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quinta-feira, 14 de junho de 2012

Comentário da Redação > Vitória com cara de Felipão

Com uma boa apresentação diante de 45 mil gremistas em um Olímpico lotado, o Palmeiras saiu na frente nas semifinais da Copa do Brasil com uma bela vitória por 2 a 0. O time jogou com o regulamento debaixo dos braços e teve uma atuação na impecável na parte defensiva. Felipão surpreendeu meio mundo colocando Henrique como volante e deu certo, tanto que pra mim foi o melhor em campo, sem contar que fez alterações que praticamente resolveram o jogo. Desde o início, o esquema tático já mostrava que o Verdão iria jogar fechadinho e tentaria se possível fazer um gol.

Deu tudo certo para o nosso lado finalmente. É claro que não tem nada resolvido, mas colocamos um pé na final. A torcida abraçou o time, e os jogadores no fundo sabem que estamos com eles até o fim. Não nego que o Palmeiras jogou como time pequeno, pensando grande parte do jogo em se defender, mas se jogar assim poderá fazer de nós campeões, vamos jogar assim até o último jogo!

Um pouco sobre o jogo: no primeiro tempo o Grêmio como previsto veio com tudo, mas a defesa palestrina conseguiu segurar aquela pressão inicial de uns 15 minutos. A partir daí, o sistema defensivo do Palmeiras cresceu mais ainda e o time gapucho pouco conseguia passar da intermediária. As melhores chances do Tricolor gaúcho foram através da bola parada em que Bruno fez duas ótimas defesas. As chances do Verdão também foram de bola parada. Com o fim do primeiro tempo em 0 a 0, o time palmeirense conseguiu sair com o pensamento de “dever cumprido”.

O segundo tempo foi mais morno, mas tudo mérito ainda da defesa do Palmeiras, que conseguia parar o traidor Kléber e o meio-campo responsável pela criação gremista, Marco Antônio. Só que a partir dos 30 minutos o Tricolor gaúcho, querendo sair com uma vantagem do primeiro jogo, iniciou aquela pressão final, que pouco levou perigo à meta do Verdão.

Aos 40 minutos, Felipão fez a alteração que viria a resolver o jogo. Tirou Daniel Carvalho, que não estava bem mais uma vez, e colocou Mazinho, que em seu primeiro toque na bola recebeu um belo passe de Cicinho e fez 1 a 0.

Aos 45 minutos, boa vantagem, hora de segurar o resultado? Que nada, tivemos mais um contra-ataque e após um lindo cruzamento de Juninho, o pirata Barcos fez 2 a 0 com uma linda cabeçada.

Agora, vamos enfrentar o Vasco, líder do campeonato no domingo na arena Barueri. Devemos manter os pés no chão e temos que ir rumo a vitória, pois estamos bem mal no Brasileirão. Com relação a copa do Brasil, o jogo de volta é semana que vem também na arena Barueri. Felipão em entrevista hoje fez o papel que um treinador experiente e campeão tem que fazer. “Estou sim surpreendido com a nossa vantagem, mas temos que conter a empolgação. Nada está resolvido ainda” Palavras dele.

Conceitos

Bruno – BOM: Fez boas defesas em todos os ataques perigosos do Grêmio.
Artur – REGULAR: Não apareceu muito no jogo, mas não comprometeu o time também.
(Cicinho) – BOM: Ao contrário do futebol que vinha apresentando, jogou bem ontem desde a hora que entrou. Fez a jogada do primeiro gol toda, puxando o contra-ataque, dando um belo drible e colocando Mazinho na cara do gol. Iniciou também a jogada do segundo gol.
Juninho – BOM: Marcou muito bem o seu lado do campo. Fez um belo cruzamento que terminou no segundo gol do Palmeiras, o gol de cabeça de Barcos
Maurício Ramos – BOM: Seguro o tempo todo, assim como o sistema defensivo inteiro do Palmeiras
Thiago Heleno – BOM: Parou Kléber. Não preciso dizer mais nada.
Henrique – ÓTIMO: O Melhor em campo disparado. Parou o sistema de criação do Grêmio. Quem sabe encontrou uma nova posição, a de volante.
Marcos Assunção – BOM: Seguro o tempo todo, dando passes precisos e cobrando faltas que levava perigo ao gol adversário.
João Vitor – REGULAR: Apareceu pouco no jogo, mas conseguiu anular o lado esquerdo do Grêmio.
Daniel Carvalho – REGULAR: Não conseguiu criar boas jogadas, que é sua única função em campo.
(Mazinho) – BOM: Entrou com estrela, e fez o primeiro gol. É o nosso “Messi Black”.
Luan – BOM: Anulou o lado direito do Grêmio. Muito consistente como sempre. Teve participação no segundo gol.
Barcos – BOM: Fez o segundo gol, e conseguiu prender bastante a bola no ataque.É um bom jogador, mas não vinha em uma fase muito boa.
Téc. Felipão – ÓTIMO: Suas alterações resolveram o jogo. Muito tranquilo comandando do time. Deu um tiro certeiro no esquema tático. Esse cara é “expert” em mata-mata.

Foto: Gazeta Press


Redator: Fernando Borchio
fernando.borchio@hotmail.com

Paddock da Redação > Dez voltas que valeram a corrida

Lewis Hamilton (foto) chegou à frente no Canadá, no último domingo, e é o sétimo piloto diferente a vencer uma corrida esta temporada da F1, fato inédito. Porém como disse Jaques Villeneuve, ex-piloto da Williams, a corrida em si foi chata, monótona e com poucas disputas entre os pilotos dentro das pistas.

Na verdade, emoção mesmo só nas dez voltas finais. Tudo em virtude de uma estratégia errada da Ferrari que apostou em uma só parada nos boxes pra Fernando Alonso. Por causa disso o espanhol, que liderava a prova, ficou “sem pneus” e se arrastou no trecho final prova, chegando a perder cinco posições.

A mesma estratégia foi usada com êxito pelas equipes Lotus e Sauber e seus pilotos, Grosjean e Perez, completaram o pódio ao lado de Hamilton. Inclusive dá pra destacar a ótima temporada realizada pelo mexicano que tem pontuado com regularidade, já marcou 37 pontos e está em nono lugar na tabela de pilotos.

A próxima etapa acontece daqui a 15 dias no circuito de rua de Valência, na Espanha, e os prognósticos apontam para mais uma corrida equilibrada, e mais uma vez as posições devem ser definidas nas estratégias de parada nos boxes. Como tem sido recorrente nos últimos anos na Fórmula 1.

Decepções

Os brasileiros mais uma vez decepcionaram, principalmente o Felipe Massa (foto), que até largou bem em 5º lugar, mas rodou perdeu algumas posições e não teve força para conseguir a recuperação e terminou em um modesto 10º lugar.

Com um histórico de temporadas irregulares, Massa já começa a sentir a pressão por melhores resultados vindo de dentro da própria equipe. Os chefões da Ferrari já não garantem a permanência do piloto brasileiro para o próximo ano e, segundo a imprensa especializada, o nome de Sérgio Pérez já é cogitado como futuro parceiro de Alonso na escudeira italiana.

Já o outro piloto brasileiro, Bruno Senna, mais uma vez teve um fim de semana irregular, largou no meio do pelotão de trás, no 15º lugar. Durante toda a corrida não conseguiu ultrapassagens e nem a estratégia de duas paradas o ajudou a conseguir melhor posições.

O que nesta corrida ajuda a aliviar a pressão em cima de Bruno é que seu companheiro de equipe, Pastor Maldonado, também não fez uma boa prova terminando a corrida em 13º lugar.

Particularmente neste GP o carro da Williams não rendeu o esperado e o resultado não pode ser colocado na conta dos dois pilotos. Mas é evidente que Senna precisa melhorar se quiser garantir uma vaga na F1 para o próximo ano.

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* A coluna Paddock da Redação traz bastidores e análises da Fórmula 1, a principal categoria de automobilismo do mundo.

Redator: Rodrigo Svrcek

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Comentário da Redação > Santos 0x1 Corinthians

Visão santista > O que dá esperança ao Santos?
por Ricardo Pilat - pilatportasio@gmail.com

O torcedor santista acordou com a cabeça inchada nesta quinta-feira. A derrota diante do Corinthians em plena Vila Belmiro, na semifinal da Copa Libertadores, foi um duro golpe e difícil de ser assimilado. Mas ele terá de ser! Em uma semana, o Peixe tem a chance de reverter no Pacaembu e existem razões para acreditar.

O Timão está de parabéns pela vitória de ontem. Fez um jogo quase perfeito, com cara de campeão da Libertadores. Anotou um gol no primeiro tempo e depois jogou no erro santista, marcando muito forte e sem individualizar em jogadores específicos como Neymar (de quem falo mais adiante). Nas bolas que sobraram mais limpas no segundo tempo, lá estava Cássio para fechar o gol.

O único erro do Corinthians, na minha opinião, é a tendência eterna na era Tite de jogar no limite do resultado. Fez 1 a 0 e recuou muito, especialmente no segundo tempo. Tiros de meta, faltas e laterais eram cobrados depois de uma eternidade. Não acredito que fosse o momento de pensar tanto em segurar o resultado. Isso antes da expulsão do Sheik (justa, a meu ver), porque com um a menos essa tendência era natural.

Nada me faz crer que a postura será diferente no Pacaembu. Novamente veremos o Corinthians recuado e o Santos atacando, mesmo que desordenadamente como fez na Vila. Mas um gol santista já deixa tudo igual e pode complicar o esquema corintiano. Não é uma vantagem tão grande assim, ainda mais se tratando de um clássico.

