdade para Lucas Cândido atuar pela ponta direita.


Visão flamenguista > Difícil falar de futebol
por Rafael Gomes | rafagomesdesouza@gmail.com | @rafaeldudu

Laprovittola e Mamão. O primeiro poderia ser um novo camisa 10 que soubesse dar o mínimo de cadência ao meio-campo e o segundo poderia ser um novo lateral esquerdo que soubesse no mínimo acertar um cruzamento. Estes foram os destaques do Flamengo no domingo. O primeiro comandou a armação de jogadas na vitória sobre o Macaé no Estadual de basquete e o segundo foi bem na vitória do Flamengo FA sobre os rivais da Colina no Torneio Touchdown (futebol americano).

Falar sobre Flamengo e Atlético-MG, no futebol, é complicado. O jogo teve até bons momentos, mas num todo foi ruim. Os rivais mineiros vinham com 13 baixas para o jogo. O Flamengo com 7. Se o time titular do Flamengo já não é uma Brastemp, o misto frio é muito, mas muito ruim. Esperava menos até, confesso. O time foi derrotado em um chute improvável que nem se fosse o saudoso Julio César na meta, pegaria.

O Flamengo teve um grande momento antes do derradeiro gol. Hernane perdeu um gol praticamente embaixo da trave em boa jogada de Carlos Eduardo. Na sequência, Gabriel bateu forte para Victor fazer grande defesa.

O elenco nessa temporada é tão fraco que não vencemos nem a nossa filial vascaína em Minas Gerais, que já está com a cabeça voltada para o Mundial de Clubes. Resta-nos esperar pelo verdadeiro jogo do ano na quarta contra o pessoal de General Severiano. Com a volta de Elias e Léo Moura o salto de qualidade é altíssimo. Espero ser suficiente para continuar na Copa do Brasil.

Conceitos

Felipe – BOM: Impossível pegar aquele chute né? Ainda fez 2 grandes de defesas no jogo.
Digão – RUIM: Faz muita falta o Léo Moura, mesmo com 250 anos. Digão não sabe nem cruzar.
Wallace – REGULAR: Foi envolvido algumas vezes, mas apareceu bem na frente.
Gonzáles – REGULAR: Venceu a maioria das jogadas contra os atacantes mineiros.
Frauches – BOM: Improvisado de lateral foi bem. Foi quem mais desarmou pelo Flamengo.
Amaral – REGULAR: Corre, erra passes, faz faltas. Resumo rápido do que é Yaya Amaral.
Val – REGULAR: Por uns 3 minutos foi bem. Pelo resto foi ruim. 2 bons chutes.
L. Antônio – RUIM: Deu o gol pro Atlético ao inventar um drible na intermediária.
(Bruninho) – RUIM: Custa levantar a cabeça durante as jogadas? Chute até a mão, se deixar.
Carlos Eduardo – REGULAR: Deixou Hernane na cara do gol. De resto, pouco fez.
(M. Moreno) – SEM CONCEITO: Pode se preparar pra voltar pro Grêmio.
Gabriel – REGULAR: 2 bons chutes. Cisca muito, produz pouco.
(Rafinha) – SEM CONCEITO: Parece aquele parente que mora longe em que você lembra no fim do jogo: “Pô, cadê o Rafinha? Saudades dele”.
Hernane – REGULAR: BroCavani perdeu um na cara do gol, mas tem crédito. Te espero na quarta-feira.
Téc. Jayme de Almeida – RUIM: Sei que era o misto frio e que o elenco não ajuda, mas precisa mexer melhor no jogo. Poderia ter dado chance a alguns garotos que atuam do meio para frente. Parecia conformado em perder pro Atlético, freguês a anos do Flamengo.
Neto Berola – ÓTIMO: Tempo de reação mais rápido que César Cielo na hora do mergulho.. Apareceu bem como zagueiro ao perder tantas bolas. Só poderia ser jogador do Flamengo, por isso está na avaliação.

Curta a página oficial do torcedor rubro-negro no Facebook. Confira aqui.
_____________________________________

* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.

Direto da Redação
| redacao_esporte@hotmail.com | @redacaoesporte

domingo, 20 de outubro de 2013

Comentário da Redação > Falta pouco, muito pouco!

Wesley fechou a vitória palmeirense em Bragança (Foto: Agência Estado)
Alô palmeirenses, finalmente chegou o momento do ano que mais esperávamos. O acesso para a série A está muito próximo, e pode acontecer semana que vem, dependendo de uma combinação de resultados. Tudo isso se deve a mais uma vitória verde, dessa vez sobre o Bragantino.

Novamente o futebol apresentado pelo Palmeiras não foi nada bom. O time estava muito pacífico em campo e na bola não conseguiu mostrar a força de seu elenco. O meio-campo estava muito lerdo com Felipe Menezes na criação e também congestionado, devido à forte marcação do time de Bragança. Sendo assim, as oportunidades estavam na laterais, coisa que o Verdão anda apostando muitos nos últimos jogos e novamente as coisas fluíram bem.

Com a ausência de Juninho do lado esquerdo, o time ganhou mais opções na bola aérea, visto que o lateral não acerta um cruzamento sequer. Por outro lado o Bragantino não impôs medo algum. Já que no toque de bola o Palmeiras não chegava, só restou finalizar de fora da área, e com um lindo chute chapado, Alan Kardec abriu o placar. A vantagem no placar estava de bom tamanho para o fraco primeiro tempo palestrino.

No segundo tempo, tudo se encaminhava para um controle de bola palmeirense até o Leandro fazer merda e acabar sendo expulso. Aliás, o atacante anda muito esquentadinho. Tem que colocar mais a cabeça no lugar e voltar a jogar bola, coisa que não anda fazendo. É novo ainda, mas anda sendo muito irresponsável. Com um a menos, o time recuou, e sofreu uma forte pressão totalmente desnecessária. Sendo assim, Kleina armou o time para tentar chegar mais nos contra-ataques.

Foi um "Deus nos acuda" até o fim, até Wesley achar o tão sonhado contra-ataque, fazer o gol e dar números finais a partida, colocando assim, o Verdão com um pé e meio na primeirona. Para subir matematicamente sábado que vem, o Palmeiras precisa vencer o São Caetano no Pacaembu e torcer por mais uma combinação de resultados.

Ao término do jogo Gilson Kleina deu uma entrevista em um tom de despedida. Dificilmente deve continuar para o ano que vem.

Conceitos

Fernando Prass - BOM: Foi bem quando exigido.
Luis Felipe - BOM: Apareceu diversas vezes no ataque muito bem.
Henrique - BOM: Apareceu bem no segundo tempo e até salvou bola embaixo da trave.
André Luiz - BOM: Só pelo fato de não ter feito merdas, merece o bom conceito.
Marcelo Oliveira - REGULAR: Teve um papel bem desempenhado de marcação, mas acabou saindo por lesão.
(Fernandinho) - REGULAR: Não apareceu tanto em campo.
Márcio Araujo - RUIM: Deu alguns vacilos de marcação. O meias do Bragantino conseguiram criar muito.
Wesley - BOM: Novamente o nome do jogo. Marcou bem e criou boas jogadas. Carregou o time nas costas no segundo tempo. Fez um belo gol.
Felipe Menezes - RUIM: É um jogador que segura muito a bola e assim acaba optando por decisões erradas.
(Eguren) - REGULAR: Entrou para recompor marcação após a expulsão do Leandro. Deu alguns vacilos.
Leandro - PÉSSIMO: Está muito esquentadinho. Merece o conceito por ter colocado a vitória em risco.
Vinicius - REGULAR: Muito mal no ataque, mas após a expulsão do Leandro, começou a ajudar o time na marcação.
(Ananias) - SEM CONCEITO: Entrou no fim.
Alan Kardec - BOM: Jogou com muita raça e fez um belo gol.
Téc. Gilson Kleina - BOM: Substituiu bem, ainda mais depois da expulsão do Leandro.

PALMEIRAS MINHA VIDA É VOCÊ! Curta a página oficial do torcedor palmeirense no Facebook: www.facebook.com/palmeirasminhavidavoce10.

_____________________________________

* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.


por Fernando Borchio | fernando.borchio@hotmail.com

sábado, 19 de outubro de 2013

Comentário da Redação > Ufa!

Muitos não queriam enxergar, mas a verdade é que o campeão do mundo tinha uma decisão pela frente contra o Criciúma, na noite deste sábado. Se não vencesse o 17º colocado, pra mim era muito claro que se tornaria um candidato real ao rebaixamento. Não apenas os números, mas principalmente o futebol (não) apresentado mostra que isso era completamente palpável. Para se ter noção, o adversário catarinense chegou ao duelo com 16 gols a mais que os 22 marcados pelos corintianos em 29 rodadas. Não era nenhum absurdo imaginar mais um péssimo 0 a 0, ou pior, uma trágica derrota dos mandantes em Itu. Era um jogo tenso.

Não deixou de ser haver tensão, mas a Fiel respirou mais aliviada aos 14 minutos do segundo tempo. Saiu um gol!!! Mas se dependesse das ordens de Tite para Alexandre Pato bater as faltas e escanteios, provavelmente teríamos mais um tradicional 0 a 0. Na primeira vez em que o atacante foi para a área após executar mal várias bolas paradas, aproveitou cruzamento de Douglas e mandou de cabeça para as redes.

Qualquer pessoa com o mínimo de noção percebia o absurdo de o centroavante cobrar bolas paradas na intermediária enquanto o camisa 10 da equipe, sem boa estatura e impulsão, encontrava-se na área. Inexplicavelmente, tivemos que aguentar isso o primeiro tempo inteiro. Poderíamos, quem sabe, ter encaminhado a vitória nos primeiros 45 minutos.

Não apenas na base da bola parada, aliás. O Timão teve uma postura diferente das outras partidas, foi incisivo, buscou o ataque, se mostrou incomodado com o 0 a 0. Não à toa, teve mais volume e finalizações (13) que nos 90 minutos das outras partidas em apenas uma etapa. Mereceu ir para o vestiário vencendo e não com o rotineiro placar sem gols.

Para o segundo tempo, Tite soltou mais sua equipe. Tirou Alessandro e mandou a campo o recuperado Renato Augusto (devidamente benzido com água benta, espero), recuando Edenílson para a lateral-direita. Ficou uma formação interessante, com um poder ofensivo, em tese, maior. Mas ficou apenas no papel mesmo. Após o gol de Pato, o Alvinegro se comportou como time pequeno, contentando-se com o empate. Recuou e deu campo para os visitantes.

Poderia ter sido castigado, sabemos como é o futebol. Deu até alguns sustos ao goleiro Walter, que entrou em campo ainda no primeiro tempo no lugar de Cássio, após este sentir a coxa. Mas a "goleada" por 1 a 0 foi conquistada. A vitória do alívio!

Após desencantar na frente, terá o Corinthians força para conseguir a vaga às semifinais da Copa do Brasil na Arena Grêmio, na próxima quarta-feira? Para este duelo, o resultado "preferido" de Tite serve, pelo menos, para levar para os pênaltis. Esse elenco mostrou que gosta de uma decisão, vamos ver como se comportará agora...

Conceitos

Cássio - SEM CONCEITO: Não passou metade do primeiro tempo em campo e saiu machucado.
(Walter) - BOM: Não foi muito exigido, mas gostei do que vi, parece ter qualidade. Fez uma boa defesa.
Alessandro - REGULAR: Não faltou raça nos 45 minutos em que jogou.
(Renato Augusto) - BOM: Ainda tem ritmo, não se destacou muito, mas dá outra cara ao time, sobretudo pelo lado direito.
Gil - REGULAR: Pouco exigido, cometeu um ou dois vacilos que não costuma cometer.
Paulo André - REGULAR: Fez o simples atrás e até incomodou na frente. Deu um passe errado no primeiro tempo que poderia ter comprometido.
Fábio Santos - BOM: Gostei do lateral-esquerdo, não é um primor de jogador, mas bem melhor que seu reserva. Raçudo, procurou apoiar e esteve bem na marcação.
(Igor) - RUIM: Não marcou bem e mostrou indecisão na saída de bola.
Ralf - BOM: Incrível como tem brio o camisa 5! Viu que a coisa estava feia e foi ao ataque por diversas vezes, não deixando também de fazer muito bem sua parte na marcação.
Guilherme - BOM: Outro muito raçudo, não parou um minuto. Marcou e apoiou o ataque com eficiência. Deu um passe primoroso para o Douglas, que desperdiçou de frente para o goleiro.
Edenílson - REGULAR: Imprimiu velocidade, incomodou os adversários com sua vontade, e deu movimentação ao time. Mas é muito peladeiro, as vezes falta mais inteligência.
Douglas - REGULAR: Pouco participativo, não chamou o jogo. Errou um gol feito e fez o cruzamento para o Pato marcar.
Romarinho - REGULAR: Se movimentou bastante, mas faltou incomodar mais os zagueiros, encostar no Pato.
Pato - BOM: Mal posicionado pelo Tite, muitas vezes isolado pelo lado esquerdo. Muito mal nas cobranças de faltas e escanteios, não é a dele. Quando foi para a área, foi decisivo.
Téc: Tite - REGULAR: Sua equipe teve mais volume de jogo, mas segue mal posicionada na frente, sem presença de ataque. Depois de marcar, recuou excessivamente. Colocar o centroavante do time para executar as bolas paradas é simplesmente inexplicável.

____________________________________


* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.

por Pedro Silas | pedro_sccp@hotmail.com

Clinch > A trilogia dos sonhos

Muitos podem estar se perguntando por que Júnior Cigano e Cain Velasquez lutam toda hora. A resposta é simples. Apenas o Cain pode vencer o Cigano e apenas o Cigano pode vencer o Cain. Os dois são claramente soberanos nos pesos-pesados do UFC. Nada mais justo do que se enfrentarem pela terceira vez para ver quem é de fato o melhor peso-pesado do mundo do MMA.

A luta deste sábado é digna de eu deixar todos os meus afazeres para assistir. Mas a pergunta que faço é: qual será o Júnior Cigano e qual será o Cain Velasquez que estarão no octógono? No primeiro embate entre eles, o americano não estava 100%. O brasileiro também não estava, mas Cain foi claramente prejudicado pela falta de ritmo de luta, pelo fato de ter ficado parado por um ano. Sendo assim, o campeão caiu, mas se levantou um ano depois, quando devolveu a vitória sobre Cigano, massacrando o então campeão. Desta vez, Cigano estava com problemas pessoais. Tinha acabado de se separar da esposa e ainda por cima sofreu com o "overtraining" onde o treinou muito e descansou pouco, e sendo assim, seu corpo ficou muito desgastado. Eu espero que hoje não tenha desculpas. Quero ver uma luta entre os dois com ambos 100% fisicamente.

Quanto as previsões, é complicado cravar algo. Cigano com toda a certeza tentará manter a luta em pé, onde é superior a Velasquez. Uma coisa que o brasileiro terá que mudar em relação a luta anterior, é o seu jogo de pernas. Ele foi claramente dominado pelo americano na revanche, tanto no chão, quanto em pé.

Isso aconteceu por ele ter se movimentado muito pouco. Ficou muito estático. Se corrigir isso, e ainda estiver com a sua velocidade em dia, a qualquer hora poderá nocautear Velasquez. Mão pesada ele tem. Outra coisa muito importante para Cigano é ele estar em dia com o seu Muay Thai. Ele precisa chutar mais, para tentar desestabilizar a base do adversário. Só com boxe, não ganha.

Já para Cain o trajeto para a vitória é diferente. Se quiser manter o cinturão o americano precisará investir na sua luta de solo, onde é bem superior ao brasileiro. O seu boxe também é afiado, mas é arriscado querer trocar demais com Cigano. Na certa, Cain tentará minar o gás do adversário nos primeiros rounds para depois tentar quedar. Para mim, Velasquez é favorito e acredito na vitória dele, ou por finalização ou por decisão arbitral. As chances de um nocaute por parte dele são pequenas, mas mesmo assim reais, afinal, possui mãos pesadas como o adversário, mas perde em termos de velocidade. É rápido, mas Cigano é bem mais. Mesmo apostando em Cain, estarei com toda certeza na torcida pelo brasileiro. #NocauteiaCigano

O Co-main event da noite será uma grande luta também. Seguindo ainda na divisão dos pesados, Daniel Cormier e Roy Nelson resolverão sua divergências no octógono. Essa pode ser a última luta de Cormier na categoria. Caso seu parceiro de treino Cain Velasquez vença Cigano, ele descerá de categoria, para os meio-pesados. Caso o brasileiro vença, ele poderá ser um dos próximos desafiantes ao título, apenas atrás de Fabrício Werdum, que já está confirmado como próximo desafiante.

Voltando a luta de Nelson e Cormier, o ex-campeão do Strikeforce é o grande favorito. É melhor em pé e no chão e tem tudo para vencer, mas não será fácil, todos nós sabemos que o gordinho Roy tem um gancho devastador que pode derrubar qualquer um a qualquer hora, além de ser extremamente resistente e aguentar pancada como ninguém. Minha aposta é em Cormier, por decisão arbitral.

Outro brasileiro no card é Gabriel Napão, que enfrentará Shawn Jordan. A luta é dura demais, e sem grande favoritismos, mas aposto em Napão por finalização.