E falando sobre a tal atuação do Santos especificamente, muitos dirão que o maior problema foi o mau futebol de Neymar. Não concordo 100%, mas passa por isso sim. Faz algumas partidas que o camisa 11 vem mal. E dessa vez não teve marcação específica como diante do Vélez, por exemplo. Faltou movimentação e atitude ao craque, mas já vimos esses atributos nele em outros jogos decisivos, por isso não é justo que o torcedor do Santos coloque a culpa nele. O time inteiro não se encaixou e ficou refém da marcação do Corinthians.

Quem jogou muita bola, quase solitário, foi PH Ganso. Ele surpreendeu a todos, atuou 90 minutos e não sentiu as dores após a cirurgia no joelho. Mas ele era um bom arco, sem flechas inspiradas para ajudar. O Corinthians tinha 10 jogadores marcando dentro da área ou na entrada dela, e estava difícil para que ele pudesse colocar algum atacante na cara do gol como costuma fazer.

Para o segundo jogo, acredito que Muricy deve arriscar a equipe com 3 atacantes, como fez na etapa final, quando o Santos melhorou e criou alguma coisa, mesmo que pouco. São as alternativas para tentar o que parece muito difícil... e é mesmo.

Conceitos

Rafael - REGULAR: Praticamente não participou do jogo. Era indefensável o chute do Emerson.
Henrique - PÉSSIMO: Não marcou ninguém (principalmente o Emerson, no lance do gol) e foi muito mal no apoio.
Edu Dracena - BOM: Muito guerreiro, lutou o tempo inteiro. Até na área se arriscou no final da partida.
Durval - BOM: Idem ao de cima. Quase marcou o gol de empate.
Juan - RUIM: Tentou ir ao ataque, se dedicou, mas estava errando tudo.
Arouca - BOM: Fazia uma boa partida, mas não aguentou fisicamente o ritmo e teve de ser substituído.
(Felipe Anderson) - PÉSSIMO: Jogou pouco mais de 10 minutos, o suficiente para lembrar a torcida do Santos que não dá para contar com ele.
Adriano - ÓTIMO: O melhor em campo pelo lado santista. Brigou durante os 90 minutos, se arriscou no ataque e merecia sorte melhor.
Elano - PÉSSIMO: Uma atuação digna de pena. Quem achou que ele já tinha se recuperado, deve ter mudado de ideia.
(Borges) - REGULAR: Sua entrada deu ao time mais alternativas de ataque, mesmo sem brilhar. Conseguiu algumas finalizações, mas sem sucesso.
PH Ganso - BOM: Nem parecia que fez uma cirurgia no joelho havia 19 dias. Jogou 90 minutos e tentou comandar um time que dava poucas opções a ele.
Neymar - PÉSSIMO: Errou tudo que tentou. Foi estático, burocrático e apático. Faz tempo que não joga bem e, não é coincidência, o Santos também não.
Alan Kardec - RUIM: Ficou sem função durante o jogo inteiro.
(Dimba) - SEM CONCEITO: Entrou nos acréscimos.
Tec.: Muricy Ramalho - REGULAR: Fez uma boa alteração no intervalo, o time melhorou, mas depois fez opções equivocadas. O Henrique não jogou nada e faltava um lateral mais incisivo. Mesmo não sendo craque, o Maranhão merecia entrar no jogo. Bem mais que o Felipe Anderson.

Visão corintiana > Time de Libertadores, Corinthians fica perto da final
por Pedro Silas - pedro_sccp@yahoo.com.br

Copeiro, raçudo, guerreiro... um verdadeiro time de Libertadores! Esse é o Corinthians que conquistou vitória brilhante sobre o Santos na Vila Belmiro. O 1 a 0 não decide o duelo, até porque um triunfo simples no jogo da volta bastaria para o Santos no mínimo levar para os pênaltis, no entanto, não dá para negar que a vaga na final fica bem perto do Parque São Jorge.

Além de jogar em casa, com o apoio da Fiel e toda a atmosfera a favor, eu não consigo imaginar outra coisa que não seja a mesma postura do jogo de ontem. Ou seja, uma equipe solidária, se redobrando em campo, mostrando raça em cada dividida e marcando como se fosse o último jogo da vida de cada um.

O primeiro tempo foi perfeito. Uma aula de como esfriar o adversário e sua torcida. Marcação implacável, concentração total e uma frieza impressionante. E ficou do jeito que os visitantes queriam quando Emerson recebeu passe de Paulinho e teve a frieza já citada e muita categoria para acertar um chute raro, no ângulo. Um golaço histórico na Vila!

Jogando sem um atacante de referência, o meio-campo corintiano avançou a marcação e conseguiu ter espaço para trocar passes com tranquilidade. Um espaço, aliás, que poderia ter sido melhor aproveitado, como no lance do gol. Quem deveria ter feito o time chegar com mais perigo e fez justamente o contrário foi o Alex. Centralizado na frente, a bola passou muito pelos seus pés, mas o meia esteve abaixo tecnicamente e desperdiçou praticamente todos os ataques.

Precisando ganhar presença ofensiva, Muricy tirou Elano e colocou Borges no intervalo. Isso significava mais atenção de Ralf, Chicão, Castán e cia., porém, fatalmente sobraria mais espaço no meio-campo, sobretudo pelo lado esquerdo, de Emerson. E assim como no primeiro tempo, o atacante foi o protagonista da etapa final.

Primeiro, poderia ter definido o confronto, mas errou a passada e caiu no chão - alegou pênalti, mas não houve. Mais pra frente, deu entrada burra, completamente desnecessária, em Neymar e foi expulso (segundo amarelo). O campeão brasileiro já havia passado a jogar recuado desnecessariamente e, obviamente, abdicou do ataque por completo com um homem a menos.

Aos 37 minutos, a energia caiu na Vila, e quando voltou o Timão, recuado, esperava o apito final. A marcação continuou atenta e o que passou da defesa o gigante Cássio, que ainda não tomou gols na Libertadores, garantiu. Agora, basta o goleiro continuar invicto nos próximos 90 minutos de jogo para o Corinthians garantir a inédita vaga na final do torneio sul-americano. Falta pouco!

Conceitos

Cássio - ÓTIMO: Frio, passou confiança demais e fechou gol.
Alessandro - BOM: Não precisou marcar tanto o Neymar porque o santista não caiu por ali, mas jogou (marcou) direitinho o lateral-direito.
Chicão - BOM: Atuação segura do zagueiro.
Leandro Castán - ÓTIMO: Bem demais na marcação, posicionamento, saída de bola e até mesmo nas investidas ao ataque... o camisa 4, além de regularidade de alto nível, cresce em decisões.
Fábio Santos - BOM: Se doou o tempo inteiro e marcou muito bem. Ganhou confiança e cresceu muito o lateral-esquerdo desde que chegou ao Parque São Jorge.
Ralf - ÓTIMO: Deu suporte para a zaga e foi bem com a bola nos pés também.
Paulinho - ÓTIMO: O motor do time, como de costume. Bela arrancada e passe para o Sheik no gol.
Danilo - BOM: Não foi brilhante, mas jogou para o time. Ajudou a esfriar o jogo nos momentos certos.
Alex - RUIM: Teve espaço e não aproveitou. Matou os ataques que passaram pelos seus pés.
(Wallace) - SEM CONCEITO: Entrou depois do apagão para preencher mais o campo defensivo nos minutos finais.
Jorge Henrique - RUIM: Mais uma vez foi figura nula ofensivamente. Muitas trombadas e pouco futebol.
Émerson - ÓTIMO: Golaço e muita garra, acompanhando e voltando para marcar pelo lado esquerdo. Nem a expulsão mancha a belíssima atuação do Sheik. Vai fazer falta na volta.
Téc: Tite - ÓTIMO: Já o critiquei em muitos aspectos, mas o que falar dessa campanha e da brilhante vitória na Vila Belmiro? O Corinthians nunca foi tão... time de Libertadores!


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Direto da Redação
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quarta-feira, 13 de junho de 2012

Gringolaço > Euro 2012: Superior, Alemanha bate a Holanda

Se a Holanda perdeu para a Dinamarca na estreia jogando bem melhor e dominando o adversário, desta vez a história foi bem diferente diante dos alemães. A equipe de Schweinsteiger e Mário Gomez, dois grandes destaques do jogo, mostrou superioridade e venceu com justiça. O placar de 2 a 1, que deixou a Holanda na lanterna do Grupo B sem nenhum ponto, foi até pouco...

Praticamente perfeito em todos os setores do campo, os alemães encontraram espaço no sistema defensivo do adversário e marcaram os dois gols no primeiro tempo. O ótimo Schweinsteiger serviu Mario Gomez por duas vezes e o artilheiro chegou ao seu terceiro gol na competição.

O apagado Van Persie tratou de deixar o duelo emocionante até o fim ao acertar um bonito chute no canto esquerdo de Neuer aos 27 minutos da etapa final. A Laranja cresceu, mas a reação parou por aí. A equipe de Müller, Özil, Lahm e cia. controlou bem a partida e garantiu o segundo triunfo.

Triunfo este que não garante matematicamente a classificação da atual vice-campeã do torneio europeu, porém, não dá para imaginar outra coisa que não seja uma vitória tranquila em cima da Dinamarca, na rodada final. Por isso, acredito que Holanda e Portugal farão confronto direto para definir a segunda vaga do grupo. E neste caso, os holandeses precisariam de uma vitória por dois gols de diferença para avançar. Não mostraram futebol para isso, mas têm time para conseguir. Será um jogaço!

Cadê você, Cristiano Ronaldo?