Card do UFC 166:

CARD PRINCIPAL
Cain Velásquez x Junior Cigano - Título peso-pesado
Daniel Cormier x Roy Nelson - Pesados
Gilbert Melendez x Diego Sanchez - Leves
Gabriel Napão x Shawn Jordan - Pesados
John Dodson x Darrell Montague - Moscas

CARD PRELIMINAR
Tim Boetsch x CB Dollaway - Médios
Nate Marquardt x Hector Lombard - Médios
Sarah Kaufman x Jessica Eye - Galo feminino
George Sotiropoulos x KJ Noons - Leves
T.J. Waldburger x Adlan Amagov - Meio-Médio
Tony Ferguson x Mike Rio - Leves
Jeremy Larsen x Andre Fili - Leves
Dustin Pague x Kyoji Horiguchi - Galos


_____________________________________

* A coluna Clinch traz a análise dos principais eventos de artes marciais do planeta.


por Fernando Borchio | fernando.borchio@hotmail.com

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Histórias da Semana > Seleção Bósnia e seleção Mexicana: Orgulho e Preconceito

Depois de muito tempo, viram-se fogos em Sarajevo.

Emoções a flor da pele e a população nas ruas, mas dessa vez com grande alegria, em prol do seu país.

Depois de muito tempo, viu-se tristeza na Cidade do México. A cidade antes vista como alegre, não vê motivos para celebrar.

O legado e os escombros deixados pela Guerra Civil dos anos 90, quando Bósnios e Sérvios buscavam a independência da finada Iugoslávia, foram finalmente superados.

O legado do heroísmo mexicano pós Olimpíadas de 2012 prometia trazer bons resultados no futuro próximo. Mas esse futuro, que nada mais é do que nosso presente, se mostrou irônico, cruel e tão nefasto quanto qualquer bomba, guerra civil ou invasão espanhola.

Bósnios sempre foram figuras pouco vistas, mas quando isso ocorria, eram vistos como pessoas frias, de olhar “depressivo” e cabeça baixa natural.


Mexicanos sempre foram figuras escrachadas com seus sombreiros, tequilas e bigodes. Desde os mais simples filmes de faroeste americanos, sempre havia a figuração do mexicano fraco, muita vezes até inútil, dependendo de um bravo herói para ser salvo.

A famosa independência que bósnios tanto buscavam por anos e anos foi finalmente sentida como nunca ates. Foi comprovada, foi ganha com suor, às próprias custas e o povo que até hoje colhe os frutos da destruição de um passado recente, se uniu, cantou e bravou em uníssono. Dos países que formavam a Iugoslávia, foram os únicos a ir direto para a Copa. Sua PRIMEIRA Copa como nação independente.

E a ainda mais famosa dependência mexicana dos Estados Unidos, foi ainda mais sentida. Agora, não apenas os norte-americanos continuarão guardando seus “coiotes”, como guardarão a noite da última terça-feira e o que fizeram contra a Seleção Panamenha. Os mexicanos ditos como “tradicionais”, ainda correm o risco de ficar fora de sua 15ª Copa, a sexta consecutiva.

Independente do que ocorra em 2014, a Bósnia Herzegovina já pode dizer que restabeleceu seu orgulho e deixando para trás seus preconceitos.

Já o México, que ainda precisa jogar a repescagem, mesmo se classificando, continuará sua sina e seu sofrimento causado por seus “salvadores”. Seguirão lidando com o preconceito que abala mais o seu orgulho.

_______________________________

* A coluna Histórias da Semana fala dos momentos do esporte que ficaram marcados, seja por uma semana, seja por um dia, seja para sempre.


por Helder Rivas | lendasdabola.blogspot.com.br | @LendasDaBola

En la Cancha > Brasil, chegamos!!!!

Na última terça-feira, chegou ao fim as Eliminatórias Sul-americanas para a Copa 2014. Argentina, Colômbia, Chile e Equador carimbaram o passaporte e já têm viagem marcada para o Brasil, sem escalas. Já o Uruguai, quinto colocado, terá que passar (de novo) pela repescagem caso queira chegar ao Mundial, e o adversário da vez é a Jordânia, com o primeiro jogo em Amã.  Para ficar de um jeito legal (eu acho pelo menos), vou falar caso a caso de cada país classificado, vamos ai:

Argentina (9v-5e-2d): Os Hermanos tá tinham carimbado sua passagem para o Brasil com duas rodadas de antecedência. Mesmo sem o seu maior craque, Messi, a albiceleste garantiu a liderança geral do torneio na sexta-feira passada com vitória de 3x1 sobre o Peru e aproveitou a última rodada para fazer testes para o mundial e escalou um time reserva. Perderam por 3x2 para o Uruguai em Montevidéu, resultado que não alterou em nada a classificação.  Nem preciso dizer que vou torcer para eles na Copa, né? Bem-vinda, “Albi”.

Colômbia (9v-3e-4d): Aliando uma ótima geração de jogadores como Falcão Garcia, James Rodrigues, Téo Gutierrez e outros com a competência de José Pekerman, a Colômbia volta a participar de uma Copa depois de 16 anos (a última em 1998). Apresentando um futebol vistoso, raçudo e consistente, eles foram a grande surpresa positiva dessas eliminatórias. Além de conseguir o segundo lugar geral, os colombianos serão cabeças-de-chave em 2014 e têm tudo para fazer um ótimo campeonato. Olho neles.

Chile (9v-1e-6d): Depois de penar no começo das eliminatórias, “La Roja” recuperou o belo futebol da época de Bielsa com a chegada do Sampaoli (ex-La U) e cegou à última rodada com a classificação praticamente assegurada. Com gols de Sanchez e Medel, os chilenos garantiram a terceira melhor campanha das eliminatórias vencendo o Equador. Agora eles já podem começar a pensar onde ficarão sediados no Mundial. Se forem levar o Valdívia, aconselho a Federação Chilena procurar um CT com um bom departamento médico.

Equador (7v-4e-5d):
Depois de ficar fora da última Copa, os equatorianos recuperaram o bom futebol e mostram que estão se tornando uma pedra no sapato do grandes. Mesmo com a derrota para o Chile na última rodada, eles garantiram a última vaga direta para a Copa no saldo de gols, empurrando o Uruguai para a repescagem. Devem fazer um bom papel no mundial, mas acho que não tem futebol para chegarem às oitavas.

Uruguai (7v-4e-5d): Já garantido entre os cinco primeiros colocados, o Uruguai chegou à última rodada dependendo de uma improvável combinação de resultados para chegar à Copa sem passar pela repescagem. Não deu. Mesmo com a vitória sobre a Argentina (3x2) e com a derrota do Equador, faltaram quatro gols de saldo para que o “milagre” acontecesse. E agora lá vão eles para a repescagem, de novo, pela terceira vez seguida. O adversário da vez é a Jordânia, com o primeiro duelo sendo em Amã. A viagem é longa, mas pelo menos os jogadores vão acumular boas milhagens e, se não conseguirem a vaga, pelo menos poderão ter descontos na empresa aérea.  Brincadeiras à parte, o selecionado “Charruá” é amplo favorito a conquistar a vaga na Copa, mas como eu gosto das novidades, vou torcer para a Jordânia.

Venezuela, Peru, Bolívia e Paraguai: O restante só quero fazer duas ressalvas. A Venezuela tem mostrando uma boa evolução e quem sabe pode sonhar com uma vaga na próxima Copa. O outro pitaco é em relação ao Paraguai. Parabéns, vocês conseguiram a façanha que roubar o posto de lanterna da Bolívia, com certeza estão no caminho “serto”.

Para fechar, vale lembrar que das 4 (5) classificadas, três delas serão cabeças-de-chave na Copa no Brasil. Argentina, Colômbia e Uruguai (se chegar), se juntarão ao Brasil como cabeças de grupo, fato inédito nas eliminatórias.
 
_____________________________________

* A coluna En la Cancha fala sobre os principais assuntos do futebol sul-americano.


por Rodrigo Svrcek
| @svrcek_rodrigo


quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Comentário da Redação > Ganso decide e São Paulo cumpre seu dever de vencer o lanterna Náutico

Ganso comandou o Tricolor no Morumbi (Foto: Terra)
“Ôôôô, o campeão voltou!” Não! Não vamos começar de novo com essa babaquice, certo? Já vimos que deu errado da outra vez. Amigos tricolores, vencemos o Náutico. O jogo que todos davam como 3 pontos certos e realmente eles vieram com a vitória do São Paulo por 3x0 frente aos pernambucanos no Morumbi.

A meu ver esse era um jogo muito perigoso, apesar da fragilidade do adversário. Essa história de que o Náutico já está rebaixado, que é um time ruim e tal já enganou alguns times nesse campeonato, que o digam Corinthians e Santos que empataram jogando em casa. Sendo assim, a estratégia do São Paulo foi jogar sério partindo para cima dos pernambucanos em busca do primeiro gol o quanto antes. Foi um festival de gols perdidos pelos nossos gloriosos atacantes. O que o Ganso e o Maicon deixaram o Aloísio na cara do gol não foi brincadeira. O que o Aloísio fez? Bobagem, é claro.