No jogo de abertura da segunda rodada do chamado 'grupo da morte', um gol do português Varela aos 42 minutos do segundo tempo evitou que a Holanda fosse eliminada horas depois. Com um empate em 2 a 2, a Dinamarca chegava a quatro pontos, o que eliminaria a atual vice-campeã mundial, mas o atacante saiu do banco para fazer o gol da vitória de Portugal.

A grande decepção ficou por conta do segundo melhor jogador do mundo. Maior esperança de uma grande campanha de sua seleção, Cristiano Ronaldo não mostrou a que veio ainda. Hoje, perdeu chances incríveis de definir a partida (uma delas pouco antes dos dinamarqueses empatarem o jogo) e criar um saldo de gols, importantíssimo para a última rodada. Pode fazer falta!

Fotos: Reuters

Redator: Pedro Silas
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terça-feira, 12 de junho de 2012

Terra do Tio Sam > Hora de provar quem é o melhor

De um lado LeBron James, que desde cedo convive com a fama de craque e é cobrado para decidir sempre. Do outro, Kevin Durant, que nunca teve a mesma projeção, mas dentro da NBA mostrou que joga demais. Eles estarão frente a frente na decisão da Liga a partir de hoje, em Oklahoma City, onde o Thunder recebe o Miami Heat.

Os dois são apontados como os melhores jogadores da atualidade. James ganhou o prêmio de MVP pela terceira vez na carreira, mas é muito criticado por não jogar tudo o que sabe em finais. Foi assim em 2007 e em 2011, as duas decisões em que ele participou. Mas o camisa 6 do Heat vem de ótimos jogos nas finais do Leste contra o Boston Celtics.

Durant, por sua vez, chega à primeira final, assim como o Thunder, e merece muitos os méritos por isso. Mas estamos falando aqui de um elenco ótimo, mas todo formado por jogadores recrutados pelo time ou adquiridos de outras equipes. Deu liga e agora o OKC vai a final, apontado por muitos como um time mais bem formado que o rival.

O Miami, além de James, tem jogadores mais experientes, entre eles, Dwyane Wade, que já ganhou a NBA liderando a equipe. Oklahoma conta com jogadores jovens, mas em ótima fase, como Russell Westbrook e Sergi Ibaka.

Muitos ingredientes para uma final entre os 2 melhores times da temporada, sem dúvida. E quem vai ganhar? Aposto no Miami, em 7 jogos.

NHL > LA Kings conquista a Stanley Cup pela primeira vez

Depois de abrir 3 a 0 na série final da NHL, o Los Angeles Kings levou um susto, perdeu duas partidas seguidas e somente ontem, em casa, diante da torcida californiana, a franquia garantiu seu primeiro título na história. fechando os playoffs em 4 a 2.

A conquista veio após um atropelamento no Staples Center, uma vitória por 6 a 1 dos Reis de Los Angeles diante dos Diabos de Nove Jersey.

O destaque dos playoffs, sem dúvida, foi o baita goleiro Jonathan Quick (foto), que levou apenas 8 gols em 6 jogos. Atuação memorável e que ficará na história dos Kings, que ainda arrebatou o prêmio de MVP da Stanley Cup.

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Redator: Ricardo Pilat
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Gringolaço > Euro 2012: Não chutem tanto os ingleses, muito menos exaltem a Suécia

A rodada desta segunda-feira da Euro 2012 teve a estreia do Grupo D e derrubou alguns experts que estão cravando algumas coisas antes de a bola rolar. O que mais tenho ouvido é que a Inglaterra tem um time péssimo e não passará da fase de grupos, enquanto a Suécia mostrará força para avançar.

Não foi o que se viu ontem e nem o que eu penso. Num jogo duro contra a França, finalmente recuperada após o baque na Copa de 2010, a Inglaterra saiu na frente com Lescott (foto), mas sofreu um empate de Nasri. Curiosamente, ambos do Manchester City, campeão inglês.

Mesmo cheio de desfalques, entre eles Rooney e Lampard, o English Team é forte e compacto. Não para ganhar a Euro, mas para se classificar tranquilamente. Os franceses, favoritos ao primeiro lugar do grupo, podem conseguir isso, mas não os vejo tão melhores que adversário britânico.

Shevchenko!

Andrey Shevchenko (foto), um dos grandes atacantes da história recente do futebol mundial, mostrou que ainda não acabou. Nesta segunda, aos 35 anos, ele anotou os 2 gols da vitória da Ucrânia sobre a Suécia, por 2 a 1. Foi a primeira aparição dos ucranianos numa edição de Eurocopa e não poderia ser melhor para o ídolo e capitão do time local.

Ibrahimovic fez o gol de honra dos suecos, que estão longe de ser tudo isso que alguns cantaram. É um time muito limitado e um Ibra só não faz verão. Derrotados diante do adversário que, na teoria, era o mais tranquilo do grupo, não acredito que a Suécia possa reagir ainda nesta fase de grupos.

Fotos: Reuters

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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Clinch > TUF Brasil: FINALISTA! Rony Jason vence luta de “gigantes” pesos-pena.

12º episódio

Foi em pé que a luta entre Rony Jason e Hugo Wolverine transcorreu. Um combate que iniciou com muito tempo de estudo e aos poucos virou uma trocação franca.

Wolverine é superior no boxe, e Jason resolveu encará-lo nesta especialidade. Pareceu um modo de provar que é forte e pode vencer qualquer adversário. Eu até considerei um erro, pois no chão ele é muito superior, e lutando em pé arriscou a vaga na final, que representa a chance de sua vida. Mas enfim, conseguiu vencer com raça e determinação.

No primeiro round a luta foi equilibrada, com poucos momentos de vantagem para um ou outro, então considero que foi empate.

O segundo round começou mais movimentado e Jason conseguiu conectar uma sequência de chutes, joelhadas, socos, e assim quase nocauteou Wolverine. Este teve muito sangue frio para se recuperar e voltar pra luta. Voltou tão bem que com seu boxe afiado foi castigando o rosto do adversário. Mas pelo knockdown e uma queda no final, Jason saiu em vantagem neste round, 10 a 9.

Já o terceiro round voltou o equilíbrio, e apesar de brincar quando sofria golpes, Jason continuou sofrendo diversos socos no rosto. Mas ele equilibrava com golpes plásticos e pesados, e novamente conseguiu uma queda no último minuto para garantir sua vitória.

Rony Jason está na final e enfrentará Godofredo Pepey no dia 23 de junho, no UFC 147. A luta reunirá duas feras de jiu-jitsu, mas Jason tem a versatilidade de lutar muito bem em pé, com isso leva vantagem.

O atleta do time verde, Hugo Wolverine sai de cabeça em pé, perdeu para um adversário duríssimo nos detalhes. Fez uma grande apresentação nessa e nas outras duas lutas que fez no reality. Com isso deverá ter oportunidades no UFC.

No final das contas, a dúvida que fica é: O Rony ficou mais assustador com sua máscara de Jason, ou sem a máscara com seu rosto repleto de cortes e inchaços?

Acompanhe tudo sobre o TUF Brasil curtindo a página @theultimatebr no Facebook.

Fotos: Divulgação TUF Brasil

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* A coluna Clinch traz a análise dos principais eventos de artes marciais do planeta.

Redator: Fernando Pilat

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domingo, 10 de junho de 2012

Gringolaço > Euro 2012: Empate no duelo das últimas campeãs mundiais

A abertura do Grupo C da Eurocopa 2012 colocou frente a frente as duas últimas seleções campeãs mundiais. Com força defensiva, a Itália conseguiu parar a badalada Espanha e ficou no empate por 1 a 1, em Gdansk (Polônia). Os dois gols foram marcados no segundo tempo. Aos 14 minutos, Di Natale, vindo do banco, abriu o placar para a Azurra, e três minutos depois, Fàbregas igualou o marcador.

Apesar da tradicional boa marcação italiana, a Fúria sentiu falta de um atacante, mais especificamente, David Villa, machucado. A atual campeã do torneio europeu teve sua habitual posse de bola, trocou passes, mas foi pouco incisiva. Além da ausência do centroavante, os meio-campistas mostraram um preciosismo que já se via na Copa 2010. Dificilmente chutam no gol de fora da área, mesmo tendo espaço para isso. Parece que querem sempre caprichar um pouco mais.

Tanto que, quando Di Natale recebeu de Pirlo e tocou na saída de Cassillas, os espanhóis passaram, imediatamente, a serem mais objetivos. Surtiu efeito rapidamente, com gol de Cesc após passe de David Silva. Depois, com a presença de um atacante, foi a vez de Fernando Torres mostrar preciosismo perdendo duas ótimas oportunidades. Mas claramente ter um camisa 9 proporcionou à equipe de Del Bosque um poder ofensivo bem maior.

Do outro lado, Marchisio também perdeu boa oportunidade de marcar o segundo. No entanto, nenhuma chance se compara a de Balotelli, antes dos 10 minutos do primeiro tempo, no lance mais sem noção da partida (foto). O atacante italiano entrou completamente livre na área, com tempo para escolher o que fazer, porém, demorou uma eternidade para se decidir e acabou desarmado.

No final das contas, um empate justo entre seleções com estilo e propostas de jogo diferentes.

Croácia larga na frente

No outro jogo da chave, a Croácia bateu a Irlanda por 3 a 1 e terminou a primeira rodada na liderança. Destaque para Mario Mandzuvic, autor de dois gols, um deles o mais rápido da competição, aos 3 minutos. Jelavic marcou o outro tento croata e St. Ledger fez o único dos irlandeses. Na próxima quinta-feira, os croatas têm a Espanha pela frente, enquanto a Irlanda enfrenta a Itália.