Nossa sorte é que numa dessas bobagens a bola sobrou livre na área para o Ademílson apenas empurrar a bola para o gol e abrir o placar. Depois do gol o jogo ficou esquisito. O São Paulo já não atacava com tanto ímpeto e o Náutico começou a levar perigo em alguns contra ataques.

Veio o segundo tempo e o jogo seguia nesse mesmo ritmo até que aos 20 minutos do segundo tempo fomos presenteados com um golaço do Ganso. Isso mesmo, golaço! O rapaz finalmente resolveu tentar uma jogada individual e presenteou mais de 14 mil presentes com um gol onde demonstrou toda a classe e categoria que possui. Valeu o ingresso! Esse gol é muito importante para ratificar a boa fase que vive no São Paulo. Hoje ele é definitivamente o melhor do time, para desespero dos santistas Ricardo e Fernando Pilat.

DENÚNCIA!
Moradores do bairro da Casa Verde, em São Paulo, afirmam que ambos eram são-paulinos até 2002, quando surgiu a geração do Diego e Robinho. O blog Redação do Esporte, pautado na ética e nas veracidades das suas informações, trará maiores detalhes sobre esse furo de notícia nos próximos posts. **

Voltando ao jogo, depois do segundo gol o Náutico desistiu da partida, dessa forma foi fácil para o São Paulo ampliar o placar com Welliton e cozinhar a partida até seu final. Cumprimos nosso dever de conquistar 3 pontos do Náutico, mas ainda estamos longe de cumprir o objetivo de se livra definitivamente do rebaixamento. Nossos dois próximos jogos são fora de casa contra Bahia e Internacional, respectivamente. Duas pedreiras, mas não podemos nos dar ao luxo de não somar pontos nesses dois jogos. Estamos no caminho certo para isso, agora é torcer caro torcedor são-paulino.

** NOTA DA DIREÇÃO: Reforçamos que as informações citadas sobre a família Pilat não são verídicas e que o redator Victor Mesquita será severamente punido pelo ato de desobediência e fanfarronice. Aproveitamos pra lembrar que Ganso só joga muito contra os Náuticos da vida, e contra o Santos ele some. Sem mais.

Conceitos

Rogério Ceni – BOM: Mais um jogo onde fez defesas importantíssimas para manutenção do resultado.
Wellington – RUIM: Já não é muito confiável como volante, imagina como ala? Pois é, jogou mais perdido que criança sozinha na estação Sé do Metrô. Nossa sorte é que o jogo era contra o Náutico.
Toloi – BOM: Entrou querendo mostrar serviço e me convenceu. Vamos ver se seu físico aguenta agora a sequência de jogos.
Rodrigo Caio – REGULAR: Não foi muito bem, pareceu meio desligado em alguns momentos. Recebeu um cartão amarelo que o tira do próximo jogo.
Edson Silva – BOM: Pasmem, foi um dos melhores no jogo. Sem dúvida foi sua melhor partida com a camisa do São Paulo. Só o Santo Náutico para dar uma moral né, Edson Silva?
Reinaldo – REGULAR: Aquele freio de mão puxado que vocês já conhecem.
Denílson – REGULAR: Primeiro lance do cara no jogo é uma botinada no Maikon Leite que gerou um amarelo. Depois teve que levar o jogo no banho Maria. Ainda bem que só isso bastou.
(Fabrício) - SEM CONCEITO: Não sujou o uniforme. Nem lembrava que ainda fazia parte do elenco.
Maicon – BOM: Foi muito bem, deu muita qualidade na saída de bola. Com esse futebol tem que ser titular absoluto.
Ganso – ÓTIMO: Tudo bem que foi contra o Náutico, não acho que já mereça seleção ou ser presidente do Brasil só por causa desse gol, mas que foi um golaço foi! Já vinha fazendo mais uma boa partida e ainda teve o “plus” do gol de placa. Merece o Ótimo com louvor.
(Jadson) – SEM CONCEITO: Entrou aos 42 do segundo tempo para o Ganso ser aplaudido na saída.
Ademílson – BOM: Eu gosto desse jogador, acho que tem muito potencial. Hoje ele não me decepcionou e marcou um gol e deu passe para o terceiro.
Aloísio – RUIM: Teve 27.578 chances claras no jogo para marcar seu gol, mas perdeu todas.
(Welliton) – BOM: Na primeira chance que teve botou para dentro. Pra mim, tem que ser titular já no próximo jogo.
Téc. Muricy Ramalho – BOM: Ponto por ter mantido o esquema que tem dado certo, só acho que não deveria ter improvisado o Wellington na ala direita. Será que esse Caramelo vai tão mal assim no treino?


Curta a página do torcedor são-paulino no Facebook: www.facebook.com/saopaulofc.br.
_____________________________________

* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.


por Victor Mesquita
| @victor_mesquita

Comentário da Redação > Mais do mesmo, partindo pra pior

Barcos marcou o gol do jogo em POA (Foto: Futura Press)
Existem três sintomas CLAROS de que um time está na merda e precisa ligar o sinal de alerta: 1- quando o goleiro da equipe começa a aparecer demais; 2- quando o ataque marcou apenas 3 gols em 12 jogos; 3- quando termina o primeiro tempo e um jogador adversário do nível do PARÁ foi um dos melhores em campo.

Anteriormente um “levanta defunto”, por dar pontos fáceis a adversários da zona de baixo da tabela, o Corinthians agora se tornou um time que levanta e dá alegrias a qualquer um, menos para o seu torcedor. Com a derrota para o Grêmio ontem à noite, 1 a 0, a improvável proeza de ser ultrapassado pelo São Paulo acabou sendo concretizada. Aliás, não apenas pelo time do Morumbi, mas pelo Bahia e pela Portuguesa.

Em mais um desempenho pateticamente covarde, o Corinthians mostrou que não estava preparado para uma pressão tão negativa quanto essa. E o pior, ao invés de buscarem uma alternativa, uma mudança, os mesmos erros vem sendo cometidos. Foram dois times retrancados e medrosos, e o gol da vitória gremista saiu após erro de marcação de Cleber. Antes e depois disso não teve nada de mais, apenas o Grêmio segurando o jogo, Emerson Sheik sendo fominha, Romarinho sumido, e Ibson entrando. Tudo mais da nossa mesma rotina, rumando para uma pior, agora bem real.

Os jogadores vêm sendo omissos, o técnico teimoso em suas formações e substituições, a diretoria conivente sem admitir os próprios erros e a torcida não sabe se fica quieta mantendo o “argumento” do “Esse time já ganhou dois títulos esse ano! Tem crédito!” ou do “Vamos tacar fogo em tudo e perder ainda mais mandos de campo e prejudicar ainda mais o time!”.

Salvo a defesa, especificamente Cássio, Gil e Ralf, os demais jogadores ficam perdidos em um time sem padrão, onde volantes viram laterais e laterais meio de campo. Aquela situação de cômodo, aquela zona de conforto, já não nos pertence mais e o medo começou a tomar conta.

Notório no semblante dos jogadores e do próprio Adenor, incrédulos e assustados, todos agora contemplam a zona do rebaixamento mais de perto. Então pergunto, e agora?

Hora de alguns jogadores darem menos selinhos, hora da diretoria se pronunciar, hora do treinador largar sua teimosia e hora da torcida cobrar sem cagar (ainda mais do que já cagaram esse ano) em tudo. Hora de falar menos e fazer mais, trabalhar mais.

Estamos diante de uma verdadeira crise, senhores. Uma crise o qual não vivíamos há muito tempo e que nos faz lembrar de tempos sombrios e não tão distantes.

Que São Jorge e o Doutor olhem e nos protejam nesse momento e que deem sabedoria a todos os envolvidos nisso e a nós mesmos. Eles sabem que, mais do que nunca, estamos precisando.

Conceitos

Cássio – BOM: sem culpa no gol, foi bem nas bolas aéreas e fez uma bela defesa com o pé.
Edenilson – RUIM: Uma avenida na defesa e fraco no apoio.
Gil – BOM: o verdadeiro xerife. Sempre sério e sem brincar ali atrás.
Cleber – REGULAR: até vinha bem, mas falhou miseravelmente no gol de Barcos.
Igor – REGULAR: notoriamente assustado ao tentar atacar, mas dessa vez foi bem na defesa. O menino foi lançado na hora errada. Vai acabar se queimando (ainda mais) nesse ritmo.
(Jocinei) – SEM CONCEITO: nem relou na bola.
Ralf – REGULAR: o leão de sempre na defesa, vem se sacrificando para armar o time.
Guilherme – RUIM: errando passes demais e jogando muito preso na defesa, apesar de arriscar alguns chutes de longe.
(Ibson) – ...: hoje de manhã meu irmão limpava a sujeira da nossa cachorrinha. O que ele tirou de lá era mais interessante do que o que este cidadão fez nesses últimos meses de Corinthians.
Douglas – REGULAR: o único lúcido no meio de campo, se matava para colocar os atacantes na cara do gol e estes não aproveitavam. Mas a forma física ainda é um grande problema.
Diego Macedo – REGULAR: olho nele. Mesmo fora de posição e com o time nessa fase, mostra personalidade.
(Rodriguinho) – RUIM: entrou e quase não pegou na bola. Quando o fez, chutou de longe e isolou-a.
Romarinho – PÉSSIMO: somos eternamente gratos pelo gol contra o Boca, mas já chega desse “encanto” do “pq fas iso” e poderia voltar a jogar alguma coisa, né?
Emerson – REGULAR: fominha, perde gols inacreditáveis. Mas ainda vem sendo o cara que mais corre e tenta algo.
Téc. Tite - PÉSSIMO: - “Hm, estamos perdendo de 1 x 0 para um time que joga retrancado. Preciso fazer alguma coisa para mudar isso e deixar a equipe mais ofensiva... ah, já sei! VEM IBSON!”. Bem, isso resume.
_____________________________________

* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.


por Helder Rivas | lendasdabola.blogspot.com.br | @LendasDaBola

Comentário da Redação > Refletores e futebol apagados na Vila

Tudo zerado na Vila (Foto: Futura Press)
Mais uma rodada do Brasileirão, que encaminha-se para sua fase final. De um lado havia um Santos irregular no campeonato que buscava três pontos em casa, enquanto do outro lado havia um Inter fora de foco, diferente dos anos anteriores. Cenário ideal para uma boa partida de futebol, teoricamente. E foi assim, só teoricamente.

Em um jogo com direito a apagão em meio ao jogo, o bom futebol não deu a cara na Vila Belmiro. Foi um zero a zero estático. Poucas chances criadas de ambos os lados e, ainda assim, só em erros dos adversários. Não parecia um Santos e Inter que todos estão acostumados a ver.

O jogo começou movimentado, parecendo que iria ser bom. O Inter deu o primeiro susto aos dois minutos da partida, com um chute de fora da área do Damião. Logo o Santos respondeu. Montillo, também fora da área, chutou bem e obrigou o Muriel a trabalhar.

As chances apareciam lá e cá, não muito claras, mas apareciam. Assim como o domínio do jogo, que ora era o Santos que dominava, ora o Inter.

Aos 20 minutos, o zagueirão Gustavo Henrique cabeceou uma bola ao gol do Muriel que salvou o Inter. Quase o Peixe abriu o placar ali. O ritmo caiu drasticamente dos 35 minutos até o fim da partida. E a última oportunidade da primeira etapa foi do Inter. Alex, em cobrança de falta de longe, cobrou, escorregou em campo e, mesmo assim, levou perigo ao gol do Aranha.

O equilíbrio do primeiro tempo não voltou para o segundo. O Inter começou bem melhor, enquanto o Santos assistia o adversário. Logo aos seis minutos, o lateral direito Gabriel invadiu a área e soltou a bomba, exigindo uma grande defesa do goleiro santista. Aos 17 minutos, Scocco, que havia acabado de entrar no lugar do meia Alex, cobrou uma falta boa e exigiu, novamente, o Aranha que foi bem.

O Inter dominava claramente e... caiu a luz na Vila. Foram 15 minutos sem jogo, graças a um problema na região. Situação que foi boa para o Santos que pôde conversar com seu treinador, Claudinei Oliveira. O domínio do jogo mudou de lado, agora era do Santos.

Mesmo lento, o Peixe criou uma boa jogada através de Montillo que deixou Everton Costa na cara do gol, sem goleiro e apenas um zagueiro chegando para marcar. Ele inventou de dominar, não conseguiu e perdeu o lance.

O jogo terminou assim, 0 a 0. Longe de um bom futebol de ambos os lados, o resultado foi justo. O Santos chegou aos 40 pontos e o Inter aos 41.

Conceitos

Aranha - BOM: Como sempre, seguro e salvador.
Bruno Peres - REGULAR: Não foi péssimo, isso já é um lucro alto.
Edu Dracena - REGULAR: Seguro.
Gustavo - BOM: Seguro e muito bem nas coberturas.
Emerson - BOM: Seguro na defesa e foi bem no apoio.
Alison - BOM: Muito seguro, o segredo da zaga.
Arouca - BOM: Queria jogo e ia pra cima, pena que seus companheiros não estavam no mesmo ritmo.
Cícero - RUIM: Sumidão. Com ele mal, time foi totalmente sem criatividade.
Montillo - REGULAR: O ritmo não é, ainda, o que queremos, mas mesmo assim foi o melhor na parte ofensiva.
Everton Costa - PÉSSIMO: #SaudadeZéLove #SaudadeKléberPereira
Thiago Ribeiro - PÉSSIMO: Suas últimas partidas estão sendo muito fracas. É preocupante por ser nossa esperança no ataque.
(Neilton) - RUIM: Entrou muito mal. Não é jogador de nível Santos, tou cansado de dizer isso.
Téc: Claudinei Oliveira - PÉSSIMO: Me deu raiva ver o time ser um desastre ofensivamente e não vê-lo mudar alguma coisa. Não pode ser cômodo jogando em casa, tem que por o time para frente, buscando o resultado. Uma das piores partidas no comando do Santos.

Curta a página do torcedor santista no Facebook: www.facebook.com/SantistaDeAlma.

_____________________________________

* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.

por Igor Domingues | igor4712@hotmail.com

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Comentário da Redação > Com futebol feio, Verdão se rende ao cansaço e aos desfalques

Verdão perdeu no Ceará (Foto: Futura Press)
Difícil falar sobre mais uma derrota escrota do Palmeiras. Dessa vez, fomos vítimas do "grande" Icasa, no Ceará, mas acima de tudo, o time apresentou um futebol ridículo, digno de Série D.

Explicações para isso? Eu até tenho, e prefiro acreditar que elas fazem algum sentido. Primeiro de tudo, a equipe vem de uma maratona desgastante de jogos em diversos locais do nosso Brasil, do Oiapoque ao Chuí. Os jogadores estão cansados, ainda mais devido a esses calendário desgastante imposto pela CBF. Isso na certa foi mais um fator determinante para a derrota desta terça. Os jogadores em campo mostravam grande cansaço que era mesclado ao calor cearense. Outro fator determinante foram os desfalques, alguns por lesão e outros por estarem prestando serviços as suas seleções, como é o caso de Henrique, que fez falta hoje, e muito.

A zaga palmeirense como de praxe fez uma série de merdas em conjunto. Uma delas terminou no gol feito pelo Icasa, o gol da vitória. Mas não foi só isso, o sistema defensivo inteiro estava mal, os volantes deixaram uma avenida no meio de campo e os donos da casa souberam aproveitar e dominaram o setor em grande parte do jogo. O Palmeiras pouco criou, e o esquema com três atacantes novamente não deu o efeito esperado. O time se baseou em cruzamentos feitos na área e jogadas pelas laterais, mas com bola no chão, só fez cagada.

Essa derrota e a falta desses jogadores importantes servem para ligar o sinal de alerta na sala da presidência. O time subirá, isso é um fato, mas para o ano que vem precisar contratar bem. Com esse elenco não dá, ele é fraco, o time passará vergonha no ano do centenário. Tem que trazer cara bom.

Conceitos


Fernando Prass - REGULAR: Não teve culpa no gol, e teve tranquilidade. Sem grande participação.
Juninho - RUIM: Tentou aparecer mais no ataque do que marcar, mas errou muitos passes. No fim, foi expulso, e desfalcará no próximo jogo, graças a Deus.
Luis Felipe - RUIM: Os meias do Icasa deitaram e rolaram nas suas costas.
André Luiz - RUIM: Fez diversas faltas, deu espaço para os atacantes. Um desastre na marcação.
Marcos Vinicius - PÉSSIMO: Fez uma cagada completa no gol do Icasa, chutando a bola no próprio companheiro.
(Felipe Menezes) - REGULAR: Entrou para dar mais opções de criação. Tentou, arriscou, foi pra cima, mas não deu resultado.
Léo Gago - REGULAR: Foi um dos que mais tentou algo, mas não conseguiu nada.
Marcelo Oliveira - RUIM: Ajudou a fazer a merda no gol do Icasa. Jogou como volante, mas não é uma posição que dará certo. É seu lugar de origem, mas não dá. É lerdo demais. Quando tiver que jogar, tem que ser lateral esquerdo ou zagueiro.
Wesley - REGULAR: Tentou bastante também, mas pouco conseguiu fazer.
Ananias - RUIM: Sua atuação se baseou em correria só.
(Vinicius) - SEM CONCEITO: Entrou no fim.
Leandro - RUIM: Mal tocou na bola.
Alan Kardec - RUIM: Não teve chances de tentar algo.
(Caio) - SEM CONCEITO: Entrou no fim.
Téc. Gilson Kleina - RUIM: Fez substituições sem sentido algum e ainda tarde demais.