Foto: Getty Images

Redator: Pedro Silas
pedro_sccp@yahoo.com.br

Clinch > UFC on FX 3: Com Erick Silva a luta não passa do 1º round.

Já o comparam com Anderson Silva. É precipitado, mas a cada luta Erick Silva vem justificando os elogios. No UFC Rio 1 nocauteou em poucos segundos. No segundo evento do Rio ele repetiu a dose, mas Mario Yamazaki o desclassificou. Agora nos Estados Unidos, na terceira edição do UFC on FX, na última sexta-feira (9/6) ele finalizou Charlie Brenneman aos 4m33s do 1º round. Dominou todo o combate, defendeu bem as quedas do adversário e esperou o momento certo para encaixar um mata-leão. Ainda levou o prêmio de melhor finalização da noite.

Ele treina com os melhores do mundo, inclusive com o Spider. Espero que continue trilhando o caminho de sucesso e em breve possa disputar o cinturão da categoria.

Infelizmente os outros brasileiros decepcionaram. Bernardo Trekko, Caio Monstro e Carlos Eduardo “Tá Danado”, todos perderam por decisão dos juízes.

Na luta principal ocorreu um replay entre Johnson e McCall. Na outra luta deu confusão no resultado e acabou declarado o empate. Dessa vez Johnson assegurou a vitória por decisão unânime. Com um boxe afiado, Johsnon dominou o combate merecendo a vitória. Agora ele terá a chance de disputar o cinturão peso mosca do UFC contra Benavidez.

Boxe > Luta com “13 assaltos” causa derrota de Pacquiao. Juízes literalmente “dão” vitória para Bradley

Muitos acham que o boxe está em decadência. Mas o esporte ainda é capaz de reunir a atenção de muitas pessoas, e pagar bolsas com valores astronômicos aos lutadores. E ontem não foi diferente. Só que o resultado da luta, da forma vergonhosa que foi, faz com que esse esporte perca credibilidade. Um verdadeiro “ASSALTO”.

Melhor lutador da última década, Manny Pacquiao (foto, camisa branca) dominou 10 de 12 rounds contra Timothy Bradley (foto, à esquerda), valendo cinturão. Mas dois jurados deviam estar dormindo durante a luta e conseguiram dar a vitória para Bradley. Com isso, em decisão dividida, Pacquiao sofreu sua primeira derrota nos últimos 7 anos.

O público vaiou fervorosamente o anúncio da vitória, e diversas personalidades se manifestaram. Jeremy Lin, Shaquille O'Neal, Bruno Mars, Justin Timberlake, foram alguns famosos a criticarem o resultado.

“A Comissão Atlética de Nevada está em sua melhor fase! Eles só podem estar brincando comigo! Como é nojenta a comissão desse estado. É a pior comissão atlética do país”, disparou Dana White, em seu perfil no Twitter.

Lutadores de MMA e especialistas também criticaram a decisão equivocada dos juízes na luta de Pacquiao. “Pacquiao não perdeu essa luta!”, comentou o lutador dos meio-médios do UFC, Demian Maia.

O canadense Patrick Cótê, que foi recontratado pelo UFC recentemente, também lamentou. “Sou um grande fã de boxe. Mas o que aconteceu essa noite foi uma vergonha, não posso acreditar nisso”.

O comentarista Luciano Andrade, do canal Combate, acredita que o erro dos juízes vai acabar de vez com o prestígio do boxe. “Roubar descaradamente um ídolo carismático e querido como o Pacquiao é o mesmo que jogar uma pá de terra em cima do boxe para enterrá-lo de vez”, disse.

A campeã do peso-galo do Strikeforce, Ronda Rousey, manifestou sua frustração. “Cara depois dessa... Acho que nunca mais vou comprar um pay-per-view de boxe novamente. Esse resultado está errado. É um ato repulsivo”, afirmou.

Nas casas de apostas, a vitória de Pacquiao renderia aproximadamente 25 dólares, enquanto a de Bradley rendeu mais de 300 dólares ao apostador. Passo a me questionar se o resultado foi real. Será que os juizes viram uma vitória de Bradley? Ou será que eles foram pagos para ver isso? E a máfia de casas de apostas, podem ter culpa no cartório?

Posso estar errado em meus questionamentos, mas este resultado deprecia um esporte maravilhoso como é o boxe. É muito dinheiro envolvido, e merece uma investigação pesada.

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* A coluna Clinch traz a análise dos principais eventos de artes marciais do planeta.

Redator: Fernando Pilat

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Comentário do Redação > Presidente ruim, diretória ruim, time péssimo

Com um futebol péssimo, o Palmeiras perdeu a terceira seguida no campeonato brasileiro. Dessa vez o carrasco foi o Atlético-MG que contava com a estreia de Ronaldinho Gaúcho que apresentou um bom futebol. O Verdão foi dominado grande parte do jogo e dessa vez não teve desculpa em relação a arbitragem. As alterações de Felipão que costumam dar certo regularmente não foram eficientes hoje e o clube acumula apenas um ponto no campeonato e corre grande risco de terminar a rodada como lanterna.

O primeiro tempo teve até certo equilíbrio, mas as melhores chances vieram por parte do Galo que conseguia controlar as ações com um meio campo extremamente arrumado, ao contrário do Palmeiras, que estava totalmente perdido e sem consistência. Daniel Carvalho que tinha o papel de criar pensava apenas em se jogar e tentar cavar faltas. Luan era o único que demonstrava vontade, raça e queria algo em campo. Não tivemos um único chute a gol que levasse perigo a meta do adversário, enquanto o Atlético teve duas ótimas chances. O resultado de 0 a 0 saia barato e Felipão com certeza iria precisar arrumar esse time.

A etapa final foi um simples desastre. O Atlético teve o comando do jogo por inteiro e conseguiu fazer o gol com uma bela jogada de Bernard que cruzou na cabeça de Jô que com estilo colocou a bola no fundo das redes. Essa era a hora da pressão, mas não foi isso que aconetceu. O Atlético ainda teve um gol mal anulado ao meu ver e teve um pênalti não marcado. As únicas chances do Palmeiras surgiram ambas do pé de Marcos Assunção que em duas faltas, chutou a bola no travessão.

Com relação ao Palmeiras fora de campo, estou cansado de olhar para a cara de Tirone e Frizzo. Dois mortos que não fazem nada a favor do time e só aparecem para falar “Não temos dinheiro”. Estou irritado com isso e a culpa de nosso financeiro estar ruim é deles mesmo que pagam quatro treinadores ao mesmo tempo e cerca de TRINTA jogadores que não prestam mais serviços ao clube.

Valdívia viajou para o Chile devido ao sequestro. Acho um absurdo a diretoria liberar um cara com um alto salário por causa de algo que já ocorreu e nada aconteceu. Para mim ele está fazendo é corpo mole e não escondo que tenho vontade que ele largue o Palmeiras, pois é muito salário para quase nada de futebol.

Agora o time enfrenta o Grêmio pelas semifinais da Copa do Brasil na quarta feira, no estádio Olimpico e um bom resultado (algo que não acredito) deixa o time próximo das finais.

Conceitos

Bruno – BOM: Só não foi mais, porque ele fez boas defesas durante o jogo.
Cicinho – PÉSSIMO: Nada a declarar.
(João Vitor) – REGULAR: Conseguiu até participar bem do jogo. 20 minutos em campo valeram mais do que todos os jogos do Cicinho no ano.
Henrique - RUIM: Inseguro durante grande parte do jogo, entregava bolas para o Atlético em suas saídas de bola errada.
Thiago Heleno – REGULAR: Voltava de lesão, mas conseguiu se sair bem, ao contrário de seu companheiro de zaga.
Juninho – PÉSSIMO: Nada a declarar 2.
Márcio Araújo – REGULAR: No primeiro tempo até conseguiu parar Ronaldinho, algo que não ocorreu na segunda etapa.
Marcos Assunção – REGULAR: Pouco apareceu no jogo. Suas duas bolas no travessão foram o único perigo do time no jogo.
Felipe – REGULAR: Fez um bom primeiro tempo, onde conseguia tocar bem a bola, mas saiu logo no início do segundo, não sei porquê.
(Maikon Leite) – RUIM: Entrou extremamente mal no jogo. Só fez bobagens com a bola e perdia todas que recebia.
Daniel Carvalho – RUIM: Caiu tanto em campo que deve ter secado o gramado que estava molhado devido a chuva. Se quiser, pode fazer parte da equipe de drenagem do Pacaembu.
Luan – BOM: O único que procurou jogadas e conseguiu criar alguma coisa, mas o time não o ajudou.
(Mazinho) – RUIM: Só fez besteira em campo. Não apresenta mais o futebol bom que apresentou no jogos iniciais no clube.
Barcos – RUIM: De bom em campo foi só o belo chapéu que deu em Ronaldinho. Suas finalizações não levaram perigo algum e pouco tocou na bola.
Téc. Felipão – RUIM: Suas alterações não deram certo. Tentou jogar com um time mais ofensivo. Até admiro sua ousadia, mas também não deu certo.

Redator: Fernando Borchio

fernando.borchio@hotmail.com

Comentário da Redação > Brasil 3x4 Argentina

Visão Brasileira > Decepção!? Apenas no resultado
por Fernando Pilat - Siga-me: @fernandopilat

A série de quatro amistosos da Seleção Brasileira terminou com derrota. O resultado era esperado, mas a surpresa ficou por conta da boa atuação dos brasileiros. Encararam com igualdade os argentinos, e em boa parte do tempo foram superiores.

Nos hermanos o diferencial foi o melhor do mundo. E parece que Mano Menezes não foi informado que Messi estaria em campo. Se bem marcado ele já é perigoso, com uma marcação frouxa fica ainda mais fácil. Fez três gols sem muito esforço.

Destacando os pontos positivos, os meninos não sentiram a pressão, e demonstraram muita vontade de vencer. Oscar e Neymar juntos podem dar alegrias com a camisa amarelinha. Falta Damião ou algum outro centroavante se firmar. Já os zagueiros Juan e Bruno Uvini não têm condições de segurar ataques fortes como o argentino. Com isso fica claro que David Luiz e Thiago Silva devem levar duas vagas excedentes de 23 anos, e Marcelo, apesar da expulsão inocente, deve levar a última.

Confio que essa seleção possa levar a medalha de ouro nas Olimpíadas, e assim ganhar confiança para seguir o caminho rumo à Copa de 2014.
Conceitos

Rafael Cabral
– REGULAR: Não teve culpa nos gols, foi apenas mais uma vez vítima do melhor do mundo.
Rafael Silva – REGULAR: Foi esforçado, mais teve atuação burocrática.
(Danilo) – SEM CONCEITO: Pouco tempo em campo.
Bruno Uvini – RUIM: Afobado e perdido. Não tem condições de vestir a amarelinha nas Olimpíadas.
Juan – RUIM: Zagueiro “durão”, falta muita qualidade.
Marcelo – REGULAR: Fez uma boa partida, mas a expulsão por agressão preocupa. Muito explosivo.
Sandro – RUIM: Falhou nos dois primeiros gols.
Rômulo – BOM: Surpreendeu nesses jogos. Foi coroado com o gol.
(Casemiro) – REGULAR: Entrou errando passes que não costuma errar.
Oscar – ÓTIMO: Mais uma vez o destaque. Infelizmente saiu machucado após seu belo gol.
(Giuliano) – BOM: Entrou com vontade e criou oportunidades. Cavou sua vaga entre os 18 olímpicos. 
Hulk – BOM: Deixou o seu gol, e criou boas jogadas.
(Lucas) – SEM CONCEITO: Jogou pouco tempo.
Neymar – REGULAR: Buscou o jogo, incomodou a defesa adversária, mas faltou concluir com precisão.
Damião – RUIM: Mais uma vez foi mal. Fez apenas um bom pivô para o gol de Oscar.
(Pato) – REGULAR: Teve tempo para jogar e pouco fez.
Téc: Mano Menezes – REGULAR: Deu um padrão de jogo interessante ao Brasil, mas faltou cuidado com Messi. Com uma defesa remendada ele deveria ter colocado volantes e cobertura em cima do melhor do mundo. Não o fez e por isso perdeu o jogo.


Visão Argentina > O melhor do mundo no Barça, na Argentina, em qualquer lugar...
por Rodrigo Svrcek - Siga-me: @svrcek_rodrigo

Foi um ótimo jogo entre Brasil x Argentina realizado no Met Life Stadium, em Nova York. Apesar de ser um amistoso com cara e jeito de amistoso, houve bastante chance de gols de ambos os lados. E felizmente, apesar do clima de rivalidade e guerra que a emissora que transmitia o jogo tentava emplacar, a partida não teve maiores incidentes dentro de campo.

De um lado uma boa e renovada seleção brasileira com bons valores, principalmente do meio para frente que teve um rival tradicional e embalado pela liderança nas Eliminatórias Sul-Americanas para Copa de 2014.

Tal qual a seleção de Mano Menezes, a seleção Argentina também sofre de renovação, principalmente em seu setor defensivo com dificuldades de encontrar novos zagueiros e laterais que deem confiança aos seus torcedores.

Do meio para frente o desafio de Sabella é conseguir fazer Messi render o que rende no Barcelona, ou próximo disso. Pelos que foi visto nos dois últimos jogos, Equador e no amistoso com o Brasil. Parece que o time está se encaixando e o melhor do mundo está conseguindo reeditar suas boas atuações de terras espanholas, agora com a camisa albiceleste.

Conceitos

Romero – BOM: Estava fazendo uma partida segunda, principalmente nas saídas de gol. Até falar feio em um cruzamento e proporcionar o 3º gol do Brasil.
Zabaleta – Ruim: Começou a partida do lado esquerdo para fechar as investidas de Hulk no setor. Voltou para o lado direito depois que Neymar foi jogar no meio e conformou-se em marcar. Nulo no ataque.
Fernández – BOM: Bem nas bolas aéreas e na cobertura de Zabaleta. Ainda teve tempo de ir ao ataque e fazer o 3º gol da Argentina em jogada de escanteio.
Garay – REGULAR: Teve dificuldades com Damião caindo no seu setor. Ora perdeu, ora ganhou a disputa. Uma atuação apenas regular.
Rodríguez – REGULAR: O outro lateral argentino que ficou preocupado só com a marcação teve pouco trabalho com Rafael que pouco atacou por seu setor.
(Campagnaro) – SEM NOTA: Entrou no fim do jogo para ajudar a marcação.
Sosa - RUIM: Começou o jogo pelo lado esquerdo do meio-campo argentino com a incumbência de fazer a bola chegar a Higuaín e ajudar Messi na criação de jogadas. Um pouco confuso e atabalhoado quando tinha a bola nos pés.
(Guiñazú) - PÉSSIMO. Entrou no segundo tempo para reforçar a marcação e dar liberdade para Gago criar. Mal foi visto em campo.
Mascherano - BOM: Jogou à frente da zaga e ficou com a incumbência de marcar Neymar. Atuando quase como libero entre os zagueiros, quase não perdeu uma disputa de bola. Foi um dos destaques do sistema defensivo.
Gago - RUIM: Pouco marcou e nada criou. Errou muitos passes. Atuação abaixo da crítica.
Di María – BOM: Um pouco afobado quando tinha a bola nos pés e parecia um pouco torto jogando pelo lado direito do campo, mas foi responsável pela criação das melhores jogadas argentinas no 1º tempo. Deu o passe para o primeiro gol de Messi.
(Agüero) – BOM: Entrou na parte final do segundo tempo e deu fôlego novo ao ataque da Argentina com boa movimentação e tentativas de tabela.
Messi – ÓTIMO:  Deu quatro arrancadas no jogo. Uma resultou em falta e as outras três em gol. Foi o fator de desequilíbrio no jogo. Justificou o que se espera do melhor jogador do mundo.
Higuaín – RUIM: Praticamente nulo em campo. Errou tudo o que tentou. Teve um momento que nem participava das jogadas.
(Lavezzi) – RUIM: Na verdade passou longe de ruim, foi patético. Conseguiu ser expulso com menos de cinco minutos em campo.
Téc: Alejandro Sabella – Bom: Começou o jogo invertendo os laterais para na anular as investidas de Neymar pelo lado direito. Com 11 jogos à frente da seleção Argentina para estar encontrando a formação ideal de jogo. Está conseguindo fazer Messi se sentir a vontade em campo.

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sábado, 9 de junho de 2012

Gringolaço > Euro 2012: 'Grupo da morte' começa com zebra

No chamado "grupo da morte" da Eurocopa 2012, quem imaginou que a Dinamarca faria apenas figuração e terminaria a competição sem conquistar sequer um pontinho, se surpreendeu logo na primeira rodada. O gol de Krohn-Dehli, aos 24 minutos do primeiro tempo, proporcionou a primeira zebra da competição: 1 a 0 dos dinamarqueses em cima da Holanda.

Com Robben, Sneijder e Affelay encostando no homem da frente, Van Persie, a Laranja Mecânica teve forte poder ofensivo e chegou a ter 70% de posse de bola no primeiro tempo. Não apenas dominaram, mas foram em busca do gol, criaram chances. Porém, faltou pontaria!

Mesmo com seis jogadores com vocação ofensiva no time na segunda metade da etapa final, os holandeses não conseguiram definir as jogadas com precisão. Em um dos lances mais bonitos do jogo, Sneijder deu passe fantástico de três dedos para Huntelaar e o atacante, de frente para o goleiro, não conseguiu aproveitar.

Na próxima rodada, a atual vice-campeã mundial enfrenta nada menos que a Alemanha. Mas entrará em campo sabendo o que precisa fazer nos jogos restantes para avançar. E se não houver mais zebras, a Laranja pode até jogar por empate e apostar as fichas em uma vitória simples em cima de Portugal, na última rodada, para passar de fase. Mas a Dinamarca, está aí, quietinha, querendo aprontar novamente...

Portugal endurece, mas Alemanha vence

Seleção que encantou na última Copa com um futebol envolvente, a Alemanha não deu show, mas mostrou sua força e confirmou o favoritismo com importante vitória diante de Portugal. O oportunista Mário Gomez marcou o único gol da partida, aos 27 minutos da segunda etapa.

A vitória deve ser ainda mais valorizada pela boa partida que os portugueses fizerem, sobretudo no aspecto tático. O duelo, aliás, foi bem mais truncado do que eu imaginava. Mesmo com as duas equipes praticamente numa formação com três atacantes (ou o chamado 4-2-3-1, com os "pontas" voltando e formando uma linha de três atrás do centroavante), o jogo foi estudado e bem marcado por ambas as equipes.

O diferencial foi a presença de área do Super Mário, que estava para ser substituído quando recebeu cruzamento e cabeceou com categoria para o gol, dando a primeira vitória à seleção que, na minha opinião (leia-se palpite), sairá com a taça ao final do torneio europeu.

Fotos: AP

Redator: Pedro Silas
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Paddock da Redação > O equilíbrio posto a prova


Neste fim de semana acontece a sétima etapa da Fórmula 1. A corrida será realizada no autódromo Gilles Villeneuve, no Canadá.  Antes de escrever este post, pensei a respeito e encontrei duas boas razões para ficar à frente da TV e acompanhar a disputa.