PALMEIRAS MINHA VIDA É VOCÊ! Curta a página oficial do torcedor palmeirense no Facebook: www.facebook.com/palmeirasminhavidavoce10.

_____________________________________

* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.


por Fernando Borchio | fernando.borchio@hotmail.com

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Terra do Tio Sam > Semana 6 da NFL: o milagre de Brady

Faltavam dez segundos para o fim do jogo. Bola no campo de ataque a 17 jardas. Era a 2nd para 10 jardas e os Patriots perdiam por 27 a 23. O field goal não resolveria e cabia a Tom Brady a missão de dar mais uma vitória para New England e terminar com a série invicta dos Saints.

No duelo entre dois dos melhores quarterbacks da atualidade, Tom Brady conseguiu um milagre no Gillette Stadium ao lançar para o calouro  Kenbrell Thompkins, que  anotou o touchdown da vitória para New England: 30 a 27  contra o New Orleans Saints de Drew Brees.

Com o resultado, os Patriots seguem líderes da divisão leste da AFC com cinco vitórias e uma derrota, mesma campanha dos Saints, que era um dos invictos da liga, e segue na dianteira da divisão sul da NFC.

Tom Brady conseguiu pela 28ª vez levar o seu time à virada no último quarto de jogo, que começou com New England em vantagem de 17 a 7, viu os Saints encostarem e virarem o placar após uma interceptação do seu QB, e ter conseguido uma virada faltando 10 segundos para o final.

O camisa 12 de New England lançou para 269 jardas, deu um passe para TD e foi interceptado apenas uma vez. Já Drew Brees lançou para 236 jardas, deu dois passes para TD e sofreu uma interceptação.

Peyton Manning supera recorde de Dan Marino e Broncos seguem imbatíveis


A rodada da NFL também foi marcada por mais uma marca de Peyton Manning. Não é puxa-saquismo, mas o QB dos Broncos vem jogando muito na temporada.

Na vitória do Denver Broncos sobre o Jacksonville Jaguars por 35 a 19, o camisa 18 passou Dan Marino como dono do segundo maior número de jogos com um passe para touchdown (204). O recordista é o aposentado Brett Favre, com 249 jogos.

Os Broncos seguem invictos ao lado do Kansas City Chiefs com seis vitórias. Domingo que vem, Manning voltará ao Lucas Oil Stadium, agora com as cores de Denver contra o time na qual o consagrou: o Indianapolis Colts.

Resultados da rodada:

Chicago Bears 27 x 21 New York Giants
Baltimore Ravens 17 x 19 Green Bay Packers
Buffalo Bills 24 x 27 Cincinnati Bengals
Cleveland Browns 17 x 31 Detroit Lions
Houston Texans 13 x 38 St. Louis Rams
Kansas City Chiefs 24 x 7 Oakland Raiders
Minnesota Vikings 10 x 35 Carolina Panthers
New York Jets 6 x 19 Pittsburgh Steelers
Tampa Bay Buccaneers 20 x 31 Philadelphia Eagles
Denver Broncos 35 x 19 Jacksonville Jaguars
Seattle Seahawks 20 x 13 Tennessee Titans
New England Patriots 30 x 27 New Orleans Saints
San Franciso 49ers 32 x 20 Arizona Cardinals
Dallas Cowboys 31 x 16 Washington Redskins
San Diego Chargers 19 x 9 Indianapolis Colts

Semana 7:

Seattle Seahawks x Arizona Cardinals
Tampa Bay Buccaneers x Atlanta Falcons
St. Louis Rams x Carolina Panthers
Cincinnati Bengals x Detroit Lions
San Diego Chargers x Jacksonville Jaguars
Houston Texans x Kansas City Chiefs
Buffalo Bills x Miami Dolphins
New England Patriots x New York Jets
Dallas Cowboys x Philadelphia Eagles
Chicago Bears x Washington Redskins
San Francisco 49ers x Tennessee Titans
Cleveland Browns x Green Bay Packers
Baltimore Ravens x  Pittsburgh Steelers
Denver Broncos x Indianapolis Colts
Minnesota Vikings x New York Giants

NBA no Brasil > Evento histórico e polêmicas entre Oscar e Nenê


Quem iria imaginar que um dia veríamos uma partida da NBA em solo brasileiro? O dia 12 de outubro de 2013 entrou para a história da modalidade da bola laranja, tudo bem que o jogo foi válido pela pré-temporada, mas deu para sentir a atmosfera que movimenta todo cenário de uma partida da maior liga de basquete do Mundo.

O HSBC Arena, no Rio de Janeiro, foi palco da partida entre Chicago Bulls e Washington Wizards e ambos não estavam para brincadeira e proporcionaram um baita jogo, digno de temporada regular. Melhor para o Bulls, que saíram da cidade maravilhosa com uma vitória por 83 a 81. 

O confronto foi tão levado a sério que Derrick Rose, principal estrela da noite e MVP da NBA em 2011, sequer entrou em quadra, já que sentiu dores no joelho esquerdo, o mesmo que o afastou 17 meses das quadras após ser operado. O armador havia participado das duas outras partidas do time na pré-temporada.

Outro jogador de Chicago que não atuou foi Joakim Noah. O pivô está com uma lesão na virilha e ainda não atuou na pré-temporada. Sem as estrelas, coube ao coadjuvante Taj Gibson terminar o duelo como cestinha com 18 pontos.

Nem tudo foi festa no Rio de Janeiro. Nenê Hilário, pivô do Washington Wizards, foi vaiado pela torcida durante o jogo por recusar a seleção várias vezes, inclusive, nesta última Copa América, onde a equipe fez a pior campanha da história e depende de um convite da FIBA (Federação Internacional de Basquete) para disputar o Mundial. Hilário terminou o jogo com cinco pontos e seis rebotes.

Outro que não foi poupado, mesmo não atuando por nenhuma das equipes, foi Leandrinho. O ala, atualmente sem clube, foi vaiado quando teve o seu nome anunciado no sistema de som. No Intervalo, Oscar Schimdt detonou ambos falando que não queria vê-los a sua frente. Nenê, por sua vez se defendeu falando que não deve satisfações a pessoas pobres de espírito e em vez de comemorar um fato inédito, se preocupam com coisas pequenas e mesquinhas.

O jogo por sua vez teve Chicago, com apoio massivo da torcida, dominando as ações e chegou a abrir 15 pontos de vantagem. Os Wizards reagiram no último período e chegaram a empatar o duelo, mas no final das contas, a camisa pesou e os Bulls venceram por 83 a 81.

No dia em que o Brasil entrou no mapa da NBA, velhas polêmicas continuam assombrando a modalidade da bola laranja.

__________________________________

* A coluna Terra do Tio Sam fala dos esportes que são paixão nos Estados Unidos: basquete, beisebol, futebol americano e hóquei.


por Antonio Lemos | www.paponaarquibancada.blogspot.com.br

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Comentário da Redação > Botafogo 2 x 1 Flamengo

Visão botafoguense > TREZE, número de sorte!
por Poly Noé | @poly_anna

TREZE anos depois, deu Bota! (Foto: Gazeta Press)
Como botafoguense que sou, tenho minhas manias,superstições e toda essa paranóia que torcedor do time da estrela solitária tem.

Vamos ao jogo (E que jogo!).

TREZE de outubro de dois mil e TREZE, haviam TREZE anos que o Botafogo não vencia o Flamengo jogando pelo campeonato brasileiro.

Oswaldo voltou ao comando do time na beira do campo e o Botafogo apesar de ter ficado mais tempo com a posse de bola e ter chutado mais ao gol, quando o time estava bem, tomamos um golpe. Carlos Eduardo começou boa jogada pela direita, seguiu para receber de André Santos e viu Wallace na área, o zagueiro tabelou com Hernanes (pasmem: dentro da área) e aos TREZE minutos do primeiro: Flamengo 1x0.

O gol acordou o time e o Botafogo melhorou ainda no primeiro tempo, se organizou e aproveitou que o rival recuou. Nessa hora apareceram os talentos individuais. Seedorf caído no chão conseguiu dar o passe para Gegê que driblou o zagueiro rubro negro e chutou forte no canto do Felipe: 1x1.

No segundo tempo, o Flamengo partiu pra cima e teve ótimas chances de ampliar com Paulinho e com Elias que por muito pouco, num carrinho, não mandou pro fundo da rede (na verdade, eu empurrei com o olho a bola pra ir mais depressa e ele chegar atrasado).

Mas, foi o Botafogo que aos 18 minutos aumentou o placar com Rafael Marques (TREZE letras) num cruzamento de Gegê e teve só o trabalho de empurrar pra rede adversária: 2x1

Daí pra frente a impressão era que faltavam 90 minutos pro fim do jogo com a pressão que o Flamengo fazia em busca do empate. Elias mandou de cabeça no travessão e Renan fez uma defesaça no rebote do Bruninho (Perdi 10 anos de vida nesse lance). Não parou por aí. Numa tentativa de Wallace, Rafael Marques salvou em cima da linha. E ficou nisso.