O primeiro, e melhor, motivo para ficar duas horas do nosso precioso domingo acompanhando a disputa dos bólidos é saber quem chegará ao fim no lugar mais alto do pódio. Nesta temporada foram realizadas seis corridas e, em nenhuma delas, o vencedor se repetiu.

Fica expectativa para saber se essa etapa irá criar um novo fator histórico consagrando um novo vencedor ou se Alonso, Vettel, Webber, Maldonado, Rosberg e Button conseguirão repetir o feito e ser o primeiro piloto a vencer duas corridas no ano.

Outro ponto bastante interessante é relacionado à corrida em si. Por ser um autódromo antigo, a pista canadense é considerada rápida e com diversos pontos de ultrapassagem. Fato esse que deve garantir emoção e diversas batalhas por posição dentro da pista.

Até por ser considerada uma temporada equilibrada, a diferença entre o primeiro e o sexto colocado é de apenas 25 pontos (uma vitória). Será possível pela primeira vez no ano saber se o equilíbrio destacado até agora é um fator de mérito do crescimento das equipes consideradas médias e enfraquecimento das ditas grandes. Ou se o foi o acaso que promoveu essa paridade entre as equipes.

Se os argumentos acima ainda não convenceram a assistir a corrida, que tal então aproveitar a disputa entre carros como um esquenta ou passatempo antes da quarta rodada do Campeonato Brasileiro? Por um motivo ou outro, com certeza acompanhar o GP do Canadá é uma ótima pedida para começar uma tarde esportiva no domingo.

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* A coluna Paddock da Redação traz bastidores e análises da Fórmula 1 e do automobilismo em geral.

Redator: Rodrigo Svrcek

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sexta-feira, 8 de junho de 2012

Gringolaço > Euro 2012: Rússia é a boa novidade na abertura

Quem esperava por um início sem muita qualidade técnica no Grupo A da Euro 2012, com Polônia, Grécia, República Tcheca e Rússia se surpreendeu justamente com estes últimos.

Os russos deram um espetáculo na vitória diante dos tchecos, por 4 a 1, em Breslávia, na Polônia. O comando ficou por conta de Arshavin, que voltou a jogar a bola que o consagrou na Euro 08, quando o time da Rússia chegou às semifinais.

Outro destaque foi o meia do CSKA Dzagoev, autor de 2 gols. Pavlyuchenko, que foi a campo na etapa final, e Shirokov também marcaram. Pilar descontou para os tchecos.

Confesso que para mim foi uma surpresa o futebol envolvente da Rússia, que hoje bateu no peito para dizer que é favorita ao primeiro lugar da chave. Apesar de que a República Tcheca, que está longe de ser aquela de tempos recentes, também colaborou.

Grécia e Polônia ficam no empate

No jogo de abertura do torneio, a Polônia jogou em casa e só empatou com a Grécia em 1 a 1. E poderia ter sido pior, se o Karagounis tivesse anotado um pênalti no segundo tempo, após o goleiro Szczęsny ser expulso e Tyton entrar no seu lugar para defender.

Lewandowski marcou o gol polonês, enquanto Salpingids igualou para os gregos. Os dois times mostraram mais vontade do que qualidade e acredito que devem brigar de igual para igual com a República Tcheca pela segunda vaga no grupo.

Fotos: Reuters


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* A coluna Gringolaço analisa os principais torneios e acontecimentos do futebol europeu.

Redator: Ricardo Pilat
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Mondo Verde > Pensamento nas semifinais

Pensamento nas semifinais da Copa do Brasil, é isso que todos os jogadores do Palmeiras reforçaram em seus discursos após a derrota para o Sport na ilha do retiro na último quarta. Fato é, que temos sim que nos preocupar com o Campeonato Brasileiro. O Palmeiras faz seu pior início de Brasileirão desde 2006 e esses oito pontos perdidos nessas três primeiras rodadas podem sim fazer falta no final, em termos de rebaixamento ou de Libertadores (O que é pouco improvável).

Com relação à arbitragem, tenho pouco a declarar, não é choro meu, mas nos últimos jogos ela com certeza vem atrapalhando o Verdão, e quarta-feira não foi diferente. Tivemos um gol MAL anulado aos 46 minutos da etapa final e mais uma vez o gerente de futebol, César Sampaio, enviou uma reclamação para a CBF.

Para piorar o clima, Valdívia ao lado de sua mulher sofreu um seqüestro relâmpago nesta quinta-feira aqui mesmo em São Paulo após o desembarque de Recife. Os ladrões rodaram de carro com eles por três horas e os libertaram por volta das 23 horas próximo ao CCT do clube localizado na Barra Funda.

Além do seqüestro os ladrões ficaram com o carro e levaram mil reais do Mago que por sua vez pediu dispensa do próximo jogo contra o Atlético- MG que acontece neste sábado, às 21 horas, no estádio do Pacaembu. O atleta viajou para o Chile para se recuperar do susto e retorna segunda-feira para poder se preparar para o jogo de ida das semifinais da Copa do Brasil contra o Grêmio, que acontece na próxima quarta-feira no estádio Olímpico em Porto Alegre.

Outra curiosidade é que além do Palmeiras, os outros times grandes de São Paulo fazem um início bem fraco de Nacional. Verdão, Corinthians e Portuguesa neste momento ocupam a zona de rebaixamento. Quem faz um bom inicio de campeonato são os cariocas, principalmente o Vasco com três vitórias em três jogos (100% de aproveitamento).

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* A coluna Mondo Verde comenta as últimas notícias e acontecimentos da Sociedade Esportiva Palmeiras. O Palestra!

Redator: Fernando Borchio
fernando.borchio@hotmail.com

Comentário da Redação > Sem um camisa 9, Timão perde mais dois pontos

Após três rodadas, o atual campeão brasileiro figura entre os últimos da competição, com apenas um ponto conquistado em nove possíveis. Depois de perder para Fluminense e Atlético-MG sem todos os titulares, desta vez o Corinthians amargou um resultado negativo com o time completo: empate por 1 a 1 com o Figueirense, jogando com um a mais, em pleno Pacaembu.

Tão ridículo quanto o resultado foi o futebol preguiçoso da equipe paulista depois de ficar 11 dias sem atuar. Unindo isso a falta de poder ofensivo, ter feito o primeiro gol no BR12 foi até lucro... é incrível a dificuldade dos meias para criar. E o ataque simplesmente não existe! O meia Alex foi o mais avançado pela zona central do ataque. Danilo também aparecia por ali, e foi dele o gol que abriu o placar, de cabeça.

Mas foi só. Se no primeiro tempo, mesmo com a necessidade de fazer o resultado, o ataque não conseguia levar perigo ao goleiro, a equipe corintiana voltou do intervalo acomodada, pensando que o jogo já havia terminado. Passaram a administrar o 1 a 0. Antes dos 20 minutos, Anderson Conceição foi expulso, mas nem assim para os donos da casa criarem algo.

Enxergando a ausência de um homem para empurrar a bola pra dentro, a torcida gritou o nome de Liedson. Lembrança justa! O atacante vive um momento terrível e foi para o banco com justiça, porém, seria fundamental se voltasse a atuar bem e recuperasse a confiança. É a peça que falta no esquema.

Infelizmente o Levezinho não conseguiu brilhar (a bola não chegou, diga-se de passagem), e pior que isso foi o gol de Caio. Mais dois pontos desperdiçados! E se projetarmos que nas próximas duas rodadas o pentacampeão brasileiro também não vence (atuará com os reservas), já serão 13 ou 14 pontos perdidos em apenas cinco rodadas. É cedo, mas num campeonato tão competitivo, já pode começar a comprometer o segundo semestre.

Conceitos

Cássio - BOM: Tranquilo, esteve seguro durante toda a partida. Sem culpa no gol.
Alessandro - RUIM: Já este não passa a menor segurança. Até melhorou no apoio, mas não na defesa... o gol saiu pelo seu lado. E pensar que o Neymar cairá por ali...
Chicão - REGULAR: Não fez uma partida ruim, mas vacilou no gol.
(Douglas) - SEM CONCEITO: Entrou já no fim.
Leandro Castán - BOM: Atento e perfeito na cobertura. Um dos poucos que se salvam.
Ramon - RUIM: Erra passes ridículos.
(Elton) - SEM CONCEITO: Pouco tempo em campo também.
Ralf - RUIM: Raramente joga mal, mas hoje foi um desses dias. Tomou dribles que não costuma tomar.
Paulinho - RUIM: Idem ao camisa 5. Errou passes bobos.
Jorge Henrique - RUIM: Nulo no ataque. Não cria nada e dá fintas inúteis.
(Liedson) - REGULAR: A bola não chegou e o camisa 9 pouco pôde fazer.
Alex - RUIM: Erra muito. Até que teve um ou outro lampejo com bons passes, mas é muito pouco.
Danilo - BOM: Fez o arroz com feijão e apareceu na área para marcar o primeiro gol da equipe no campeonato.
Emerson - PÉSSIMO: Precisa passar 3h treinando finalização todo dia pra ver se deixa de dar chutes ridículos.
Téc: Tite - PÉSSIMO: Teve 11 dias e não conseguiu fazer o seu time melhorar a produtividade ofensiva. Esse esquema sem centroavante não funciona! A menos de uma semana para o jogo do ano, o futebol da equipe é insosso, sem grandes alternativas. Preocupante.