Linda vitória do Fogão! Se ganhar é bom, de virada sobre o Flamengo é melhor ainda. Meu amor por este time é tamanho GG.

Agora o Flamengo não vence o Botafogo pelo campeonato brasileiro desde 2010.

Botafogo é isso, é quebrar tabus, ir contra perspectivas, destruir paradigmas, entrar em campo contra tudo e contra todos.

S.A.

Conceitos

Renan - BOM: superou minhas expectativas apesar de alguns sustos, mas foi decisivo em lances importantes.
Edilson - BOM: achei uma boa atuação tanto no ataque quanto na defesa.
Bolivar - REGULAR: não comprometeu na defesa.
Dória - BOM: muito seguro na zaga, fez desarmes importantes e apareceu algumas vezes no ataque não sei pra que.
Júlio César - REGULAR: não comprometeu o andamento da partida.
Marcelo Mattos - BOM: andou lendo meus textos e fez boa partida e acertando muitos passes.
Renato - BOM: fez boa partida, apoiou a defesa quando precisou e ajudou na criação.
Gegê - ÓTIMO: tem como dar conceito excelente? Maravilhoso? Eu daria nota TREZE! Fez o gol de empate e deu assistência pro gol do Rafael Marques.
(Dedê) - BOM: entrou no lugar do Gegê para ajudar na marcação.
Seedorf - BOM: melhorou o rendimento e conseguiu liderar o time rumo a virada. Deu assistência (sentado! Hahahaha) pro gol do Gegê.
Rafael Marques - ÓTIMO: mais conhecido como Rafael BenzeMarques ou "homem-clássico" fez uma partida muito boa, chutou de fora da área e sempre levou perigo a meta adversária. Quase fez um golaço num chute de primeira em um cruzamento do Seedorf. Fez o gol da virada com assistência do Gegê e salvou um gol do Flamengo em cima da linha. Nota TREZE!
Alex - RUIM: queria saber o que passa na cabeça do Oswaldo às vezes. Deu lugar ao Henrique no segundo tempo.
(Henrique) - PÉSSIMO: tem que comentar mesmo? Foi horroroso, entrou e logo foi substituído. Queria saber o que passa na cabeça do Oswaldo às vezes. [2]
Hyuri - SEM CONCEITO: entrou no finalzinho do jogo no lugar do Henrique.
Téc. Oswaldo de Oliveira - BOM: voltou bem a frente do time e acredito que isso foi uma motivação extra aos seus comandados.

Visão flamenguista > Nada é para sempre
por Rafael Gomes | rafagomesdesouza@gmail.com | @rafaeldudu

Fla caiu pro Fogão (Foto: Gazeta Press)
O ano era 2000. Poucos meses antes, o Flamengo se sagrava bicampeão estadual em cima do Vasco, com um show na primeira partida, vencida por 3x0 e um segundo jogo onde Tuta marcou um de nossos gols. Sim, rubro-negros, foi por essa remota época a última vez que nosso rival de General Severiano nos venceu em uma partida de Campeonato Brasileiro. Até ontem.

Podemos caçar culpados, como Chicão, que na origem do primeiro tento preferiu não fazer falta em Seedorf, que depois daria a assistência para marcarem. Talvez em Wallace, que além de ser facilmente driblado pelo autor do gol, falhou na cobertura e chegou atrasado no lance. Ou ainda na dupla, pelo conjunto da obra no segundo gol, onde R. Marques finalizou entre os dois.

Acredito que é hora de exaltar o trabalho de “Pep Jaymeola”: possui um time titular para começo de conversa. Os jogadores correm pelo treinador. Até nosso querido, ídolo da torcida, xodó da nação, Caduzinho para os íntimos, Carlos Eduardo para os hereges, melhorou no jogo de ontem – flutuou pela intermediária do simpático rival sem torcida e produziu alguma coisa. Destaque para a movimentação do time no gol de Hernane: troca de passes que parece ser fruto do novo momento.

Um time limitado, bastante para os padrões da Gávea, mas que demonstra vontade, garra e determinação. Esbarra na falta de qualidade, mas pelo fim do jogo, com a festa da torcida, terá apoio até o fim.

Conceitos

Felipe – BOM: Parece querer recuperar o posto de “titular absoluto”. Três defesas difíceis.
Léo Moura – BOM: É o dono da posição. Chegou bem à linha de fundo, mas o gol saiu do seu lado.
Wallace – REGULAR: Ótima assistência para Hernane, mas falhou no 1º gol do Botafogo.
Chicão – RUIM: Lento, não conseguiu achar R. Marques no campo.
J. Paulo – REGULAR: Às vezes tenho a impressão de que não está em campo.
Amaral - BOM: Típico jogador que a torcida gosta: ruim, mas raçudo. Correu demais e se multiplicou.
Elias – BOM: É o ponto de equilíbrio e o dono do time. Apareceu bem no ataque.
André Santos – REGULAR: Aparece quando tem vontade. Por vezes, parece querer estar em um churrasco e não no jogo.
(L. Antônio) – SEM AVALIAÇÃO: Entrou para bater escanteios.
C. Eduardo – BOM: Bom jogo, se movimentou, deu cadência ao time. Cansou no 2º tempo.
(Bruninho) – BOM: Muita vontade e perdeu um gol no melhor estilo Deivid, mas apareceu bastante pro jogo.
Paulinho – REGULAR: Tentou e errou bastante durante o jogo, aparecendo melhor após a virada do Botafogo.
Hernane – ÓTIMO: Fez o gol e deixou Elias na frente do gol para tentar empatar. Foi o melhor do time.
Téc. Jayme de Almeida – REGULAR: Tem o time nas mãos, mas precisa ter alternativas pro decorrer da partida. Inexplicavelmente “morreu” com uma substituição na mão.

_____________________________________

* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.

Direto da Redação
| redacao_esporte@hotmail.com | @redacaoesporte

Comentário da Redação > São Paulo 0 x 0 Corinthians

Visão são-paulina > São Paulo para no pênalti de novo e deixa escapar a vitória contra o Corinthians
por Victor Mesquita | @victor_mesquita

Ah pênalti, por que você tem sido tão cruel conosco este ano? Quando o juiz apontou para a cal branca no centro da área ao invés de ficar feliz fiquei apreensivo. Sabia que, pelo nosso histórico de cobranças e a pressão que existe em cima do resultado positivo, seria um momento dramático para o bem ou para o mal. Infelizmente, novamente, foi para o mal e assim o São Paulo não passou de um 0x0 com o Corinthians nesta bela tarde de domingo no Morumbi.

O jogo foi muito equilibrado, mas nivelado por baixo. O São Paulo com desfalques importantes como Ganso e Luis Fabiano e o Corinthians com uma preguiça que não parece sumir dos jogadores neste ano. No primeiro tempo tivemos as melhores chances, mas faltou calma e pontaria. Em alguns lances eu me perguntava, será que essa bola o Fabuloso não teria colocado para dentro? Provavelmente sim, mas ele tem se machucado até andando de elevador.

No segundo tempo o Corinthians equilibrou o jogo melhorando sua marcação e apostando nos erros do Tricolor, que obviamente viriam já que nosso meio-campo é recheado de candidatos a fazer bobagens. E os de sempre fizeram! Denílson, Maicon e Douglas fizeram suas cagadas rotineiras que quase ocasionaram em gols.

O jogo foi se encaminhando a um empate justo já que nenhum time tinha capacidade de chutar em gol. Foi quando Reinaldo sofreu um pênalti aos 44 do segundo tempo. Rogério Ceni, aparentemente o único a ter colhões para bater pênalti no São Paulo, se encarregou da cobrança e desperdiçou o quarto pênalti seguido.

Nunca vocês irão ler dos meus textos criticas referente ao Rogério Ceni porque eu sou sim muito parcial neste assunto, como todos os são-paulinos deveriam ser. Ou vocês se esqueceram de que esse mesmo Rogério marcou o pênalti que desclassificou o Palmeiras na Libertadores de 2006 aos 45 do segundo tempo com um jogador a menos? Isso é só um exemplo de que são-paulino que reclamar dele por ter perdido esse pênalti estarão sendo ingratos com a própria historia de vitórias do clube.

Acho sim que temos que tentar outro cobrador, mas até agora ninguém no time chamou essa responsabilidade para si. Apenas o Jadson, que perdeu também nas mesmas circunstâncias contra o Flamengo.

Agora temos que apoiar a equipe até o fim do campeonato, independente do que aconteça. Próximo jogo é contra o Náutico no Morumbi e os 3 pontos são obrigatórios.