Foto: Terra

Redator: Pedro Silas
pedro_sccp@yahoo.com.br

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Comentário da Redação > Novo camisa 10 e mais um empate

Em uma noite de testes para Muricy Ramalho, o Santos não passa de mais um empate e agora com o Fluminense, na Vila Belmiro. Em um jogo cheio de desfalques para os dois lados, um resultado seria difícil de ser previsto. Com onze desfalques, e um deles nada menos que Neymar, o treinador santista teve que inovar na escalação, colocou o Léo no meio-campo e Rentería no ataque. E outra surpresa estava no banco de reservas, o meia-atacante Victor Andrade, de apenas 16 anos, subiu aos profissionais e foi relacionado para a partida.

O jogo começou na Vila, que teve um público de pouca expressão, e logo aos 5 minutos do primeiro tempo, em um erro de zaga do Fluminense, Rentería roubou a bola e ficou cara a cara com o goleiro Diego Cavalieri que foi encoberto com um ‘tótózinho’ do atacante santista. O Santos já abria o placar para alegria dos torcedores santistas. Parecia que enfim o time da baixada embalaria no campeonato com a primeira vitória, mas não foi muito bem isso que aconteceu depois do gol.

O Fluminense, surpreso após o gol tomado no começo da partida, tentou por um ritmo na partida em busca do empate. Os jogadores alçavam bolas na área, mas a zaga santista estava muito bem colocada e tirava de lá o perigo. Em um lance rápido, o lateral-esquerdo Carlinhos roubou a bola no meio campo do volante Adriano e partiu para a área santista. Ainda fora da grande área, o volante santista o derrubou e o juiz, de forma errada, marcou pênalti a favor do Fluminense. O próprio lateral cobrou e empatou o jogo em Santos.

Com um começo de jogo com gols, a torcida que compareceu ao estádio imaginaria um grande duelo, mas erraram. Após os gols, os dois times resolveram esperar o erro do adversário, que não acontecia, e deixavam o jogo mais sonolento ainda. O Fluminense foi mais perigoso, mesmo assim, daí por diante, foi esperar o fim da primeira etapa.

Começou o segundo tempo, sem nenhuma modificação por ambas as partes, e o jogo continuava naquele ritmo sonolento. Esperanças e sumidos de campo, Alan Kardec e Elano nada faziam para melhorar o jogo, e pelo lado do Fluminense a molecada tentava impor correria mas a zaga santista não deixava. Em mais um erro da arbitragem, o Fluminense teve um gol legítimo anulado. Arbitragem também não colaborou ao jogo.

E no primeiro lance de perigo do segundo tempo, Alan Kardec, que enfim apareceu, tentou uma meia bicicleta para o gol de Diego Cavalieri. Passou perto.

Tentando melhorar o panorama da partida, Muricy Ramalho e Abel Braga promoveram três alterações cada. As melhores alterações vieram por parte do Santos, e o time ficou mais ofensivo com Felipe Anderson e Victor Andrade. Aliás, a estreia do jovem de 16 anos foi em poucos minutos mais demonstrando uma vontade e tanto, quase marcando um gol de voleio no fim. Mesmo assim, o jogo terminou empatado na Vila. O Santos somou mais um empate para a coleção, já são três em razão de desfalques.

Conceitos

Aranha – BOM:  Seguro quando preciso, mas não foi muito exigido.
Maranhão – RUIM:   É esforçado, tenta puxar umas arrancadas pela direita, mas decepciona os torcedores com seus chutes e na marcação.
Edu Dracena – BOM:  A zaga do Santos esteve bem e o Edu foi muito sólido. Não perdeu uma de cabeça.
Durval – BOM:  Sempre seguro, fez o que tinha que ser feito ali atrás.
Juan – RUIM:  É um bom jogador, mas em razão do Léo entrando no meio-campo e na esquerda, não podia sair muito e ele na marcação não é um dos melhores.
(Felipe Anderson) – REGULAR:  Entrou com vontade, buscou jogo. Se tivesse entrado no intervalo, quem sabe não poderia ter sido diferente?
Adriano – REGULAR:  Não foi aquele Adriano de outras tantas partidas, mas ajudou na marcação. Cometeu uma falta fora da área em que o juiz marcou pênalti.
Henrique – REGULAR:  Marcou bem, mas não apoiou como deveria. O Arouca faz falta naquele setor.
Elano – RUIM:  Desapontou a todos nós. Em uma noite que podia ser dele, simplesmente sumiu de campo.
(Geuvânio) - SEM CONCEITO: Entrou faltando pouco para acabar e nem apareceu no jogo. Se tocou na bola foram 2 ou 3 vezes sem objetividade.
Léo – RUIM:  Na minha opinião, não serve para jogar ali no meio-campo do Santos. ainda mais pela esquerda onde já existe belos jogadores como Juan e Neymar. Passou em branco na partida, só apareceu em alguns cruzamentos.
Alan Kardec – RUIM:   Sumido o jogo inteiro. Ouvimos o nome dele apenas uma vez, em uma tentativa de voleio.
(Victor Andrade) – BOM: Faltando poucos minutos para o fim da partida, entrou e colocou fogo na partida. Entrou com muita vontade e podem anotar, uma promessa muito válida por parte do Santos.
Rentería – REGULAR:  Ele é muito esforçado e tem uma vontade que poucos têm, mas não é jogador de nível Santos. Marcou seu segundo gol pela passagem no Santos, não deixará saudades.
Tec.: Muricy Ramalho - RUIM: Demorou muito para mexer no time e colocar os jovens garotos Felipe Anderson e Victor Andrade em campo. Sua estratégia do Léo no meio falhou e talvez com aquelas mudanças, sairia com uma vitória.

Foto: Divulgação/Photocamera
Redator: Igor Domingues
igor4712@hotmail.com

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Clinch > TUF Brasil: Joelhada voadora garante Sarafian na final

11º episódio

Nas eliminatórias ele passou o “trator” sobre seu adversário. Nas quartas de final, dominou e finalizou Reneé Forte. E agora, na semifinal, nocauteou com um golpe belíssimo.

Este é o histórico de Daniel Sarafian (foto, calção branco) no TUF Brasil. Decisão unânime dos jurados, finalização e nocaute. Vitórias de todas as formas.

No episódio de ontem ele enfrentou um casca grossa, Serginho Moraes, tricampeão mundial de jiu jitsu. Mas Sarafian demonstrou inteligência ao entender que apesar de ter um bom chão, seu adversário era superior nesse quesito, e que em pé a sua vantagem era ampla. Então traçou a estratégia e cumpriu a risca.

No inicio do 1º round Serginho mergulhou nas pernas e tentou colocar Sarafian para baixo. Depois de muito esforço ele conseguiu, mas o atleta do time verde mostrou calma, e aos poucos conseguiu levantar-se, sem sofrer ataques perigosos.

A partir daí, o combate caminhou do modo que Sarafian queria. Acertou diversos golpes em pé, desestabilizando Serginho. E com uma joelhada voadora espetacular Sarafian apagou o adversário. Mario Yamazaki ainda deu uma vacilada permitindo que entrasse um último soco no rosto do atleta desacordado.

Resumindo, venceu o atleta mais completo. Serginho tem um bom futuro pela frente, mas precisa melhorar bastante seu jogo em pé. Já Sarafian, mostrou capacidade em todos os quesitos necessários do MMA. Independente do adversário que ele terá pela frente na final, aposto todas as minhas fichas nele para ser campeão dia 23/06, e acredito que pode fazer uma bela carreira no UFC.

Como jogadores de futebol, grandes lutadores de MMA


Uma competição de futebol animou os atletas e treinadores no 11º episódio do TUF. Cada técnico teve direito a bater 10 pênaltis no oponente. Paulo Henrique Ganso e o ex-goleiro Marcos orientaram os lutadores na disputa.

Tanto no gol quando chutando os dois mostraram-se grandes pernas de pau.  Wanderlei parece ter sido apresentado a uma bola de futebol no dia. Vitor, que já tentou a carreira no futebol como zagueiro, teve menos dificuldades. Vitor venceu Wanderlei por um gol de diferença, faturando R$ 45.000,00 e seus atletas levaram R$ 2.000,00 cada.

Quando que o Wanderlei vai ganhar do Vitor? Que vocação para perder em tudo do seu rival. A luta entre os dois foi desmarcada, o que parece ter sido até melhor para Wand.

O jeito é tentar um jogo de cartas, bolinha de gude, par ou ímpar...

Acompanhe tudo sobre o TUF Brasil curtindo a página @theultimatebr no Facebook.

Fotos: Divulgação TUF Brasil

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* A coluna Clinch traz a análise dos principais eventos de artes marciais do planeta.

Redator: Fernando Pilat

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Terra do Tio Sam > Força dos mandantes deixa séries iguais na NBA: 2 a 2

Boston Celtics e Oklahoma City Thunder começaram as sérias dês finais de conferência da NBA perdendo as duas primeiras partidas, para Miami Heat e San Antonio Spurs respectivamente, jogando fora de casa.  Porém, nas duas jornadas que vieram na sequência, os times que saíram em desvantagem souberam fazer prevalecer o mando de quadra para empatar as disputas em 2 a 2.

Até aqui, nenhuma surpresa. Os quatro times são muito bons e sabem jogar em casa como ninguém. Resta saber se essa predominância dos mandantes se manterá até o final, o que beneficiará Spurs e Heat, que têm vantagem de jogar 4 das 7 partidas da decisão em seus domínios.

Na série do Leste, o nível técnico até aqui é impressionante. Dois jogos foram decididos na prorrogação. O último neste domingo, quando o Miami Heat teve boa produção ofensiva de Dwyane Wade e LeBron James, mas não nos segundos finais. Melhor para o Boston, que foi compacto e equilibrado, apesar de ter deixado escapar uma diferença que chegou a 18 pontos e vencer a partida no tempo extra com apenas 2 de vantagem, 93 a 91. Destaque para Rajon Rondo, que está gastando a bola nos playoffs. Ontem foram 15 pontos e 15 assistências.

Já no Oeste, o San Antonio vinha de 20 vitórias consecutivas e viu a série cair ao chegar em Oklahoma City. E agora são duas derrotas seguidas. No sábado, o Thunder empatou a série com um show de Kevin Durant, autor de 36 pontos. Hoje o duelo volta para o Texas, e um novo triunfo do time azul pode complicar as coisas para os Spurs.

Programação NBA

Hoje (4/6) – San Antonio Spurs x Oklahoma City Thunder, às 22h (horário de Brasília).
Série empatada em 2 a 2.
Onde assistir: Canal Space, ao vivo.

Amanhã (5/6) – Miami Heat x Boston Celtics, às 21h (horário de Brasília).
Série empatada em 2 a 2.
Onde assistir: ESPN, ao vivo.

NHL > Kings perto da coroação

E quem diria, os Kings pode dar no hóquei a alegria que a cidade de Los Angeles aguardava no basquete, com Lakers ou Clippers. O time derrotou o New Jersey Devils nas duas primeiras partidas da decisão da Stanley Cup, ambas fora de casa. Agora o time da Califórnia emenda uma sequência de 3 jogos em casa, e se vencer pelo menos 2, conquista o inédito título da NHL.

A curiosidade até aqui é que os dois jogos foram decididos na prorrogação, e terminaram com o mesmo placar: 2 a 1. As duas defesas provaram força, mas até aqui, o LA Kings foi superior na hora que mais era necessário. E tudo indica que esse troféu está no papo da equipe que só perdeu 2 jogos de 16 que fez na pós-temporada.

Fotos: Getty Images

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* A coluna Terra do Tio Sam fala dos esportes que são paixão nos Estados Unidos: basquete, beisebol, futebol americano e hóquei.

Redator: Ricardo Pilat
ricardo.pilat@yahoo.com.br

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domingo, 3 de junho de 2012

Comentário da Redação > E aí, Mano?

Separei minha tarde de domingo exclusivamente para a seleção brasileira. Estava empolgado com a nossa boa sequência de jogos diante da Dinamarca e dos EUA. O futebol de qualidade vinha acontecendo e Mano havia encontrado o time do meio pra frente. Tudo bem que no histórico do confronto, o México ultimamente vinha levando alguma vantagem, nos derrotando em campeonatos importantes como Copa das Confederações e Copa América, mas o melhor momento era com certeza nosso.

E assim fomos a campo na bela arena multi-uso usada com frequência pelos Dallas Cowboys (time de futebol americano da NFL) com Neymar e companhia.

Tivemos um início de jogo com o Brasil tentando fazer pressão sobre o México que por sua vez abusava de contra ataques pelo lado direito, onde Danilo fazia mais uma partida bem fraca. O primeiro gol mexicano surge por ali. Giovanni dos Santos tentou cruzar, porém a bola foi direto para o gol. O meio-campo estava bastante congestionado e Oscar não conseguia criar suas jogadas. Neymar estava pouco participativo, algo muito ruim para nós, pois ele é nossa principal estrela. Damião estava muito parado na frente e Hulk estava sem sucesso.

Talvez fosse a hora de Mano mudar, tudo bem que ainda era primeiro tempo, mas o time precisava de mudanças. Não tendo nada a ver com isso, o México foi ao ataque e Juan fez pênalti em Chicharito e ele mesmo foi para cobrança aumentando o placar.

O segundo tempo conseguiu ser pior que o primeiro. O México teve chances de fazer o terceiro e até o quarto gol, mas Rafael se mostrava bem embaixo das traves. Mano até que foi ousado ao colocar Lucas no lugar de Sandro, mas nada adiantou e nossa boa sequencia foi interrompida pela boa seleção Mexicana.

Agora vamos enfrentar nosso hermanos argentinos em Nova Jersey no próximo sábado. Uma vitória com certeza nos colocará de volta nos trilhos rumo ao Ouro inédito em Londres. Uma coisa é certa, Mano precisa fazer mudanças para que voltemos a vencer.

Conceitos


Rafael – REGULAR: É discutível se foi falha sua ou não o primeiro gol do México. Fez duas boas defesas e nada mais.
Danilo – RUIM: Dos quatro gols que a seleção levou nos últimos três jogos, três foram na suas costas. Teve outra atuação ruim hoje. Não apoiou o ataque e teve falhas na defesa.
Thiago Silva – REGULAR: Pouca participação no jogo, mas mostrou segurança. Pena que se machucou. Esperamos que não seja na grave.
(Bruno Uvini)
– SEM CONCEITO: Entrou na parte final do jogo. Pouco tocou na bola.
Juan – RUIM: Chegou meio grosso em algumas jogadas. Fez o pênalti.
Marcelo – BOM: Foi o melhor da seleção em campo. Teve muita participação no jogo e apareceu nos principais ataques do time.
Sandro – REGULAR: Pouco participou na parte ofensiva, mas conseguiu dar uma estabilidade defensiva ao time.
(Lucas) – RUIM: Não fez em campo o que sabe fazer. Meio tímido, não foi pra cima do adversário.
Rômulo – BOM: Muito bom jogador. Outra atuação boa, onde conseguiu praticamente anular Guardado, o principal jogador mexicano.
Oscar – REGULAR: Pouco participou do jogo. Não criou as boas jogadas e não jogou o futebol que tanto sabe.
(Casemiro)
– SEM CONCEITO: Entrou na reta final de jogo.
Hulk – REGULAR: Perdia as bolas que recebia e não usou o que sabe, sua força física.
(Wellington Nem) – SEM CONCEITO: Também entrou na parte final do jogo.
Neymar – REGULAR: Não fez o que sabe de melhor fazer, driblar. Apático no jogo, até que conseguiu puxar a responsabilidade pra si algumas vezes.
Leandro Damião - RUIM: Parado na área, não fez finalizações de perigo ao gol adversário.
Alexandre Pato – RUIM: Entrou mal no jogo e não teve movimentação também. Mas pode acabar sendo uma opção melhor que Damião futuramente.
Téc. Mano Menezes – RUIM: Sua alterações não surtiram a nenhum momento efeito algum. Caso não vença a Argentina, pode chegar a Londres com seu cargo em risco.

Foto:
Reuters


Redator: Fernando Borchio
fernando.borchio@hotmail.com

Clinch > Um prato repleto de feijoada para Michael Oliveira.

Popó tornou-se ídolo no Brasil ganhando títulos mundiais e acumulando nocautes. Nas matérias pós luta, um dos principais assuntos eram a feijoada da mãe, Zuleica Freitas. Como antes das lutas os atletas precisam fazer um regime severo, após o duelo Popó voltava correndo para o “colo” de sua mãe, e comia seu prato predileto, a “feijuca”.

Ontem me veio a lembrança desses fatos. Tive a oportunidade de ver uma última vez esse ídolo no ringue. Seu adversário, Michael Oliveira, é uma das esperanças do boxe brasileiro. Vinha invicto e com um título latino americano. O problema é que o garoto vestiu um salto desnecessário. Como diz o ditado “PRECISA COMER MUITO ARROZ COM FEIJÃO” para chegar ao nível de pugilista que Popó foi, e ainda é.

Os cinco anos sem lutar parecem não ter afetado em nada o campeão. A preparação dele foi ótima, e sua motivação era notável. Desde o primeiro round ele dominou as ações e acertava golpes pesados. Seus reflexos estavam em dia. Ele lutou com a guarda baixa e pouco foi atingido.


O público apostava que Popó tinha que nocautear nos três primeiros rounds, porque depois passaria a sentir o cansaço. Mas ele tratou de desmentir. Bateu nove rounds, sem perder o gás, e encerrou sua carreira da forma como começou, NOCAUTEANDO.

Michael Oliveira, que é apenas um garoto, apanhou que nem “gente grande”. Mostrou garra, e aguentou firme as pancadas. No final desceu do salto, agradeceu Popó, e disse ter aprendido a lição. Torço para que agora ele intensifique seus treinos, seja mais humilde, e possa se tornar um grande pugilista.

Popó deu uma aula de boxe ao menino. E Michael pode pedir o endereço da Dona Zuleica, para comer um belo prato de feijoada. Quem sabe assim ele não cresça como pugilista? E passe a respeitar mais os ídolos...

TUF 15: E os deuses do esporte premiaram Michael Chiesa

Todos os participantes de um reality como o TUF são merecedores. Cada um com sua história de vida. Mas Michael Chiesa tem uma história ímpar. Ele entrou na casa do reality e após sua primeira vitória soube que seu pai faleceu. Ganhou três dias para sair da casa e ficar com sua família. Voltou, superou adversidades nas lutas e, nesta sexta-feira, sagrou-se campeão da 15ª edição do TUF. O barbudão finalizou Al Iaquinta no 1º round.

O brasileiro Charles “do Bronx” participou do evento e conseguiu mais uma finalização, agora com um triângulo de mão. É sua segunda luta no peso pena e segunda vitória. Em minha opinião ele já merece uma luta contra um Top 5 da categoria, para se aproximar do cinturão.
Na luta principal do evento, Martin “Hitman” Kampmann venceu Jake Ellenberger e está mais próximo de uma disputa de cinturão.

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* A coluna Clinch traz a análise dos principais eventos de artes marciais do planeta.

Redator: Fernando Pilat

Siga-me: @fernandopilat