Conceitos

Rogério Ceni – REGULAR: Fez defesas importantíssimas na partida, só não ganhou bom por causa do pênalti perdido. Mas Mito é Mito e nada vai apagar o que ele já fez por nós.
Douglas – RUIM: É, foi só um sonho... Voltou a ser o Douglas de sempre, muito mal na marcação e péssimo no ataque.
Paulo Miranda – RUIM: Tudo bem que fazer dupla na direita com o Douglas é uma baita roubada, mas ele tem muita dificuldade com atacantes rápidos. Hoje sofreu para marcar o Romarinho e o Emerson.
Rodrigo Caio – BOM: Como zagueiro ou líbero joga demais. Sem ele por ali estaríamos perdidos.
Edson Silva – RUIM: Com ele em campo meu cardiologista já fica de stand by.
Reinaldo – REGULAR: Quase saiu como um dos heróis em campo, quase...
Denilson – RUIM: Voltou com estilo! Saiu jogando errado diversas vezes e fez mais falta que o saudoso Capitão, ex-Lusa.
Maicon – REGULAR: Foi bem no primeiro tempo, mas aí perdeu um gol nível pelada de casado contra solteiro. No segundo tempo perdeu algumas bolas que deram calafrio na torcida. Agora a pergunta que fica é: qual Maicon veremos no próximo jogo, o dos últimos jogos ou o da temporada inteira?
Jadson – RUIM: Era a chance de voltar a ser titular! Jogou na sua posição favorita mas falhou. Até começou bem, mas depois foi sumindo, sumindo, sumindo... zzzzzzzzzzzzzzzz
Ademilson – REGULAR: Habilidoso, criou diversos lances mas... Chuta essa p* no gol, caral*****!!!
(Lucas Evangelista) – SEM CONCEITO: Jogou pouco tempo, devia ter entrado antes.
Aloísio – RUIM: Ri muito com a cena dele comemorando com o Muricy o gol contra o Cruzeiro (veja o vídeo aqui). Mas isso foi a única coisa boa que eu lembro que ele fez esta semana.
(Welliton) – REGULAR: Deu mais canseira para os zagueiros corintianos. Também tinha que ter entrado antes.
Téc. Muricy Ramalho – BOM: Armou muito bem a equipe apesar dos desfalques importantes, principalmente Ganso que é hoje o craque da equipe. Único defeito do seu trabalho hoje foi a demora nas alterações.

Visão corintiana > Valeu, Cássio (e Rogério)!

por Helder Rivas | lendasdabola.blogspot.com.br | @LendasDaBola


Mais um zero a zero. Sério, por que será tão difícil marcarmos um simples gol quando estamos sem Pato e Guerrero?

Numa atuação digna das mais recentes, o Corinthians ontem não apenas foi dominado pelo São Paulo em boa parte do jogo, como mostrou os mesmos erros de sempre. Erros primários evidenciados pela falta de qualidade no passe no meio de campo, além das constantes peripécias negativas da dupla de ataque Sheik e Romarinho. Um já faz tempo que está só correndo e fazendo merda, enquanto o outro corre, chuta pro gol e faz ainda mais merda. Não à toa ambos estão até agora no bolso do grande líbero do Muricy, Rodrigo Caio (?!).

O Corinthians veio disposto a jogar por uma bola, uma chance de resolver a partida. O São Paulo, cada vez mais organizado por Muricy, veio para desafiar a ansiedade que toma conta do elenco tricolor e tentar vencer um clássico contra o grande rival. Alessandro supostamente teria a função de apoiar o ataque como qualquer lateral moderno, não fosse as idas de Ademilson (?!?!) pelo setor, dando suadouro ao veterano. Edenilson, que fora improvisado na meia e só vinha fazendo cagadas atrás de cagadas no setor, foi recuado como assistente de lateral para ajudar o camisa 2 alvinegro. Mesmo Danilo, que começou como armador e foi substituído como ponta esquerda, acostumado a jogar e decidir o Majestoso, parecia jogar vestindo calça jeans depois de uma bela feijuca.

As ofensivas corinthianas no primeiro tempo se limitavam a bolas aéreas ou cobrança de faltas, ainda assim esporádicas. Já na defesa, apesar dos já conhecidos e valorosos esforços de Gil e Ralf, quem nos salvou do começo ao fim foi Cássio. No segundo, uma simples mudança de postura deu equilíbrio técnico ao jogo (nivelado por baixo, apenas lembrando), com o Corinthians tendo e pasmem, criando chances claras! A entrada de Diego Macedo no lugar de Danilo deu uma dinâmica diferente ao jogo (ah sim, quanto a estratégia dos 3 laterais direitos em campo: simplesmente foi inovadora, brilhante e pode ser que tenhamos visto o inicio de uma era: morre a volânciabilidade e a era dos atacantes que marcam os laterais, entra o congestionamento de vários laterais em campo!).

Novamente, nosso melhor atacante foi o zagueiro Paulo André. Suas idas esporádicas ao ataque vem sendo mais perigosas do que qualquer tentativa de qualquer dupla e formação que tentemos. Tite poderia avaliar usá-lo como centroavante num futuro próximo.

Na melhor oportunidade de matar a partida, Sheik recebeu uma linda bola de Diego Macedo e arrancou sozinho desde o meio de campo. A corrida e proximidade que teve, lembrou até o 2º gol que ele marcou contra o Boca Juniors na Libertadores de 2012; já a finalização foi inédita e não lembrou absolutamente nada. Satisfeito com o 0 x 0, Tite ainda colocou Ibson para segurar o meio de campo, mas me recuso a falar desse jogador no momento.

E apesar de antes do jogo alguns são-paulinos já estarem reclamando do árbitro Wilson Luiz Seneme, o pênalti marcado aos 44 do segundo tempo teve certo requinte de crueldade, de tão mandraque que foi. Mas a defesa de Cássio foi ainda mais cruel. Tendo a chance de se aposentar com uma bela imagem marcando o gol da vitória contra seu maior algoz, ele desperdiçou a chance. Apesar das piadas e pedidos de “aposenta Rogério”, vejo que o goleiro bateu bem. Há quem diga que naquela altura não poderia haver tamanha prepotência, mas vi mérito na defesa do arqueiro corinthiano, coroando a bela partida que fez.

Quanto a Rogério, bom, deixo que o Victor Mesquita fale dele com mais propriedade, porque apesar de todo respeito que tenho pelo goleiro, faço o comparativo com meu time e vejo o quão pior poderia ser a nossa situação.


Conceitos

Cássio – ÓTIMO: fez grandes defesas e deu muita segurança a defesa durante todo o jogo. O pênalti defendido foi o “grand finale.”
Alessandro – REGULAR: estava tomando um baile do Ademilson e por conta da fragilidade defensiva, teve que virar um 3º zagueiro recebendo o apoio de Edenílson.
Gil – BOM: um monstro como sempre.
Paulo André – REGULAR: Sofreu um pouco na defesa, mas continua forte na bola aérea, inclusive no ataque. Acho que o Tite poderia considerar usá-lo como centroavante, até porque ele tem sido nosso melhor jogador na parte ofensiva.
Fabio Santos – REGULAR: voltando depois de algum tempo parado, não comprometeu e foi bem na defesa. Mas nas suas aventuras no ataque, cometeu diversos erros tentando enfeitar as jogadas.
Ralf – BOM: levou a melhor na maioria dos duelos com Jádson, mais uma vez foi o leão à frente da defesa.
Guilherme – REGULAR: o cara que devia fazer a transição da defesa para o ataque, mais uma vez jogou muito preso.
Edenílson – REGULAR: começou muito mal como meia, mas “melhorou” quando saiu para ajudar o Alessandro a marcar pela direita.
Danilo – RUIM: nem no dia em que costuma jogar melhor, o maestro decidiu. Lento, sem movimentação e errando passes demais.
(Diego Macedo) – BOM: o lateral-direito que entrou como meia jogou bem. Deixou Sheik na cara do gol e deu qualidade ao passe no meio de campo. O suposto pênalti que fez foi inventado.
Romarinho – RUIM: ontem me lembrou o Everton Santos. Você lembra desse cara? Então...
(Ibson) – IBSON: Ibson entrou para ser apenas o Ibson de sempre. Tire suas conclusões.
Emerson – PÉSSIMO: Nervoso, afoito, falando muito e jogando pouco. Perdeu um gol que não se pode perder em um clássico e por pouco não custou caro.
Téc. Tite – RUIM: A ideia inédita de ter três laterais-direitos em campo foi simplesmente genial, principalmente por ter opções de meio-campo disponíveis, como Douglas ou o recém-chegado Rodriguinho. Só que não.

_____________________________________

* ÓTIMO, BOM, REGULAR, RUIM ou PÉSSIMO? No Comentário da Redação, você fica sabendo o que rolou nos principais jogos da rodada, incluindo análises individuais dos atletas.

Direto da Redação
| redacao_esporte@hotmail.com | @redacaoesporte